<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1023949964222576610</id><updated>2011-11-26T03:51:11.171-10:00</updated><title type='text'>REEFIOFILIA.NET</title><subtitle type='html'>MARINE AQUARIUM PROSPECT</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://reefiofilianet.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1023949964222576610/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reefiofilianet.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Alex Correa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TJRRQZLMokI/AAAAAAAAAKo/zVxQdI8YBIw/S220/Alex+%40+Sunset+Beach+Oct+2007.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>18</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1023949964222576610.post-6085728885518888416</id><published>2011-03-18T20:33:00.005-10:00</published><updated>2011-04-06T21:46:57.244-10:00</updated><title type='text'>Rocha viva artificial: construção e uso  I</title><content type='html'>Texto e fotos por Alex Correa. &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/S9FAf2GJECI/AAAAAAAAAH4/F_CIk9FdPq8/s1600/RVA+article+web+-1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5463218738818519074" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 350px; CURSOR: hand; HEIGHT: 233px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/S9FAf2GJECI/AAAAAAAAAH4/F_CIk9FdPq8/s400/RVA+article+web+-1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Cuidados no planejamento, curtidura, introdução dos organismos e manutenção adequada nos provam que é possível mantermos rochas vivas artificiais em sistemas naturais fechados com excelente desenvolvimento. Zoanthus spp. e Palythoa caesia são vistos na foto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introdução: &lt;br /&gt;Apesar da maioria dos aquaristas marinhos hoje em dia terem uma idéia de como fabricar rochas vivas artificiais, dificilmente aventuram-se na prática. Isso se deve principalmente ao desencorajamento encontrado na literatura disponível, que algumas vezes contém informações incompletas ou de certa forma errôneas. Através dessa série de artigos venho tentar esclarecer da melhor forma os principais temas relacionados atualmente com a construção básica e manutenção de rochas vivas artificiais em aquários marinhos. Serão colocados primeiramente algumas idéias no que diz respeito a natureza e ecologia. Logo em seguida vamos analisar os materiais que podem ser utilizados e como construir as rochas. Por vez, serão então apresentadas dicas de como curtir o concreto, preparando-o para o sistema marinho. E em último foco, estudaremos como povoar essas rochas com organismos vivos. Dessa forma, acredito que encontraremos respostas à maioria das dúvidas básicas sobre o assunto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rochas vivas, recifes e a aquariofilia: &lt;br /&gt;É importante que tenhamos consciência dos efeitos que o aquarismo marinho em geral possa representar para a natureza, principalmente quando existe uma extração exagerada dos meios naturais. Nos últimos anos, devido aos diferentes tipos de alertas ecológicos relacionados aos recifes por todo o mundo, aquaristas começaram a se interessar mais pelo assunto. Um dos motivos é o de sermos acusados de participarmos em maior parte de tais destruições, o que não é verdade. Recifes danificados em diversas partes do planeta serão dificilmente recuperados sem a ajuda de planos específicos, seja qual for o motivo do problema. Referente ao aquarismo, pode-se amenizar esses tipos de incidentes com uma melhor educação dos coletores e distribuidores desses locais, o que significa a base de início para solução dos problemas. Isso já vem sendo praticado em alguns lugares nos últimos anos. A instrução dos aquaristas consumidores diminui a taxa de mortalidade em aquários e conseqüentemente reduz-se a demanda de organismos no mercado. O capital que uma vez foi destinado aos organismos poderia então ser investido em equipamentos e literatura para pesquisa, por exemplo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Turismo, mergulho, industrialização, acidentes diversos, fenômenos naturais, lixo de várias formas, construção, pescaria, além de muitos outros fatores contribuem com sérias modificações em biótopos marinhos de inigualável qualidade e beleza, que abrigam organismos endêmicos e/ou especialmente adaptados àqueles tipos de hábitat. Com isso, vem a possibilidade de danos a espécies únicas, algumas vezes de modo irreparável. O que precisa ser enfatizado é que o aquarismo realmente não é o maior responsável por tais danos, mas de fato participa com uma exploração significativa do meio recifal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente ainda hoje existem os que afirmam aquarismo representar “peso zero” ou “mínimo” na alteração do meio ambiente. O termo “zero” está mesmo como uma absurda afirmativa, e o termo “mínimo” depende do ponto de vista, ou melhor, da comparação feita para tal. Esses termos podem gerar a idéia de querermos mascarar os fatos com uma atitude radical, evitando assuntos ecológicos como um todo. Por isso devemos ter muito cuidado com a publicação de afirmações desse tipo. Alguns também acreditam em um processo de explotação auto-sustentável completo e constante, mesmo com coleta relativamente excessiva e sem reposição artificial, simultaneamente. A idéia é de que o recife consegueria repor a exportação do material calcário retirado (rochas vivas), através de processos naturais, com o surgimento de rochas vivas soltas e corais, separados dos recifes pela ação de ondas e outros fenômenos. Temos também os que alegam que diante das “vastas áreas recifais” existentes, seria mesmo impossível super-explorá-las. A coleta de peixes e invertebrados ornamentais recifais também é incluída em muitas dessas afirmações. Infelizmente a realidade é bem diferente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa suposta “reposição”, no caso das rochas vivas, vem acontecendo por muitos e muitos anos, naturalmente, e é na verdade um ciclo natural de material calcário através de transformações. Precisamos lembrar que antes do Homem começar a agir na extração de rochas vivas desses locais, o exesso do produto pelos fenômenos naturais era finalizado em parte na exportação dessas rochas soltas nas praias, parcialmente reponsável na formação de areia. Esse processo completo, basicamente falando, ocorre a longo prazo e é dependente de fenômenos infreqüentes. Quando o Homem retira rochas vivas soltas dos recifes está interferindo no meio do processo. Para que outras rochas sejam encontradas soltas na mesma área é necessário ação física de fenômenos naturais ou formação de rochas vivas independentes através da fundição de materiais calcários soltos, feita por organismos como corais ou algas coralinas incrustantes, necessitando anos para que ocorra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/S9FAJlFsV-I/AAAAAAAAAHo/owyKzVxcw64/s1600/RVA+article+web+-+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5463218356296112098" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 350px; CURSOR: hand; HEIGHT: 233px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/S9FAJlFsV-I/AAAAAAAAAHo/owyKzVxcw64/s400/RVA+article+web+-+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Rocha viva de formato simples, produzida artificialmente com estrutura de concreto, amadurecida legalmente no mar (Molokai, Hawaii) para a comercialização em lojas. Exemplos como esse nos revelam uma nova esperança para o ambiente natural dos recifes em todo o mundo, e a garantia de sobrevivencia do hobby, além de representar responsavelmente a preoculpação que temos com o meio ambiente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A retirada excessiva de material calcário dos recifes causa uma interrupção ainda maior no ciclo natural, que é evidentemente notada em pouco tempo. Podemos entender que a exportação desse material marinho é local, tornando-se assim muito difícil um recife auxiliar um outro recife localizado em diferente área geográfica com uma suposta recuperação a curto prazo. Além disso, existem qualidades distintas entre as áreas dos próprios recifes, restringindo ainda mais a seleção de organismos e repovoamento dos hábitats nos mesmos. O transporte de larvas de corais e outros organismos através de correntes marinhas poderiam colaborar com um auxílio parcial, mas a longo prazo. Logicamente que a velocidade em que o processo de explotação acontece é bem mais rápida do que o de reposição desse material em seu tempo de ciclo natural, e esse é o principal ponto da questão. Todos esses tópicos estão relacionados com a coleta local e manuseada, e não com auxílio de máquinas. O uso de dragas e outros equipamentos vão muito além desse tipo de comentário, pois a coleta com destruição é completamente visível e óbvia, o que não é o caso da indústria aquarística atual, ou pelo menos não deveria ser. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algo importante precisa ser colocado a respeito do excesso de rochas vivas e organismos coletados ilegalmente por empresas com permissão de coleta, que acontece com o desrespeito aos limites de quantidade, não podendo portanto constar nos relatórios apresentados. Isso não ocorre somente com a coleta de rochas vivas, mas também com pesca de peixes e invertebrados ornamentais. Ainda temos as coletas ilegais sem permissão, onde a destruição e mortalidade dos organismos é bem maior pelas condições precárias de coleta, manuseio e transporte, sujeitas por serem práticas completamente ocultas às autoridades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, uma seriedade na seleção de empresas fornecedoras de rochas vivas e organismos ornamentais pode representar uma importância significativa para a reputação do hobby. Esse tipo de escolha produz um excelente nível de qualidade e profissionalismo entre os diferentes setores do comércio aquarístico, contribuindo com uma disputa comercial sadia. Ainda existem muitas práticas antigas que necessitam de mudanças. Coletas com o uso de cianureto, praticado nas Filipinas, para a captura de peixes ornamentais, danificam não só os peixes como também o ambiente recifal. Peixes ornamentais são exportados das Filipinas desde 1957. O uso de cianureto nas coletas começou por volta de 1969, e por incrível que pareça, ainda existem os que persistem nessa prática mesmo com o avanço tecnológico atual, que vem instruindo e alertando a cerca dos danos ambientais acarretados por esse tipo de pescaria. Em 2003 foi publicado um relato constando danos a corais e uso de cloro na captura de peixes ornamentais havaianos. Uso de agulha para descompressão de peixes provenientes de águas mais profundas simplesmente condena a maioria dos exemplares danificando o animal internamente, sendo um método utilizado ainda hoje em praticamente todas as partes de coleta ornamental marinha do mundo. Explosões e uso de barras de metal na coleta destrutiva de rochas vivas para o comércio aquarístico, como já foi reportado em Fiji, são inadmissíveis. Tais métodos são utilizados quando nesses locais as fontes de rochas vivas soltas já foram esgotadas. Qualidade no manuseio, embalagem e transporte de organismos ornamentais ainda é ignorada em alguns pontos de exportação. Esses tristes métodos precisam ser erradicados de uma vez por todas para que possamos traçar uma meta de segurança no futuro do hobby. Além disso, coleta de organismos que apresentam remota ou nenhuma chance de sobrevivência em aquários por restrição alimentar, pobre adaptação ao confinamento, tamanho ou necessidade de área, deveriam ser evitados no comércio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer material ou organismo retirado da natureza, não está sendo transformado ou reproduzido, portanto irá automaticamente representar alteração em tal ambiente. Essa modificação pode ser feita em pequena, média ou grande escala, mas é também tida como um fato. Nesse caso, reposição natural de material calcário ou reprodução de organismos recifais levam tempo para alcançar número significativo e semelhante ao de seleção natural original, portanto um dos principais objetivos de coletores, distribuidores e consumidores no aquarismo de reef deveria ser focalizado nessa meta, levando em consideração principalmente a quantidade e freqüencia das coletas num mesmo local. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a intervenção no ciclo de transformação natural do material recifal, feita pelo Homem, determinando assim um efeito parcial, ou significativo no mesmo, sabemos que logo haverá a necessidade desse material vir de outras fontes para darmos continuação ao andamento do comércio de rochas vivas. E isso já está acontecendo, com a liberação de permissões especiais para a produção de rochas vivas artificiais cultivadas na natureza para alimentar o mercado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das soluções para a coleta de rochas vivas naturais poderia ser um rodízio sistemático nos lugares de coleta, permitindo assim que naturalmente o ambiente marinho possa recuperar-se delas. O tempo do rodízio é muito importante e pode levar de 2 a 5 anos em alguns casos e logicamente precisa ser acompanhado de um limite na coleta e observação do recife em questão. Esse período de espera logicamente pode ser acelerado com a implantação de rochas feitas de concreto e/ou material calcário, a serem povoadas pelos organismos recifais em áreas bem próximas ao recife natural, assim sendo retiradas para a comercialização após o período previsto. Com isso, tornar-se completamente desnecessária a coleta de rochas vivas naturais, criando-se um ciclo artificial viável e constante, abolindo também a necessidade do rodízio de coleta das rochas vivas naturais. O cuidado na escolha da área no recife para o amadurecimento de tais rochas no mar com fins comerciais precisa ser bem estudado, porém. Essa idéia já foi testada e aprovada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso dos corais, melhores resultados são obtidos quando suspensos por prateleiras submarinas, evitando assim maiores distúrbios ao relevo e aos organismos presentes no recife, além de proporcionar um crescimento independente do substrato natural, normalmente com o uso de pinos de plástico ou concreto, onde as “peças” de corais (“colônias filhotes”) são fixadas. Fazendas de corais marinhas adotam esse método, onde normalmente são montadas sobre fundo de areia próximas a áreas recifais. Essas fazendas também podem ser montadas em sistemas fechados ou semi-abertos. Existem muitos aquaristas com esses tipos de sistemas em suas casas, proporcionando trocas de fragmentos entre si e contribuindo assim com a preservação ecológica dos recifes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/S9FAUl8F-OI/AAAAAAAAAHw/oSma7htaLvM/s1600/RVA+article+web+-+3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5463218545502845154" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 350px; CURSOR: hand; HEIGHT: 233px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/S9FAUl8F-OI/AAAAAAAAAHw/oSma7htaLvM/s400/RVA+article+web+-+3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; A reprodução de peixes em cativeiro automaticamente representa um aumento do preço, devido aos gastos na manutenção e sustento até que estejam aptos a entrar no mercado. As vantagens de estarem livres de doenças, serem mais resistentes e aceitarem alimentos secos e congelados mais facilmente nos auxilia no mantimento de certas espécies em particular. Apoiar a criação de peixes ornamentais marinhos é uma das formas de contribuirmos ecologicamente. Na foto temos exemplares de Amphiprion ocellaris australianos com variação de cor, nascidos em cativeiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o material artificial é colocado no mar para ser povoado por organismos é normalmente foco de larvas e vida migratória. Na retirada desse material não existe um impacto tão grande porque o substrato (área disponível nas rochas artificiais) foi disponibilizado artificialmente, sendo acrescentado ao ambiente marinho, e permitindo que a formação natural de rochas vivas ocorra sem maiores interferências. Com o tempo, tais rochas artificiais servem de abrigo aos peixes e invertebrados. Moderação no manuseio durante a retirada desses materiais evita estresse aos organismos e meio ambiente. Logicamente é necessário permissão de orgãos competentes locais para a execução de tais práticas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, é necessário educar as pessoas envolvidas no trabalho de coleta, embalagem e transporte dos organismos e rochas vivas a respeito dos tópicos ecológicos, de segurança e qualidade de trabalho. Organizações e empresas estão voltando-se para que da melhor forma, comercialmente falando, o hobby não venha a ser abalado. Projetos têm sido levantados por empresas responsáveis e estão seguindo regras de coleta e seleção para que possamos preservar e termos esses recursos naturais por muito tempo. Essa iniciativa colabora para que não haja o surgimento de leis proibindo as coletas por completo. Com isso também ocorre a valorização do pessoal, como os mergulhadores e famílias locais trabalhando nos projetos, cujos são oferecidas instruções de coleta, seleção, manuseio e transporte, simultaneamente. Muitas das áreas costeiras, e principalmente em ilhas, a pesca alimentar já está a desejar. O povo local, ciente disso, consegue entender a possibilidade de perda dos recursos naturais ainda disponíveis, que são os voltados a pesca de ornamentais e mergulho (turismo). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O comércio aquarístico tem grande importância econômica nos locais de coleta e exportação. De fato, esse comércio tem crescido de tal forma que apresenta hoje tremenda importância econômica em várias partes do mundo. A estimativa do mercado mundial, onde inclui o comércio de organismos e produtos aquarísticos em 1990 foi de cerca de 7 bilhões de dólares anualmente. No que diz respeito a rochas vivas, infelizmente não é possível determinar-se um valor certo para a importação nos EUA, uma vez que tal mercado é declarado na categoria que inclui corais duros ou pétreos (escleractínios), mas logicamente conta-se com cerca de milhões de Kg de rochas vivas. O valor total de rochas vivas vendidas no mercado aquarístico americano de 1992 até o ano 2000 foi de 14 milhões de dólares, representando um volume aproximado de 2.5 milhões de Kg. Entre os anos de 1992 e 1997, o volume de rochas vivas e corais vindos de Fiji para os EUA dobraram ou triplicaram anualmente. Somente em 1998, o Departamento de Pesca de Fiji reportou uma exportação de 109.135 ornamentais marinhos. No ano de 1999, estimou-se uma quantide de mais de 50.000 toneladas de rochas vivas sendo mantidas em aquários caseiros, somente nos EUA. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com isso, surgem empresas empenhadas em projetos afim de manterem o comércio de uma forma inteligente, visando futuros investimentos, como é o caso da Tampa Bay Saltwater, localizada na Flórida, EUA. O projeto começou em 1990, quando o Estado da Flórida proibiu a coleta de rochas vivas naturais, que era feita no Golfo do México. No ano de 1991 foi dada a entrada na documentação para permissão, que demorou 2 anos e meio para ser liberada. Em setembro de 1993, a empresa investiu em 1.000 toneladas de rochas calcárias secas importadas das Barramas, colocando-as no fundo do mar sobre fundo de areia, em aproximadamente 6 metros de profundidade, 6 milhas (aprox. 9.654 m) da costa. &lt;br /&gt;No relato, já no primeiro ano, o surgimento de crustáceos cirrípedes (cracas), ostras, algas e esponjas sobre as rochas. No segundo ano surgiram corais solitários e de colônia, como por exemplo Solenastrea hyades. Briosoários, gorgônias, carangueijos e caramujos também fazem parte da lista. A coleta é feita manualmente e com o auxílio de tanques individuais de mergulho (SCUBA). São colocadas em redes e trazidas para o barco. Alguns consideraram a qualidade dessas rochas como uma das melhores no mercado da época. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra empresa que colabora com esse tipo de iniciativa é a Pacific Aqua Farms, localizada em Los Angeles, Califórnia, EUA, que começou como base de importação de organismos vindos do Indo-Pacífico no ano de 2.000. A empresa importa de Fiji, Tonga, Jacarta, Ilhas Salomão, Nova Caledônia e Tahiti. &lt;br /&gt;Em Fiji, rochas artificiais são fabricadas e curtidas no sol, então sendo levadas ao mar em canoas de bambu, onde descançam durante um período de 18 a 30 meses até que estejam povoadas por organismos, estando prontas para exportação. A Pacific Aqua Farms produz rochas coloridas artificialmente com um tom parecido ao de algas coralinas cor-de-rosa. A empresa trabalha com processo de rodízio que pode levar de 1 a 2 anos por área, com o cultivo e coleta de rochas naturais em áreas recifais, além de possuir fazendas de corais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras empresas colaboram de diferentes formas e em setores comunitários importantes como por exemplo na educação, ciência e oportunidades de emprego. É o caso de Walt Smith International Ltd., com cede em Los Angeles, Califórnia, EUA. Walt Smith é um dos mais sucedidos empresários do comércio aquarístico mundial. A empresa foi fundada em 1973, apresentando um investimento de aproximadamente US$2.500.000,00, empregando mais de 250 pessoas. Existe um processo de treinamento com foco na qualidade e saúde dos organismos, o que torna-se uma das observações mais notáveis relacionadas ao nome da empresa. O empreendimento não se limitou somente aos lucros, mas também aos investimentos em relação à ecologia, ocorrendo desde 1998, e que logicamente pode ser visto como algo paralelo aos negócios num longo período de tempo, quando um biólogo especializado em recifes foi contratado pela empresa, introduzindo fragmentos em baías mais reservadas. Primeiramente o plano era a coleta dos fragmentos, mas os corais cresceram além do tamanho ideal para coleta e transporte num período de apenas 1 ano. &lt;br /&gt;Com essa experiência, um segundo local foi destinado para a próxima tentativa, com a montagem de um laboratório de trabalho para proporcionar espaço. Contatos foram feitos com a Universidade do Sul do Pacífico para que estudantes viessem participar, contribuindo juntamente com o pessoal, com influência direta na educação local, de forma ecológica, num processo à longo prazo. Isso obviamente favorece a nova geração. Smith trabalhou lado a lado com o governo, pescadores, cientistas e moradores de Fiji, proporcionando não só um crescimento dos negócios, mas também um impacto positivo na preservação dos recifes de forma paralela, garantindo assim o sustento do hobby por anos futuros e minimizando o impacto na natureza. &lt;br /&gt;Além disso, programas convidativos com visitas de colégios às instalações de coleta e exportação, apresentando palestras educativas, exortam as crianças sobre a importância de preservação dos recifes, visualizando o futuro dos mesmos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5463218891237554994" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 267px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/S9FAot5q-zI/AAAAAAAAAIA/dmu4mc9JAm0/s400/RVA+article+web+-+4.jpg" border="0" /&gt;Ondas são as maiores responsáveis pelo surgimento de rochas vivas e corais nas costas recifais. Em alguns lugares ainda é possível coletarmos legalmente esse tipo de material, respeitando os limites de quantidade. Oahu, Hawaii. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos esses exemplos nos mostram a preoculpação que empresas internacionais estão tendo nos últimos anos com a pesca e coleta de organismos e rochas vivas para o comércio aquarístico mundial. Se não houvesse necessidade, tais empresas não estariam investindo tanto capital em tais ramificações, muito menos provavelmente estariam suportando idéias ecológicas. Mas ainda existem outras iniciativas que nos proporcionam, como consumidores, participar de maneira ainda mais direta nesse movimento ambiental. A fabricação caseira de rochas vivas artificiais é uma delas. A parte 2 desse artigo será destinada a um estudo sobre os materiais sugeridos na fabricação de rochas vivas artificiais. &amp;lt;&amp;gt;&amp;lt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências:&lt;br /&gt;Associação Brasileira de Cimento Portland&lt;br /&gt;http://www.abcp.org.br/home.shtml&lt;br /&gt;Cement and concrete basics:&lt;br /&gt;http://www.cement.org/basics/concretebasics_curing.asp&lt;br /&gt;Guide for curing of Portland cement concrete pavements, Volume I:&lt;br /&gt;http://www.fhwa.dot.gov/pavement/pccp/pubs/02099/02099.pdf&lt;br /&gt;Curing concrete:&lt;br /&gt;http://www.tkproduct.com/Curing%20Concrete.PDF&lt;br /&gt;Tampa Bay Salwater: &lt;br /&gt;http://www.tampabaysaltwater.com/index.html&lt;br /&gt;Pacific Aqua Farms:&lt;br /&gt;http://www.pacificaquafarms.com/AboutPAF.htm&lt;br /&gt;Tom Miller: Reef propagation Project: The complete cookbook for making live rock from cement and other types of rock: http://www.geocities.com/CapeCanaveral/Hangar/6279/RaiseCementRock.html&lt;br /&gt;Geothermal Aquaculture Research Foundation:&lt;br /&gt;Making an aragocrate™ arch cave, with Eddie Postma.&lt;br /&gt;http://www.garf.org/MPegs/AragocreteArch.html&lt;br /&gt;Randy Holmes-Farley, Ph.D.: Magnesium and strontium in limewater:&lt;br /&gt;http://www.advancedaquarist.com/issues/dec2003/chem.htm&lt;br /&gt;Randy Holmes-Farley, Ph.D.: Magnesium in reef aquaria:&lt;br /&gt;http://www.advancedaquarist.com/issues/oct2003/chem.htm&lt;br /&gt;Filtration basics:&lt;br /&gt;http://reefkeeping.com/issues/2002-06/dw/index.php&lt;br /&gt;Correa A. (1.999) Algas I: http://reefiofilianet.blogspot.com/2009/02/algas-i.html&lt;br /&gt;Correa A. (1.999) Algas II: http://reefiofilianet.blogspot.com/2009/02/algas-ii-na-parte-i-foi-explicado.html&lt;br /&gt;Correa A. (2.000): Rochas vivas no aquarismo e mais: http://reefiofilianet.blogspot.com/2009/02/rochas-vivas-no-aquarismo-e-mais.html&lt;br /&gt;Delbeek. C. &amp; J. Sprung (1994): The Reef Aquarium. Ricordea Publication, Miami, Florida, USA.&lt;br /&gt;Delbeek. C. &amp; J. Sprung (1997): The Reef Aquarium, Vol. 2. Ricordea Publication, Miami, Florida, USA.&lt;br /&gt;Delbeek. C. &amp; J. Sprung (2005): The Reef Aquarium, Vol. 3. Ricordea Publication, Miami, Florida, USA.&lt;br /&gt;Cato C. James (2003): Marine Ornamental Spieces: Collection, Culture and Conservation. Balogh International Inc., Champaign, Illinois, USA.&lt;br /&gt;Tissot, B.N. and L.E. Hallacher, 2003. Effects of aquarium collectors in Hawaiian coral reefs fishes in Kona, Hawaii. Conservation biology 17:1759-1768.&lt;br /&gt;Shepherd A.R. Dawson, 1977. Marine Aquarist, volume 7, number 10. Collected in the Philippines.Marine Aquarist Publications, Inc, Boston, MA, USA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;© Copyright 2009 Alex Correa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1023949964222576610-6085728885518888416?l=reefiofilianet.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1023949964222576610/posts/default/6085728885518888416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1023949964222576610/posts/default/6085728885518888416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reefiofilianet.blogspot.com/2010/04/rocha-viva-artificial-construcao-e-uso.html' title='Rocha viva artificial: construção e uso  I'/><author><name>Alex Correa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TJRRQZLMokI/AAAAAAAAAKo/zVxQdI8YBIw/S220/Alex+%40+Sunset+Beach+Oct+2007.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/S9FAf2GJECI/AAAAAAAAAH4/F_CIk9FdPq8/s72-c/RVA+article+web+-1.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1023949964222576610.post-7582381293776055749</id><published>2011-03-17T08:13:00.000-10:00</published><updated>2011-03-28T23:01:53.676-10:00</updated><title type='text'>Rocha viva artificial: construção e uso  II</title><content type='html'>Texto e fotos por Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na parte 1 dessa série de artigos foram colocados tópicos ecológicos ligados ao aquarismo, para que possamos entender a necessidade na fabricação de rochas vivas artificiais, alimentando um mercado que cresce a cada dia. Agora iniciaremos o estudo de como fabricá-las, começando com uma simples definição sobre rochas vivas e analisando a lista de materiais mais sugeridos atualmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que rochas vivas?&lt;br /&gt;O principal papel na utilização de rochas vivas em aquários marinhos é a disponibilização de área para povoamento de bactérias nitrificantes e desnitrificantes. A qualidade do material e formação da estrutura das rochas vivas estão diretamente relacionadas com a probabilidade de distribuição das bactérias nas superfícies das mesmas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As bactérias nitrificantes são normalmente divididas em duas categorias, de acordo com suas habilidades. As que consomem amônia e convertem para nitritos pertencem aos seguintes gêneros: Nitrosomonas, Nitrosospira, Nitrosococcus, Nitrosolobus, dentre outros. O segundo passo de transformação na nitrificação é a de nitrito para nitrato, que é efetuado pelas: Nitrobacter, Nitrosospira, Nitrocystis, Nitrococcus, além de outras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As bacterias desnitrificantes encontradas normalmente em aquários marinhos são: Micrococcus, Pseudomonas, Denitrobacillas, Bacillus, e outras mais. Essas bactérias transformam nitrato em gás nitrogênio, que são liberados na atmosfera através do movimento da água e aeração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filtragem semelhante ocorre na cama de substrato de fundo (cascalho), que na verdade pode apresentar eficiência muito maior no que diz respeito à desnitrificação do que nas rochas, quando propriamente montado e mantido. Sistemas naturais podem ser então basicamente denominados assim por apresentarem tais tipos de filtragem. Além disso, as rochas servem de abrigo/refúgio aos peixes, reduzindo estresse, e suporte de relevo aos invertebrados sésseis, como corais e outros. Rochas vivas são assim chamadas simplesmente pela peculiaridade da presença de organismos vivos nas superfícies exteriores e interiores das mesmas, com a presença de macro e microorganismos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/S_bOh3iRPXI/AAAAAAAAAII/ZTVthYAsoLE/s1600/RVA+article+web+-+5.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 233px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/S_bOh3iRPXI/AAAAAAAAAII/ZTVthYAsoLE/s400/RVA+article+web+-+5.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5473789478354107762" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Relacionamento simbiótico entre corais e caranguejos proporciona proteção mútua contra os diversos organismos que habitam as rochas vivas. Na foto temos um casal de Trapezia intermedia abrigando-se e ao mesmo tempo protejendo uma colônia de Pocillopora meandrina. Estudos recentes revelam a formação de glóbulos fáticos localizados nas pontas dos tentáculos do coral hospedeiro, que provavelmente alimentam os caranguejos. Rochas vivas representam um hábitat de notável complexibilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rochas vivas artificiais têm sido usadas no hobby por muitos anos e não existem mistérios em sua produção. Desde o final dos anos 60 já existiam na Europa e EUA aquaristas interessados na idéia, tanto para sistemas marinhos caseiros quanto profissionalmente, em aquários públicos. Na década de 90, mais precisamente por volta de 1995, o assunto começou a ser divulgado através da internet e de algumas revistas nos EUA,  sendo que aos poucos, mais aquaristas começaram à fabricá-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje em dia existem muitas lojas pelo mundo vendendo “o produto” de diferentes formas. Algumas lojas comecializam rochas vivas artificiais secas. Outras, já povoadas com organismos marinhos, normalmente apresentando estrutura de concreto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diversidade de formas e de materiais usados na fabricação das rochas é grande, fazendo com que a prática venha a ser algo criativo e divertido.&lt;br /&gt;Logicamente existem materiais que precisam ser evitados e dentre eles, generalizadamente temos: os que contêm metais, os que secretam substâncias tóxicas na água, e os que alteram as propriedades químicas, físicas ou biológicas da água marinha. Concreto é normalmente a base de estrutura, combinando preferencialmente o cimento com materiais calcários de origem natural, formando assim um relevo seguro para o uso em sistemas marinhos caseiros, convencionalmente montados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cimento:&lt;br /&gt;Um estudo básico sobre os tipos de cimento encontrados no mercado pode esclarecer-nos melhor sobre as aplicações adequadas para cada um deles. Existem vários tipos de cimento portland disponíveis no mercado (dados segundo a Associação Brasileira de Cimento Portland):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Cimento Portland Comum (CP I)&lt;br /&gt;a. CP I – Cimento Portland Comum&lt;br /&gt;b. CP I - S – Cimento Portland Comum com Adição.&lt;br /&gt;2) Cimento Portland Composto (CP II)&lt;br /&gt;a. CP II - E – Cimento Portland Composto com Escória&lt;br /&gt;b. CP II - Z – Cimento Portland Composto com Pozolana&lt;br /&gt;c. CP II - F – Cimento Portland Composto com Fíler&lt;br /&gt;3) Cimento Portland de Alto-Forno (CP III)&lt;br /&gt;4) Cimento Portland Pozolânico (CP IV)&lt;br /&gt;5) Cimento Portland de Alta Resistência Inicial (CP V-ARI)&lt;br /&gt;6) Cimento Portland Resistente a Sulfatos (RS)&lt;br /&gt;7) Cimento Portland de Baixo Calor de Hidratação (BC)&lt;br /&gt;8) Cimento Portand Branco (CPB)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portland não é a marca do cimento, e sim o termo que identifica o material. Os tipos de cimento portland se diferenciam basicamente pelas proporções de clínquer, que defini-se por: calcário e silicato semifundidos e aglutinados que se obtém o cimento pelo processo de moagem. Também se diferenciam de acordo com as proporções de sulfatos de cálcio, material carbonático e outros aditivos (escórias, pozolanas, calcário). Esses materiais são acrescentados durante o processo de moagem. Além disso, ainda podem diferenciar-se em função das propriedades inerentes, ou seja, que estão ligadas de forma inseparável (ex.: alta resistência inicial e cor branca).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Cimento Portland Comum:&lt;br /&gt;O cimento portland comum apresenta normalmente dois tipos: O primeiro não contém aditivos, a não ser o gesso, que funciona como retardador da pega. Já o segundo tipo, contém aditivos na ordem de 5% de material pozolânico em massa. Ambos são recomendados para o uso nos serviços de construção geral, onde não existem exposição a sulfatos do solo ou águas subterrâneas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Cimento Portland Composto:&lt;br /&gt;Esse cimento é modificado para gerar calor de hidratação numa velocidade menor que o cimento portland comum. É especialmente formulado para uso em estruturas maciças de concreto em que o volume é grande, com uma superfície relativamente pequena. Além disso, esse tipo de cimento apresenta uma resistência moderada aos sulfatos presentes no solo. É recomendado para o uso em argamassa, concreto simples, armado e protendido, assim como elementos pré-moldados e artefatos de cimento.&lt;br /&gt;Ainda existem 3 subtipos do cimento portland composto, apresentando respectivamente adições de: material pozolânico, escória granulada de alto-forno, e de material carbonático (fíler, que é um material incolor e sólido, utilizado como diluente de pigmentos). O primeiro tem como resultado um produto mais impermeável, e com isso mais durabilidade. Normalmente empregado em obras civis de maneira geral, inclusive subterrâneas, marítimas e industriais. O segundo apresenta melhor combinação entre as qualidades de resistência e baixo calor de hidratação, sendo também recomendado para estruturas expostas a sulfatos. O terceiro subtipo é utilizado em aplicações mais generalizadas, como por exemplo: elementos pré-moldados, artefatos, pisos e pavimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Cimento Portland de Alto-Forno:&lt;br /&gt;Apresenta baixo calor de hidratação e maior impermeabilidade e durabilidade. É também resistente a sulfatos, apresentando alta resistência à expansão. É normalmente utilizado em construção de barragens, peças de grandes dimensões, fundações de máquinas, pilares, canaletas para condução de líquidos agressivos, esgotos e efluentes industriais, pavimentação de estradas e pistas de aeroportos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Cimento Portland Pozolânico.&lt;br /&gt;Também usado em situações que necessitam grandes volumes de concreto, apresentando baixo calor de hidratação. Esse cimento é notável pela sua durabilidade e resistência mecânica à compressão. É especialmente indicado em obras expostas à águas correntes e ambientes agressivos por longos períodos de tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Cimento Portland de Alta Resistência Inicial:&lt;br /&gt;Esse tipo de cimento é utilizado em ocasiões em que necessita ser manuseado em um relativo curto espaço de tempo após a mistura do produto com água. A sua resistência a pressão após 1 dia de idade é de 26MPa, e de 53 MPa aos 28 dias, superando os valores normativos que ficam em torno de 14 MPa em 1 dia, 24MPa em 3 dias, e 34 MPa em 7 dias. O desenvolvimento de tais propriedades é atingido através de dosagem diferente de calcáreo e argila na produção do clínquer, além de uma moagem mais fina durante a sua produção. É recomendado para o preparo de concreto e argamassa na produção de blocos para alvenaria, blocos para pavimentação, tubos, meio-fio, mourões, elementos arquitetônicos pré-moldados e pré-fabricados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Cimento Portland resistente a sulfatos:&lt;br /&gt;Os 5 tipos: CP I, CP II, CP III, CP IV e CP V- ARI podem constar nessa categoria, contanto que apresentem pelo menos uma das condições exigidas, estando de acordo com a norma NBR 5737. Utilizado em obras onde as estruturas do cimento serão expostas aos meios agressivos sulfatados, normalmente como: rede de esgotos, de águas ou industriais, além de água do mar e alguns tipos de solos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Cimento Portland de Baixo Calor de Hidratação:&lt;br /&gt;Os tipos de cimento seguidos da cigla (BC) se enquadram nessa categoria. Basicamente esse tipo de cimento tem a propriedade de retardar o desprendimento de calor em grande estruturas de concreto, onde são evitadas fissuras de origem térmica, devido ao calor que ocorre durante a hidratação do mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Cimento Portland Branco:&lt;br /&gt;A cor do cimento branco é obtida com o uso de matéria prima com baixos teores de principalmente óxido de ferro e manganês (Cr2O3, menos que 0.003%, Mn2O3, menos que 0,03% e Fe2O3 menos que 0.35%); resfriamento e moagem, especialmente condicionadas; e principalmente na substituição de caulim ao invés de argila. O índice de brancura almejada é maior do que 78% . &lt;br /&gt;É subdividido em 2 categorias: estrututal e não estrutural. O estrutural apresenta classe de resistência 25, 32 e 40, sendo que não estrutural não apresenta números indicativos de resistência e são normalmente utilizado em rejuntamento de azulejos.&lt;br /&gt;O cimento branco apresenta aparência de cor bem semelhante ao de rocha vivas secas, constituídas de material calcário. Por esse motivo pode ser mais atraente do que uma estrutura contendo cimento cinza comum, para alguns aquaristas. Na verdade, após serem povoadas por algas e outros organismos, essas diferenças estéticas serão pouco válidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe a possibilidade do uso de material anti-mofo na composição do cimento branco, e logicamente esse deve ser evitado para a construção das rochas vivas artificiais. Tal informação do aditivo deveria estar presente na embalagem do cimento, mas isso nem sempre acontece ou pode ser completamente confiável. A maneira mais precisa de verificar seria então requerendo um relatório por escrito da empresa que fabrica e/ou embala o produto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Cimento Portland Comum, juntamente com o Cimento Portland Composto e o Cimento Portland Branco estrutural são os mais encontrados no mercado, sendo então os 3 tipos de cimentos mais utilizados na fabricação de rochas vivas artificiais nos sistemas marinhos caseiros, apesar de tecnicamente não constarem como as melhores opções, diante das recomendações de uso analisadas anteriormente. Nas circunstâncias normais encontradas em sistemas marinhos caseiros, até o presente momento apresentam papel relevante, sendo usados sem maiores problemas. Portanto ficam aqui as definições gerais de cada tipo de cimento como referência, para possivelmente experimentarmos em futuros projetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/S_bPHrfgWhI/AAAAAAAAAIQ/OQ4G1eTLsrM/s1600/RVA+article+web+-+6.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 233px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/S_bPHrfgWhI/AAAAAAAAAIQ/OQ4G1eTLsrM/s400/RVA+article+web+-+6.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5473790127956318738" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Diferença de granulometria entre cascalhos comercializados: aragonita (acima, esquerda) e corais ̸ conchas peneiradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Materiais para a mistura com cimento.&lt;br /&gt;Os materiais básicos que deveriam ser utilizados na mistura com o cimento para a produção das rochas artificiais seriam preferivelmente calcários naturais (rochas vivas secas, aragonita, halimeda, pedaços ̸ cascalho de coral moído, areia calcária). Esses materiais podem ser usados em conjunto, auxiliando diferentes tamanhos de granulometria e textura para oferecer um visual mais natural às rochas (ex.: cimento X pedaços de corais X aragonita) . Materiais inertes como: isopor, plástico e PVC podem ser utilizados para enchimento e/ou reforço em estruturas mais complexas, funcionando como possíveis alternativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com esses materiais temos a certeza de que quimicamente, após curtidas em água doce, as rochas estarão seguras para o uso em sistemas marinhos. Assim sendo, as funções naturais das rochas vivas em nossos aquários serão alcançadas, proporcionando não somente área para nitrificação, como também para desnitrificação, que ocorre em menor escala nas partes interiores das rochas, dependendo do tipo estrutural. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dúvida sobre a ação desnitrificante ocorrente nas rochas preocupa alguns aquaristas, principalmente os que pretendem montar um sistema contendo 100% de rochas artificiais.&lt;br /&gt;Alguns supõem que rochas artificiais não apresentam as mesmas características desnitrificantes encontradas em rochas vivas naturais. A verdade é que a possibilidade da taxa desnitrificante em qualquer tipo de rocha viva é diretamente ligada à sua formação e aos tipos de materiais formadores de sua estrutura. Rochas vivas naturais provenientes de recifes apresentam na sua grande maioria uma estrutura altamente qualificativa para que alguma desnitrificação ocorra. Se utilizarmos basicamente os mesmos materiais que as rochas vivas naturais apresentam em sua composição, teremos probabilidade semelhante. Diante disso, a comparação entre os dois tipos de rochas torna-se irrelevante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que proporciona desnitrificação em rochas vivas é o tipo de porosidade interna das mesmas. Basicamente falando, temos melhor probabilidade de que ocorra desnitrificação em ambientes com grandes superfícies de área, contendo baixa taxa de oxigênio, para o abrigo de bactérias desnitrificantes. Esqueletos de corais são ótimos exemplos de materiais contendo tais características, em sua maioria formados de aragonita. Rochas vivas naturais com grande composição de esqueletos de corais são excelentes meios para propiciar nitrificação e alguma desnitrificação. A ação constante de microorganismos no interior das rochas também promove o surgimento de novos ambientes, auxiliando de certa forma para que nitrificação e desnitrificação aconteçam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, apesar de existir desnitrificação nas rochas vivas (artificial ou não), não pode ser comparada com a que ocorre numa cama de substrato de fundo montado corretamente para esse objetivo, portanto não devendo assim ser substituída para tal propósito. Sistema Berlin, onde a filtragem é principalmente à base de rochas vivas e skimmer, sem montagem auxiliar específica desnitrificante (ex.: cama de areia profunda), é um exemplo clássico dessa afirmativa. &lt;br /&gt;As habilidades desnitrificantes de qualquer tipo de rochas vivas e/ou substrato de fundo refletem diretamente no acúmulo de nitratos, que basicamente falando, é o produto do processo da nitrificação, a ser tranformado durante a desnitrificação. Em outras palavras: a taxa de nitratos acumulados num sistema fechado é umas das formas simples de entendermos basicamente se está havendo ou não desnitrificação suficiente no mesmo. Testar periodicamente por nitratos nos mostra a evolução dessa taxa acumulativa. Trocas parciais de água de no mínimo 10% do volume total do sistema amadurecido, mensalmente, são importantes em vários aspéctos para qualquer tipo de aquário, sendo que os mais conhecidos são: a exportação de nitratos acumulativos e a reposição de elementos traços. Quando existe uma desnitrificação completa, a taxa de nitrato é zero. Saibamos porém que mesmo num aquário contendo taxa de nitratos baixa ou nula, ainda é necessário a manutenção periódica de trocas parciais de água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, em muitos dos casos, pode-se afirmar que num sistema com somente as rochas vivas artificiais, e sem uma cama de substrato apresentando propriedades desnitrificantes, tais rochas não devem ser confiadas para que suportem uma desnitrificação a ponto de neutralizar nitratos por completo. Isso vale igualmente para rochas vivas naturais, quando submetidas às mesmas condições. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse assunto é mais um tipo de desencorajamento na construção das rochas vivas artificiais, mas completamente sem fundamento, pois as características desnitrificantes que as rochas vivas naturais ou artificiais (quando corretamente construídas) normalmente apresentam, são praticamente as mesmas, com relação às funções no ciclo do nitrogênio. As habilidades nitrificantes das rochas vivas ainda são mais importantes, sugeridas em foco como o princípio da filtragem ocorrente no sistema natural marinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedaços de corais e rochas calcárias secas:&lt;br /&gt; Usando o cimento para unir pedaços de corais, conchas, estruturas de algas calcárias ou rochas vivas secas, o aquarista simplesmente está confeccionando seu próprio relevo usando de artifíceis naturais. Rochas vivas encontradas na natureza apresentam esses mesmos materiais em sua estrutura, mas são interligadas por corais e algas coralinas, ao invés do cimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A produção começa com limpeza do material calcário, se necessário, e termina com a povoação das rochas com organismos marinhos. Locais recifais oferecem oportunidades de material calcário varridos pelas ondas e encontrados na praia. No caso das rochas calcárias coletadas em áreas expostas a elementos naturais, principalmente terrestres, necessitam de limpeza para a retirada de impurezas e contaminantes. Cuidado especial é necessário no que diz respeito a poluentes, óleos, depósitos de metais, fertilizantes e pesticidas, assim como a presença de organismos em decomposição e materiais orgânicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/S_bPMYk6UuI/AAAAAAAAAIY/35w-Sbu0C7s/s1600/RVA+article+web+-+7.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 233px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/S_bPMYk6UuI/AAAAAAAAAIY/35w-Sbu0C7s/s400/RVA+article+web+-+7.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5473790208778064610" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Cuidado na seleção de material calcário ajuda a prevenir futuros problemas. A coloração dessa rocha nos revela uma possível presença de depósitos de ferro, feito por bactérias, e provavelmente deveria ser evitada em sistemas marinhos fechados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo após estarem por muitos dias ou semanas na praia, estando secas e apresentando cor branca, rochas vivas ainda podem conter organismos em decomposição e matéria orgânica. A limpeza simples das rochas pode ser iniciada com a retirada manual de matéria sobre a rocha. Escovando-a, se necessário, fisicamente removendo partículas visíveis da superfície da rocha e organismos em decomposição presos entre as ramificações, fendas e crateras. Para exportar qualquer poluente orgânico do interior da rocha, pode-se fazer uma limpeza com solução fraca de cloro (5 a 10%) diluído em água num balde, mergulhando a rocha durante 6 a 12 horas e lavando-a em água corrente por um período de 5 a 10 minutos, seguidamente colocando-a no sol por algumas horas. Outro método usado é o borrifamento da solução de cloro diluído (5 a 10%) sobre a rocha. Repetir a lavagem em água corrente e colocar no sol tantas vezes forem necessárias para eliminar o cloro por completo. O uso de anti-cloro pode ser administrado, se for o caso. Obviamente um bom senso do aquarista é necessário para se julgar a aplicação desses processos.&lt;br /&gt;Cuidado no manuseio do cloro, pois é uma substância tóxica. O uso de luvas e ventilação adequada são atitudes de segurança muitas vezes menospresadas, assim como a maneira que a solução será descartada, após o uso. O emprego de ácidos fortes para limpar as rochas é desencorajado pelos perigos no manuseio, além de desnecessários na maioria das vezes. Rochas vivas secas e substratos de fundo vendidas nas lojas normalmente são pré-tratadas com cloro antes de serem colocadas à venda, necessitando somente lavagem com água corrente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nem todos nós temos acesso à praias de recifes e então estamos sujeitos à compra de material calcário para montarmos nossos sistemas marinhos. É possível encontrarmos rochas vivas secas à venda em algumas lojas, assim como aragonita fossializada, conhecida como calcita, sendo então a maneira mais prática. Corais secos e tratados são também encontrados no comércio e apesar de apresentarem preço notavelmente mais alto, não fogem da possibilidade de uso para o projeto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/S_bPYPUY0QI/AAAAAAAAAIg/pcSjznv6jdI/s1600/RVA+article+web+-+8.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 233px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/S_bPYPUY0QI/AAAAAAAAAIg/pcSjznv6jdI/s400/RVA+article+web+-+8.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5473790412451270914" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/S_bPjeiFdnI/AAAAAAAAAIo/r22TV1wfeXk/s1600/RVA+article+web+-+9.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 233px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/S_bPjeiFdnI/AAAAAAAAAIo/r22TV1wfeXk/s400/RVA+article+web+-+9.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5473790605513815666" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/S_bPpkNIlmI/AAAAAAAAAIw/1WyDHG0Yq2c/s1600/RVA+article+web+-+10.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 233px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/S_bPpkNIlmI/AAAAAAAAAIw/1WyDHG0Yq2c/s400/RVA+article+web+-+10.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5473790710115767906" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rocha artificial construída com pedaços de rochas vivas secas usando somente cimento. A aplicação de areia calcária sobre o cimento ajuda esteticamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rochas vivas secas podem ser interligadas com auxílio de cimento portland para uní-las, com isso proporcionando uma infinidade de diferentes formatos e relevos. Outra vantagem é a possibilidade de fabricarmos suportes de base com cimento para as rochas, assegurando assim um firmamento de equilíbrio para as mesmas. Para isso basta colocá-las sobre um vidro protejido por plástico e adicionar o cimento na base do material calcário. Areia sobre o cimento também ajuda com uma aparência mais próxima da natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na terceira parte da série de artigos, continuaremos a estudar mais sobre os materiais sugeridos na fabricação de rochas vivas artificiais. &lt;&gt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências:&lt;br /&gt;Associação Brasileira de Cimento Portland&lt;br /&gt;http://www.abcp.org.br/home.shtml&lt;br /&gt;Cement and concrete basics:&lt;br /&gt;http://www.cement.org/basics/concretebasics_curing.asp&lt;br /&gt;Guide for curing of Portland cement concrete pavements, Volume I:&lt;br /&gt;http://www.fhwa.dot.gov/pavement/pccp/pubs/02099/02099.pdf&lt;br /&gt;Curing concrete:&lt;br /&gt;http://www.tkproduct.com/Curing%20Concrete.PDF&lt;br /&gt;Tampa Bay Salwater: &lt;br /&gt;http://www.tampabaysaltwater.com/index.html&lt;br /&gt;Pacific Aqua Farms:&lt;br /&gt;http://www.pacificaquafarms.com/AboutPAF.htm&lt;br /&gt;Tom Miller: Reef propagation Project: The complete cookbook for making live rock from cement and other types of rock: http://www.geocities.com/CapeCanaveral/Hangar/6279/RaiseCementRock.html&lt;br /&gt;Geothermal Aquaculture Research Foundation:&lt;br /&gt;Making an aragocrate™ arch cave, with Eddie Postma.&lt;br /&gt;http://www.garf.org/MPegs/AragocreteArch.html&lt;br /&gt;Randy Holmes-Farley, Ph.D.: Magnesium and strontium in limewater:&lt;br /&gt;http://www.advancedaquarist.com/issues/dec2003/chem.htm&lt;br /&gt;Randy Holmes-Farley, Ph.D.: Magnesium in reef aquaria:&lt;br /&gt;http://www.advancedaquarist.com/issues/oct2003/chem.htm&lt;br /&gt;Filtration basics:&lt;br /&gt;http://reefkeeping.com/issues/2002-06/dw/index.php&lt;br /&gt;Correa A. (1.999) Algas I: http://reefiofilianet.blogspot.com/2009/02/algas-i.html&lt;br /&gt;Correa A. (1.999) Algas II: http://reefiofilianet.blogspot.com/2009/02/algas-ii-na-parte-i-foi-explicado.html&lt;br /&gt;Correa A. (2.000): Rochas vivas no aquarismo e mais: http://reefiofilianet.blogspot.com/2009/02/rochas-vivas-no-aquarismo-e-mais.html&lt;br /&gt;Delbeek. C. &amp; J. Sprung (1994): The Reef Aquarium. Ricordea  Publication, Miami, Florida, USA.&lt;br /&gt;Delbeek. C. &amp; J. Sprung (1997): The Reef Aquarium, Vol. 2. Ricordea  Publication, Miami, Florida, USA.&lt;br /&gt;Delbeek. C. &amp; J. Sprung (2005): The Reef Aquarium, Vol. 3. Ricordea  Publication, Miami, Florida, USA.&lt;br /&gt;Cato C. James (2003): Marine Ornamental Spieces: Collection, Culture and Conservation. Balogh International Inc., Champaign, Illinois, USA.&lt;br /&gt;Tissot, B.N. and L.E. Hallacher, 2003. Effects of aquarium collectors in Hawaiian coral reefs fishes in Kona, Hawaii. Conservation biology 17:1759-1768.&lt;br /&gt;Shepherd A.R. Dawson, 1977. Marine Aquarist, volume 7, number 10. Collected in the Philippines.Marine Aquarist Publications, Inc, Boston, MA, USA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;© Copyright 2009 Alex Correa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1023949964222576610-7582381293776055749?l=reefiofilianet.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1023949964222576610/posts/default/7582381293776055749'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1023949964222576610/posts/default/7582381293776055749'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reefiofilianet.blogspot.com/2010/04/rocha-viva-artificial-construcao-e-uso_18.html' title='Rocha viva artificial: construção e uso  II'/><author><name>Alex Correa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TJRRQZLMokI/AAAAAAAAAKo/zVxQdI8YBIw/S220/Alex+%40+Sunset+Beach+Oct+2007.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/S_bOh3iRPXI/AAAAAAAAAII/ZTVthYAsoLE/s72-c/RVA+article+web+-+5.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1023949964222576610.post-7150875111668451058</id><published>2011-03-16T18:08:00.000-10:00</published><updated>2011-03-28T23:02:15.005-10:00</updated><title type='text'>Rocha viva artificial: construção e uso  III</title><content type='html'>Texto e fotos por Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas parte 1 e 2 tivemos o esclarecimento da necessidade na fabricação de rochas vivas artificiais, e uma breve visão dos materiais que podemos utilizar. Continuaremos então com a lista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aragonita, cascalhos e conchas:&lt;br /&gt;Aragonita, cascalho de coral moído ou areia calcárea são os tipos de materiais normalmente adicionados na mistura com o cimento para a formação do concreto, mas também servem para revestir a rocha, proporcionando uma aparência mais natural. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TEPRFmP4lVI/AAAAAAAAAI4/FX0KJWGYFWo/s1600/RVA+article+web+-+11.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 233px; height: 350px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TEPRFmP4lVI/AAAAAAAAAI4/FX0KJWGYFWo/s400/RVA+article+web+-+11.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5495465864418858322" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Conchas foram superficialmente lavadas uma vez com água filtrada através de osmose revertida (OR). Água foi descartada e nova água (OR) adicionada para descançar com as conchas em recipiente plástico virgem por 6 horas. Foi utilizado fotômetro específico de íons com grau científico de baixa amplitude (Hanna). O instrumento pode medir níveis de fosfatos entre 0 e 2.50 mg/L e com cerca de 0.04 mg/L de precisão. Água testada apresentou notável taxa de fosfatos (0.2 mg/L) eliminados pelas conchas num curto período de tempo. O mesmo teste foi feito com substrato de aragonita nas mesmas procedências, apresentando leitura indetectável de fosfatos. A leitura dos níveis de fosfatos inorgânicos recomendada para aquários de recife é menor que 0.1 mg/L. Níveis acima de 0.3 mg/L são considerados problemáticos em sistemas fechados e provavelmente desastrosos na natureza.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A percentagem da quantidade de cimento para a de material calcário natural pode variar de acordo com o gosto do aquarista. Normalmente recomenda-se de 4 à 6 partes do volume de material calcário para 1 parte do volume de cimento, mas pode-se usar 2 partes por 1, ou até mesmo 1 por 1, tendo assim um produto relativamente com menos poros, possivelmente apresentando uma maior resistência. Quanto mais cimento for usado, mais pesada será a rocha e também haverá provavelmente menor área superficial externa ∕ interna povoada por bactérias. Esse fato está diretamente relacionado com a qualidade e quantidade de poros que tais materiais calcários formados na natureza (como por exemplo os grãos de halimeda, aragonita, ou mesmo pedaços ou cascalho de corais) apresentam, sendo formados de uma estrutura cristalizada contendo menor volume sólido, quando comparados com o do concreto curtido. A superfície da rocha artificial de concreto demora mais a ser povoada pelos diversos organismos presentes no sistema marinho do que qualquer material calcário natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rochas vivas naturais são compostas de muitos tipos de materiais fundidos numa estrutura interligada pela calcificação feita por corais e algas coralinas, com materiais provenientes do ambiente marinho. Essas estruturas muitas vezes apresentam formatos bem interessantes, com ramificações e depressões. O aquarista deve então buscar tal inspiração na natureza para a confecção dos formatos de rochas artificiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TEPRWZzc1bI/AAAAAAAAAJA/Omeosux1wTQ/s1600/RVA+article+web+-+12.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 233px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TEPRWZzc1bI/AAAAAAAAAJA/Omeosux1wTQ/s400/RVA+article+web+-+12.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5495466153136149938" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Diferença entre concha de praia e concha de ostra moída (direita), comercializada como suplemento alimentar para aves de postura. Aragonita e cascalho de coral apresentam melhores resultados do que conchas na fabricação de rochas vivas artificiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O uso de conchas de ostras moídas misturadas com o cimento para se obter uma maior superfície de área também é apresentado como alternativa, com um preço convidativo. Na verdade, essa superfície externa é alcançada com qualquer tipo de material calcário que apresenta mesmo tamanho das conchas citadas, uma vez que a maneira de se fabricar as rochas é o que influencia na estrutura das mesmas. Na verdade, uma estrutura contendo esqueletos de corais apresentam superfície de área interna consideravelmente maior que a estrutura de conchas, portanto sendo melhor alternativa. As conchas de ostras moídas normalmente recomendadas por autores são encontradas à venda como uma complementação na alimentação de aves. É importante lembrar porém que normalmente essas conchas apresentam altas taxas de fosfatos e silicatos. Alguns acreditam que as conchas cobertas pelo cimento estejam protejidas, assim não liberando fosfatos na água, mas de fato, com a ação de organismos sobre o concreto presente no aquário de recife, esse fosfato pode ser liberado, logo acarretando em problemas com algas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A probabilidade de silcatos serem liberados das conchas de volta para a água é remota, uma vez que o pH para que isso aconteça provavelmente necessite ser muito baixo, comparando com a média que nossos sistemas marinhos apresentam (entre 7.9 e 8.3). Na natureza porém, algas diatomáceas apresentam participação importante no ciclo do silicato. Ao morrerem, o esqueleto de sílica que essas algas apresentam é redissolvido em áreas profundas do oceano, voltando assim a serem disponíveis às algas em águas relativamente rasas. Tais ciclos ocorrem em áreas marítimas específicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo que de fato silicatos não sejam liberados de volta para a água em um sistema fechado, sabemos porém que existe a possibilidade de redissolução de fosfatos através de relacionamento entre alga e substratos e principalmente quando existe considerável número de algas em combinação com ausência de precipitação e exportação desses nutrientes. Esses sistemas são geralmente ricos em nutrientes orgânicos, além de que nutrientes orgânicos e inorgânicos são encontrados no substrato, em compostos na água, e  logicamente, nas algas. Outras formas de introdução de fosfatos no aquário são: alimentos e água da torneira. O uso de Kalkwasser na reposição de água evaporada proporciona precipitação de fosfatos. Trocas parciais de água e skimmers ajudam bastante na exportação dos mesmos. Filtragem da água da torneira com uma combinação de osmose revertida e desionização retira fosfatos da água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TEPRenr3mCI/AAAAAAAAAJI/VakSve6YjhA/s1600/RVA+article+web+-+13.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 233px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TEPRenr3mCI/AAAAAAAAAJI/VakSve6YjhA/s400/RVA+article+web+-+13.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5495466294301399074" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TEPRl6e45kI/AAAAAAAAAJQ/s0taIvQrwvc/s1600/RVA+article+web+-+14.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 233px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TEPRl6e45kI/AAAAAAAAAJQ/s0taIvQrwvc/s400/RVA+article+web+-+14.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5495466419606316610" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Comparação detalhada entre rochas vivas artificiais feitas com conchas de ostras e com aragonita. A diferença no resultado superficial da estrutura não está somente ligada ao formato do material utilizado, como muitos pensam, mas sim, ao tamanho da granulometria do material calcário a ser misturado com o cimento, em conjunto com a maneira que a massa de concreto é misturada. A porosidade interna da aragonita proporciona excelente superfície de área adicional. Diâmetro da moeda mede aproximadamente 18mm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns aquaristas relatam problemas com explosões de algas, após o uso de conchas na estrutura de rochas artificiais em aquários caseiros, mas infelizmente testes científicos não foram feitos nesses sistemas para encontrar a presença de tais nutrientes na água. Logicamente esses fatos poderiam ser acarretados por qualquer outro motivo durante o processo de amadurecimento do sistema, ou mesmo a combinação de vários fatores. Encontra-se também os que afirmam não terem tido nenhum problema com explosões de algas em sistemas contendo conchas na estrutura ou mesmo como substrato de fundo. Existem vários tipos de conchas. Uma especificação dos tipos dessas conchas também se faz necessária, uma vez que cada espécie de molusco poderia depositar diferentes taxas das concentrações desses nutrientes em suas conchas, além de que as distintas áreas geográficas onde tais organismos são encontrados podem apresentar variações na disponibilidade de fosfatos presentes na água marinha. Essas especificações quase nunca são reveladas pelos aquaristas em suas experiências, logicamente. Futuros testes científicos são necessários para esclarecer algumas das questões relacionadas com o assunto. Evitar o uso de conchas para fabricação das rochas é uma inteligente prevenção, até que tais questões venham realmente ser esclarecidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra desvantagem prática de rochas contendo conchas em sua estrutura é a propriedade cortante que algumas apresentam, com possibilidades de ferimentos nas mãos do aquarista durante seu manuseio, apesar de que poderia ser minimizada, usando maior quantidade de cimento na mistura. Mas certamente existem várias formas de alcançarmos porosidade e textura natural utilizando outros tipos de materiais, assim evitando o uso dessas conchas por completo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TEPRuG8lSWI/AAAAAAAAAJY/q8opGkzsiRE/s1600/RVA+article+web+-+15.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 233px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TEPRuG8lSWI/AAAAAAAAAJY/q8opGkzsiRE/s400/RVA+article+web+-+15.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5495466560391039330" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Rochas vivas artificiais construídas com materiais calcários de granulometria adequada e mistura do concreto de forma correta, podem apresentar uma superfície de área tremendamente favorável às bactérias nitrificantes e desnitrificantes. Controle preciso na quantidade de água durante a mistura do concreto também auxilia para uma maior área superficial. Na foto podemos notar a água fluindo entre os espaços existentes, por dentro da rocha, provando uma excelente qualidade de estrutura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns aquaristas sugerem a adição de sal grosso na mistura do concreto como alternativa para aumentar um pouco essa área, e ao mesmo tempo adicionar uma aparência mais natural à rocha. Teoricamente, quando a rocha fosse colocada em água doce para curtir, o sal diluir-se-ia, deixando assim os furos na estrutura. Na prática porém, o sal dilui-se rapidamente, misturando-se e escurecendo a mistura, endurecendo mais rapidamente, assim acarretando a possibilidade de um produto com estrutura relativamente fraca.&lt;br /&gt;Outra maneira comentada entre aquaristas para adquirir-se maior porosidade nas rochas seria o uso de açúcar cristalizado na mistura, ao invés do uso de sal grosso. Nesse caso, acontece uma reação do cimento com o açúcar, engrossando a mistura e retardando muito o processo de curtidura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia de que macarrão poderia trazer uma estrutura com buracos e túneis nas rochas vem sendo divulgada por muitos, sendo relatado como uma alternativa de sucesso. Isso porém, pode significar uma constante dispersão de amido no sistema marinho, quando muito do material que fica dentro da rocha necessita de longos períodos de tempo para ser expelido para fora da estrutura. Até mesmo nas partes externas da rocha pode existir uma certa dificuldade na separação completa entre o macarrão e o concreto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda existem os que tentaram usar sulfato de sódio (Na2SO4), bicarbonato de sódio (NaHCO3), ou carbonato de sódio (Na2CO3) na mistura do concreto juntamente com material calcário visando propiciar maior porosidade nas rochas. O primeiro é altamente solúvel, dissolvendo muito rapidamente na mistura, com a presença da água. O segundo também dissolve-se na água e reage quase que instantaneamente com o cimento. Além disso, cria uma falsa condição de solidificação do concreto, e também dá a impressão de que essencialmente retarda o endurecimento da massa, podendo ou não refletir, afetando todo o processo de curtimento da rocha. No terceiro caso, o carbonato irá reagir com o hidróxido de cálcio (Ca(OH)2), formando carbonato de cálcio (CaCO3), assim como acontece com o bicarbonato de sódio. É provável que o carbonato de cálcio não incorpore fortemente na matriz do cimento. Carbonato de sódio também é um forte acelerador do endurecimento da massa de concreto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto o sal grosso, açúcar cristalizado, macarrão, quanto o sulfato de sódio, bicarbonato de sódio e o carbonato de sódio são absolutamente desnecessários, nem tão pouco auxiliam na porosidade de rochas vivas artificiais. Injeção de ar ou pastilhas efervescentes também são comentados por alguns aquaristas, mas não apresentam resultados satisfatórios. Já se foi comentado o uso de linhas de náilon (nylon), mas obviamente não apresentam resultados concretos no que diz respeito à porosidade. O uso de gelo, como objetivo de deixar buracos na estrutura após derreter é infundado, pois abaixa muito a temperatura da massa, retardando severamente o tempo de endurecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre materiais artificiais, com melhor probabilidade de porosidade, temos: pedaços pequenos de isopor, Bio balls de plástico, anéis de cerâmica e pedra pome. Existem outras técnicas de construção das rochas que podem ser empregadas para aumentar a área de superfície, como por exemplo a aplicação de variados tamanhos de materiais calcários naturais na estrutura e o aumento de buracos nas rochas formados com auxílio de areia a ser retirada após o endurecimento primário do concreto (dentro das primeiras 48 horas após a mistura). Dessa forma simples temos rochas fabricadas com aparência e qualidade bem próximas das naturais, auxiliando o povoamento das mesmas pelos organismos almejados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A adição de corantes de cimento ou até culinários já foram testados com o objetivo de tingir as rochas usando cores semelhantes às algas coralinas incrustantes (cor-de-rosa, violeta e roxa) durante a mistura, sendo uma alternativa apresentada por alguns aquaristas. Essa intenção é desnecessária, uma vez que, quando introduzidas durante o povoamento das rochas, essas algas estarão fazendo parte do relevo, naturalmente. O uso de corantes é puramente estético, não interferindo nem auxiliando no curtimento, porosidade ou resistência do concreto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na parte 4 desse artigo, serão colocadas idéias para a formação do relevo em sistemas marinhos recifais, além de detalhes na construção simples das rochas vivas artificiais, mostrada de forma prática. &lt;&gt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências:&lt;br /&gt;Associação Brasileira de Cimento Portland&lt;br /&gt;http://www.abcp.org.br/home.shtml&lt;br /&gt;Cement and concrete basics:&lt;br /&gt;http://www.cement.org/basics/concretebasics_curing.asp&lt;br /&gt;Guide for curing of Portland cement concrete pavements, Volume I:&lt;br /&gt;http://www.fhwa.dot.gov/pavement/pccp/pubs/02099/02099.pdf&lt;br /&gt;Curing concrete:&lt;br /&gt;http://www.tkproduct.com/Curing%20Concrete.PDF&lt;br /&gt;Tampa Bay Salwater: &lt;br /&gt;http://www.tampabaysaltwater.com/index.html&lt;br /&gt;Pacific Aqua Farms:&lt;br /&gt;http://www.pacificaquafarms.com/AboutPAF.htm&lt;br /&gt;Tom Miller: Reef propagation Project: The complete cookbook for making live rock from cement and other types of rock: http://www.geocities.com/CapeCanaveral/Hangar/6279/RaiseCementRock.html&lt;br /&gt;Geothermal Aquaculture Research Foundation:&lt;br /&gt;Making an aragocrate™ arch cave, with Eddie Postma.&lt;br /&gt;http://www.garf.org/MPegs/AragocreteArch.html&lt;br /&gt;Randy Holmes-Farley, Ph.D.: Magnesium and strontium in limewater:&lt;br /&gt;http://www.advancedaquarist.com/issues/dec2003/chem.htm&lt;br /&gt;Randy Holmes-Farley, Ph.D.: Magnesium in reef aquaria:&lt;br /&gt;http://www.advancedaquarist.com/issues/oct2003/chem.htm&lt;br /&gt;Filtration basics:&lt;br /&gt;http://reefkeeping.com/issues/2002-06/dw/index.php&lt;br /&gt;Correa A. (1.999) Algas I: http://reefiofilianet.blogspot.com/2009/02/algas-i.html&lt;br /&gt;Correa A. (1.999) Algas II: http://reefiofilianet.blogspot.com/2009/02/algas-ii-na-parte-i-foi-explicado.html&lt;br /&gt;Correa A. (2.000): Rochas vivas no aquarismo e mais: http://reefiofilianet.blogspot.com/2009/02/rochas-vivas-no-aquarismo-e-mais.html&lt;br /&gt;Delbeek. C. &amp; J. Sprung (1994): The Reef Aquarium. Ricordea  Publication, Miami, Florida, USA.&lt;br /&gt;Delbeek. C. &amp; J. Sprung (1997): The Reef Aquarium, Vol. 2. Ricordea  Publication, Miami, Florida, USA.&lt;br /&gt;Delbeek. C. &amp; J. Sprung (2005): The Reef Aquarium, Vol. 3. Ricordea  Publication, Miami, Florida, USA.&lt;br /&gt;Cato C. James (2003): Marine Ornamental Spieces: Collection, Culture and Conservation. Balogh International Inc., Champaign, Illinois, USA.&lt;br /&gt;Tissot, B.N. and L.E. Hallacher, 2003. Effects of aquarium collectors in Hawaiian coral reefs fishes in Kona, Hawaii. Conservation biology 17:1759-1768.&lt;br /&gt;Shepherd A.R. Dawson, 1977. Marine Aquarist, volume 7, number 10. Collected in the Philippines.Marine Aquarist Publications, Inc, Boston, MA, USA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;© Copyright 2009 Alex Correa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1023949964222576610-7150875111668451058?l=reefiofilianet.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1023949964222576610/posts/default/7150875111668451058'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1023949964222576610/posts/default/7150875111668451058'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reefiofilianet.blogspot.com/2010/07/rocha-viva-artificial-construcao-e-uso.html' title='Rocha viva artificial: construção e uso  III'/><author><name>Alex Correa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TJRRQZLMokI/AAAAAAAAAKo/zVxQdI8YBIw/S220/Alex+%40+Sunset+Beach+Oct+2007.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TEPRFmP4lVI/AAAAAAAAAI4/FX0KJWGYFWo/s72-c/RVA+article+web+-+11.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1023949964222576610.post-5142294230335173763</id><published>2011-03-15T20:45:00.000-10:00</published><updated>2011-03-28T23:00:52.432-10:00</updated><title type='text'>Rocha viva artificial: construção e uso  IV</title><content type='html'>Texto e fotos por Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anteriormente foram colocados tópicos ecológicos, explicando as necessidades do aparecimento das rochas vivas artificiais no mercado aquarístico. Também foram discutidos os principais materiais normalmente indicados para a confecção das mesmas. Iremos nessa parte colocar em ênfase o planejamento do relevo, visando a distribuição e melhor aproveitamento de rochas vivas artificiais, tendo em vista os organismos em sistemas marinhos fechados. Também veremos o processo de fabricação das rochas vivas artificiais de uma forma prática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TNuTPjrZeyI/AAAAAAAAAOk/QJhmhuOUL_M/s1600/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B16.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 233px; height: 350px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TNuTPjrZeyI/AAAAAAAAAOk/QJhmhuOUL_M/s400/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B16.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5538182062266743586" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Posicionar as rochas em ângulos estratégicos favorece a circulação de água e proporciona área livre para os peixes nadarem. Aquário display de aproximadamente 152 litros e rochas ocupando somente cerca de 30% de área.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Planejamento do relevo:&lt;br /&gt;Criatividade para um relevo interessante e seguro deveria ser uma das metas primordiais dos aquaristas que pretendem fabricar suas rochas vivas artificiais. Aqui consta uma lista em resumo de algumas dicas auxiliares no planejamento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Imagine visualmente o relevo no aquário antes de planejar a estrutura das rochas. &lt;br /&gt;• Tenha certeza de que as rochas poderão ser movidas no tanque display sem problemas de danificar as paredes do mesmo ou impedir a circulação de água apropriada aos organismos que irá manter no sistema. &lt;br /&gt;• Rochas muito grandes em qualquer aquário apresentam riscos, principalmente pelo peso no final do processo de curtidura do concreto.&lt;br /&gt;• O uso do aquário não é recomendável para curtir as rochas por causa das propriedades cáusticas do cimento, podendo deixar marcas nos vidros. &lt;br /&gt;• Construa rochas tendo certeza de que caberão em recipientes plásticos com tamanho adequado para tais. As rochas precisam curtir completamente submersas na água.&lt;br /&gt;• Evite colocar muitas rochas no aquário pois os peixes necessitam de espaços livres para nadar. Estruturas ocupando no máximo 40% do espaço em volume no tanque display seria um planejamento bem pensado. &lt;br /&gt;• A área disponível ao crescimento dos invertebrados e peixes precisa estar no plano de montagem do sistema como prioridade. &lt;br /&gt;• Se realmente houver necessidade de maior número de rochas pelas propriedades de filtragem, esteja preparando uma caixa de circulação (sump) para abrigá-las.&lt;br /&gt;• Procure localizar a estrutura do relevo de forma à proporcionar o menor acúmulo de detritos possível. O planejamento da circulação de água do sistema precisam estar de acordo. &lt;br /&gt;• Evite descançar as rochas nas paredes do tanque. Esteja certo de que haja acesso à todos os pontos do aquário para a retirada de detritos durante a manutenção.&lt;br /&gt;• Buracos nas rochas mostram uma estética bem natural e auxilia na expansão de superfície de área ocupada pelas bactérias, mas cuidado para não comprometer a estrutura do relevo. Quanto mais buracos, maiores são as possibilidades de rachaduras e acidentes. &lt;br /&gt;• Pequenos buracos para suporte de mudas de corais duros podem constar nas rochas estrategicamente desde sua fabricação. É sempre possível acrescentar novos buracos, de acordo com a necessidade, com o uso de furadeira.&lt;br /&gt;• Construção das rochas contendo plástico ou PVC internamente, previnem possíveis rachaduras, evitando tragédias. No caso de canos de PVC devemos tomar um cuidado especial para evitar a evidência dos mesmos. Além disso, os canos precisam ser lixados e furados, como auxílio na adesão do concreto.&lt;br /&gt;• Projeto de rochas vivas artificiais precisa ser visto como um plano a longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O planejamento do aquário de recife precisa principalmente estar incluindo as espécies de organismos que serão colocadas no mesmo. Corais necessitam de espaço para desenvolver-se e formarem sua estrutura natural de acordo com o ambiente em que habita. Corais estão divididos basicamente em 2 grupos: os que apresentam esqueleto calcário (hexacorais ou “corais pétreos”, também subdivididos e chamados de SPS - Small Polyp Scleractinians ou LPS - Large Polyp Scleractinians), ou os sem esqueleto calcário (octocorais ou “corais moles”, também conhecidos como Octocorals). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada espécie de coral, independente de apresentar esqueleto calcário ou não, dependerá de diversos fatores básicos como: iluminação, circulação de água e espaço disponível para crescerem e se reproduzirem no aquário de recife. Existem alguns corais que crescem mais rapidamente que outros, e os que apresentam mecanismos de defesa e de avanço territorial, apresentando diferentes influências no relevo a longo prazo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aquarista precisa pesquisar e identificar as espécies corretamente para que tais planejamentos sejam eficazes. Portanto é nossa responsabilidade suprir as necessidades para que cada coral, seja colônia ou indivíduo, possa desenvolver-se no aquário. Espaço entre os corais é muito importante e também reflete de alguma forma na estética de um aquário amadurecido. Um sistema sadio e que apresenta um relevo parecido com o natural certamente diferencia dos que assemelham-se à prateleiras contendo “vasos de flores”. Portanto um dos fatores mais importantes desde o começo do planejamento é visualizar os organismos nas rochas e idealizar um preenchimento de espaço, levando em conta o crescimento. Como na maioria dos aspéctos em aquarismo recifal, decisões visando o futuro do sistema definem o sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A altura das rochas é outro ponto importantíssimo no que diz respeito ao relevo. Em sistemas contendo “acroporídeos” (gêneros: Acropora, Anacropora, e Astreopora), ou “pociloporídeos” (gêneros: Pocillopora, Seriatopora e Stylophora), por exemplo, existe uma necessidade grande de espaço sobre as rochas para desenvolvimento da estrutura calcária dos mesmos, com circulação de água livre e abundante, permitindo com que a luz seja bem distribuída.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A localização de powerheads no aquário display precisa ser bem planejada para que não venha a comprometer espécies de corais mais delicadas e que pouco apreciam forte correnteza, como por exemplo corais do gênero Euphyllia, Fungia, Halomitra, Heliofungia, Herpolitha, Cynarina, Caulastrea, Catalaphyllia, Trachyphyllia, Plerogyra, dentre outros. Tais corais são encontrados normalmente em lagoas recifais ou ambientes semelhantes, onde as correntes são inconstantes e relativamente fracas, sem impacto direto de força das ondas, em condições naturais normais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TNuTH9Ph2lI/AAAAAAAAAOc/qKPb0kgfjFg/s1600/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B17.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 233px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TNuTH9Ph2lI/AAAAAAAAAOc/qKPb0kgfjFg/s400/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B17.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5538181931690220114" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Zoantídeos e corais moles podem ser fixados sobre as rochas com Super Glue Gel. A área do organismo destinada à cola precisa estar seca e livre de algas ou detritos. Basta então aplicarmos o mesmo sobre a rocha no aquário segurando-o por alguns segundos até que fique no lugar. É aconselhável desligar as bombas durante o processo, ligando-as logo após. O uso de epoxi não-tóxico à prova d´água pode ser usado para firmar as bases de corais duros. Tais produtos já podem ser encontrados no mercado aquarístico. Foto mostra aplicação de Super Glue Gel na base de Zoanthus sp. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma colocação de diferentes tipos de organismos no relevo, com a combinação das cores, também são qualidades de aquários bem projetados. Diferentes tamanhos e formatos de colônias de corais mostram um ambiente semelhante ao natural e certamente é apreciado. Alguns aquaristas fabricam suas rochas contendo buracos feitos com auxílio de furadeiras, para facilitar a colocação dos corais. O uso de cimento epoxi e Super Glue Gel também é de muito auxílio para fixarmos corais e zoantídeos (zoanthids) em qualquer local almejado, sem que a circulação de água ou mesmo outros organismos, como por exemplo caramujos ou peixes, venham a retirá-los acidentalmente do lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O planejamento da iluminação do sistema não pode ser ignorado, assim como o tamanho do skimmer apropriado e sump (caixa de circulação de água), se o aquarista assim o desejar. O overflow pode muitas vezes ser escondido com rochas vivas artificiais, assim como powerheads e outros equipamentos, trazendo mais uma vantagem para com as possibilidades de formato e criatividade na construção do relevo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os tipos de combinações entre corais e peixes precisam constar no plano desde o início. Uma pesquisa quanto à compatibilidade de organismos é realmente a iniciativa mais sábia e importante que o aquarista possa tomar. A lista dos principais organismos que o aquarista pretende colocar no sistema como prioridade de gosto, pode ser definida durante o início do planejamento do relevo, sendo este apropriado à “biota” que entrará no sistema. Peixes que se alimentam de invertebrados diversos, logicamente não deveriam estar nessa lista, a não ser que tais invertebrados não constem como habitantes do sistema. Os peixes planctônicos necessitam de alimentação adequada para que exerçam suas funções  fisiológicas e possam sobreviver por longos períodos de tempo em cativeiro, além de bastante espaço aberto para exercitarem, sendo que são os que normalmente demandam de maior atenção á esse respeito. O oferecimento de alimentação própria à cada peixe, afim de suprir suas necessidades básicas irá definir o mantimento sadio de cada espécie em particular. A maior parte dos organismos recifais alimentam-se várias vezes ao dia, quando não, constantemente. Os organismos herbívoros são auxiliares no controle de algas indesejáveis. Quando o sistema chega ao amadurecimento e a população de algas diminui com o equilíbrio dos nutrientes no sistema, o aquarista precisa oferecer alimentos à base de algas, preferivelmente marinhas. Por outro lado o excesso de alimentos prejudica o aquário com a introdução de nutrientes, como por exemplo fosfatos, acarretando em problemas sérios com algas indesejáveis. A administração de alimentos em aquários recifais requer uma atenção especial do aquarista, para que a importação e exportação desses nutrientes alcance um equilíbrio constante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O planejamento da construção do relevo das rochas deve estar de acordo com as necessidades de locomoção e abrigo dos peixes. O tamanho individual atual de cada um deles e a taxa de crescimento das espécies, assim como o tamanho máximo que elas podem atingir, precisam&lt;br /&gt;ser levados em conta. Um estudo sobre o ambiente natural de cada espécie ajuda muito na escolha para que o aquarista possa tentar reproduzir ao máximo as condições adequadas para cada uma delas, pensando também na compatibilidade e harmonia, com o espaço necessário, principalmente identificando as qualidades territoriais de cada espécie. A maioria dos peixes encontrados em recifes necessitam de crateras ou espaço entre as rochas vivas para abrigo noturno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TNuS_YsWVKI/AAAAAAAAAOU/p0iO94pFMXc/s1600/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B18.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 233px; height: 350px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TNuS_YsWVKI/AAAAAAAAAOU/p0iO94pFMXc/s400/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B18.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5538181784440034466" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Relevo artificial proporciona uma infinidade de formatos e idéias. Com paciência e criatividade podemos fabricar rochas para esconder estrategicamente o overflow. Nesse caso, a altura da rocha em relação à superfície da água  precisa ser cuidadosamente calculada para que não venha interferir no fluxo da água. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as observações anteriores são básicas, mas importantes em qualquer aquário de reef, e logicamente também num aquário contendo rochas vivas naturais. A maior vantagem que temos na produção de rochas vivas artificiais é a de construirmos exatamente o que necessitamos para obter as qualidades almejadas no planejamento do relevo. Além disso, as probabilidades de introdução de organismos patogênicos e pestes são significantemente reduzidas com a seleção feita pelo aquarista cuidadoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Construção:&lt;br /&gt;A seguir, uma das maneiras mais fáceis de se construir rochas vivas artificiais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TNuS1bWIMRI/AAAAAAAAAOM/D5ekM4AzIrI/s1600/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B19.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 233px; height: 350px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TNuS1bWIMRI/AAAAAAAAAOM/D5ekM4AzIrI/s400/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B19.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5538181613353447698" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Materiais necessários para a fabricação caseira de rochas vivas artificiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Material:&lt;br /&gt;• Areia calcária ou cascalho de coral.&lt;br /&gt;• Aragonita.&lt;br /&gt;• Cimento Portland Comum.&lt;br /&gt;• Água.&lt;br /&gt;• Colher de pedreiro.&lt;br /&gt;• Recipiente de plástico onde a rocha será feita.&lt;br /&gt;• Balde ou outro recipiente para misturar o cimento.&lt;br /&gt;• Pulverizador de água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TNuSsD6DhRI/AAAAAAAAAOE/UU4nlmtqJd0/s1600/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B20.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 233px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TNuSsD6DhRI/AAAAAAAAAOE/UU4nlmtqJd0/s400/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B20.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5538181452442862866" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;1. Colocar a areia calcária, ou o cascalho coralíneo no fundo da caixa. O substrato deveria estar úmido, de preferência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TNuSjW5boUI/AAAAAAAAAN8/eOvXkXtXQAc/s1600/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B21.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 233px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TNuSjW5boUI/AAAAAAAAAN8/eOvXkXtXQAc/s400/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B21.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5538181302921699650" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;2. Misturar 1 porção de cimento para 2 à 3 porções de aragonita num balde, adicionando pouca água, bem devagar e misturando alternadamente a ponto de formar uma massa com os grãos da aragonita relativamente soltos. Tenha certeza de que todo o cimento foi hidratado, com cuidado para não deixar pequenas áreas secas dentro da mistura. Atenção para não comprometer a massa de concreto, com excesso de água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TNuScfAeeoI/AAAAAAAAAN0/MCRtQzzieJM/s1600/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B22.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 233px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TNuScfAeeoI/AAAAAAAAAN0/MCRtQzzieJM/s400/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B22.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5538181184839645826" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;3. Aplicar partes da mistura sobre a areia úmida presente na caixa, formando a estrutura de base da rocha. Para rochas que serão colocadas no fundo do aquário, com o objetivo de base da estrutura do relevo, é aconselhável a formação de projeções semelhantes à pernas, com o objetivo de evitar a aglomeração de detritos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TNuSWcNohiI/AAAAAAAAANs/j9sKFr07gnc/s1600/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B23.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 233px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TNuSWcNohiI/AAAAAAAAANs/j9sKFr07gnc/s400/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B23.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5538181081010308642" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;4. Colocar areia nos lugares onde se pretende obter buracos na estrutura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TNuSOEyqEMI/AAAAAAAAANk/LbJwpAcvOqI/s1600/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B24.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 233px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TNuSOEyqEMI/AAAAAAAAANk/LbJwpAcvOqI/s400/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B24.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5538180937284194498" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;5. Aplicar mistura sobre a área dos buracos, mas garantindo os pontos de junção do cimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TNuSE0jO7YI/AAAAAAAAANc/d4TorXCby2c/s1600/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B25.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 233px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TNuSE0jO7YI/AAAAAAAAANc/d4TorXCby2c/s400/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B25.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5538180778305711490" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;6. Cobrir a rocha completamente com areia, para que ela possa apresentar uma camada homogênea externa, com aparência bem semelhante à natural. A presença de grãos de calcário sobre toda a superfície da rocha também auxilia a estabilização inicial de vida sobre a rocha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TNuR8NFEtDI/AAAAAAAAANU/SFGSKpcOmnk/s1600/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B26.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 233px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TNuR8NFEtDI/AAAAAAAAANU/SFGSKpcOmnk/s400/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B26.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5538180630271276082" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;7. Pulverizar água moderadamente sobre a areia logo após a confecção da rocha, permitindo com que as gotas de água venham a embeber a estrutura de cimento situada dentro da areia, gradativamente. Essa prática ajuda o processo de solidificação do cimento. Aplicar a pulverização de água esporadicamente durante as primeiras 24 horas, mantendo a mistura úmida. O concreto alcança muito de sua resistência durante os 7 primeiros dias. Cobrir as rochas com plástico durante os 2 primeiros dias também evita perda excessiva de água através da evaporação. Evitar sol diretamente e vento forte. O propósito é permitir que a rocha fique somente úmida, não submersa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TNuRslyIACI/AAAAAAAAANM/_uSw8Q52bLw/s1600/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B27.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 233px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TNuRslyIACI/AAAAAAAAANM/_uSw8Q52bLw/s400/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B27.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5538180362024779810" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;8. Esperar no mínimo 24 horas para retirar a rocha da areia, podendo então continuar a curtidura, com a rocha totalmente submersa em recipiente contendo água doce. O processo leva no mínimo 60 dias, efetuando trocas de água completas, diariamente. O excesso de areia sobre a rochas é retirado facilmente com uma lavagem superficial rápida. É importante lembrar que a rocha ainda não está totalmente solidificada após 24 horas da mistura ter sido iniciada, ainda devendo ser manuseada com cuidado para que não aconteçam rachaduras, nem enfraquecimento das áreas de ligamentos mais frágeis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na parte 5 do seguimento dessa matéria estaremos analisando a curtidura (ou “cura”) do cimento, para seguramente introduzirmos as rochas vivas artificiais no aquário marinho. &lt;&gt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências:&lt;br /&gt;Associação Brasileira de Cimento Portland&lt;br /&gt;http://www.abcp.org.br/home.shtml&lt;br /&gt;Cement and concrete basics:&lt;br /&gt;http://www.cement.org/basics/concretebasics_curing.asp&lt;br /&gt;Guide for curing of Portland cement concrete pavements, Volume I:&lt;br /&gt;http://www.fhwa.dot.gov/pavement/pccp/pubs/02099/02099.pdf&lt;br /&gt;Curing concrete:&lt;br /&gt;http://www.tkproduct.com/Curing%20Concrete.PDF&lt;br /&gt;Tampa Bay Salwater: &lt;br /&gt;http://www.tampabaysaltwater.com/index.html&lt;br /&gt;Pacific Aqua Farms:&lt;br /&gt;http://www.pacificaquafarms.com/AboutPAF.htm&lt;br /&gt;Tom Miller: Reef propagation Project: The complete cookbook for making live rock from cement and other types of rock: http://www.geocities.com/CapeCanaveral/Hangar/6279/RaiseCementRock.html&lt;br /&gt;Geothermal Aquaculture Research Foundation:&lt;br /&gt;Making an aragocrate™ arch cave, with Eddie Postma.&lt;br /&gt;http://www.garf.org/MPegs/AragocreteArch.html&lt;br /&gt;Randy Holmes-Farley, Ph.D.: Magnesium and strontium in limewater:&lt;br /&gt;http://www.advancedaquarist.com/issues/dec2003/chem.htm&lt;br /&gt;Randy Holmes-Farley, Ph.D.: Magnesium in reef aquaria:&lt;br /&gt;http://www.advancedaquarist.com/issues/oct2003/chem.htm&lt;br /&gt;Filtration basics:&lt;br /&gt;http://reefkeeping.com/issues/2002-06/dw/index.php&lt;br /&gt;Correa A. (1.999) Algas I: http://reefiofilianet.blogspot.com/2009/02/algas-i.html&lt;br /&gt;Correa A. (1.999) Algas II: http://reefiofilianet.blogspot.com/2009/02/algas-ii-na-parte-i-foi-explicado.html&lt;br /&gt;Correa A. (2.000): Rochas vivas no aquarismo e mais: http://reefiofilianet.blogspot.com/2009/02/rochas-vivas-no-aquarismo-e-mais.html&lt;br /&gt;Delbeek. C. &amp; J. Sprung (1994): The Reef Aquarium. Ricordea  Publication, Miami, Florida, USA.&lt;br /&gt;Delbeek. C. &amp; J. Sprung (1997): The Reef Aquarium, Vol. 2. Ricordea  Publication, Miami, Florida, USA.&lt;br /&gt;Delbeek. C. &amp; J. Sprung (2005): The Reef Aquarium, Vol. 3. Ricordea  Publication, Miami, Florida, USA.&lt;br /&gt;Cato C. James (2003): Marine Ornamental Spieces: Collection, Culture and Conservation. Balogh International Inc., Champaign, Illinois, USA.&lt;br /&gt;Tissot, B.N. and L.E. Hallacher, 2003. Effects of aquarium collectors in Hawaiian coral reefs fishes in Kona, Hawaii. Conservation biology 17:1759-1768.&lt;br /&gt;Shepherd A.R. Dawson, 1977. Marine Aquarist, volume 7, number 10. Collected in the Philippines.Marine Aquarist Publications, Inc, Boston, MA, USA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;© Copyright 2009 Alex Correa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1023949964222576610-5142294230335173763?l=reefiofilianet.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1023949964222576610/posts/default/5142294230335173763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1023949964222576610/posts/default/5142294230335173763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reefiofilianet.blogspot.com/2010/04/rocha-viva-artificial-construcao-e-uso_16.html' title='Rocha viva artificial: construção e uso  IV'/><author><name>Alex Correa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TJRRQZLMokI/AAAAAAAAAKo/zVxQdI8YBIw/S220/Alex+%40+Sunset+Beach+Oct+2007.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TNuTPjrZeyI/AAAAAAAAAOk/QJhmhuOUL_M/s72-c/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B16.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1023949964222576610.post-3838594652101126708</id><published>2011-03-14T20:48:00.000-10:00</published><updated>2011-03-28T23:00:13.439-10:00</updated><title type='text'>Rocha viva artificial: construção e uso  V</title><content type='html'>Texto e fotos por Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após entendermos um pouco da ecologia envolvida com o nosso hobby, termos visto os materiais utilizados na fabricação das rochas vivas artificiais e estudarmos um pouco do relevo e prática na confecção de rochas feitas de concreto, veremos então os tópicos relacionados com a curtidura das rochas em água doce para o uso das mesmas em sistemas naturais marinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-y4X2STBtJ8s/TWn0Z4-rVYI/AAAAAAAAAO0/KRUb5G1-rV4/s1600/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B28.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 197px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-y4X2STBtJ8s/TWn0Z4-rVYI/AAAAAAAAAO0/KRUb5G1-rV4/s400/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B28.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5578258339104249218" /&gt;&lt;/a&gt; Aquário mostrando as rochas artificiais antes do processo de curtidura do concreto. Pedaços de corais foram adicionados à estrutura. É importante imaginar os organismos que serão colocados sobre as rochas, examinando o espaço disponível para o crescimento sadio dos mesmos. As rochas foram feitas dentro do próprio aquário, forrado com plástico para protejer o vidro e silicone da ação cáustica do cimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curtindo (“curando”) as rochas:&lt;br /&gt;A expressão “curtir as rochas vivas artificiais”, é também interpretada como “curar as rochas vivas artificias” (traduzido do inglês: “to cure”).&lt;br /&gt;Após misturarmos o cimento com o material calcário e água, forma-se então a massa de concreto. O processo de curtidura pode ser definido pelo procedimento de assegurar a hidratação do cimento portland recém colocado na massa de concreto. Isso geralmente implica no controle da perda de umidade, e em alguns casos, de temperatura. A hidratação do cimento portland é a reação química entre os grãos de cimento portland e água, formando o produto hidratado, que pode ser denominado de gel de cimento, responsável pela pega. O gel de cimento pode assentar somente em espaços preenchidos por água. Hidratação pode proceder até que os grãos de cimento estejam completamente úmidos, ou até que todo o espaço disponível ao produto de hidratação seja preenchido pelo gel de cimento, qualquer dos 2 que aconteça primeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curtimento adequado é vital para as qualidades do concreto, apresentando forte influência sobre o concreto sólido. Essas qualidades podem ser: durabilidade, firmeza, impermeabilidade, resistência a desgastes e estabilidade de volume. O desenvolvimento da resistência superficial pode ser reduzida consideravelmente quando há uma deficiência na curtidura. O processo ideal de curtimento do concreto recomendado em construções é entre 7 e 14 dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Para a fabricação de rochas vivas artificiais, de forma mais simplificada, curtimento do concreto significa nada mais nada menos que permitir com que o concreto atinja seu estado inerte (com a resistência produzida em todo corpo material opondo-se a modificação do seu estado de movimento), ou seja, quando o processo de endurecimento completo da mistura ocorre (produto final). O processo de curtir o concreto começa quando misturamos os ingredientes secos com a água, para fabricá-lo. Quando pulverizamos água sobre a rocha, logo após confecçionada, já começou o princípio da solidificação da massa. &lt;br /&gt;Após um período entre 24 e 48 horas pode-se então manuseá-la, colocando-a completamente submensa em água doce, com troca de água total, diariamente, para exportar os agentes cáusticos expelidos pelo cimento durante o processo. Esse tipo de curtimento é utilizado para que possamos usar as rochas em nossos sistemas marinhos contendo organismos. As rochas deveriam estar umedecidas (não submersas!) desde a fabricação até serem colocadas no recipiente com água doce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trocas de água:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pico do processo de curtidura acontece durante a primeira semana, quando o óxido de cálcio e hidróxido de cálcio reagem com o CO2 atmosférico, formando assim um filme sobre a superfície da água doce no recipiente. Daí a idéia de que a difusão por meios artificiais de gás de CO2 durante o processo de curtidura das rochas poderia ajudar de alguma forma. Esse filme pode ser notado somente sobre água estagnada e principalmente até durante os 30 primeiros dias após o início de curtirmos das rochas, dependendo da percentagem de cimento usado na estrutura. Quanto maior for a percentagem de cimento utilizado na mistura, maior e mais longo será o tempo da presença do filme na superfície entre as trocas de água doce. A melhor maneira de exportarmos esse filme da superfície é através de transbordamento,  introduzindo água no fundo do recipiente com o auxílio de uma mangueira, todas as vezes que formos trocar a água.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;As rochas precisam estar totalmente submersas para o processo completo de curtidura. O emprego de bomba de água circulatória (powerheads) pode ser usado, mas não é realmente necessário. Trocas de 100% da água doce diárias do recipiente são recomendadas. Não há problemas em efetuar trocas de água semanais, apesar dessa atitude retardar consideravelmente o processo, principalmente no começo. &lt;br /&gt;Aquaristas americanos estão habituados a colocar as rochas de pequeno porte em tanques de vaso sanitário, assim efetuando trocas de água constantemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geralmente falando, para uma medida de maior segurança, o período total de curtidura das rochas em água doce, trocando completamente a água uma vez por dia, deveria ser de aproximadamente 60 dias. Isso dependerá do tipo de cimento utilizado, assim como percentagem de água  ∕ percentagem do volume das rochas no recipiente. Normalmente por volta de 6 semanas em água doce começam a aparecer as leituras mais estáveis do pH. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-8v4ahcZy0I4/TWn0l8UVlvI/AAAAAAAAAO8/q-hjppMuIrU/s1600/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B29.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 233px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-8v4ahcZy0I4/TWn0l8UVlvI/AAAAAAAAAO8/q-hjppMuIrU/s400/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B29.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5578258546158835442" /&gt;&lt;/a&gt; Recipiente de plástico contendo rochas sendo curtidas em água doce. Note as bases retas das rochas, propositalmente confecçionadas para suportar a posição desejada do relevo projetado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curtidura ou “cura” acelerada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns autores recomendam a curtidura acelerada das rochas de concreto usando vinagre branco (sem cor e aditivos), afirmando que a propriedade levemente ácida do vinagre ajudaria de certa forma a retirar mais óxido ∕ hidróxido de cálcio das rochas com a alteração do pH da água. A teoria apresentada é de que com o ambiente mais ácido, a rocha estaria exalando mais kalkwasser para que ocorra o equilíbrio na água contendo vinagre. Essa forma de curtir não apresenta, na prática, mudanças no que diz respeito ao tempo de curtidura e, de certa forma, até prejudicial, mascarando a verdadeira leitura dos valores reais do pH. Algo que notei em minhas experiências com o vinagre também foi a formação de muco de cor marrom sobre as rochas, que provavelmente seria o crescimento acelerado de colônias bacteriais presentes na água doce, devido ao vinagre na solução, com ausência total de luz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, quando usamos água da torneira com pH levemente alcalino (água mais “dura”, pH normalmente entre 7.6 e 8.0, com quantidade considerável de cálcio e magnésio, por exemplo), notamos que existe uma leve aceleração na curtidura em comparação com situações em que utilizamos água filtrada com osmose reversa. Portanto, na prática,  água mais “mole”, ou seja, apresentando pH relativamente baixo, e contendo muito pouca quantidade de sólidos dissolvidos, irá acarretar num processo de curtidura um pouco mais demorado que a “dura”. Tal observação normalmente não influencia de maneira significativa no tempo total de curtimento das rochas, diante das variadas situações particulares, que diferencia cada rocha e situação, servindo então mais como uma curiosidade de entendimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O uso de injeção de bolhas de CO2 durante a curtidura das rochas também foi recomendado por alguns autores e aquaristas com o intuito de acelerar o processo. Prática semelhante poderia ser alcançada simplesmente com o emprego de uma bomba de ar com difusores. A leitura do pH deveria ser feita após desligar a bomba por algumas horas para que não seja enganosa. &lt;br /&gt;Monitoramento constante do pH com aparelhos eletrôncos seria o mais aconselhável. O uso de injeção de CO2 ou bombas com difusores de ar podem ser ignorados, pois realmente não há necessidade para tais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-tqgU6sWJfZ8/TWn0tjRpR3I/AAAAAAAAAPE/Yyc28b6xtSQ/s1600/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B30.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 233px; height: 350px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-tqgU6sWJfZ8/TWn0tjRpR3I/AAAAAAAAAPE/Yyc28b6xtSQ/s400/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B30.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5578258676875609970" /&gt;&lt;/a&gt; Medidor eletrônico de pH usado durante o processo de curtimento das rochas. Uma manutenção de calibragem do sensor (probe) é recomendada para manter a leitura dos valores apurada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Medição do pH:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As principais contra-indicações erroneamente colocadas aos aquaristas, desencorajando-os na fabricação de suas próprias rochas estão relacionadas com o pH e são: &lt;br /&gt;• Perigo da dissolução excessiva de carbonato de cálcio aos habitantes do aquário, proveniente da estrutura de concreto, aumentando o pH de forma desordenada através do desequilíbrio da reserva alcalina.&lt;br /&gt;•  Demora e dificuldade da colonização dos organismos nas rochas artificiais (superfície e internamente). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um planejamento consciente de construção, povoamento e manutenção do sistema marinho contendo rochas artificiais irá determinar o sucesso e evitar com que tais incidentes venham ocorrer. O aquarista precisa ser paciente e nunca precipitado, pois o processo final é a longo prazo. Esse é realmente o ponto enfatizado quando tomamos a decisão de fabricarmos as rochas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num sistema contendo rochas vivas naturais não é diferente, pois o final do amadurecimento do sistema é também a longo prazo, a não ser que obtivermos a rocha viva natural semi-curtida. Curtir as rochas naturais, por outro lado, consiste basicamente num período necessário para que a população de bactérias nitrificantes possa trabalhar, a ponto de estabilizar a tão almejada filtragem biológica no aquário. O tipo do processo de curtidura das rochas naturais é completamente distinto do das rochas artificiais. Ainda devemos levar em consideração o tempo adicional para o povoamento e estabilização biológica na rocha artificial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rochas de concreto recém-construídas, quando submensas em água, irão expelir teores consideráveis de hidróxido de cálcio ou cal apagada, Ca(OH)2,  e óxido de cálcio ou cal viva, CaO, que são as duas formas de kalkwasser. Essa é a necessidade de se curtir as rochas deixando-as em água doce, para que naturalmente, esse excesso das formas de kalkwasser provenientes do cimento venham a ser elimidadas. Kalkwasser é expelida das rochas na água enquanto o cimento submenso hidrata e curte, e por isso é necessário que a leitura dos valores do pH seja precisa. Isso somente é alcançado quando não existem nenhum impecílio que venha mascarar os valores estáveis do pH na água, como por exemplo durante o uso de acidificantes na água doce, como foi colocado anteriormente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Normalmente o pH inicial de rochas de concreto é entre 11.0 a 12.0, sendo que o almejado para a introdução no sistema marinho de forma segura seria por volta dos 8.0. O pH da água do mar tido como meta para aquários marinhos tradicionalmente montados é por volta de 8.2. Calibragem do sensor (probe) conectado ao medidor eletrônico de  leitura do pH é obviamente aconselhável. Essa calibragem normalmente é feita com auxílio de no mínimo duas soluções fabricadas especificamente para o instrumento. O aquarista deve seguir as instruções do fabricante atentamente. Além disso o sensor (probe) precisa estar livre de qualquer camada de substância ou vida (algas, etc). É necessário lavar o sensor com água corrente todas as vezes que usá-lo antes e depois da leitura, examinando-o. O sensor deve estar constantemente imergido em solução para não ser danificado. Para administrarmos o pH constantemente num sistema marinho, colocamos normalmente o sensor na sump, e não há necessidade de calibragem constante (1 vez à cada 2 ou 3 meses fica sendo suficiente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante medir o pH da água antes de trocá-la pelo menos semanalmente para que o aquarista tenha uma idéia das mudanças na água descançada. A curtidura completa do cimento ocorre somente quando podemos notar o surgimento de algas de água doce (provavelmente em sua maioria diatomáceas) sobre a estrutura das rochas, assim significando que o cimento atingiu pH propício à presença de vida. Porém, após um período de 2 meses, com trocas de água constantes, essas rochas já podem ser usadas em sistemas marinhos sem problemas. O pH das mesmas pode chegar a variar de 8.0 à 8.3 após esperarmos 48 horas da última troca total de água. Uma última etapa auxiliar de curtidura das rochas em água salgada antes de serem utilizadas no sistema marinho definitivo auxilia bastante a adaptação do pH das rochas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo que o aquarista venha curtir as rochas ao ponto de diminuir o pH e não oferecer grande perigo aos organismos do sistema, ainda existem riscos de precipitação de cálcio na água salgada,  acarretando no possível empedramento do substrato calcário de fundo (ex.: cascalho coralíneo, aragonita ou halimeda).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-fypZZUaof_o/TWn00liQ6NI/AAAAAAAAAPM/RyROdu4BXII/s1600/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B31.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 233px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-fypZZUaof_o/TWn00liQ6NI/AAAAAAAAAPM/RyROdu4BXII/s400/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B31.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5578258797741271250" /&gt;&lt;/a&gt; Muitas vezes empedramento do substrato de fundo ocorre no aquário marinho por exagero na administração de aditivos como cálcio e tamponadores (buffers). Tal fenômeno também pode ocorrer devido à introdução das rochas de concreto antes do tempo adequado, desencorajando o aquarista desprevinido. A foto mostra empedramento parcial com cristalização entre grãos de cascalho coralíneo natural, encontrado em sistema fechado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem outras formas de acontecer esse fenômeno, e os tais estão ligados a aplicação de aditivos, principalmente cálcio (cloreto de cálcio, CaCl2 ; ou kalkwasser, Ca(OH)2 ) e tamponadores (buffers), incorretamente administrados de maneira abusiva. Portanto, mesmo num sistema marinho não contendo rochas artificiais com base da estrutura feita de concreto, existe a possibilidade de tais fenômenos ocorrerem. Se as rochas artificiais não forem curtidas propriamente, todos os fatores anteriores juntos podem contribuir para que essa precipitação de cálcio (cristalização no substarto) ocorra. Precipitação de cálcio ligando grãos de areia calcária também pode ser notada na natureza, nos mostrando que tal fenômeno não ocorre somente em sistemas fechados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-W0i5fcLs7x8/TWn05Qmh94I/AAAAAAAAAPU/b9BvyssMBHA/s1600/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B32.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 233px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-W0i5fcLs7x8/TWn05Qmh94I/AAAAAAAAAPU/b9BvyssMBHA/s400/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B32.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5578258878021367682" /&gt;&lt;/a&gt; Cristalização de cálcio unindo grãos de areia calcária encontrada na natureza, podendo assim ser visto como um processo natural. Em sistemas fechados porém, pode prejudicar o substrato de fundo, com a limitação de área para o povoamento dos organismos bentos, que são benéficos ao sistema. Areia petrificada exposta em maré baixa com algas sobre a estrutura. Oahu, Hawaii.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para evitarmos que isso aconteça por causa das rochas, é aconcelhável uma aclimatação das mesmas no novo ambiente marinho, que podemos chamar de última etapa do processo de curtidura das  rochas (não tendo a ver ainda com estabilização de bactérias) para proporcionar uma segurança antes de introduzirmos qualquer tipo de macroorganismo. Esse processo auxiliar pode ser visto basicamente como um período de adaptação da rocha no sistema marinho, observado pelo aquarista. Tal transição ocorrerá de qualquer forma quando a rocha for colocada no aquário marinho. Pode ser feito no tanque display, previamente montado com adequada filtragem e pouca iluminação (sem organismos), sem substrato de fundo. Trocas de água salgada de no mínimo 10% do volume total do sistema à cada 2 dias deveríam ser efetuadas, até que os parâmetros do pH se estabilizem, enquanto houver necessidade. O valor estabilizado do pH do sistema precisa ser medido 24 horas após da última troca de água para que o equilíbrio iônico da água se estabelaça. O tempo dessa etapa pode durar até 15 dias, mas normalmente não chega a uma semana, principalmente com as trocas de água freqüentes durante os 2 meses em que a rocha estava curtindo em água doce. Quanto maior a percentagem de troca de água salgada, mais rápido ocorre a estabilidade. Leitura do pH estável em aproximadamente 8.2 ou 8.3 num sistema iluminado com todas as medidas observadas durante o período de iluminação pode significar o final do processo total de curtidura, sendo que dessa forma o sistema está pronto para a introdução dos primeiros organismos. Água provinda de um sistema estabilizado ou diretamente do mar introduzirá os micróbios almejados (bactérias nitrificantes, desnitrificantes e algas) no novo sistema para a inicialização do processo de filtragem biológica, que dura aproximadamente cerca de 1 mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trocas de água e uso de skimmer fazem importante papel em qualquer tipo de manutenção em sistemas marinhos, como exportadores de vários tipos de impurezas, e logicamente deveriam estar no plano do sistema contendo rochas vivas artificiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma curiosidade: quando colocamos as rochas contendo cimento cutido em água doce num recipiente de água salgada, existe o que podemos chamar de repercussão do pH, que é simplesmente mais kalkwasser sendo expulsa da estrutura de cimento. Se colocarmos as rochas, após o curtimento em água doce, em um recipente contendo água salgada estagnada por algumas semanas, iremos notar o pH subir de por exemplo 8.0 até 8.6 +. A observação pode ser notada somente em água estagnada, pois a presença de CO2 com circulação (acarretando maior troca de gases na superfície) novamente, “mascara” a reação. O CO2 nesse caso é introduzido pela aeração superfícial da água, em quantidades diminutas, e por isso, o pH não é notavelmente alterado. Essa observação nos mostra a importância do cuidado na transferência das rochas do processo de curtidura em água doce para um sistema contendo água marinha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A importância da circulação da água e aeração durante a adaptação das novas rochas de concreto no aquário marinho para a introdução dos organismos então é confirmada. A presença de skimmer e powerheads são de grande auxílio também para tal tipo de  transição, e a movimentação da superfície da água tem importante significado no que diz respeito à troca de gases, permitindo com que as propriedades da água venham a estabilizar-se propriamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de kalkwasser, alguns afirmam que existe a possibilidade das rochas recém fabricadas soltarem silicatos durante o processo de curtidura. A importância de uma mistura inicial homogênea do cimento com a água, significando que não hajam pontos secos, contribui com uma hidratação total dos silicatos. Logicamente que diante das situações normais encontradas em sistemas recifais caseiros, após curtidas por completo, essa rochas não apresentam nenhum risco de dissolução do tal composto na água, assim como kalkwasser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumindo curtidura: é perfeitamente possível que rochas curtidas em água doce apresentando pH de no máximo 8.3 no final de tal curtimento (60 dias), serem introduzidas num aquário marinho ainda sem organismos nem substrato de fundo para o período de adaptação no próprio sistema marinho. A água salgada pode ser tanto produzida com sal sintético, quanto água marinha natural coletada. O momento de introdução de organismos mais sensíveis em tal sistema então fica determinado a partir da estabilização do pH de no máximo em 8.2 à 8.3 durante o dia, e por volta de 8.0 à 8.1 durante a noite, quando existe iluminação adequada com fotoperíodo constante de aproximadamente 10 horas por dia, contando com a presença de algas no sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A próxima será a parte 6 do seguimento dessa matéria, onde estudaremos a introdução de organismos, como povoamento das rochas artificiais. &lt;&gt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências:&lt;br /&gt;Associação Brasileira de Cimento Portland&lt;br /&gt;http://www.abcp.org.br/home.shtml&lt;br /&gt;Cement and concrete basics:&lt;br /&gt;http://www.cement.org/basics/concretebasics_curing.asp&lt;br /&gt;Guide for curing of Portland cement concrete pavements, Volume I:&lt;br /&gt;http://www.fhwa.dot.gov/pavement/pccp/pubs/02099/02099.pdf&lt;br /&gt;Curing concrete:&lt;br /&gt;http://www.tkproduct.com/Curing%20Concrete.PDF&lt;br /&gt;Tampa Bay Salwater: &lt;br /&gt;http://www.tampabaysaltwater.com/index.html&lt;br /&gt;Pacific Aqua Farms:&lt;br /&gt;http://www.pacificaquafarms.com/AboutPAF.htm&lt;br /&gt;Tom Miller: Reef propagation Project: The complete cookbook for making live rock from cement and other types of rock: http://www.geocities.com/CapeCanaveral/Hangar/6279/RaiseCementRock.html&lt;br /&gt;Geothermal Aquaculture Research Foundation:&lt;br /&gt;Making an aragocrate™ arch cave, with Eddie Postma.&lt;br /&gt;http://www.garf.org/MPegs/AragocreteArch.html&lt;br /&gt;Randy Holmes-Farley, Ph.D.: Magnesium and strontium in limewater:&lt;br /&gt;http://www.advancedaquarist.com/issues/dec2003/chem.htm&lt;br /&gt;Randy Holmes-Farley, Ph.D.: Magnesium in reef aquaria:&lt;br /&gt;http://www.advancedaquarist.com/issues/oct2003/chem.htm&lt;br /&gt;Filtration basics:&lt;br /&gt;http://reefkeeping.com/issues/2002-06/dw/index.php&lt;br /&gt;Correa A. (1.999) Algas I: http://reefiofilianet.blogspot.com/2009/02/algas-i.html&lt;br /&gt;Correa A. (1.999) Algas II: http://reefiofilianet.blogspot.com/2009/02/algas-ii-na-parte-i-foi-explicado.html&lt;br /&gt;Correa A. (2.000): Rochas vivas no aquarismo e mais: http://reefiofilianet.blogspot.com/2009/02/rochas-vivas-no-aquarismo-e-mais.html&lt;br /&gt;Delbeek. C. &amp; J. Sprung (1994): The Reef Aquarium. Ricordea  Publication, Miami, Florida, USA.&lt;br /&gt;Delbeek. C. &amp; J. Sprung (1997): The Reef Aquarium, Vol. 2. Ricordea  Publication, Miami, Florida, USA.&lt;br /&gt;Delbeek. C. &amp; J. Sprung (2005): The Reef Aquarium, Vol. 3. Ricordea  Publication, Miami, Florida, USA.&lt;br /&gt;Cato C. James (2003): Marine Ornamental Spieces: Collection, Culture and Conservation. Balogh International Inc., Champaign, Illinois, USA.&lt;br /&gt;Tissot, B.N. and L.E. Hallacher, 2003. Effects of aquarium collectors in Hawaiian coral reefs fishes in Kona, Hawaii. Conservation biology 17:1759-1768.&lt;br /&gt;Shepherd A.R. Dawson, 1977. Marine Aquarist, volume 7, number 10. Collected in the Philippines.Marine Aquarist Publications, Inc, Boston, MA, USA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;© Copyright 2009 Alex Correa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1023949964222576610-3838594652101126708?l=reefiofilianet.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1023949964222576610/posts/default/3838594652101126708'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1023949964222576610/posts/default/3838594652101126708'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reefiofilianet.blogspot.com/2011/02/rocha-viva-artificial-construcao-e-uso.html' title='Rocha viva artificial: construção e uso  V'/><author><name>Alex Correa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TJRRQZLMokI/AAAAAAAAAKo/zVxQdI8YBIw/S220/Alex+%40+Sunset+Beach+Oct+2007.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-y4X2STBtJ8s/TWn0Z4-rVYI/AAAAAAAAAO0/KRUb5G1-rV4/s72-c/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B28.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1023949964222576610.post-8749615365418896157</id><published>2011-03-13T21:50:00.001-10:00</published><updated>2011-04-06T22:00:02.079-10:00</updated><title type='text'>Rocha viva artificial: construção e uso  VI</title><content type='html'>Texto e fotos por Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabemos até agora um pouco sobre as rochas vivas com relação à ecologia, materiais que podem ser utilizados, relevo, construção e curtimento. Veremos a partir dessa parte as melhores formas de como povoá-las com organismos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-gCPHz4rDloE/TZ1tVIAL-wI/AAAAAAAAAPc/_a0vtMAh08g/s1600/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B33.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 233px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-gCPHz4rDloE/TZ1tVIAL-wI/AAAAAAAAAPc/_a0vtMAh08g/s400/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B33.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5592746521956973314" /&gt;&lt;/a&gt; Vários tipos de organismos chamados generalizadamente de zoanthids podem ser colocados sobre as rochas vivas artificiais. Na foto, temos alguns Protopalythoa sp., muitas vezes confundidos com Zoanthus spp. Esses organismos contém toxínas (palytoxin), produzidas por bactérias, e devem ser manuseados com muito cuidado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introduzindo os organismos:&lt;br /&gt;Após passarmos pelo trabalho de curtidura do concreto logicamente precisamos adicionar vida às rochas para que se tornem úteis no que diz respeito a filtragem por bactérias, e esteticamente, com os organismos que almejamos manter nas mesmas. Podemos atingir esse objetivo através de dois princípios: coletando água marinha natural, ou importando organismos de outro aquário marinho já estabilizado, para que venham a se reproduzir e habitar as rochas fabricadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As bactérias nitrificantes e desnitrificantes são os organismos mais importantes, e felizmente os mais fáceis de serem introduzidos no sistema. Num aquário em que foi utilizada água salgada sintética, basta adicionarmos um pouco de água marinha ou de um sistema estabilizado. É necessário que haja amônia no sistema, para que o ciclo do nitrogênio seja iniciado, com a transformação feita pelas bactérias. O período de tempo para que haja estabilidade no ciclo do nitrogênio é de normalmente cerca de 30 dias. Alguns organismos mais resistentes podem ser adicionados juntamente com as bactérias. A quantidade desses organismos precisa ser bem pequena, acrescentando-se gradativamente durante os primeiros meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a água coletada no mar não é filtrada ou tratada quimicamente, sabemos que não só organismos benéficos entram no sistema, como também existe a possibilidade de introdução de patogênicos e pestes. Uma observação importante a lembrar-nos: somente os organismos presentes na água, e que sobrevivem em aquários, poderão desenvolver-se a partir desse método. As explicações de como coletar água do mar corretamente, e maneiras de tratá-la para uso doméstico, fogem do foco desse artigo, mas basicamente falando, diz-se por coletá-la em lugares livres de poluentes diversos e onde o ambiente em geral apresenta aparência saudável. Presença de óleo na superfície da água, lixo na praia, água turva, desembocadura de rios ou riachos, superabundância de algas, ou evidência de material terrestre em áreas costeiras, de uma forma geral, definem água inapropriada para o aquário. Testes feitos com a água do mar retirada no local de coleta, nos mostram a compatibilidade do uso em sistema fechados. Os testes precisam ser feitos de preferência logo antes da coleta, pois as condições marinhas podem apresentar mudanças rápidas, uma vez que os fenômenos naturais atuam freqüentemente. Mudanças de marés e correntes marinhas são bons exemplos. Testes de pH, gravidade específica e fosfatos podem ser vistos como os mais recomendados. Isso tudo pode parecer evidente para muitos, mas por incrível que pareça ainda existe uma boa quantidade de pessoas que ignoram tais observações, o que acarreta em grandes problemas enfrentados por aquaristas. A grande maioria dos organismos planctônicos coletados acidentalmente com a água marinha não sobrevivem em sistemas caseiros, perecendo e deteriorando. Por isso devem ser evitados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma que, quando colocamos rochas vivas secas num sistema marinho, ou mesmo qualquer tipo de material calcário seco no mesmo, assim também funciona com rochas contendo cimento em sua estrutura. O povoamento acontece de forma gradual. Primeiramente surgem as bactérias, algas-limo, algas filamentosas, até que comecem a surgir as algas coralinas e tudo se estabilize. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-V-wbdirh__o/TZ1teye_CrI/AAAAAAAAAPk/svl_HjGxrv0/s1600/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B34.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 233px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-V-wbdirh__o/TZ1teye_CrI/AAAAAAAAAPk/svl_HjGxrv0/s400/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B34.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5592746687979260594" /&gt;&lt;/a&gt; Com a fabricação de rochas vivas, temos a vantagem de reduzirmos a introdução de organismos indesejáveis no sistema. Mantis shrimp é um predador carnívoro e agressivo, muitas vezes introduzido no aquário através de rochas vivas naturais, apresentando perigo tanto para os habitantes do sistema, como também ao aquarista. Esse crustáceo normalmente entra no sistema sem ser percebido por seu diminuto tamanho, mas com o crescimento, podendo atingir até cerca de 30 cm de comprimento, surgem os problemas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A forma mais eficiente de “semearmos” macro-vida nas rochas artificiais é colocando os organismos manualmente nas mesmas, com a presença de rochas vivas amadurecidas no sistema, que logicamente é de grande auxílio. A maior vantagem de mantermos um aquário de reef contendo somente rochas vivas artificiais é a possibilidade de selecionarmos cuidadosamente o que colocaremos no sistema, evitando assim a introdução de organismos indesejáveis, dentro do possível. Quarentenar os organismos coletados na natureza ou provindos de lojas, antes de introduzir no aquário principal, leva tempo e é trabalhoso, mas compensa pela segurança e certeza de um sistema sadio.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Circulação e iluminação amena durante o início da montagem precisam estar presentes para que haja o começo do amadurecimento do sistema. Trocas de água são muito importantes, e precisam ser feitas corretamente. Alguns ainda não conseguem entender porque seus aquários aparentam nunca chegar a um equilíbrio mesmo após muitos meses da montagem. Enquanto não existir uma certa rotina no sistema, o mesmo não consegue atingir equilíbrio. Quando o aquarista constantemente muda as propriedades físicas, químicas ou biológicas do ambiente no aquário marinho, dosa diferentes produtos e sem nenhum cuidado introduz organismos diversos não obedecendo uma ordem de compatibilidade e respeitando a capacidade filtrante do sistema, automaticamente está contribuindo para um desequilíbrio interminável em vários aspéctos, atrasando o amadurecimento e inconscientemente evitando a estabilidade tão almejada. Trocas parciais de água sintética requerem atenção para: a total dissolução e homogenização dos sais artificiais, leitura correta da gravidade específica, e velocidade da introdução da água nova no aquário, prevenindo choques ou estresses nos organismos, tanto para peixes como aos invertebrados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colocar as rochas no mar para serem povoadas nem sempre é possível. Ultimamente, com o surgimento de novas leis, em muitos países é exigido que tenhamos permissões para curtir e povoar as rochas no mar. Essas permissões são, na maioria das vezes, comerciais ou científicas, com restrição de área e quantidade. Normalmente consumidores, como aquaristas, não qualificam para tais permissões, portanto é necessário informar-se antes de tomar qualquer decisão. A consciência das possíveis intervenções que o nosso hobby possa influenciar na natureza ajuda-nos a entender e combater a coleta e o comércio inescrupuloso. O respeito às leis de coleta e pesca nos ajuda a sermos reconhecidos como aliados na preservação da natureza, mantendo um relacionamento sadio com os órgãos competentes, sem denegrir a imagem do hobby.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-LpbKt3sOmnM/TZ1tjv7IO4I/AAAAAAAAAPs/fLmP-qj-MII/s1600/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B35.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 233px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-LpbKt3sOmnM/TZ1tjv7IO4I/AAAAAAAAAPs/fLmP-qj-MII/s400/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B35.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5592746773191342978" /&gt;&lt;/a&gt; Algas coralinas incrustantes podem ser introduzidas no aquário marinho através de ”semeadura” com pedaços ou partículas das mesmas sobre as rochas. Powerheads são construídas de material plástico, atraindo o crescimento de algas coralinas sobre as mesmas. Raspagem da alga a ser “semeada” em outro sistema marinho não é difícil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algas coralinas incrustantes.&lt;br /&gt;O que normalmente representa a alta qualidade de rochas vivas encontradas na natureza é, a princípio, a presença de algas coralinas incrustantes, logo também almejadas sobre as rochas artificialmente produzidas. Não há uma regra para seguirmos quanto ao que devemos colocar sobre as rochas e portanto isso fica de acordo com a vontade pessoal de cada um. O povoamento e cultivo de algas coralinas porém, parece ser uma meta comum entre a maioria dos aquaristas, por isso aqui trago alguns detalhes sobre elas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas medidas básicas para que haja um crescimento sadio de algas coralinas necessitam serem tomadas. O primeiro e mais importante é a introdução de tais algas no aquário e isso normalmente é feito colocando uma rocha viva amadurecida no sistema. Podemos também introduzir pedaços da algas coralinas, coletados em outro sistemas através de raspagem de qualquer superfície sólida, como rochas e powerheads, ou das paredes de um aquário já estabilizado. Aplica-se então esses farelos e partículas sobre as rochas artificiais, assim semeando o novo sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como todo processo de amadurecimento em aquários marinhos, sobre as rochas artificiais irão primeiramente surgir as algas indesejáveis e cianobactérias, naturalmente. Lutar contra isso é simplesmente tentar combater o processo natural de estabilização do sistema como um todo.  Por outro lado, alimentar tais algas com: excesso de luz e alimentos aos peixes, ou negligenciar trocas parciais de água, além de evitar o uso de um desnatador de proteínas (protein skimmer), acarretam em problemas de explosão de algas. Um importante fator durante o aparecimento das primeiras algas (limo e filamentosas) é o controle dessas algas usando predadores naturais como caramujos, peixes herbívoros, assim como copépodes e anfípodes, componentes da micro-fauna. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-yeUcvnr7Gds/TZ1to7gtZkI/AAAAAAAAAP0/aH59vj2tDJQ/s1600/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B36.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 233px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-yeUcvnr7Gds/TZ1to7gtZkI/AAAAAAAAAP0/aH59vj2tDJQ/s400/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B36.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5592746862201103938" /&gt;&lt;/a&gt; Anfípodes são pequenos crustáceos que adaptam-se bem em sistemas fechados, apresentando papel importante na fauna e colaborando no controle de algas em aquários marinhos. A foto mostra anfípodes coletados dentre macro-algas marinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, a distribuição de circulação de água no sistema precisa ser abundante e bem planejada. Circulação precoce em qualquer sistema marinho irá interferir negativamente na troca de gases pela superfície d´água, além de comprometer o desenvolvimento da estrutura das algas coralinas, que naturalmente necessitam de tal fator em seu ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras formas de estimularmos algas coralinas incrustantes em nossos sistemas é simplesmente livrando-as de ação predatória. Muitas vezes, mesmo tendo os resultados dos testes de forma satisfatória, ainda existem problemas com esse tipo de alga, apresentando áreas de coloração branca, cinza (área morta na estrutura superficial da alga) ou marcas de raspagem por organismos herbívoros. Carangueijos ermitões, assim como outros carangueijos, se alimentam não só de algas indesejáveis, mas também das coralinas. Um ermitão vendido muito nos EUA e que deveria ser evitado quando focalizamos o cultivo de algas coralíneas incrustantes é o Clibanarius digueti, ermitão de pernas azuis, originário do Golfo da California e das costas do México. Outros ermitões são também responsáveis por danos predatórios aos caramujos, corais e anêmonas. O aquarista tem maior vantagem acrescentando caramujos herbívoros para o controle de algas indesejáveis, como Trochus spp., Astrea spp.e os Turbo spp.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas estrelas e ouriços-do-mar também se alimentam de algas, incluíndo as coralinas. Esses equinodermos possuem projeções especializadas localizadas em suas bocas para a raspagem das algas, como diminutos dentes. Além dos instrumentos de raspagem, ouriços produzem secreções que ajudam na raspagem das rochas. Esses organismos são normalmente encontrados em pequenos orifíceis nos recifes, onde se abrigam, protejendo suas partes mais sensíveis dos peixes predatórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Altos níveis de nitratos e fosfatos inibem o crescimento de coralinas incrustantes,  portanto necessitando de um acompanhamento com testes, quando necessário. Um aquário completamente depleto de fosfatos porém será prejudicial às mesmas, portanto o uso constante de removedores de fosfato precisam ser evitados, quando usados em sistemas fechados. As taxas de nitratos e fosfatos podem ser controladas com trocas de água freqüentes, de acordo com a necessidade do sistema. Nitrato também pode ser eliminado parcial ou completamente em sistemas onde existe desnitrificação no substrato de fundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez que haja o aparecimento das algas coralinas sobre as rochas, é necessário alimentar as algas para que haja crescimento adequado e sadio, visando ainda sua reprodução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iluminação:&lt;br /&gt;O planejamento da iluminação do sistema precisa ser feito de acordo com os organismos que serão mantidos nos mesmos. Para o propósito de enfatizarmos a criação de algas coralinas, podemos optar por diferentes tipos de iluminação. Existem várias espécies diferentes dessas algas, adaptadas em diferentes ambientes marinhos e logicamente com variadas qualidades de luz. Basicamente temos dois tipos de iluminação consernentes às coralinas incrustantes: luz forte e luz fraca, com amplo ângulo de possibilidade adaptativa entre as mesmas. As espécies de algas coralinas adaptadas à luz forte são normalmente encontradas na natureza localizadas bem perto da superfície da água, podendo até estarem até expostas ao ar por curtos períodos de tempo, durante a maré vazante. Sistemas caseiros, com iluminação artificial, é mais propenso à abrigar as espécies encontradas em águas relativamente mais profundas. Um fato interessante é que a maioria das espécies de coralinas incrustantes se adapta muito bem em aquários. &lt;br /&gt;Iluminação pode ser feita com lâmpadas dos tipos: fluorescentes normais, HO,  VHO, PCs ou até mesmo metal halides. A temperatura de cor pode variar de 6.500°K à 20.000°K. Uso complementar de lâmpadas actíneas auxiliam o crescimento da maioria das espécies. A adaptação das algas depende do tipo de luz e localização no aquário. Mudanças na iluminação podem afetar o crescimento de algas estabilizadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Wvq9hQFLLvk/TZ1ttlErfNI/AAAAAAAAAP8/NhDzB_bdbek/s1600/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B37.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 233px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-Wvq9hQFLLvk/TZ1ttlErfNI/AAAAAAAAAP8/NhDzB_bdbek/s400/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B37.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5592746942077304018" /&gt;&lt;/a&gt; Trochus sp. e Turbo sp. são exemplos de caramujos eficientes no controle natural de algas em aquários marinhos e se reproduzem freqüentemente em sistemas bem estabilizados. Indivíduos com pouco tempo de vida são mostrados na foto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns aquaristas recomendam somente lâmpadas fluorescentes como a melhor alternativa para o crescimento e reprodução dessas algas. Isso se dá provavelmente porque as rochas vivas comercializadas no mercado aquarístico apresentam em sua maioria coralinas incrustantes encontradas sob as rochas, e sobre as mesmas, juntamente com as macro algas. Nesse caso, as coralinas presentes sobre a rocha recebem proteção de luz pelas macro algas, ainda na natureza. Quando as rochas são coletadas, as macro algas são retiradas. Uma vez que essas rochas vivas naturais são colocadas em aquários, após a “cura” e amadurecimento, desaparecem as macro algas por completo, predominando assim as desejáveis incrustantes. A maioria dessas incrustantes são espécies provenientes de ambientes com relativamente pouca iluminação, mas ainda conseguem se adaptar muito bem à iluminação feita por metal halides.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a parte 7 será finalizada essa série de artigos, completando as informações sobre povoamento das rochas vivas artificiais e manutenção para o melhor desenvolvimento do sistema marinho. &lt;&gt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências:&lt;br /&gt;Associação Brasileira de Cimento Portland&lt;br /&gt;http://www.abcp.org.br/home.shtml&lt;br /&gt;Cement and concrete basics:&lt;br /&gt;http://www.cement.org/basics/concretebasics_curing.asp&lt;br /&gt;Guide for curing of Portland cement concrete pavements, Volume I:&lt;br /&gt;http://www.fhwa.dot.gov/pavement/pccp/pubs/02099/02099.pdf&lt;br /&gt;Curing concrete:&lt;br /&gt;http://www.tkproduct.com/Curing%20Concrete.PDF&lt;br /&gt;Tampa Bay Salwater: &lt;br /&gt;http://www.tampabaysaltwater.com/index.html&lt;br /&gt;Pacific Aqua Farms:&lt;br /&gt;http://www.pacificaquafarms.com/AboutPAF.htm&lt;br /&gt;Tom Miller: Reef propagation Project: The complete cookbook for making live rock from cement and other types of rock: http://www.geocities.com/CapeCanaveral/Hangar/6279/RaiseCementRock.html&lt;br /&gt;Geothermal Aquaculture Research Foundation:&lt;br /&gt;Making an aragocrate™ arch cave, with Eddie Postma.&lt;br /&gt;http://www.garf.org/MPegs/AragocreteArch.html&lt;br /&gt;Randy Holmes-Farley, Ph.D.: Magnesium and strontium in limewater:&lt;br /&gt;http://www.advancedaquarist.com/issues/dec2003/chem.htm&lt;br /&gt;Randy Holmes-Farley, Ph.D.: Magnesium in reef aquaria:&lt;br /&gt;http://www.advancedaquarist.com/issues/oct2003/chem.htm&lt;br /&gt;Filtration basics:&lt;br /&gt;http://reefkeeping.com/issues/2002-06/dw/index.php&lt;br /&gt;Correa A. (1.999) Algas I: http://reefiofilianet.blogspot.com/2009/02/algas-i.html&lt;br /&gt;Correa A. (1.999) Algas II: http://reefiofilianet.blogspot.com/2009/02/algas-ii-na-parte-i-foi-explicado.html&lt;br /&gt;Correa A. (2.000): Rochas vivas no aquarismo e mais: http://reefiofilianet.blogspot.com/2009/02/rochas-vivas-no-aquarismo-e-mais.html&lt;br /&gt;Delbeek. C. &amp; J. Sprung (1994): The Reef Aquarium. Ricordea  Publication, Miami, Florida, USA.&lt;br /&gt;Delbeek. C. &amp; J. Sprung (1997): The Reef Aquarium, Vol. 2. Ricordea  Publication, Miami, Florida, USA.&lt;br /&gt;Delbeek. C. &amp; J. Sprung (2005): The Reef Aquarium, Vol. 3. Ricordea  Publication, Miami, Florida, USA.&lt;br /&gt;Cato C. James (2003): Marine Ornamental Spieces: Collection, Culture and Conservation. Balogh International Inc., Champaign, Illinois, USA.&lt;br /&gt;Tissot, B.N. and L.E. Hallacher, 2003. Effects of aquarium collectors in Hawaiian coral reefs fishes in Kona, Hawaii. Conservation biology 17:1759-1768.&lt;br /&gt;Shepherd A.R. Dawson, 1977. Marine Aquarist, volume 7, number 10. Collected in the Philippines.Marine Aquarist Publications, Inc, Boston, MA, USA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;© Copyright 2009 Alex Correa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1023949964222576610-8749615365418896157?l=reefiofilianet.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1023949964222576610/posts/default/8749615365418896157'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1023949964222576610/posts/default/8749615365418896157'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reefiofilianet.blogspot.com/2011/04/rocha-viva-artificial-construcao-e-uso.html' title='Rocha viva artificial: construção e uso  VI'/><author><name>Alex Correa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TJRRQZLMokI/AAAAAAAAAKo/zVxQdI8YBIw/S220/Alex+%40+Sunset+Beach+Oct+2007.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-gCPHz4rDloE/TZ1tVIAL-wI/AAAAAAAAAPc/_a0vtMAh08g/s72-c/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B33.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1023949964222576610.post-277865153676973485</id><published>2011-03-12T22:01:00.005-10:00</published><updated>2011-04-06T22:14:49.446-10:00</updated><title type='text'>Rocha viva artificial: construção e uso VII</title><content type='html'>Texto e fotos por Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anteriormente foram colocados os pontos: ecológicos, de materiais para a confecção, relevo, construção prática, e povoamento. Essa é a última parte da série de artigos sobre rochas vivas artificiais, apresentando a continuação do estudo sobre povoamento das mesmas, com o cultivo de algas coralinas encrustantes e aditivos, quando necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-jwqTupOZx_Y/TZ1vwG5Sd8I/AAAAAAAAAQE/ZHpv8dOt0J4/s1600/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B38.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 197px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-jwqTupOZx_Y/TZ1vwG5Sd8I/AAAAAAAAAQE/ZHpv8dOt0J4/s400/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B38.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5592749184539326402" /&gt;&lt;/a&gt; Colocar as rochas em água salgada com circulação abundante e skimmer auxília bastante na adaptação das rochas artificiais ao ambiente marinho. A foto mostra rochas em aquário display com água marinha, já com o substrato de fundo. Após 30 dias o sistema está pronto para a introdução dos primeiros invertebrados e peixes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algas coralinas necessitam de iôdo (I), cálcio (Ca), magnésio (Mg) e estrôncio (Sr) diluídos em quantidades amenas na água, disponíveis para que haja um crescimento sadio e constante. Um excesso de tais elementos irá causar muitas das vezes um desequilíbrio que se transforma em perda da estabilidade química da água. O aquarista precisa lembrar que normalmente durante esse período inicial ainda não existe uma quantidade grande de algas coralinas e nem de corais no sistema, assim exigindo praticamente nenhuma necessidade desses elementos artificiais serem adicionados. Quando não há necessidade, a adição é na verdade um excesso, automaticamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O  emprego de carvão ativado auxilia o crescimento de algas coralinas com a retirada de vários tipos de compostos e nutrientes presentes na água, deixando assim que os aditivos (que também podem ser adsorvidos pelo carvão) possam agir, antes de serem exportados. Carvão precisa ser trocado freqüentemente, porque após certo período de tempo alcança a saturação, servindo apenas como superfície para povoamento bacterial e acumulação de detritos. Em alguns casos, se o carvão saturado for deixado muito tempo no sistema, pode acontecer o retorno desses nutrientes à água. O período de tempo necessário para ser substituído varia, dependendo do sistema marinho. O uso de pequenas quantidades trocando 100% de 15 em 15 dias pode ser uma das melhores opções. O princípio dessas recomendações está relacionado somente no que diz respeito ao crescimento e manutenção de algas coralinas incrustantes. O aquarista precisa ter um bom senso para determinar se o sistema está sendo prejudicado com o uso constante ou de maneira excessiva. Carvão ativado também contribui para a claridade da água, retirando fenóis e outros componentes, que tornam a água amarelada, alterando as qualidades iluminativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presença de um skimmer é também importante para o desenvolvimento das coralinas. Através da exportação de excessos de fosfatos e outros componentes orgânicos dissolvidos, possibilita melhor ambiente, diminuindo a população de algas indesejáveis e proporcionando luz adequada para o aquário, com a exportação de nutrientes, compostos amarelados e micro-algas presentes na água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vários elementos necessários para o crescimento das coralinas incrustantes precisam estar presentes para o melhor desenvolvimento e reprodução dessas algas. Alguns desses elementos já estão disponíveis em sistemas onde já existe uma dissolução natural dos mesmos, como por exemplo em aquários contendo substrato de fundo calcário. O material que melhor auxilia o aquarista dessa forma é sem dúvida a areia de aragonita, que além de ajudar a manter a reserva alcalina em níveis favoráveis, também contém 3 dos principais elementos citados anteriormente (Ca, Mg, Sr). A reserva alcalina de no mínimo 8 dKH (2.9 meq/L) é recomendada para as algas coralinas. Em sistemas recifais fechados pode-se manter esses valores entre 7 e 10 dKH (2.5 à 3.5 meq/L). Água marinha apresenta os valores entre 6 e 7 dKH (2.1 à 2.5 meq/L).  Na maioria dos casos, dependendo do tamanho do aquário e quantidade de rochas, não é necessário que exista nenhum tipo de dosagem de cálcio até que a população de algas coralinas aumente consideravelmente ou a de corais duros, mantidos com as mesmas. A temperatura entre 24°C e 26°C é favorável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iôdo:&lt;br /&gt;Em aquários com população notável e já estabilizada de algas coralinas a dosagem de iôdo por exemplo (na forma de iodeto de potássio na concentração de 800mg/L) pode ser de 5ml para cada 200L duas vezes por semana. A forma de iôdo livre é tóxica como o cloro e nunca deveria ser utilizada em aquários, portanto deve ser introduzido na água como iodeto de potássio. Iôdo é utilizado por todos os tipos de algas em diferentes taxas de aproveitamento e logicamente o excesso pode acarretar em uma explosão de algas indesejáveis num sistema marinho fechado. Além de sofrer precipitação, o skimmer também irá exportar iôdo da água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estrôncio:&lt;br /&gt;Como manutenção, também a dosagem de estrôncio (concentração de 10.000 m/L), pode ser administrada na ordem de 5 ml para cada 80L de água no sistema uma ou dua vezes por semana, de acordo com a necessidade. Os níveis do elemento na água marinha normalmente varia de 8 à 10 mg/L. Cloreto de estrôncio ou outro produto de forma iônica normalmente altera o pH, esgota a reserva alcalina, além de precipitar fora da solução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Y3WrnenuOnc/TZ1xW8ar_NI/AAAAAAAAAQM/TQPRMPKvjiM/s1600/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B39.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 233px; height: 350px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-Y3WrnenuOnc/TZ1xW8ar_NI/AAAAAAAAAQM/TQPRMPKvjiM/s400/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B39.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5592750951253146834" /&gt;&lt;/a&gt; O início do surgimento de algas coralinas incrustantes sobre as rochas artificiais é sempre gratificante para o aquarista. Espécies com cores diferentes proporcionam um visual natural e atraente. Início de estabilização de algas coralinas em um sistema cujo relevo contém somente rochas vivas artificiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cálcio:&lt;br /&gt;Cálcio pode ser administrado de duas maneiras: Na forma de mistura de carbonato de cálcio - Ca(OH)2   (kalkwasser) ou / e na forma de cloreto de cálcio - CaCl2  . A mistura de kalkwasser é usada de maneira cristalina, descartando o produto em excesso que descança no fundo do recipiente de mistura após 12 horas. Duas colheres de chá para cada 4 litros de água é o suficiente para que haja uma quantidade aceitável na concentração de íons de cálcio. Solução precisa ser introduzida no aquário durante a noite, enquanto não ocorre fotossíntese e por isso o pH do sistema tende a cair. Dessa maneira, a dosagem de kalwasser também auxilia para que haja mínima oscilação no pH. Aplicação de reator de kalkwasser ou reator de cálcio com média calcária e CO2 é desnecessária, a não ser que além das coralinas incrustantes o sistema também apresente quantidade considerável de corais pétreos. O julgamento de tal prática requer bom senso do aquarista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O emprego do CaCl2 pode ser visto como auxiliar na dosagem do cálcio, como por exemplo sendo usado se for necessário aumentar a concentração de cálcio rapidamente. O cloreto acumula no sistema com o tempo e a necessidade de trocas de água é maior que a normal, principalmente quando o aquarista usa somente CaCl2 como única suplementação de cálcio, por isso não deve ser utilizado como fonte de cálcio primária, e sim auxiliar. A adição recomendável é feita na proporção de 5mL para cada 80L de água do sistema uma ou duas vezes por semana, quando kalkwasser não é administrada. A porção de 5 mL pode aumentar cálcio até em 3mg/L. Em condições normais e correta de dosagem de kalkwasser não é absolutamente necessário o uso de CaCl2. Nível almejado de íons de Ca num aquário marinho de recife é normalmente de 380 mg/L.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-j7mwyJhbk_8/TZ1xdWIH-nI/AAAAAAAAAQU/B4UzfxfnYZ0/s1600/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B40.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 233px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-j7mwyJhbk_8/TZ1xdWIH-nI/AAAAAAAAAQU/B4UzfxfnYZ0/s400/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B40.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5592751061233826418" /&gt;&lt;/a&gt; Trocas parciais de água na maioria das vezes já são suficientes na manutenção dos níveis de magnésio em aquários marinhos. Sistema experimental de aproximadamente 285 litros contendo somente rochas vivas artificiais na formação do  relevo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Magnésio:&lt;br /&gt;A presença de magnésio é muitas das vezes ignorada pelos aquaristas, que dá atenção somente aos níveis de cálcio e estrôncio, cometendo um engano. Na verdade, magnésio é um dos íons mais presentes na água marinha, assim como sódio e cloreto. Cálcio, estrôncio e magnésio são bem similares quimicamente, e de importante papel na calcificação. Em algas coralinas incrustantes magnésio pode representar de 1% à 4.4% por peso de estrutura. Em esqueletos de corais a taxa de magnésio encontrada varia de 0.1% à 3.5%, logicamente dependendo das espécies e fatores ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produtos suplementares apresentando combinação de sais de magnésio, cloreto e sulfato, são especialmente formulados para gerar mínimo impacto nas taxas iônicas encontradas na água marinha. Tais produtos em sua forma seca não contêem amônia, como os produtos encontrados na forma líquida. A porção indicada para tal tipo de aditivo é de uma colher de chá para cada 80L diluídos primeiramente num copo de água doce, a ser adicionado ao sistema uma ou duas vezes por semana. Existem fórmulas práticas para calcularmos a quantidade desses tipos de produtos a ser usada. Pelo fato de todo produto apresentar concentrações diferentes dos sais citados, é necessário sabermos por certo, para que os cálculos venham realmente resultar em valores verdadeiros. Estudo da bula acompanhante do produto é importante para composição e posologia. Dosagem precisa ser feita gradativamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Excesso de magnésio pode intensificar a perda de alcalinidade de carbonatos (reserva alcalina), portanto deve ser administrado com muito cuidado, além disso, não deve ser usado com nenhum suplemento de carbonatos, pois certamente ocorrerá precipitação. Melhor seria, se realmente necessário, o aquarista utilizar tais produtos com intervalos de 24 horas (dias alternados).   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando os níveis de magnésio se esgotam (menos de 800 mg/L), pode acontecer a depressão do pH, logo afetando a habilidade dos níveis de cálcio. Isso ocorre normalmente com freqüentes doses excessivas de kalkwasser ou até com níveis baixos de Mg presentes nos sais sintéticos.&lt;br /&gt;Kalkwasser, primeiramente, precipita magnésio como hidróxido de magnésio, e o excesso de carbonatos precipita na forma de carbonato de magnésio. Nos dois casos, é fato que o magnésio, antes dissolvido na água, não está mais disponível para os organismos. Hidróxido de magnésio não redissolve-se na água. Carbonato de magnésio pode redissolver-se lentamente, mas ainda haverá então um significante espaço de tempo com a taxa dos níveis de magnésio esgotados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenção: troca parcial de água natural ou artificial é uma maneira simples, segura e rápida para administrarmos os níveis de magnésio em aquários marinhos. Com isso, o aquarista não precisa do uso de produtos para a adição do elemento, evitando assim riscos desnecessários para os organismos do sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-HuNt_161gB8/TZ1xjYeFD9I/AAAAAAAAAQc/MIAVARIQJ8g/s1600/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B41.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 233px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-HuNt_161gB8/TZ1xjYeFD9I/AAAAAAAAAQc/MIAVARIQJ8g/s400/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B41.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5592751164941995986" /&gt;&lt;/a&gt; Testes de cálcio, dureza e magnésio estão entre os mais importantes quando planejamos manter os parâmetros da água favoráveis aos crescimento de algas coralinas incrustantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais dicas:&lt;br /&gt;Outros aditivos auxiliares que foram observados no auxílio do crescimento de algas coralinas são os elementos traços, amino ácidos, vitamina B1, vitamina B12, vitamina C, inositol, dentre outros. Existem provavelmente muitos outros minerais e compostos que possam servir de grande auxílio em nossos aquários de recife, e que infelizmente ainda não foram cientificamente identificados como tais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os tipos de aditivos precisam estar sendo dosados conscientemente, de acordo com as necessidades, para evitar desequilíbrio iônico no sistema marinho. O aquarista iniciante necessita entender primeiramente como isso funciona para que com tempo venha a manter uma rotina com o sistema, pois todo aquário requer sua própria demanda de cada tipo de aditivo, sendo que a dosagem necessária também é alterada conforme a demanda dos ajustes do sistema, com o amadurecimento e conseqüente crescimento dos organismos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os testes químicos para sabermos a taxa de cada elemento diluído na água marinha precisam ser feitos para que o aquarista realmente saiba quais e quantos dos aditivos devem ser aplicados. Testes de reação química apresentam período de validade, perdendo assim suas habilidades de registro apurado após a data prevista. Trocas de água constantes com sais sintéticos de boa qualidade podem suprir grande parte das necessidades de algas coralinas incrustantes anteriormente comentadas, diminuindo ainda mais o uso de aditivos de magnésio e outros, assim como água natural, dependendo de onde coletada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto um cuidado na administração total dos aditivos num sistema de reef deve ser enfatizado. O fato do não surgimento de algas coralinas pode não estar diretamente ligado à falta de nenhum dos tipos de elementos necessários para o crescimento sadio dessas algas. As dosagens devem ser mínimas, se necessárias, principalmente no começo da estabilização do aquário. Dosagens de aditivos deveriam ser planejadas para suprir reposição e nunca para produzir excesso de disponibilidade dos mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-KvgWu-63NjY/TZ1xpWl39aI/AAAAAAAAAQk/kR_C40_Jbh8/s1600/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B42.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 350px; height: 233px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-KvgWu-63NjY/TZ1xpWl39aI/AAAAAAAAAQk/kR_C40_Jbh8/s400/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B42.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5592751267517035938" /&gt;&lt;/a&gt; Sistema experimental (285L.) contendo 100% do relevo formado por rochas vivas artificiais durante o surgimento e estabilização inicial de algas coralinas incrustantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão:&lt;br /&gt;A definição de rochas vivas é basicamente: material calcário de origem marinha, contendo vida marinha de diversas formas. Sabendo disso, quando estamos decididos a fabricar rochas vivas artificiais devemos focalizar nessas qualidades para que tenhamos melhores resultados com o projeto. Portanto quanto maior for a quantidade de material calcário natural na estrutura, melhor será a rocha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O planejamento do relevo precisa ser feito depois de decidirmos quais organismos pretendemos manter, com o objetivo de acomodá-los da melhor forma, oferecendo conforto e espaço para as habilidades naturais de cada um deles. O relevo também precisa seguir um controle de espaço, com o planejamento de acordo com o crescimento de tais organismos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A curtidura da rocha simplesmente significa que a mesma cessou de exportar kalkwasser e outras substâncias, como por exemplo componentes de silicone. O valor do pH da água é a principal ferramenta para ajudar o aquarista durante esse período, que pode ser seguramente de 60 dias em água doce e trocas completas de no mínimo 2 em 2 dias, ou de preferência todos os dias, com rochas feitas convencionalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenha em mente que após o “processo de curtidura” das rochas ainda haverá naturalmente uma adaptação químico, física e biológica do sistema marinho onde as rochas farão parte do relevo na água salgada. Isso significa que o aquarista precisa dar uma atenção maior ao aquário principalmente nos primeiros meses dessa adaptação. Iluminação controlada evitará explosão de algas indesejáveis. Trocas parciais semanais de água em torno de no mínimo 10% (quanto maior a quantidade, melhor) do volume total do sistema são recomendadas durante esse período. Um bom senso do aquarista é necessário para determinar o tempo de tal período de adaptação, uma vez que cada sistema apresentará suas qualidades individuais. Logicamente que organismos marinhos mais sensíveis deverão ser intruduzidos no sistema após o ciclo de algas e pH estiverem completamente estabilizados, como em todo tipo de sistema marinho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o tempo, novas técnicas surgirão para a confecção de rochas artificiais. Essa iniciativa nos leva a colocarmos o aquarismo marinho, principalmente a ramificação de reef tanks, numa posição superior. Não esqueça de divertir-se com a fabricação e montagem do seu aquário de reef artificial. Afinal de contas, o nosso hobby é tido como um dos mais relaxantes e únicos que existe. &lt;&gt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências:&lt;br /&gt;Associação Brasileira de Cimento Portland&lt;br /&gt;http://www.abcp.org.br/home.shtml&lt;br /&gt;Cement and concrete basics:&lt;br /&gt;http://www.cement.org/basics/concretebasics_curing.asp&lt;br /&gt;Guide for curing of Portland cement concrete pavements, Volume I:&lt;br /&gt;http://www.fhwa.dot.gov/pavement/pccp/pubs/02099/02099.pdf&lt;br /&gt;Curing concrete:&lt;br /&gt;http://www.tkproduct.com/Curing%20Concrete.PDF&lt;br /&gt;Tampa Bay Salwater: &lt;br /&gt;http://www.tampabaysaltwater.com/index.html&lt;br /&gt;Pacific Aqua Farms:&lt;br /&gt;http://www.pacificaquafarms.com/AboutPAF.htm&lt;br /&gt;Tom Miller: Reef propagation Project: The complete cookbook for making live rock from cement and other types of rock: http://www.geocities.com/CapeCanaveral/Hangar/6279/RaiseCementRock.html&lt;br /&gt;Geothermal Aquaculture Research Foundation:&lt;br /&gt;Making an aragocrate™ arch cave, with Eddie Postma.&lt;br /&gt;http://www.garf.org/MPegs/AragocreteArch.html&lt;br /&gt;Randy Holmes-Farley, Ph.D.: Magnesium and strontium in limewater:&lt;br /&gt;http://www.advancedaquarist.com/issues/dec2003/chem.htm&lt;br /&gt;Randy Holmes-Farley, Ph.D.: Magnesium in reef aquaria:&lt;br /&gt;http://www.advancedaquarist.com/issues/oct2003/chem.htm&lt;br /&gt;Filtration basics:&lt;br /&gt;http://reefkeeping.com/issues/2002-06/dw/index.php&lt;br /&gt;Correa A. (1.999) Algas I: http://reefiofilianet.blogspot.com/2009/02/algas-i.html&lt;br /&gt;Correa A. (1.999) Algas II: http://reefiofilianet.blogspot.com/2009/02/algas-ii-na-parte-i-foi-explicado.html&lt;br /&gt;Correa A. (2.000): Rochas vivas no aquarismo e mais: http://reefiofilianet.blogspot.com/2009/02/rochas-vivas-no-aquarismo-e-mais.html&lt;br /&gt;Delbeek. C. &amp; J. Sprung (1994): The Reef Aquarium. Ricordea Publication, Miami, Florida, USA.&lt;br /&gt;Delbeek. C. &amp; J. Sprung (1997): The Reef Aquarium, Vol. 2. Ricordea Publication, Miami, Florida, USA.&lt;br /&gt;Delbeek. C. &amp; J. Sprung (2005): The Reef Aquarium, Vol. 3. Ricordea Publication, Miami, Florida, USA.&lt;br /&gt;Cato C. James (2003): Marine Ornamental Spieces: Collection, Culture and Conservation. Balogh International Inc., Champaign, Illinois, USA.&lt;br /&gt;Tissot, B.N. and L.E. Hallacher, 2003. Effects of aquarium collectors in Hawaiian coral reefs fishes in Kona, Hawaii. Conservation biology 17:1759-1768.&lt;br /&gt;Shepherd A.R. Dawson, 1977. Marine Aquarist, volume 7, number 10. Collected in the Philippines.Marine Aquarist Publications, Inc, Boston, MA, USA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;© Copyright 2009 Alex Correa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1023949964222576610-277865153676973485?l=reefiofilianet.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1023949964222576610/posts/default/277865153676973485'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1023949964222576610/posts/default/277865153676973485'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reefiofilianet.blogspot.com/2011/03/rocha-viva-artificial-construcao-e-uso.html' title='Rocha viva artificial: construção e uso VII'/><author><name>Alex Correa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TJRRQZLMokI/AAAAAAAAAKo/zVxQdI8YBIw/S220/Alex+%40+Sunset+Beach+Oct+2007.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-jwqTupOZx_Y/TZ1vwG5Sd8I/AAAAAAAAAQE/ZHpv8dOt0J4/s72-c/RVA%2Barticle%2Bweb%2B-%2B38.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1023949964222576610.post-1001133820298178044</id><published>2011-03-11T00:59:00.000-10:00</published><updated>2011-03-28T22:50:26.413-10:00</updated><title type='text'>Coleta de organismos e substratos marinhos no Brasil.</title><content type='html'>Introdução:&lt;br /&gt;Grandes são as dúvidas em relação à legislação de pesca ou coleta no litoral brasileiro. Muitos retiram organismos e substratos marinhos sem saberem quais são as restrições legais referentes às espécies, locais e tipos. Logicamente aquaristas não são os únicos que infringem tais leis, e muitas vezes as pessoas realmente nem sabem que elas existem. É sem nenhuma intenção condenatória que venho através desse artigo tentar trazer esclarecimento para algumas dúvidas básicas sobre o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 09 de julho de 2004 tive meu primeiro contacto com o IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) afim de esclarecer e pesquisar sobre as leis brasileiras referentes à pesca e comercialização de organismos marinhos destinados ao mercado aquarístico, chamados de Ornamentais Marinhos. O estudo também abrange coleta de substratos marinhos e se estendeu levemente aos organismos aquáticos continentais, entendidos como Ornamentais Continentais, acompanhando a publicação da lista dos mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As dúvidas mais comuns entre os aquaristas, de acordo com conversas pessoais e pesquisas durante alguns meses, foram:&lt;br /&gt;Quais organismos que podemos coletar?&lt;br /&gt;Quem pode coletá-los?&lt;br /&gt;Onde coletá-los?&lt;br /&gt;O que acontece com a pessoa que coleta ilegalmente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos começar com uma análise de leis atuais relacionadas com coleta amadora / profissional / não comercial / comercial / científica de corais, peixes ornamentais, anêmonas, rochas vivas e hidrocorais nos territórios nacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem 3 tipos de coletas, legalmente classificadas como:&lt;br /&gt;Coleta amadora e não comercial: Lei N° 9.605 de 12 de fevereiro de 1998, Decreto-Lei N° 221 de 28 de fevereiro de 1967, Portaria IBAMA N° 30 de 23 de maio de 2003.&lt;br /&gt;Pesca profissional e comercial: Lei N° 9.605 de 12 de fevereiro de 1998, Decreto-Lei N° 221 de 28 de fevereiro de 1967, Instrução Normativa MA N° 05 de 12 maio de 2004.&lt;br /&gt;Coleta para fins científicos: Lei N° 9.605 de 12 de fevereiro de 1998, Decreto-Lei N° 221 de 28 de fevereiro de 1967, Portaria IBAMA N° 18 de 30 de maio de 1984.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudaremos assuntos daqui por diante:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Permissões de coletas a nível comercial para peixes ornamentais, corais, anêmonas,&lt;br /&gt;hidrocorais no território nacional:&lt;br /&gt;Consta no Art. 36 da Lei n° 9.605/98 que a pesca é “todo ato tendente a retirar, extrair, coletar, apanhar, apreender ou capturar espécimes dos grupos dos peixes, crustáceos, moluscos e vegetais hidróbios...” (que vivem na água)”..., suscetíveis ou não de aproveitamento econômico, ressalvadas as espécies ameaçadas de extinção, constantes nas listas oficiais da fauna e da flora.”&lt;br /&gt;Estando o pescador profissional de posse do seu registro de pescador profissional (Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca – SEAP), e o pescador amador da licença de pesca amadora (IBAMA), ambos podem coletar invertebrados aquáticos dos grupos dos crustáceos e moluscos, obedecidas as demais normas vigentes (espécies ameaçadas, tamanho mínimo, quantidade permitida, petrechos permitidos etc.). Contudo, a comercialização desta pesca somente é permitida ao pescador profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale destacar que o pescador profissional é aquele que faz da pesca sua profissão ou meio principal de vida, conforme o que consta na Instrução Normativa MA N° 05/2001, Art. 3°, Inciso I. Já o pescador amador é aquele que tem a licença fornecida pelo IBAMA ou Governos Estaduais, de acordo com as normas vigentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a coleta de qualquer outro invertebrado aquático, deverá ser solicitada uma autorização ao IBAMA, em cumprimento ao Art. 33, Inciso II, da Lei N° 9.605/98.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coleta de rochas vivas por comerciantes ou amadores:&lt;br /&gt;Para a coleta de rochas vivas, se entendidas como partes de arenito (rochas) incrustados com invertebrados, deverá ter autorização do Departamento Nacional de Produção Mineral para sua coleta, por se tratar de retirada de minério, bem como deverá ter autorização do IBAMA, por se tratar da retirada de invertebrados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a coleta de rochas vivas, se entendidas como algas calcárias, deverá ter licenciamento ambiental para a explotação (exploração comercial) por pessoa jurídica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para pessoa física, somente pescador profissional autorizado pelo IBAMA. No Art. 5º da Instrução Normativa IBAMA N° 46/04 fica determinado que “a exportação de algas calcárias somente será permitida quando submetida ao processo de remoção de outros organismos marinhos associados”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Requisitos e limites das permissões:&lt;br /&gt;Para a coleta comercial de peixes ornamentais, crustáceos e moluscos, basta o pescador ser registrado como profissional na SEAP. Os limites são estabelecidos em legislações específicas. No caso de peixes ornamentais marinhos, a Instrução Normativa IBAMA N° 14 de 18 de fevereiro de 2004 determina as espécies permitidas e as cotas de exportação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para arraias de água doce da Família Potamotrygonidae, existe a Portaria IBAMA N° 36/03 que determina as espécies permitidas, as cotas de exportação e quem pode exportar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a pesca amadora os limites são estabelecidos no Art. 6º. da Portaria IBAMA N° 30/03, sendo “ o limite de captura e transporte por pescador amador é de 10kg (dez quilos) mais 01 (um) exemplar para águas continentais, e 15kg (quinze quilos) mais um exemplar, para pesca em águas marinhas ou estuarinas, respeitando-se os tamanhos mínimos e máximos estabelecidos em normas federais e estaduais.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para peixes ornamentais de águas continentais as espécies permitidas estão definidas nas Portarias IBAMA N° 62-N/92, N° 80/94 e N° 36/03.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para peixes ornamentais marinhos, na Instrução Normativa IBAMA N° 14/04. Para invertebrados não há legislação específica que regulamente a pesca para fins ornamentais, o que obviamente não dá direito de coleta legal para tais organismos sem nenhuma permissão, como foi citado anteriormente nesse artigo (Art. 33, Inciso II, da Lei N° 9.605/98)..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto às áreas permitidas à coleta, são aquelas em que não existam unidades de conservação de proteção integral (Estação Ecológica, Reserva Biológica, Parque Nacional; Monumento Natural, Refúgio de Vida Silvestre), bem como àquelas de uso sustentável que determinem a proibição deste tipo de prática (Lei N° 9.985/00).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda, existem legislações estaduais que proíbem a pesca profissional ou de organismos ornamentais. No último caso, é preciso saber aonde se pretende coletar organismos para fins ornamentais e obter a informação se existem normas estaduais que proíbam esta prática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coleta amadora e comercial com equipamento de respiração artificial:&lt;br /&gt;Pesca subaquática amadora não pode ser feita com auxílio de nunhum tipo de aparelho de respiração artificial. Essa prática é restrita somente para mergulhos de pesquisa ou fotografia subaquática (Portaria IBAMA N° 30, 2003).&lt;br /&gt;Na IN Nº14, 2004, pelo IBAMA, não está descrito permissão do uso de equipamento de aparelho de respiração artificial para os coletores comerciais, mas sim, o uso de tarrafas (peq.-max.2m de diametro, malha de 1cm; gde-até 3m., malha de 3cm) e puçás, ou jererês. As embarcações para fins de pesca ornamental só poderâo conter tais utensílios que caracterizam essa modalidade de pesca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale a pena lembrar que além disso está proibido o uso de substâncias químicas, anestésicas, tóxicas ou que causem irritações. A perfuração do exemplar para descompressão é também proibida, assim como retiradas e∕ou ações que acarretem danos físicos a qualquer organismo presente no substrato marinho, ou mesmo o revolvimento do substrato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Locais em que não existem possibilidade de coleta, de nenhuma forma (permissão individual, científica ou comercial), de peixes ornamentais, anêmonas, corais, hidrocorais e rochas vivas no território nacional:&lt;br /&gt;Em todas as unidades de conservação de proteção integral (em que a coleta para fins amadores e comerciais é proibida) a coleta e pesquisa científica podem ser realizadas desde que autorizadas pelo Órgão Competente (IBAMA ou órgão estadual de meio ambiente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquarista consumidor pode ser pescador amador?&lt;br /&gt;Sim, o pescador amador é aquele que tem a licença fornecida pelo IBAMA ou Governos Estaduais, de acordo com as normas vigentes. Quando de posse da citada licença, o pescador amador tem autorização para praticar a pesca (Art. 36 da Lei n.º 9.605/98). Portanto está autorizado a capturar invertebrados aquáticos dos grupos dos crustáceos e dos moluscos dentro das condições e limites estabelecidos nos Art.3° e Art.6° da Portaria IBAMA N° 30/03.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os demais invertebrados, é necessária uma autorização específica do IBAMA, o que não significa que a tal seja um tipo de permissão específica para organismos ornamentais, mas essas permissões são cedidas normalmente só para fins científicos e não ornamentais. Organismos coletados para fins científicos normalmente não são mantidos ou armazenados em locais residenciais, como consta no artigo 1º da Portaria IBAMA Nº 332, de 13 de março de 1990, que declara: “A licença a que se refere o caput do artigo será concedido em caracter temporário, aos cientistas brasileiro ou estrageiros pertencentes a departamento ou unidade administrativa que tenham, por lei, a atribuição de coletar material zoológico, para fins científicos em instituição na qual mantenham vínculo empregatício.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto a colocar rochas artificiais de cimento ou de outra natureza no mar para “semeamento” de organismos, retirando-as após um período de tempo:&lt;br /&gt;Segundo a Resolução CONAMA N° 237/97, “A localização, construção, instalação, ampliação, modificação e operação de empreendimentos e atividades utilizadoras de recursos ambientais consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras, bem como os empreendimentos capazes, sob qualquer forma, de causar degradação ambiental, dependerão de prévio licenciamento do órgão ambiental competente, sem prejuízo de outras licenças legalmente exigíveis”.&lt;br /&gt;Ainda, a Marinha do Brasil/ Diretoria de Portos e Costas, através das “Normas da autoridade marítima para obras, dragagens, pesquisa e lavra de minerais sob, sobre e às margens das águas jurisdicionais brasileiras” – Normam-11/DPC, deverá emitir parecer aprovando ou não as obras/atividades requeridas. No Capítulo 1, a Normam-11 determina os documentos necessários à análise das obras/atividades pretendidas para viveiros de seres aquáticos ou similares para aqüicultura e para lançamento de petrechos para atração e/ou captura de pescado.&lt;br /&gt;Isso significa que objetos a serem manuseados legalmente em águas costeiras brasileiras necessitam estar dentro dos padrões dessas normas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retirada de qualquer material do mar:&lt;br /&gt;Por incrível que pareça, organismos poderiam ser classificados como “material” por alguns indivíduos, portanto aqui apresenta-se. Quanto à fauna e flora, com exceção dos atos de pesca, segundo o artigo 29 da Lei N°9.605/98, é proibido “Matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida”.&lt;br /&gt;Para os atos de pesca é necessário que o pescador profissional, as embarcações e as empresas de pesca sejam registrados na SEAP para efetuar a captura de forma legal. Para a pesca amadora é necessária a licença de pesca fornecida pelo IBAMA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para minérios, incluindo depósitos calcários de origem biogênica (restos de algas calcárias) e rochas é necessário estar de acordo com as normas do Ministério das Minas e Energia/Departamento Nacional de Produção Mineral – DNPM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso de areia para uso comercial, segundo a resolução CONAMA N° 237/97, é necessário o licenciamento ambiental pelo Órgão Competente. Neste caso os órgãos são DNPM e IBAMA. Nâo existem atualmente indicações no que diz respeito a coleta de areia para uso próprio em pequenas quantidades ou sem fins lucrativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penas para a coleta de rochas vivas e definição de coleta ilegal:&lt;br /&gt;A coleta de algas calcárias ou de partes de rochas com incrustações de organismos vivos, sem licença, permissão ou autorização do IBAMA é considerado crime pela Lei N° 9.605.&lt;br /&gt;Pena: detenção, de um a três anos, ou multa, ou ambas cumulativamente&lt;br /&gt;Multa: de R$ 5.000,00 a R$ 1.000.000,00. (Art. 18, Inciso II do Decreto N° 3.179/99)&lt;br /&gt;E, segundo o artigo 35 da mesma Lei, é crime ambiental pescar mediante a utilização de: explosivos ou substâncias que, em contato com a água, produzam efeito semelhante; substâncias tóxicas, ou outro meio proibido pela autoridade competente.&lt;br /&gt;Pena : reclusão de um a cinco anos.&lt;br /&gt;Multa: de R$ 700,00 a R$ 100.000,00.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penas para a coleta ilegal de corais, hidrocorais, anêmonas e outros invertebrados:&lt;br /&gt;A coleta de invertebrados sem licença, permissão ou autorização do IBAMA é considerado crime pela Lei N° 9.605.&lt;br /&gt;Pena: detenção, de um a três anos, ou multa, ou ambas cumulativamente.&lt;br /&gt;Multa: de R$ 500,00 a R$ 10.000,00. (Art. 24 do Decreto N° 3.179/99)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penas para a coleta ilegal de peixes ornamentais:&lt;br /&gt;Segundo o artigo 34 da Lei N° 9.605, é crime ambiental quem: pesca em período no qual a pesca seja proibida ou em lugares interditados por órgão competente; pesca espécies que devam ser preservadas ou espécimes com tamanhos inferiores aos permitidos; pesca quantidades superiores às permitidas, ou mediante a utilização de aparelhos, petrechos, técnicas e métodos não permitidos; transporta, comercializa, beneficia ou industrializa espécimes provenientes da coleta, apanha e pesca proibidas.&lt;br /&gt;Pena : detenção, de um a três anos, ou multa, ou ambas as penas cumulativamente.&lt;br /&gt;Multa: de R$ 700,00 a R$ 100.000,00, com acréscimo de R$ 10,00, por quilo do produto da pescaria.&lt;br /&gt;Também é crime ambiental quem exerce pesca sem autorização do órgão competente&lt;br /&gt;Multa: de R$ 500,00 a R$ 2.000,00.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais as áreas fiscalizadas pelo IBAMA?&lt;br /&gt;O IBAMA fiscaliza todos os atos de pesca e de coleta e criação/cultivo de organismos vivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi-me enviado pelo IBAMA um informe (05∕11∕2004) onde consta um alerta aos aquaristas brasileiros (consumidores e comerciantes) afim de ser publicado nesse artigo, de maneira oficial, segundo os do IBAMA, em conjunto com demais informações contidas nesse artigo:&lt;br /&gt;“É importante que os aquaristas tomem consciência dos impactos ambientais negativos decorrentes de seu “hobby” e de que devem evitá-los a todo custo. Dentre os principais impactos é possível destacar:&lt;br /&gt;A coleta em grande escala de peixes em ambiente natural, levando a uma diminuição populacional das espécies-alvo;&lt;br /&gt;A coleta ilegal, onde não há como controlar quem o e que está sendo retirado do meio ambiente;&lt;br /&gt;A utilização de práticas destrutivas como a retirada e quebra de corais, rochas, algas, etc., levando a uma destruição muitas vezes irreversível de habitats;&lt;br /&gt;A utilização de substâncias tóxicas, como água sanitária, para coleta de organismos, podendo levar à morte organismos sésseis;&lt;br /&gt;A grande mortalidade de organismos vivos em aquários ou estrutura de manutenção com baixa qualidade de água, decorrente da filtração e aeração ineficientes. Quanto maior a mortalidade dos organismos durante todas as fazes de explotação (captura, transporte, manutenção em lojas e empresas, aquários) maior será a coleta no meio natural;&lt;br /&gt;O comércio milionário de espécies raras, podendo levar tais espécies a uma ameaça de extinção local ou mesmo global;&lt;br /&gt;A biopirataria, que leva a saída ilegal de inúmeras espécies brasileiras a outros países;&lt;br /&gt;A prática de atividades poluidoras em abientes onde habitam as espécies explotadas, aumentando os impactos negativos sobre suas populações.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lista dos organismos ilegais para a comercialização:&lt;br /&gt;Existe a Instrução Normativa MMA N° 05/04, que lista os peixes e invertebrados aquáticos ameaçados de extinção, e de proteção integral. Além desta instrução normativa, os peixes que não estiverem permitidos a serem coletados e comercializados nas legislações para peixes ornamentais (Portaria IBAMA N° 62-N/92, Portaria IBAMA N° 80/94, Portaria IBAMA N° 36/03, Instrução Normativa IBAMA N° 14/04), automaticamente estão proibidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Listas de peixes ornamentais continentais (Portaria Nº 62-N de 1992) e marinhos (Instrução Normativa Nº 14 de 2004) constam no final desse artigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relação comerciante∕consumidor:&lt;br /&gt;O pescador precisa mostrar a carteira de pescador profissional atualizada. O comercinate deverá comprovar a origem dos animais vivos que comercializa. No caso de obter de pescador profissional, deverá existir uma nota fiscal avulsa de venda dos organismos. A empresa jurídica deverá ter registro atualizado de“Empresa que comercia animais aquáticos vivos” na SEAP.&lt;br /&gt;Caso a produção de peixes ornamentais seja proveniente de piscicultura, o piscicultor deve ser registrado na SEAP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão:&lt;br /&gt;Para todo e qualquer organismo ou substrato a ser coletado legalmente em águas brasileiras, é necessário licença devidamente fornecida pelos órgãos competentes. Pessoa física pode coletar pouca quantidade de areia, sem fins lucrativos sem permissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer material colocado no mar não pode ser retirado, pois faz parte do mar. Logo, se colocarmos uma rocha no mar afim de “semeá-la” com organismos, tornando-a “rocha viva”, infelizmente não podemos retirá-la do mar legalmente, se não houverem as devidas permissões para o manuseio de tal material em águas continentais brasileiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o IBAMA, existe a fiscalização em todos os lugares e as penas serão cumpridas de acordo com as circunstâncias em que a pessoa física ou jurídica for encontrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As leis foram criadas com intuito de proteção aos organismos e com fins de administração biológica, ecologicamente falando. Os organismos são tidos como patrimônio nacional, no sentido de valor científico, mas também como valor comercial, quando voltados a linha alimentícia e mesmo ornamental. Não existem leis com intuito de banir ou prevenir expansão do “hobby” da aquariofilia marinha no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um apelo aos aquaristas pelo IBAMA foi colocado num informe oficial para que possamos preservar tais organismos nos respectivos hábitats, respeitando a fragilidade do meio ambiente único e incomparável encontrado na costa litorânea brasileira. Tal informe serve para uma conscientização geral do “hobby” (consumidores e comerciantes) nos diversos sentidos e ramificações apresentadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regulamentações sofrem alterações e novas leis são criadas. No meio ambiental ou ecológico, normalmente isso acontece de acordo com influências humanas nos hábitats, para providências de novas medidas de cumprimento, ou adaptações, de acordo com novas necessidades. Quando existe uma conscientização geral populacional e apoio às leis, menores serão as necessidades de alterações ou de reforço no cumprimento dessas leis em tempos futuros. Aquaristas, através de união, conscientização e instrução, podem mostrar respeito à legislação, assim produzindo uma imagem positiva no que diz respeito à natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, estando os aquaristas de modo geral protegendo e difundindo as leis, conseqüentemente estarão colaborando para o futuro do “hobby” de forma direta e indireta, porque revolta contra as leis de conservação só fazem com que as mesmas venham a ficar cada vez mais rígidas, trazendo aos órgãos competentes necessidade de reforço para o cumprimento do trabalho. Ignorar as leis também torna o quadro mais agravante para nós aquaristas, pois estaremos nos igualando a terceiros que praticam e pregam um estilo revolucionário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale a pena lembrar que as permissões para coletas e documentações relacionadas existem principalmente com objetivo de um controle biológico de exportação de organismos. Daí a importância da seriedade e honestidade no preenchimento correto de tais documentos com as informações requeridas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquarismo está ficando cada vez mais popular e forte em todo o mundo, tanto no campo econômico quanto no ambiental e de ensino. Isso pode significar a possibilidade de uma grande influencia dos aquaristas na sociedade brasileira futuramente, certamente marcando a história e servindo de exemplo para novas gerações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os comerciantes e consumidores podem colaborar com o IBAMA solicitando as documentações de comprovação legal de coleta e comercialização mencionadas nesse artigo, quando efetuarem compras de organismos brasileiros no comércio aquarístico nacional ou internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem ainda diversos meios de montarmos aquários marinhos no Brasil sem necessidade de infração de leis, com aquários bem montados e de beleza extraordinária. Isso já foi provado por muitos aquaristas brasileiros e do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lista de animais aquáticos vivos ocorrentes em águas continentais brasileiras, para a captura e comercialização com fins de ornamentação, somente das espécies abaixo relacionadas (Portaria Nº N-062-N, 1992, IBAMA):&lt;br /&gt;(Formato adaptado para esse artigo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nome científico / Nome vulgar&lt;br /&gt;01. Abramites hypselonotus ............................ abramites&lt;br /&gt;02. Acanthodoras spinosissimus ........................ ronca ronca&lt;br /&gt;03. Acarichthys heckeli ............................... acará amarelo&lt;br /&gt;04. Achirus lineatus .................................. soia&lt;br /&gt;05. Achirus errans .................................... soia&lt;br /&gt;06. Aequidens curviceps ............................... acatazinho&lt;br /&gt;07. Aequidens dorsigerus .............................. acará-bobo&lt;br /&gt;08. Aequidens mariae ..................................&lt;br /&gt;09. Aequidens portalegrensis .......................... cará-moita&lt;br /&gt;10. Amblydoras hancocki ............................... cascudo mole&lt;br /&gt;11. Ancistrus sp ...................................... cascudo, bodó seda&lt;br /&gt;12. Ancistrus dolichopterus ........................... tigre&lt;br /&gt;13. Ancistrus lineolatus .............................. ancistrus&lt;br /&gt;14. Anostomus anostomus ............................... anostumus&lt;br /&gt;15. Anostornus gracilis ............................... anostomus&lt;br /&gt;16. Anostornus taeniatus .............................. lápis&lt;br /&gt;17. Anostomus ternetzi ................................ anostumus&lt;br /&gt;18. Anostomus trimaculatus ............................ anostumus&lt;br /&gt;19. Aphyocharax anisitsi .............................. enfermeirinha&lt;br /&gt;20. Apistogramma agassizi ............................. agassizi&lt;br /&gt;21. Apistogramma bore!!i .............................. apistograma&lt;br /&gt;22. Apistogramma corumbae ............................. apistograma&lt;br /&gt;23. Apistogramma ortmanni ............................. apistograma&lt;br /&gt;24. Apistogramma pertence ............................. pertence&lt;br /&gt;25. Apistogramma ramirezi ............................. ramirezi&lt;br /&gt;26. Apistogramma trifasciatum ......................... apistograma&lt;br /&gt;27. Asiphonichthys condei ............................. peixe vidro&lt;br /&gt;28. Aspidoras poecilus ................................ aspidora&lt;br /&gt;29. Astyanax bimaculatus .............................. piaba do rabo amarelo&lt;br /&gt;30. Astyanax fasciatus ................................ piaba do rabo vermelho&lt;br /&gt;31. Biotodoma cupido .................................. acará cupido&lt;br /&gt;32. Brochis britskii .................................. coridora gigante&lt;br /&gt;33. Brochis splendens ................................. limpa fundo verde&lt;br /&gt;34. Bryconops caudomaculatus .......................... bricon&lt;br /&gt;35. Bryconops gom ..................................... gold&lt;br /&gt;36. Bryconops rosy .................................... rose&lt;br /&gt;37. Bunocephalus amaurus .............................. banjo&lt;br /&gt;38. Bunocephalus coracoideus .......................... banjo&lt;br /&gt;39. Callichthys callichtys ............................ taboatá&lt;br /&gt;40. Camegiella strigata fasciata ...................... borboleta&lt;br /&gt;41. Carnegiella strigata strigata ..................... borboleta&lt;br /&gt;42. Carnegiella marthae ............................... borboleta branca pacu piranha&lt;br /&gt;43. Catoprion mento ................................... pacu piranha&lt;br /&gt;44. Charax gibbosus ................................... corcundinha&lt;br /&gt;45. Characidium fasciamm .............................. torpedo&lt;br /&gt;46. Cheirodon notomelas ............................... caramelo&lt;br /&gt;47. Chilodus punctatus ................................ abeça para baixo&lt;br /&gt;48. Cichlasoma festivum ............................... acará festivo&lt;br /&gt;49. Coelurichthys microlepis .......................... tetra azul&lt;br /&gt;50. Colomesus asellus ................................. baiacu&lt;br /&gt;51. Colomesus psittacus ............................... baiacu&lt;br /&gt;52. Copeina guttata ................................... copeina&lt;br /&gt;53. Copella arnoldi ................................... copella&lt;br /&gt;54. Copella metae ..................................... copella&lt;br /&gt;55. Copella nattereri ................................. copella&lt;br /&gt;56. Copella nigrosfasciata ............................ copella&lt;br /&gt;57. Corydoras acutus .................................. coridora&lt;br /&gt;58. Corydoras aeneus .................................. coridora&lt;br /&gt;59. Corydoras adolfoi ................................. coridora&lt;br /&gt;60. Corydoras agassizi ................................ coridora&lt;br /&gt;61. Corydoras arcuatus ................................ coridora&lt;br /&gt;62. Corydoras barbatus ................................ coridora&lt;br /&gt;63. Corydoras caudimaculams ........................... coridora&lt;br /&gt;64. Corydoras elegans ................................. coridora&lt;br /&gt;65. Corydoras griseus ................................. coridora&lt;br /&gt;66. Corydoras haraldschultzi .......................... coridora&lt;br /&gt;67. Corydoras hastatus ................................ coridora mini&lt;br /&gt;68. Corydoras julii ................................... coridora leopardo&lt;br /&gt;69. Corydoras myersi .................................. coridora&lt;br /&gt;70. Corydoras nattereri ............................... coridora&lt;br /&gt;71. Corydoras paleatus ................................ coridora&lt;br /&gt;72. Corydoras reticulatus ............................. coridora&lt;br /&gt;73. Crenicara maculata ................................ xadrez&lt;br /&gt;74. Crenicara filamentosa ............................. xadrez&lt;br /&gt;75. Crenicara punctulata .............................. xadrez&lt;br /&gt;76. Crenuchus spilurus ................................ crenucho&lt;br /&gt;77. Cynolebias adloffi ................................ cinolébia&lt;br /&gt;78. Cynolebias nigripinnis ............................ cinolébia&lt;br /&gt;79. Dianema urostriata ................................ dianema&lt;br /&gt;80. Dianema longibarbis ...............................&lt;br /&gt;81. Exodon paradoxus .................................. miguelzinho&lt;br /&gt;82. Farlowella acus ................................... farlowella&lt;br /&gt;83. Farlowella sp ..................................... jotoxi&lt;br /&gt;84. Gasteropelecus sternicla .......................... borboleta falsa,&lt;br /&gt;sapopema&lt;br /&gt;85. Gasteropelecus levis .............................. peixe galo&lt;br /&gt;86. Gymnocorymbus ternetzi ............................ tetra preto&lt;br /&gt;87. Hemigrammus erythrozonus ..........................&lt;br /&gt;88. Hemigrammus marginatus ............................ torpedinho&lt;br /&gt;89. Hemigrammus ocellifer ............................. torpedinho&lt;br /&gt;90. Hemigrammus pulcher ............................... olho de fogo&lt;br /&gt;91. Hemigrammus rhodostomus ........................... rodostomus&lt;br /&gt;92. Hemigrammus ulreyi ................................ ulreyi verdadeiro&lt;br /&gt;93. Hemigrammus unilineatus ........................... piquira&lt;br /&gt;94. Hemiodopsis gracilis .............................. cruzeiro do sul&lt;br /&gt;95. Hemiodopsis goeldii ............................... cruzeiro&lt;br /&gt;96. Hemiodopsis stemi .................................&lt;br /&gt;97. Hyphessobrycon bifasciatus ........................ tetra amarelo&lt;br /&gt;98. Hyphessobrycon bentosi ............................ rosaceu&lt;br /&gt;99. Hyphessobrycon callistus .......................... mato grosso&lt;br /&gt;100. Hyphessobrycon eryfhrosfigma ..................... rosaceu&lt;br /&gt;101. Hyphessobrycon fiammeus .......................... engraçadinho&lt;br /&gt;102. Hyphessobrycon georgettae ........................ rosaceu&lt;br /&gt;103. Hyphessobrycon griemi ............................&lt;br /&gt;104. Hyphessobrycon herbertaxelrodi ................... neon negro&lt;br /&gt;105. Hyphessobrycon heterorhabdus ..................... falso ulreyi&lt;br /&gt;106. Hyphessobrycon serpae ............................ mato grosso&lt;br /&gt;107. Hyphessobrycon socolof .......................... rosaceu&lt;br /&gt;108. Hyphessobrycon sp ............................... platinado&lt;br /&gt;109. Hyphessobrycon vilmae ........................... falso neon negro&lt;br /&gt;110. Iguanodects spilurus ............................ iguanodects&lt;br /&gt;111. Leporellus vittatus ............................. aracu, andorinha&lt;br /&gt;112. Leporinus agassizi .............................. aracu&lt;br /&gt;113. Loricaria parva ................................. cascudo comprido&lt;br /&gt;114. Megalamphodus megalopterus ...................... tetra fantasma negro&lt;br /&gt;115. Moenkhausia affinis ............................. piaba&lt;br /&gt;116. Moenkhausia barbouri ............................ piaba&lt;br /&gt;117. Moenkhausia collettii ........................... piaba&lt;br /&gt;118. Moenkhausia dichroura ........................... piaba bota fogo&lt;br /&gt;119. Moenkhausia gracilima ........................... piaba&lt;br /&gt;120. Moenkhausia hasemani ............................ piaba&lt;br /&gt;121. Moenkhausia intermedia .......................... piaba&lt;br /&gt;122. Moenkhausia jamesi .............................. piaba&lt;br /&gt;123. Moenkhausia lepidura ............................ piaba&lt;br /&gt;124. Moenkhausia megalops ............................ piaba&lt;br /&gt;125. Moenkhausia oligolepis .......................... piaba rabo de ouro&lt;br /&gt;126. Moenkhausia sanctaefilomenae .................... piaba&lt;br /&gt;127. Monocirrhus polyacanthus ........................ peixe folha&lt;br /&gt;128. Myleus rubripinnis .............................. pacuzinho vermelho&lt;br /&gt;129. Nannostomus beckfordi ........................... lápis&lt;br /&gt;130. Nannostomus digrammus ........................... lápis&lt;br /&gt;131. Nannostomus egues ............................... lápis&lt;br /&gt;132. Nannostomus espei ............................... lápis&lt;br /&gt;133. Nannostomus marginatus .......................... lápis&lt;br /&gt;134. Nannostomus trifasciatus ........................ lápis&lt;br /&gt;135. Nannostomus untfasciams ......................... lápis&lt;br /&gt;136. Otocinclus affinis .............................. limpa vidro&lt;br /&gt;137. Otocinclus amoldi ............................... cascudinho&lt;br /&gt;138. Otocinclus vittatus ............................. limpa vidro&lt;br /&gt;139. Paracheirodon axelrodi .......................... cardinal&lt;br /&gt;140. Paracheirodon innesi ............................ neon tetra&lt;br /&gt;141. Paracheirodon pulcher ........................... neon tetra&lt;br /&gt;142. Paradon affinis ................................. mariposa&lt;br /&gt;143. Paradon suborbitale ............................. mariposa&lt;br /&gt;144. Parotocinclus maculicauda ....................... otocinclus pintado&lt;br /&gt;145. Peckoltia pulcher ...............................&lt;br /&gt;146. Peckoltia vittata ...............................&lt;br /&gt;147. Petitella georgiae .............................. rodostomo&lt;br /&gt;148. Poecilia reticulata ............................. guppy&lt;br /&gt;149. Poecilocharax weitzmani ......................... brilhante&lt;br /&gt;150. Policentrus schomburgki ......................... marajó&lt;br /&gt;151. Prionobrama filigera ............................ prinobrama&lt;br /&gt;152. Pseudacanthicus leopardus ....................... assacu pintado&lt;br /&gt;153. Pterophyllum dumerili ........................... acará bandeira&lt;br /&gt;154. Pterophyllum scalare ............................ acará bandeira&lt;br /&gt;155. Pterolebias longipinnis ......................... rívulo&lt;br /&gt;156. Pyrrhulina brevis ............................... pyrrhulina pintada&lt;br /&gt;157. Pyrrhulina laeta ................................ pyrrhulina&lt;br /&gt;158. Pyrrhulina vittata .............................. pyrrhulina&lt;br /&gt;159. Pyrrhulina rachowiana ........................... pyrrhulina&lt;br /&gt;160. Rineloricaria fallax ............................ rabo de chicote&lt;br /&gt;161. Rineloricaria lima .............................. rabo de chicote&lt;br /&gt;162. Rineloricaria lancedata ......................... rabo de chicote&lt;br /&gt;163. Rivulus punctatus ............................... rívulo&lt;br /&gt;164. Rivulus urophthalmus ............................ pacuí&lt;br /&gt;165. Serrasalmus calmoni ............................. piranha&lt;br /&gt;166. Serrasabnus hollandi ............................ piranha&lt;br /&gt;167. Serrasabnus nattereri ........................... piranha&lt;br /&gt;168. Serrasalmus rhombeus ............................ piranha&lt;br /&gt;169. Sturisoma barbarum .............................. cascudinho bico&lt;br /&gt;170. Symphysodon aequifasciata aequifasciata ......... disco&lt;br /&gt;171. Symphysodon aequifasciata axelrodi .............. disco&lt;br /&gt;172. Symphysodon aequifasciata haraldi ............... disco&lt;br /&gt;173. Symphysodon discus .............................. disco&lt;br /&gt;174. Tatia aulopygia ................................. tatia&lt;br /&gt;175. Thayeria oblíqua ................................ taéria&lt;br /&gt;176. Thoracocharax stellatus ......................... borboleta&lt;br /&gt;177.Trigonectes strigabundus ......................... trigonectes&lt;br /&gt;178. Peckoltia SP .................................... zebra&lt;br /&gt;179. Apteronotus albifrons ........................... ituícavalo&lt;br /&gt;180. Eigenmannia ..................................... transparente”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lista de animais permitidos para coleta de ornamentais marinhos&lt;br /&gt;(IN Nº14, 2004, IBAMA):&lt;br /&gt;Em ordem: Nº, ESPÉCIES, NOME VULGAR, NOME INGLÊS,&lt;br /&gt;COTAS Nº INDIVIDUOS/ESPÉCIE/ANO/EMPRESA:&lt;br /&gt;(Formato adaptado para esse artigo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“1 Abudefduf saxatilis Oá, sargento, saberé Sergeant major 1000&lt;br /&gt;2 Acanthostracion quadricornis Peixe-cofre riscado,peixe-vaca Scrawled cowfish 1000&lt;br /&gt;3 Acanthostracion polygonius Peixe-cofre colméia,peixe-vaca Honeycomb trunkfish1000&lt;br /&gt;4 Acanthurus bahianus Cirurgião, barbeiro,lanceta, Ocean surgeon 1000&lt;br /&gt;5 Acanthurus chirurgusBarbeirocomum,barbeiro,lanceta,Doctorfish 1000&lt;br /&gt;6 Acanthurus coeruleus Barbeiro azul,cirurgião azul Blue tang 1000&lt;br /&gt;7 Achirus lineatus Aramaçá, tapa, solha,solha-redonda Lined sole 1000&lt;br /&gt;8 Alphestes afer Garoupa-gato,Garoupa-rajada, Mutton hamlet 1000garaçapé&lt;br /&gt;9 Aluterus schoepfi Raquete laranja,peixe-porco Orange filefish 1000&lt;br /&gt;10 Aluterus scriptus Raquete riscado,peixe-porco, Scrawled filefish 1000&lt;br /&gt;11 Amblycirrhitus pinos Peixe-gavião, pinnus,sarampinho Redspotted hawkfish 1000&lt;br /&gt;12 Anisotremus surinamensis Sargo-de-beiço,pirambu Black margate 1000&lt;br /&gt;13 Anisotremus virginicus Salema, mercador Porkfish 1000&lt;br /&gt;14 Antennarius striatus Peixe-pescadorriscado, antenarius, Striated frogfish 1000&lt;br /&gt;15 Apogon americanus Apogon brasileiro,apogon Brazilian apogon 1000&lt;br /&gt;16 Apogon pseudomaculatus Apogon-de-duasmanchas,apogon Twospot cardinalfish1000&lt;br /&gt;17 Archosargus rhomboidalis Canhanha, salema Sea bream 1000&lt;br /&gt;18 Aulostomus strigosus Peixe-trompete, peixetrombeta African trumpetfish 1000&lt;br /&gt;19 Bathygobius soporator Emborê, peixemacaco,more, amoré Frillfin goby 1000&lt;br /&gt;20 Batrachoides surinamensis Pacamão, niquim Pacuma toadfish 1000&lt;br /&gt;21 Bodianus pulchellusBodião vermelho,pulchelus, bodião dofundoSpotfin hogfish 1000&lt;br /&gt;22 Bodianus rufus Bodião azul, rufus,bodião judite Spanish hogfish 1000&lt;br /&gt;23 Bothus lunatus Linguadinho pavão,linguado, tapa Peacock flounder 1000&lt;br /&gt;24 Bothus ocellatus Linguadinho ocelado,linguado, tapa Eyed flounder 1000&lt;br /&gt;25 Calamus pennatula Pargo pena, peixepena,pena Pluma porgy 1000&lt;br /&gt;26 Cantherhines macrocerus Peixe porco de pintas brancas, cangulo Whitespotted filefish 1000&lt;br /&gt;27 Cantherhines pullus Peixe porco de pintaslaranja, canguloOrange-spottedfilefish 1000&lt;br /&gt;28 Canthigaster figueiredoi Baiacú de recife,cantigaster, baiacuBrazilian sharp-nosed&lt;br /&gt;puffer 1000&lt;br /&gt;29 Centropyge aurantonotus Centropyge dorso de fogo, centropige Flameback angelfish 1500&lt;br /&gt;30 Chaetodipterus faber Enxada, paru branco Atlantic spadefish 1000&lt;br /&gt;31 Chaetodon ocellatus Borboleta ocelado, borboleta Spotfin butterflyfish 1000&lt;br /&gt;32 Chaetodon sedentarius Borboleta dos recifes, borboleta Reef butterflyfish 1000&lt;br /&gt;33 Chaetodon striatus Borboleta listrado, Borboleta-listrada Banded butterflyfish 1000&lt;br /&gt;34 Chilomycterus antennatus Baiacú espinho antenado, baiacu espinho Bridled burrfish 1000&lt;br /&gt;35 Chilomycterus antillarum Baiacú espinho rendado, Baiacu-deespinho Web burrfish 1000&lt;br /&gt;36 Chromis multilineata Cromis tesoura, cromis Brown chromis 1000&lt;br /&gt;37 Cychlichthys spinosus Baiacú espinho brasileiro Brazilian burrfish 1000&lt;br /&gt;38 Clepticus brasiliensis Clepticus brasileiro, peixe-fantasma Brazilian creole wrasse 1000&lt;br /&gt;39 Conodon nobilis Roncador, coró, coró marinheiro, corólistrado Barred grunt 1000&lt;br /&gt;40 Coryphopterus glaucofraenum Gobião de freio, gobi de areia, gobi de vidro Bridled goby 1000&lt;br /&gt;41 Cosmocampus albirostris Peixe cachimbo de focinho branco, cachimbo Whitenose pipefish 1000&lt;br /&gt;42 Dactylopterus volitans Coió, falso voador, voador-de-fundo, Flying gurnard 1000&lt;br /&gt;43 Diodon holacanthus Baiacú espinho manchado, baiacu espinho Balloonfish 1000&lt;br /&gt;44 Diodon hystrix Baiacú espinho pintalgado Porcupinefish 1000&lt;br /&gt;45 Diplectrum formosum Michole da areia listrado, jacundá Sand perch 1000&lt;br /&gt;46 Diplectrum radiale Michole da areia costeiro, jacundá Pond perch 1000&lt;br /&gt;47 Doratonotus megalepis Sabonete anão, peixedragão Dwarf wrasse 1000&lt;br /&gt;48 Dules auriga Mariquita de penacho Whipspine bass 1000&lt;br /&gt;49 Echeneis naucrates Rêmora de listra negra, rêmora, White-tailed remora, Sharksucker 1000&lt;br /&gt;50 Elacatinus figaro Gobião limpador brasileiro, néon Brazilian cleaner goby 2000&lt;br /&gt;51 Fistularia tabacaria Trombeta pintada, trombeta, catimbau, cachimbo Bluespotted cornetfish 1000&lt;br /&gt;52 Gobiesox strumosus Peixe ventosa vermiculado Skilletfish 1000&lt;br /&gt;53 Gramma brasiliensis Gramma brasileiro, grama, camarolete Brazilian gramma 2000&lt;br /&gt;54 Gymnachirus nudus Linguado zebra, solhazebra Zebra sole 1000&lt;br /&gt;55 Gymnothorax funebris Moréia verde, moréia , caramuru Green moray 1000&lt;br /&gt;56 Gymnothorax miliaris Moréia rabo dourado, moréia Goldentail moray 1000&lt;br /&gt;57 Gymnothorax moringa Moréia pintada, caramuru-pintado, moréia Spotted moray 1000&lt;br /&gt;58 Gymnothorax ocellatus Moréia ocelada, caramuru de areia Ocellated moray 1000&lt;br /&gt;59 Gymnothorax vicinus Moréia boca roxa, caramuru, moréia Purplemouth moray 1000&lt;br /&gt;60 Haemulon steindachneri quatinga, macasso, cambuba Latin grunt 1000&lt;br /&gt;61 Halichoeres bivittatus Sabonete listrado, budião Slippery dick 1000&lt;br /&gt;62 Halichoeres brasiliensis Sabonete brasileiro, radiatus, budião-sipica Brazilian wrasse 1000&lt;br /&gt;63 Halichoeres cyanocephalus Sabonete cara amarela, cianocéfalo Yellowcheek wrasse 1000&lt;br /&gt;64 Halichoeres maculipinna Sabonete ocelado, maculipina, budião Clown wrasse 1000&lt;br /&gt;65 Halichoeres poeyi Sabonete verde, poei, poei-verde, budião Blackear wrasse 1000&lt;br /&gt;66 Heteropriacanthus cruentatus Olho de cão das pedras, olho de vidro Glasseye snapper, dusky-finned bullseye 1000&lt;br /&gt;67 Hippocampus erectus Cavalo marinho de focinho curto Northern seahorse, Lined seahorse 250&lt;br /&gt;68 Hippocampus reidi Cavalo marinho de focinho longo Longsnout seahorse 250&lt;br /&gt;69 Holacanthus ciliaris Ciliaris, peixe anjo, peixe anjo-rainha Queen angelfish 3500&lt;br /&gt;70 Holacanthus tricolor Tricolor, paru soldado, paru da pedra Rock beauty 2000&lt;br /&gt;71 Holocentrus adscensionis Jaguariçá, joão cachaça, jaguaraçá, mariquita Longjaw squirrelfish 1000&lt;br /&gt;72 Kyphosus incisor Piragica amarela, piramboca, pirabanha Yellow chub 1000&lt;br /&gt;73 Kyphosus sectatrix Piragica comum, piramboca Bermuda chub 1000&lt;br /&gt;74 Labrisomus nuchipinnis Maria-da-toca, garrião-guloso, more Hairy blenny 1000&lt;br /&gt;75 Lactophrys trigonus Peixe cofre, baiacucaixão Trunkfish 1000&lt;br /&gt;76 Lagocephalus laevigatus Baiacú arara, guima, baiacu-garajuba Smooth puffer 1000&lt;br /&gt;77 Melichthys niger Cangulo preto, niger Black triggerfish, black durgon 1000&lt;br /&gt;78 Menticirrhus americanus Papa terra, judeu, corvina cachorro Southern king croaker 1000&lt;br /&gt;79 Micropogonias furnieri Corvina, cascudo, murucaia Whitemouth croaker 1000&lt;br /&gt;80 Mulloidichthys martinicus Trilha amarela, saramonete Yellow goatfish 1000&lt;br /&gt;81 Mullus argentinae Trilha, Argentine goatfish 1000&lt;br /&gt;82 Muraena pavonina Moréia de pintas brancas, caramuru de chifre Whitespot moray 1000&lt;br /&gt;83 Myrichthys ocellatus Murucutuca ocelada, mutuca, muriongo, mututuca Goldspotted eel 1000&lt;br /&gt;84 Myrichthys breviceps Murucutuca pintada, mutuca Sharptail eel 1000&lt;br /&gt;85 Myripristis jacobus Fogueira, jaguaraçá, miripristis, mariquita Blackbar soldierfish 1000&lt;br /&gt;86 Odontoscion dentex Corvina dos recifes, maria-mole, pescadacangucu, pescada-depedram Reef croaker 1000&lt;br /&gt;87 Ogcocephalus vespertilio Peixe morcego do focinho longo Brazilian longsnout batfish 1000&lt;br /&gt;88 Oligoplites saliens Xaveia, tábua, guivira Castin leatherjacket 1000&lt;br /&gt;89 Ophioblennius trinitatis Maria-da-toca oceânico, blênio Redlip blenny 1000&lt;br /&gt;90 Orthopristis ruber Corcoroca jurumirim, coroca; cambuba Corocoro grunt 1000&lt;br /&gt;91 Parablennius marmoreus Maria-da-toca das algas, blênio Seaweed blenny 1000&lt;br /&gt;92 Parablennius pilicornius Maria-da-toca das pedras, blênio Rock blenny 1000&lt;br /&gt;93 Paraclinus rubicundus Macaco verde 1000&lt;br /&gt;94 Paralonchurus brasiliensis Cabeça-de-côco, coró, maria luiza Banded croaker 1000&lt;br /&gt;95 Paranthias furcifer Boquinha, peixe santo, pargo pincel Creole fish 1000&lt;br /&gt;96 Pareques acuminatus Anteninha, equetus, maria nagô High-hat 1000&lt;br /&gt;97 Pempheris schomburgki Olhudo, piaba do mar, papudinha Glassy sweeper, Copper sweeper 1000&lt;br /&gt;98 Phaeoptyx pigmentaria Apogon pintado Dappled cardinalfish, Dusky cardinalfish 1000&lt;br /&gt;99 Plectrypops retrospinis Soldado, plectripops Cardinal soldierfish 1000&lt;br /&gt;100 Pomacanthus arcuatus Frade cinza, paru cinza, paru, paru branco Grey angelfish 2500&lt;br /&gt;101 Pomacanthus paru Frade, paru da pedra, paru, paru preto French angelfish 2500&lt;br /&gt;102 Pomadasys corvinaeformis Corcoroca legítima, coró, coró-branco Roughneck grunt 1000&lt;br /&gt;103 Porichthys porosissimus Mamangava, mamangá liso Southern midshipman 1000&lt;br /&gt;104 Prinotus nudigula Cabrinha comum, cabrinha do sul Southern searobin 1000&lt;br /&gt;105 Rypticus bitrispinus Badejo sabão pintalgado, sabão Freckled soapfish 1000&lt;br /&gt;106 Rypticus saponaceus Badejo sabão comum, sabão Greater soapfish 1000&lt;br /&gt;107 Scarus zelindae Peixe papagaio Zelinda, budiãobanana Zelinda’s parrotfish 1000&lt;br /&gt;108 Scorpaena brasiliensis Beatinha pintada, mangangá pintado Barbfish 1000&lt;br /&gt;109 Scorpaena isthmensis Beatinha cara-lisa, mangangá cara- lisa, moreia-atí de cara lisa, beatriz, Smoothcheek scorpionfish 1000&lt;br /&gt;110 Scorpaena plumieri Beatinha axila-roxa, mangangá axila- roxa Spotted scorpionfish 1000&lt;br /&gt;111 Serranus baldwini Badejinho lanterna, serranus laranja Lantern bass 1000&lt;br /&gt;112 Serranus flaviventris Mariquita, serranus barriga-branca, serrano Twinspot bass 1000&lt;br /&gt;113 Serranus phoebe Sete-fundão Tattler 1000&lt;br /&gt;114 Sparisoma amplum Peixe papagaio dos recifes, batata Reef parrotfish 1000&lt;br /&gt;115 Sparisoma axillare Peixe papagaio cinzento, batata Grey parrotfish 1000&lt;br /&gt;116 Sparisoma radians Peixe papagaio dentuço, batata Bucktooth parrotfish 1000&lt;br /&gt;117 Sparisoma frondosus Peixe papagaio sinaleiro, batata Brazilian stoplight parrotfish 1000&lt;br /&gt;118 Sphoeroides greeleyi Baiacú verde, baiacu Green puffer 1000&lt;br /&gt;119 Sphoeroides spengleri Baiacú pinima, baiacu Bandtail puffer 1000&lt;br /&gt;120 Sphoeroides testudineus Baiacú quadriculado, baiacu, baiacu-pintado Checkered puffer 1000&lt;br /&gt;121 Stegastes fuscus Castanheta, donzela escura, maria-preta Brazilian dusky damselfish 1000&lt;br /&gt;122 Stegastes pictus Donzela bicolor, gregório, cará Brazilian bicolour damselfish 1000&lt;br /&gt;123 Stegastes uenfi Donzela cinza, mariapreta, donzela Grey damselfish 1000&lt;br /&gt;124 Stegastes variabilis Donzela amarela, cará Brazilian cocoa damselfish 1000&lt;br /&gt;125 Stephanolepis hispidus Porquinho de fronte reta, peixe-porco Planehead filefish 1000&lt;br /&gt;126 Stephanolepis setifer Porquinho de penacho, cangulo Pygmy filefish 1000&lt;br /&gt;127 Stygnobrotula latebricola Brotula negra, latebricola Black brotula, black widow 1000&lt;br /&gt;128 Synodus foetens Peixe-lagarto costeiro, traíra do mar Inshore lizardfish 1000&lt;br /&gt;129 Synodus intermedius Peixe-lagarto de areia, traíra do mar Sanddiver lizardfish 1000&lt;br /&gt;130 Synodus synodus Peixe lagarto vermelho Diamond lizardfish 1000&lt;br /&gt;131 Thalassoma noronhanum Sabonete das ilhas, talassoma-azul Brazilian oceanic wrasse 1000&lt;br /&gt;132 Thalassophryne montevidensis Niquim barrado, niquim do sul Southern toadfish 1000&lt;br /&gt;133 Thalassophryne nattereri Niquim comum, aniquim Brazilian toadfish 1000&lt;br /&gt;134 Trachinocephalus myops Peixe-cobra, traíra do mar, traíra Shortheaded lizardfish, snakefish 1000&lt;br /&gt;135 Upeneus parvus Trilha pena, saramonete Dwarf goatfish 1000&lt;br /&gt;136 Xyrichthys novacula Budião de areia, peixe-dragão Pearly razorfish 1000&lt;br /&gt;137 Xyrichthys splendens Peixe-dragão verde Green razor ou razorfih 1000”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anexos I e II retirados da Instrução Normativa Nº 5 de 21 de maio de 2004:&lt;br /&gt;(Formato adaptado para esse artigo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ANEXO I&lt;br /&gt;LISTA NACIONAL DAS ESPÉCIES DE INVERTEBRADOS AQUÁTICOS E PEIXES AMEAÇADAS DE EXTINÇÃO&lt;br /&gt;Nome Científico, Autor e Data Nome Popular Unidade da Federação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Invertebrados Aquáticos&lt;br /&gt;Anthozoa&lt;br /&gt;Actiniaria&lt;br /&gt;Actiniidae&lt;br /&gt;Condylactis gigantea (Weiland, 1860) Anêmona-do-mar RJ, SP&lt;br /&gt;Ceriantharia&lt;br /&gt;Ceriantharidae&lt;br /&gt;Cerianthomorphe brasiliensis Carlgreen,1931-- AL, BA, CE, ES, PB, PE, RJ,&lt;br /&gt;RN, SE, SP&lt;br /&gt;Cerianthus brasiliensis Melo-Leitão,1919-- AL, BA, CE, ES, PB, PE, RJ,&lt;br /&gt;RN, SE, SP&lt;br /&gt;Gorgonacea&lt;br /&gt;Gorgoniidae&lt;br /&gt;Phillogorgia dilatata (Esper, 1806) Orelha-de-elefante PE, RJ, SP&lt;br /&gt;Asteroidea&lt;br /&gt;Forcipulatida&lt;br /&gt;Asterinidae&lt;br /&gt;Coscinasterias tenuispina (Lamarck,1816)Estrela-do-mar AL, BA, CE, ES, PB, PE, RJ,RN, SE&lt;br /&gt;Paxillosida&lt;br /&gt;Astropectinidae&lt;br /&gt;Astropecten braziliensis Müller &amp;amp;Troschel, 1842Estrela-do-mar PR, RJ, RS, SC, SP&lt;br /&gt;Astropecten cingulatus Sladen, 1889 Estrela-do-mar AL, BA, CE, ES, PB, PE, RJ,RN, SE&lt;br /&gt;Astropecten marginatus Gray, 1840 Estrela-do-mar AL, BA, CE, ES, PB, PE, RJ,RN, SE, SP&lt;br /&gt;Luidiidae&lt;br /&gt;Luidia clathrata (Say, 1825) Estrela-do-mar AL, BA, CE, ES, PB, PE, RJ,&lt;br /&gt;RN, SE&lt;br /&gt;Luidia ludwigi scotti Bell, 1917 Estrela-do-mar AL, BA, CE, ES, PB, PE, RJ,&lt;br /&gt;RN, SE&lt;br /&gt;Luidia senegalensis (Lamarck, 1816) Estrela-do-mar AL, BA, CE, ES, PB, PE, RJ,RN, SE&lt;br /&gt;Spinulosida&lt;br /&gt;Echinasteridae&lt;br /&gt;Echinaster (Othilia) brasiliensis Müller&amp;amp; Troschel, 1842Estrela-do-mar PR, RJ, SC, SP&lt;br /&gt;Echinaster (Othilia) echinophorus Lamarck,1816Estrela-do-mar AL, BA, CE, ES, PB, PE, RJ,RN, SE&lt;br /&gt;Echinaster (Othilia) guyanensis Clark,1987Estrela-do-mar AL, BA, CE, ES, PB, PE, RN,SE&lt;br /&gt;Valvatida&lt;br /&gt;Asterinidae&lt;br /&gt;Asterina stellifera (Möbius, 1859) Estrela-do-mar PR, RJ, RS, SC, SP&lt;br /&gt;Ophiodiasteridae&lt;br /&gt;Linckia guildingii Gray, 1840 Estrela-do-mar RJ&lt;br /&gt;Narcissia trigonaria Sladen, 1889 Estrela-do-mar BA, RJ&lt;br /&gt;Oreasteridae&lt;br /&gt;Oreaster reticulatus (Linnaeus, 1758) Estrela-do-mar AL, BA, CE, ES, PB, PE, PR,RJ, RN, RS, SE, SC, SP&lt;br /&gt;Bivalvia&lt;br /&gt;Unionoida&lt;br /&gt;Hyriidae&lt;br /&gt;Castalia undosa Martens, 1827 Concha-borboleta MG, SP&lt;br /&gt;Diplodon caipira (Ihering, 1893) Marisco-de-água-doce SP&lt;br /&gt;Diplodon dunkerianus Lea, 1856 Marisco-de-água-doce RJ&lt;br /&gt;Diplodon expansus Küster, 1856 -- PR, RJ, RS, SC, SP&lt;br /&gt;Diplodon fontainianus (Orbigny,1835)-- ES, RJ, SP, PR&lt;br /&gt;Diplodon greeffeanus Ihering, 1893 Marisco-de-água-doce SP&lt;br /&gt;Diplodon iheringi Simpson, 1900 Marisco-barrigudinho RS&lt;br /&gt;Diplodon koseritzi Clessin, 1888 Marisco-do-junco RS&lt;br /&gt;Diplodon martensi Ihering, 1893 Marisco-de-água-doce PR, RS, SC, SP&lt;br /&gt;Diplodon pfeifferi Dunker, 1848 Marisco-de-água-doce RJ&lt;br /&gt;Diplodon rotundus Wagner, 1827 Concha-disco BA, MG, SP&lt;br /&gt;Mycetopodidae&lt;br /&gt;Anodontites elongates Swainson,1823Marisco-pantaneiro AC, AM, MS, MT, PA, RJ&lt;br /&gt;Anodontites ensiformis Spix, 1827 Estilete AC, AM, MS, MT, PA, RO, RS&lt;br /&gt;Anodontites ferrarisii Orbigny, 1835 Redondo-rajado RS&lt;br /&gt;Anodontites iheringi Clessin, 1882 Alongado-rajado RS&lt;br /&gt;Anodontites soleniformes Orbigny,1835Marisco-de-água-doce AM, BA, GO, MG, PA, SP&lt;br /&gt;Anodontites tenebricosus Lea, 1834 Marisco-rim PR, RS, SC, SP&lt;br /&gt;Anodontites trapesialis Lamarck,1819Prato, saboneteira AC, AL, AM, BA, CE, ES, GO,MA, MG, MS, MT, PA, PB, PE,PI, PR, RR, RS, SE, SC, SP, TO&lt;br /&gt;Anodontites trapezeus Spix, 1827 Marisco-de-água-doce MG, SP&lt;br /&gt;Bartlettia stefanensis Maicand, 1856 Ostra-de-rio MS, MT&lt;br /&gt;Fossula fossiculifera Orbigny, 1835 Fóssula BA, MS, MT, PR, RS, SP&lt;br /&gt;Leila blainvilliana Lea, 1834 Leila RS&lt;br /&gt;Leila esula Orbigny, 1835 Leila AM, GO, MT, PA, TO&lt;br /&gt;Monocondylaea paraguayana Orbigny,1835Cofrinho MS, MT, PR, RS, SP&lt;br /&gt;Mycetopoda legumen Martens, 1888 Faquinha-arredondada RS&lt;br /&gt;Mycetopoda siliquosa Spix, 1827 Faquinha-truncada AC, AL, AM, AP, BA, CE, DF,ES, GO, MA, MG, MS, MT, PA,PB, PE, PI, PR, RJ, RN,RO, RR,RS, SE, SC, SP, TO&lt;br /&gt;Demospongiae&lt;br /&gt;Hadromerida&lt;br /&gt;Potamolepidae&lt;br /&gt;Oncosclera jewelli (Volkmer, 1963) Feltro-d'água RS&lt;br /&gt;Uruguaya corallioides (Bowerbank,1863)-- SP,PR,SC,RS&lt;br /&gt;Sterrastrolepis brasiliensis Volkmer-Ribeiro &amp;amp; De Rosa-Barbosa, 1978_ GO,PR&lt;br /&gt;Haplosclerida&lt;br /&gt;Spongillidae&lt;br /&gt;Anheteromeyenia ornata (Bonetto &amp;amp;Ezcurra de Drago, 1970)Geléia-de-água AM,RS&lt;br /&gt;Corvoheteromeyenia australis (Bonetto&amp;amp; Ezcurra de Drago, 1966)-- RS&lt;br /&gt;Corvoheteromeyenia heterosclera Ezcurrade Drago, 1974-- MA,RS&lt;br /&gt;Corvospongilla volkmeri De Rosa-Barbosa, 1988-- PB&lt;br /&gt;Heteromeyenia insignis Weltner, 1895 -- RS&lt;br /&gt;Houssayella iguazuensis Bonetto &amp;amp;Ezcurra de Drago, 1966-- SC,RS&lt;br /&gt;Racekiela sheilae Volkmer-Ribeiro,De Rosa-Barbosa &amp;amp; Tavares, 1988-- RS&lt;br /&gt;Poecilosclerida&lt;br /&gt;Metaniidae&lt;br /&gt;Metania kiliani Volkmer-Ribeiro &amp;amp;Costa, 1992-- AM&lt;br /&gt;Echinoidea&lt;br /&gt;Cassiduloida&lt;br /&gt;Cassidulidae&lt;br /&gt;Cassidulus mitis Krau, 1954 Ouriço-do-mar-irregular RJ&lt;br /&gt;Cidaroida&lt;br /&gt;Cidaridae&lt;br /&gt;Eucidaris tribuloides (Lamarck, 1816) Ouriço-satélite AL, BA, CE, ES, PB, PE, RJ,RN, SE, SP&lt;br /&gt;Echinoida&lt;br /&gt;Echinidae&lt;br /&gt;Paracentrotus gaimardi (Blainville,1825)Ouriço-do-mar ES, PR, RJ, SC, SP&lt;br /&gt;Enteropneusta&lt;br /&gt;Spengelidae&lt;br /&gt;Willeya loya Petersen, 1965 -- SP&lt;br /&gt;Gastropoda&lt;br /&gt;Mesogastropoda&lt;br /&gt;Hydrobiidae&lt;br /&gt;Potamolithus troglobius Simone &amp;amp;Miracchiolli, 1994-- SP&lt;br /&gt;Naticidae&lt;br /&gt;Natica micra (Haas, 1953) Búzio RJ&lt;br /&gt;Strombidae&lt;br /&gt;Strombus goliath Schoter, 1805 Búzio-de-chapéu BA, CE, ES, PB, RN&lt;br /&gt;Vermetidae&lt;br /&gt;Petaloconchus myrakeenae Absalão&amp;amp; Rios, 1987-- RJ&lt;br /&gt;Holothuroidea&lt;br /&gt;Apodida&lt;br /&gt;Synaptidae&lt;br /&gt;Synaptula secreta Ancona-Lopez,1957Pepino-do-mar SP&lt;br /&gt;Aspidochirotida&lt;br /&gt;Stichopodidae&lt;br /&gt;Isostichopus badionotus (Selenka,1867)Pepino-do-mar, holotúria AL, BA, CE, ES, PB, PE, PR,RJ, RN, SE, SC, SP&lt;br /&gt;Hydrozoa&lt;br /&gt;Capitata&lt;br /&gt;Milleporidae&lt;br /&gt;Millepora alcicornis Linnaeus, 1758 Coral-de-fogo RJ, SP&lt;br /&gt;Malacostraca&lt;br /&gt;Amphipoda&lt;br /&gt;Hyalellidae&lt;br /&gt;Hyalella caeca Pereira, 1989 -- SP&lt;br /&gt;Decapoda&lt;br /&gt;Aeglidae&lt;br /&gt;Aegla cavernicola Turkay, 1972 -- SP&lt;br /&gt;Aegla leptochela Bond-Buckup &amp;amp; Buckup,1994-- SP&lt;br /&gt;Aegla microphtalma Bond-Buckup &amp;amp;Buckup, 1994-- SP&lt;br /&gt;Atyidae&lt;br /&gt;Atya gabonensis Giebel, 1875 Coruca AL, PI, SE&lt;br /&gt;Atya scabra (Leach, 1815) Coruca PE, RJ, SC, AL, BA, ES, SP, CE,PR, SE&lt;br /&gt;Gecarcinidae&lt;br /&gt;Gecarcinus lagostoma Milne-Edwards, 1835Caranguejo-ladrão F. Noronha, Rocas, Trindade&lt;br /&gt;Grapsidae&lt;br /&gt;Percnon gibbesi Milne-Edwards,1853-- PE&lt;br /&gt;Palaemonidae&lt;br /&gt;Macrobrachium carcinus (Linnaeus,1758)Pitu, lagosta-de-água-doce,lagosta-de-são-fidelisPE, RJ, SC, AL, BA, ES, PA, PI,RS, SP, CE, SE&lt;br /&gt;Porcellanidae&lt;br /&gt;Minyocerus angustus (Dana, 1852) -- AL, BA, CD, ES, MA, PA, PB,PE, PI, PR, RJ, RN, SE, SP, SC&lt;br /&gt;Polychaeta&lt;br /&gt;Amphinomida&lt;br /&gt;Amphinomidae&lt;br /&gt;Eurythoe complanata (Pallas, 1766) Ve r m e - d e - f o g o BA, PR, RJ, SP&lt;br /&gt;Eunicida&lt;br /&gt;Eunicidae&lt;br /&gt;Eunice sebastiani Nonato, 1965 -- SP&lt;br /&gt;Onuphidae&lt;br /&gt;Diopatra cuprea (Bosc, 1802) -- PE, RJ, SC, SP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peixes&lt;br /&gt;Elasmobranchii&lt;br /&gt;Carcharhiniformes&lt;br /&gt;Carcharhinidae&lt;br /&gt;Carcharhinus longimanus (Poey,1861)Tubarão-estrangeiro; tubarão-galha-branca-oceânicoAL, AP, BA, CE, ES, MA, PA,PB, PE, PI, PR, RJ, RN, RS, SE,SC, SP&lt;br /&gt;Carcharhinus porosus (Ranzani, 1839) Tubarão-junteiro, tubarãoazeiteiroAL, AP, BA, CE, ES, MA, PA,PB, PE, PI, PR, RJ, RN, RS, SE,SC, SP&lt;br /&gt;Carcharhinus signatus (Poey, 1868) Tu b a r ã o - t o n i n h a AL, AP, BA, CE, ES, PB, PE,PR, RJ, RN, RS, SE, SC, SP&lt;br /&gt;Isogomphodon oxyrhynchus (Müller&amp;amp; Henle, 1839)Quati AP, MA, PA&lt;br /&gt;Negaprion brevirostris (Poey, 1868) -- BA, PE, RN&lt;br /&gt;Triakidae&lt;br /&gt;Galeorhinus galeus (Linnaeus, 1758) Cação-bico-doce PR, RJ, RS, SC, SP&lt;br /&gt;Mustelus schmitti Springer, 1939 Cação-cola-fina, caçonete PR, RJ, RS, SC, SP&lt;br /&gt;Lamniformes&lt;br /&gt;Cetorhinidae&lt;br /&gt;Cetorhinus maximus (Gunnerus,1765)Tu b a r ã o - p e r e g r i n o RJ, RS, SC, SP&lt;br /&gt;Orectolobiformes&lt;br /&gt;Ginglymostomatidae&lt;br /&gt;Ginglymostoma cirratum (Bonnaterre,1788)Cação-lixa, tubarão-lixa,lambaruAL, BA, CE, PB, PE, RJ, RN, SP&lt;br /&gt;Rhincodontidae&lt;br /&gt;Rhincodon typus Smith, 1828 Tu b a r ã o - b a l e i a AL, BA, CE, ES, PB, PE, RJ,RN, RS, SE, SC, SP&lt;br /&gt;Pristiformes&lt;br /&gt;Pristidae&lt;br /&gt;Pristis perotteti Müller &amp;amp; Henle,1841Peixe-serra AM, AP, MA, PA, RJ, SP&lt;br /&gt;Pristis pectinata Latham, 1794 Peixe-serra AM, AP, BA, CE, MA, PA, RJ,SP&lt;br /&gt;Rhinobatiformes&lt;br /&gt;Rhinobatidae&lt;br /&gt;Rhinobatus horkelii (Müller &amp;amp; Henle,1841)Raia-viola PR, RJ, RS, SC, SP&lt;br /&gt;Squatiniformes&lt;br /&gt;Squatinidae&lt;br /&gt;Squatina guggenheim Marini, 1936 Cação-anjo-espinhoso PR, RJ, RS, SC, SP&lt;br /&gt;Squatina occulta (Vooren &amp;amp; Silva,1991)Cação-anjo-liso PR, RJ, RS, SC, SP&lt;br /&gt;Actinopterygii&lt;br /&gt;Batrachoidiformes&lt;br /&gt;Batrachoididae&lt;br /&gt;Potamobatrachus trispinosus Collette,1995Mangangá PA&lt;br /&gt;Characiformes&lt;br /&gt;Anostomidae&lt;br /&gt;Leporinus thayeri Borodin, 1929 Piau MG&lt;br /&gt;Sartor tucuruiense Santos &amp;amp; Jégu,1987-- PA&lt;br /&gt;Characidae&lt;br /&gt;Astyanax gymnogenys Eigenmann,1911Lambari PR&lt;br /&gt;Brycon devillei (Castelnau, 1855) Piabanha ES,MG&lt;br /&gt;Brycon insignis Steindachner, 1877 Piabanha MG, RJ, SP&lt;br /&gt;Brycon nattereri Günther, 1864 Pirapitinga GO, MG, PR, SP&lt;br /&gt;Brycon opalinus (Cuvier, 1819) Pirapitinga, pirapitinga-dosulMG, RJ, SP&lt;br /&gt;Brycon orbignyanus (Valenciennes,1850)Piracanjuba, piracanjuva,bracanjuvaMG, MS, PR, RS, SC, SP&lt;br /&gt;Brycon vermelha Lima &amp;amp; Castro,2000Ve r m e l h a BA, ES, MG&lt;br /&gt;Bryconamericus lambari Malabarba&amp;amp; Kindel, 1995Lambari RS&lt;br /&gt;Coptobrycon bilineatus (Ellis, 1911) -- SP&lt;br /&gt;Glandulocauda melanogenys Eigenmann,1911-- SP&lt;br /&gt;Glandulocauda melanopleura Eigenmann,1911-- PR&lt;br /&gt;Hasemania maxillaris Ellis, 1911 Lambari PR&lt;br /&gt;Hasemania melanura Ellis, 1911 Lambari PR&lt;br /&gt;Henochilus wheatlandii Garman,1890Andirá, anjirá MG&lt;br /&gt;Hyphessobrycon duragenys Ellis,1911-- SP&lt;br /&gt;Hyphessobrycon flammeus Myers,1924Engraçadinho RJ&lt;br /&gt;Hyphessobrycon taurocephalus Ellis,1911Lambari PR&lt;br /&gt;Lignobrycon myersi (Miranda-Ribeiro,1956)Piaba-faca BA&lt;br /&gt;Mimagoniates lateralis (Nichols,1913)-- PR, SC, SP&lt;br /&gt;Mimagoniates rheocharis Menezes &amp;amp;Weitzman, 1990-- RS, SC&lt;br /&gt;Mimagoniates sylvicola Menezes &amp;amp;Weitzman, 1990-- BA&lt;br /&gt;Mylesinus paucisquamatus Jégu &amp;amp;Santos, 1988Pacu PA, TO&lt;br /&gt;Myleus tiete (Eigenmann &amp;amp; Norris,1900)Pacu-prata MG, MS, SP&lt;br /&gt;Nematocharax venustus Weitzman,Menezes &amp;amp; Britski, 1986-- BA, MG&lt;br /&gt;Ossubtus xinguense Jegú, 1992 Pacu PA&lt;br /&gt;Rachoviscus crassiceps Myers, 1926 -- PR, SC&lt;br /&gt;Rachoviscus graciliceps Weitzman &amp;amp;Cruz, 1980-- BA, ES&lt;br /&gt;Spintherobolus ankoseion Weitzman&amp;amp; Malabarba, 1999-- PR, SC&lt;br /&gt;Spintherobolus broccae Myers, 1925 -- RJ, SP&lt;br /&gt;Spintherobolus leptoura Weitzman &amp;amp;Malabarba, 1999-- SP&lt;br /&gt;Spintherobolus papilliferus Eigemann,1911-- SP&lt;br /&gt;Stygichthys typhlops Brittan &amp;amp; Böhlke,1965-- MG&lt;br /&gt;Crenuchidae&lt;br /&gt;Characidium grajahuensis Travassos,1944Canivetinho, mocinha RJ&lt;br /&gt;Characidium lagosantensis Travassos,1947Canivete MG&lt;br /&gt;Characidium vestigipinne Buckup &amp;amp;Hahn, 2000-- RS&lt;br /&gt;Cyprinodontiformes&lt;br /&gt;Poeciliidae&lt;br /&gt;Phalloptychus eigenmanni Henn,1916Barrigudinho BA&lt;br /&gt;Phallotorynus fasciolatus Henn, 1916 Guarú SP&lt;br /&gt;Phallotorynus jucundus Ihering, 1930 Guarú SP&lt;br /&gt;Rivulidae&lt;br /&gt;Austrolebias adloffi (Ahl, 1922) -- RS&lt;br /&gt;Austrolebias affinis (Amato, 1986) Peixe anual RS&lt;br /&gt;Austrolebias alexandri (Castello &amp;amp; Lopez,1974)Peixe anual RS&lt;br /&gt;Austrolebias carvalhoi (Myers, 1947) -- PR&lt;br /&gt;Austrolebias charrua Costa &amp;amp; Cheffe,2001Peixe anual RS&lt;br /&gt;Austrolebias cyaneus (Amato, 1987) Peixe anual RS&lt;br /&gt;Austrolebias ibicuiensis (Costa, 1999) -- RS&lt;br /&gt;Austrolebias luteoflammulatus (Vaz-Ferreira, Sierra &amp;amp; Scaglia, 1974)Peixe anual RS&lt;br /&gt;Austrolebias minuano Costa &amp;amp; Cheffe,2001Peixe anual RS&lt;br /&gt;Austrolebias nigrofasciatus Costa &amp;amp;Cheffe, 2001Peixe anual RS&lt;br /&gt;Austrolebias periodicus (Costa, 1999) Peixe anual RS&lt;br /&gt;Campellolebias brucei Vaz-Ferreira &amp;amp;Sierra, 1974-- SC&lt;br /&gt;Campellolebias chrysolineatus Costa,Lacerda &amp;amp; Brasil, 1989-- SC&lt;br /&gt;Campellolebias dorsimaculatus Costa,Lacerda &amp;amp; Brasil, 1989-- SP&lt;br /&gt;Cynolebias griseus Costa, Lacerda &amp;amp;Brasil, 1990-- GO&lt;br /&gt;Leptolebias citrinipinnis (Costa, Lacerda&amp;amp; Tanizaki, 1988)-- RJ&lt;br /&gt;Leptolebias cruzi (Costa, 1988) -- RJ&lt;br /&gt;Leptolebias fractifasciatus (Costa,1988)-- RJ&lt;br /&gt;Leptolebias leitaoi (Cruz &amp;amp; Peixoto,1991)-- BA&lt;br /&gt;Leptolebias marmoratus (Ladiges,1934)-- RJ&lt;br /&gt;Leptolebias minimus (Myers, 1942) -- RJ&lt;br /&gt;Leptolebias opalescens (Myers, 1941) -- RJ&lt;br /&gt;Leptolebias splendens (Myers, 1942) -- RJ&lt;br /&gt;Maratecoara formosa Costa &amp;amp; Brasil,1995-- TO&lt;br /&gt;Megalebias wolterstorffi (Ahl, 1924) -- RS&lt;br /&gt;Nematolebias whitei (Myers, 1942) -- RJ&lt;br /&gt;Plesiolebias xavantei (Costa, Lacerda&amp;amp; Tanizaki, 1988)-- TO&lt;br /&gt;Simpsonichthys alternatus (Costa &amp;amp;Brasil, 1994)-- MG&lt;br /&gt;Simpsonichthys auratus Costa &amp;amp; Nielsen,2000-- MG&lt;br /&gt;Simpsonichthys boitonei Carvalho,1959-- DF&lt;br /&gt;Simpsonichthys bokermanni (Carvalho&amp;amp; Cruz, 1987)-- BA&lt;br /&gt;Simpsonichthys constanciae (Myers,1942)-- RJ&lt;br /&gt;Simpsonichthys flammeus (Costa,1989)-- GO, TO&lt;br /&gt;Simpsonichthys fulminantis (Costa &amp;amp;Brasil, 1993)-- BA&lt;br /&gt;Simpsonichthys ghisolfi Costa, Cyrino&amp;amp; Nielsen, 1996-- BA&lt;br /&gt;Simpsonichthys hellneri (Berkenkamp,1993)-- MG&lt;br /&gt;Simpsonichthys izecksohni (Cruz,1983)-- ES&lt;br /&gt;Simpsonichthys magnificus (Costa &amp;amp;Brasil, 1991)-- MG&lt;br /&gt;Simpsonichthys marginatus Costa &amp;amp;Brasil, 1996-- GO&lt;br /&gt;Simpsonichthys multiradiatus (Costa&amp;amp; Brasil, 1994)-- TO&lt;br /&gt;Simpsonichthys myersi (Carvalho,1971)-- BA, ES&lt;br /&gt;Simpsonichthys notatus (Costa, Lacerda&amp;amp; Brasil, 1990)-- GO&lt;br /&gt;Simpsonichthys parallelus Costa,2000-- GO&lt;br /&gt;Simpsonichthys perpendicularis Costa,Nielsen &amp;amp; De Luca, 2001-- BA&lt;br /&gt;Simpsonichthys rosaceus Costa, Nielsen&amp;amp; De Luca, 2001-- BA&lt;br /&gt;Simpsonichthys rufus Costa, Nielsen&amp;amp; De Luca, 2000-- MG&lt;br /&gt;Simpsonichthys santanae (Shibatta &amp;amp;Garavello, 1992)-- DF, GO&lt;br /&gt;Simpsonichthys similis Costa &amp;amp; Hellner,1999-- MG&lt;br /&gt;Simpsonichthys stellatus (Costa &amp;amp;Brasil, 1994)-- MG&lt;br /&gt;Simpsonichthys trilineatus (Costa &amp;amp;Brasil, 1994)-- MG&lt;br /&gt;Simpsonichthys zonatus (Costa &amp;amp; Brasil,1990)-- MG&lt;br /&gt;Spectrolebias semiocellatus Costa &amp;amp;Nielsen, 1997-- TO&lt;br /&gt;Gymnotiformes&lt;br /&gt;Apteronotidae&lt;br /&gt;Sternarchorhynchus britskii Camposda-Paz, 2000Ituí MG, MS, PR, SP&lt;br /&gt;Sternopygidae&lt;br /&gt;Eigenmannia vicentespelaea Triques,1996Ituí GO&lt;br /&gt;Perciformes&lt;br /&gt;Chaetodontidae&lt;br /&gt;Prognathodes obliquus (Lubbock &amp;amp;Edwards, 1980)Peixe-borboleta PE&lt;br /&gt;Cichlidae&lt;br /&gt;Crenicichla cyclostoma Ploeg, 1986 Jacundá PA&lt;br /&gt;Crenicichla jegui Ploeg, 1986 Jacundá PA&lt;br /&gt;Crenicichla jupiaiensis Britski &amp;amp;Luengo, 1968Joaninha MG, MS, SP&lt;br /&gt;Teleocichla cinderella Kullander,1988-- PA&lt;br /&gt;Gymnogeophagus setequedas Reis,Malabarba &amp;amp; Pavanelli, 1992Acará PR&lt;br /&gt;Gobiidae&lt;br /&gt;Elacatinus figaro Sazima, Moura &amp;amp;Rosa, 1997Neon BA, ES, PB, PE, RJ, RN, SC, SP&lt;br /&gt;Grammatidae&lt;br /&gt;Gramma brasiliensis Sazima, Gasparini&amp;amp; Moura, 1998Grama BA, ES, PB, PE, RJ, RN, SP&lt;br /&gt;Labridae&lt;br /&gt;Bodianus insularis Gomon &amp;amp; Lubbock,1980Bodião-Ilhéu PE&lt;br /&gt;Lutjanidae&lt;br /&gt;Lutjanus analis (Cuvier, 1828) Caranha, cioba, vermelho,vermelho-ciobaAL, BA, CE, ES, PB, PE, PR,RJ, RN, SC, SP&lt;br /&gt;Pomacentridae&lt;br /&gt;Stegastes sanctipauli Lubbock &amp;amp;Edwards, 1981Donzelinha PE&lt;br /&gt;Scaridae&lt;br /&gt;Scarus guacamaia Cuvier, 1829 -- BA&lt;br /&gt;Serranidae&lt;br /&gt;Anthias salmopunctatus Lubbock &amp;amp;Edwards, 1981-- PE&lt;br /&gt;Mycteroperca tigris (Valenciennes,1833)-- BA, PE, RJ, SP&lt;br /&gt;Siluriformes&lt;br /&gt;Auchenipteridae&lt;br /&gt;Tatia boemia Koch &amp;amp; Reis, 1996 -- RS&lt;br /&gt;Callichthyidae&lt;br /&gt;Corydoras macropterus Regan, 1913 -- PR, SC, SP&lt;br /&gt;Lepthoplosternum tordilho Reis, 1997 -- RS&lt;br /&gt;Doradidae&lt;br /&gt;Kalyptodoras bahiensis Higuchi, Britski&amp;amp; Garavello, 1990Peracuca BA&lt;br /&gt;Heptapteridae&lt;br /&gt;Chasmocranus brachynema Gomes &amp;amp;Schubart, 1958Bagrinho SP&lt;br /&gt;Heptaterus multiradiatus Ihering,1907-- SP&lt;br /&gt;Pimelodella kronei (Ribeiro, 1907) Bagre-cego SP&lt;br /&gt;Rhamdia jequitinhonha Silfvergrip,1996Bagre, jundiá MG&lt;br /&gt;Rhamdiopsis microcephala (Lütken,1874)Bagrinho MG&lt;br /&gt;Taunaya bifasciata (Eigenmann &amp;amp;Norris, 1900)Bagrinho SP&lt;br /&gt;Loricariidae&lt;br /&gt;Ancistrus formoso Sabino &amp;amp; Trajano,1997Cascudo MS&lt;br /&gt;Delturus parahybae (Eigenmann &amp;amp; Eigenmann,1889)Cascudo-laje MG, RJ&lt;br /&gt;Harttia rhombocephala Miranda-Ribeiro,1939Cascudo RJ&lt;br /&gt;Hemiancistrus chlorostictus Cardoso&amp;amp; Malabarba, 1999Cascudo RS&lt;br /&gt;Hemipsilichthys garbei Ihering, 1911 Cascudo RJ&lt;br /&gt;Hemipsilichthys mutuca Oliveira &amp;amp;Oyakawa, 1999Cascudo MG&lt;br /&gt;Hypancistrus zebra Isbrücker &amp;amp; Nijssen,1991Cascudo-zebra PA&lt;br /&gt;Pogonopoma parahybae (Steindachner,1877)Cascudo MG, RJ&lt;br /&gt;Pseudotocinclus tietensis (Ihering,1907)Cascudinho SP&lt;br /&gt;Pimelodidae&lt;br /&gt;Aguarunichthys tocantinsensis Zuanon,Rapp Py-Daniel &amp;amp; Jégu, 1993-- GO, PA, TO&lt;br /&gt;Conorhynchos conirostris (Valenciennesin Cuvier &amp;amp; Valenciennes 1840)Pirá, pirá-tamanduá BA, MG&lt;br /&gt;Steindachneridion amblyura (Eigenmann&amp;amp; Eigenmann, 1888)Surubim MG&lt;br /&gt;Steindachneridion doceana (Eigenmann&amp;amp; Eigenmann, 1889) Surubim-do-doce ES, MG&lt;br /&gt;Steindachneridion parahybae (Steindachner,1876) Surubim-do-paraíba MG, RJ&lt;br /&gt;Steindachneridion scripta (Ribeiro,1918)Surubim MG, RS, SC, SP&lt;br /&gt;Trichomycteridae&lt;br /&gt;Homodiaetus graciosa Koch, 2002 Cambeba SP&lt;br /&gt;Homodieatus passarelii (Miranda-Ribeiro,1944)-- RJ&lt;br /&gt;Listrura campos (Miranda-Ribeiro,1957)Candiru, bagre-mole SC, SP&lt;br /&gt;Listrura nematopteryx De Pinna,1988-- RJ, SP&lt;br /&gt;Listrura tetraradiata Landim &amp;amp; Costa,2002-- RJ&lt;br /&gt;Microcambeva barbata Costa &amp;amp; Bockmann,1994Cambeva RJ&lt;br /&gt;Trichogenes longipinnis Britski &amp;amp; Ortega,1983-- RJ, SP&lt;br /&gt;Trichomycterus castroi Pinna, 1992 Cambeva PR&lt;br /&gt;Trichomycterus itacarambiensis Trajanoi&amp;amp; Pinna, 1996Cambeva MG&lt;br /&gt;Trichomycterus paolence (Eigenmann,1917)Cambeva SP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANEXO II&lt;br /&gt;LISTA NACIONAL DAS ESPÉCIES DE INVERTEBRADOS AQUÁTICOS E PEIXES SOBRE EXPLOTADAS OU AMEÇADAS DE SOBREEXPLOTAÇÃO&lt;br /&gt;Nome Científico, Autor e Data Nome Popular&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Invertebrados Aquáticos&lt;br /&gt;Malacostraca&lt;br /&gt;Decapoda&lt;br /&gt;Gecarcinidae&lt;br /&gt;Cardisoma guanhumi (Latreille, 1825) Guaiamum, goiamú, gaiamú&lt;br /&gt;Ocypodidae&lt;br /&gt;Ucides cordatus (Linnaeus, 1763) Ucá, caranguejo-uçá, caranguejo-verdadeiro,&lt;br /&gt;caranguejo-de-mangue, catanhão&lt;br /&gt;Palinuridae&lt;br /&gt;Panulirus argus (Latreille, 1804) Lagosta&lt;br /&gt;Panulirus laevicauda (Latreille, 1817) Lagosta&lt;br /&gt;Penaeidae&lt;br /&gt;Farfantepenaeus brasiliensis (Latreille, 1817 ) Camarão-rosa&lt;br /&gt;Farfantepenaeus paulensis (Pérez-Farfante, 1967) Camarão-rosa&lt;br /&gt;Farfantepenaeus subtilis (Pérez-Farfante, 1967) Camarão-rosa&lt;br /&gt;Litopenaeus schimitti (Burkenroad, 1936) Camarão-branco&lt;br /&gt;Xiphopenaeus kroyeri (Heller, 1862) Camarão-sete-barbas&lt;br /&gt;Portunidae&lt;br /&gt;Callinectes sapidus (Rathbun, 1896) Siri; siri-azul&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peixes&lt;br /&gt;Elasmobranchii&lt;br /&gt;Carcharhiniformes&lt;br /&gt;Carcharhinidae&lt;br /&gt;Prionace glauca (Linnaeus, 1758) Tu b a r ã o - a z u l&lt;br /&gt;Sphyrnidae&lt;br /&gt;Sphyrna lewini (Griffith &amp;amp; Smith, 1834) Tu b a r ã o - m a r t e l o&lt;br /&gt;Sphyrna tiburo (Linnaeus, 1758) Cação-martelo-da-aba-curta, panã-da-abacurta,&lt;br /&gt;cação-martelo, cambeva-pata.&lt;br /&gt;Sphyrna zygaena (Linnaeus, 1758) Tubarão-martelo liso&lt;br /&gt;Lamniformes&lt;br /&gt;Lamnidae&lt;br /&gt;Lamna nasus (Bonnaterre, 1788) Tu b a r ã o - g o l f i n h o&lt;br /&gt;Odontaspididae&lt;br /&gt;Carcharias taurus Rafinesque, 1810 Mangona&lt;br /&gt;Actinopterygii&lt;br /&gt;Characiformes&lt;br /&gt;Characidae&lt;br /&gt;Colossoma macropomum (Cuvier, 1818) Ta m b a q u i&lt;br /&gt;Prochilodontidae&lt;br /&gt;Semaprochilodus spp. (Valenciennes, 1817) Jaraqui&lt;br /&gt;Clupeiformes&lt;br /&gt;Clupeidae&lt;br /&gt;Sardinella brasiliensis (Steindachner, 1879) Sardinha&lt;br /&gt;Gadiformes&lt;br /&gt;Merlucciidae&lt;br /&gt;Merluccius hubbsi Marini, 1933 Merluza&lt;br /&gt;Gasterosteiformes&lt;br /&gt;Syngnathidae&lt;br /&gt;Hippocampus erectus Perry, 1810 Cavalo-marinho&lt;br /&gt;Hippocampus reidi Ginsburg, 1933 Cavalo-marinho&lt;br /&gt;Lophiiformes&lt;br /&gt;Lophiidae&lt;br /&gt;Lophius gastrophysus Miranda-Ribeiro, 1915 Peixe-sapo&lt;br /&gt;Osteoglossiformes&lt;br /&gt;Osteoglossidae&lt;br /&gt;Arapaima gigas (Cuvier, 1817) Pirarucu&lt;br /&gt;Perciformes&lt;br /&gt;Lutjanidae&lt;br /&gt;Lutjanus purpureus Poey, 1867 Pargo, vermelho&lt;br /&gt;Ocyurus chrysurus (Bloch, 1790) Cioba, guaiúba&lt;br /&gt;Rhomboplites aurorubens (Cuvier, 1829) Realito, paramirim&lt;br /&gt;Mugilidae&lt;br /&gt;Mugil liza Valenciennes, 1836 Ta i n h a&lt;br /&gt;Mugil platanus (Günther, 1880) Ta i n h a&lt;br /&gt;Pinguipedidae&lt;br /&gt;Pseudopercis numida (Miranda-Ribeiro, 1915) Namorado&lt;br /&gt;Pomatomidae&lt;br /&gt;Pomatomus saltatrix (Linnaeus, 1766) Anchova&lt;br /&gt;Sciaenidae&lt;br /&gt;Cynoscion guatucupa (Cuvier, 1830) Pescada-olhuda&lt;br /&gt;Macrodon ancylodon (Bloch &amp;amp; Schneider, 1801) Pescadinha-real&lt;br /&gt;Micropogonias furnieri (Desmarest, 1823) Corvina&lt;br /&gt;Umbrina canosai (Berg, 1895) Castanha&lt;br /&gt;Serranidae&lt;br /&gt;Epinephelus itajara (Lichtenstein, 1822) Mero, canapu, merote (jovem), bodete (jovem)&lt;br /&gt;Epinephelus marginatus (Lowe, 1834) Garoupa&lt;br /&gt;Epinephelus morio (Valenciennes, 1828) Garoupa-são-tomé&lt;br /&gt;Epinephelus niveatus (Valenciennes, 1828) Cherne&lt;br /&gt;Mycteroperca bonaci (Poey, 1860) Badejo; badejo-quadrado&lt;br /&gt;Polyprion americanus (Schneider, 1801) Cherne-poveiro&lt;br /&gt;Sparidae&lt;br /&gt;Pagrus pagrus (Linnaeus, 1758) P a rg o - r o s a&lt;br /&gt;Siluriformes&lt;br /&gt;Ariidae&lt;br /&gt;Genidens barbus (Lacepède, 1803) Bagre&lt;br /&gt;Pimelodidae&lt;br /&gt;Brachyplatystoma vaillantii (Valenciennes, 1840) Piramutaba&lt;br /&gt;Brachyplatystoma filamentosum (Lichtenstein, 1819) Dourada&lt;br /&gt;Zungaro zungaro (Humboldt, 1821) Jaú&lt;br /&gt;Tetraodontiformes&lt;br /&gt;Balistidae&lt;br /&gt;Balistes capriscus Gmelin, 1789 Peroá”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências e literatura citada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RES Nº 237, 1997, CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IN Nº5, 2004, Ministério do Estado do Meio Ambiente (MMA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IN Nº46, 2004, IBAMA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IN Nº14, 2004, IBAMA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IN Nº03, 2004, Secretaria especial de aquicultura e pesca da Presidência da República.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IN Nº 05, 2001.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IN Nº 18, 1984, IBAMA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IN Nº 56, 2004, Diário Oficial da União..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Normam∕DPC 11, Marinha do Brasil (Diretoria de Portos e Costas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decreto 3.179, 1999, Presidência da República..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decreto-lei Nº221, 1967, IBAMA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lei Nº 9.985, 2000, SNUC (Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza), Presidência da República do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lei Nº 9.605, 1998, Presidência da República do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portaria Nº N-018, 1984, SUDEPE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portaria Nº N-062-N, 1992, IBAMA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portaria Nº 332, 1990, IBAMA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portaria Nº 30, 2003, IBAMA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portaria Nº 80, 1994, IBAMA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portaria Nº 036 ∕ 03-N, 2003, IBAMA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Endereços eletrônicos interessantes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IBAMA:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ibama.gov.br/"&gt;http://www.ibama.gov.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ministério do Meio Ambiente:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mma.gov.br/"&gt;http://www.mma.gov.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Secretaria Estadual do Meio Ambiente de São Paulo:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ambiente.sp.gov.br/"&gt;http://www.ambiente.sp.gov.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Denúncias ao IBAMA:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ibama.gov.br/linhaverde/home.htm"&gt;http://www.ibama.gov.br/linhaverde/home.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Programa Nacional de Desenvolvimento da Pesca Amadora:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ibama.gov.br/pndpa/"&gt;http://www.ibama.gov.br/pndpa/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Centro de Pesquisa e Gestâo dos Recursos Pesqueiros do Litoral Norte:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ibama.gov.br/cepnor/"&gt;http://www.ibama.gov.br/cepnor/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instruções Normativas (fauna):&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.pick-upau.com.br/sos/fauna_instrucao_normativa.htm"&gt;http://www.pick-upau.com.br/sos/fauna_instrucao_normativa.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Renctas:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.renctas.org.br/pt/home/"&gt;http://www.renctas.org.br/pt/home/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agência Ambiental Pick-upau:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.pick-upau.com.br/home.htm"&gt;http://www.pick-upau.com.br/home.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Base de Dados Tropical:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.bdt.fat.org.br/index"&gt;http://www.bdt.fat.org.br/index&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo I: “Certificação torna coleta de peixes ornamentais mais sustentável.”&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/ext/ciencia/oceanos/fim/fim8.htm"&gt;http://www.estadao.com.br/ext/ciencia/oceanos/fim/fim8.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo II: “Aquários movimentam mercado de US$299 a 399 milhões.”&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/ciencia/noticias/2003/out/01/100.htm"&gt;http://www.estadao.com.br/ciencia/noticias/2003/out/01/100.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;© Copyright 2005 Alex Correa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1023949964222576610-1001133820298178044?l=reefiofilianet.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1023949964222576610/posts/default/1001133820298178044'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1023949964222576610/posts/default/1001133820298178044'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reefiofilianet.blogspot.com/2009/02/coleta-de-organismos-e-substratos.html' title='Coleta de organismos e substratos marinhos no Brasil.'/><author><name>Alex Correa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TJRRQZLMokI/AAAAAAAAAKo/zVxQdI8YBIw/S220/Alex+%40+Sunset+Beach+Oct+2007.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1023949964222576610.post-8239155523982191930</id><published>2011-03-10T00:57:00.000-10:00</published><updated>2011-03-28T22:50:56.855-10:00</updated><title type='text'>Rochas vivas no aquarismo e mais...</title><content type='html'>Rochas vivas demoram anos e anos para serem formadas e são constituídas em sua maioria de esqueletos de corais, hidrocorais e algas coralinas, dentre outras matérias originárias de diferentes tipos de organismos como protozoários com carapaça, hidrozoários coralinos, octocorais, esponjas e moluscos. No Brasil os recifes são basicamente formados por hidrocorais e algas, sendo que o papel dos corais duros nessa formação é normalmente em menor atividade. A formação dessas rochas nos recifes de corais são dependentes da quantidade de organismos calcificantes e de rapidez de crescimento desses organismos, variando assim de recife para recife. Locais onde existem organismos de crescimento acelerado irão produzir mais rochas vivas do que outros que apresentam crescimento retardado. Essa produção é responsável e diretamente ligada ao crescimento do recife. Corais duros brasileiros são notáveis pelo seu crescimento lento, ao contrário dos hidrocorais, que quando prevalecem tornam a formação dos recifes mais ativa. A qualidade da rocha é normalmente determinada pela quantidade de vida presente, porosidade e peso. Rochas vivas com bastante vida irão propiciar um sistema mais rico em todos os sentidos e com óbvias chances de melhor desenvolvimento pelas propriedades filtrantes e de fonte de energia, como alimento. As rochas de maior porosidade possibilitarão maior abrigo principalmente à bactérias aeróbias e anaeróbias para a filtragem do sistema e conseqüentemente necessitará de menos rochas para que esses objetivos sejam alcançados. Uma vez que as rochas são mais leves, apresentarão maior segurança em termos de possibilidades de acidentes (vidro do aquário) e facilitará no transporte, apesar do preço normalmente ser compensado no comércio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rochas vivas do Pacífico são normalmente mais porosas do que as encontradas no Brasil e no Caribe, portanto necessitando mais ou menos da metade do peso em rochas para preencher o tanque. Além disso, por causa da porosidade, a nitrificação e mesmo desnitrificação nas rochas do Pacífico ocorrem bem mais avantajadamente do que nas rochas brasileiras ou caribenhas, que apresentam estrutura de formação normalmente mais sólidas. Quanto às brasileiras, as encontradas em Recife são normalmente preferidas do que as de Guarapari provavelmente pela aparência e também por causa da fama que essas têm de diluir slicato na água dos sistemas, o que provocaria explosões de algas indesejáveis. Essa tese ainda não foi provada, mas acredita-se que é apenas um mito. De fato existe a possibilidade de dissolução de silicato em sistemas em que areia de silica é utilizada como substrato de fundo, mas isso ocorrerá sobre certas circunstâncias, dependendo do meio em que está. Evitando material que contém silica o aquarista está tendo uma atitude prudente de qualquer forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das mais difíceis coisas que um aquarista pode enfrentar é o sentimento de culpa por manter tantos organismos em sistemas que com certeza pouco se aproxima das condições naturais de onde foram retirados. Tenho certeza de que muitos de nós procuramos respostas à perguntas que de vez em quando nos vem em mente tipo: Como seria o ambiente natural desse coral? Qual a profundidade em que foi coletado? Será que existiam mais exemplares idênticos à esse de onde esse foi retirado? Qual será o método de coleta que esse coral foi submetido? Como será que foi o transporte desse organismo? Será que as condições do meu tanque serão melhores do que as que a natureza ofereceria para esse organismo em particular? Será que seria melhor que ele corresse o processo natural de reprodução ao invés de estar aqui no meu tanque? Será que eu estou cometendo um erro quando mantenho esses organismos em casa, colaborando com o comércio desses lindos animais? Ect… Essas perguntas que nos abalam são na maioria das vezes logo esquecidas para nosso próprio conforto, como aquaristas. O hobby já é tão amplo com relação à questões sérias em relação aos sistemas, por que nos martilizarmos com nossos dilemas ecologistas, não é mesmo? Bem, ultimamente venho tantando trazer aos brasileiros que essa maneira covarde de pensarmos não é a resposta e sim nos faz ser identificados como “os destruidores dos reefs” para alguns dos que defendem esse tipo de raciocínio. Isso acontece simplesmente porque a maioria de nós não têm argumentos sérios e cientes para justificar tais alterações que o hobby causa na natureza, que podem de certa forma serem considerados mínimas sim, mas que ainda são alterações no meio e que está sem dúvida crescendo à cada dia.&lt;br /&gt;Aquaristas de reef precisam estar cientes do que realmente acontece e quais serão as previsões para o futuro do hobby. Pensar “positivo” e termos idéias simples como por exemplo: “aquarismo tem peso zero no meio ambiente” é muito fácil, mas a realidade pode ser dura mais tarde quando nos vermos diante leis conservacionistas que irão proibir rochas vivas e corais nas lojas. Esse tema já está sendo discutido atualmente e promete mudanças sérias para um futuro próximo em relação à coletas de organismos e rochas no Pacífico, além de leis de importações e outros fatores. Isso poderá acontecer agora ou não, e dependerá de uma série de fatores como áreas disponíveis para coleta, quantidade de permissões para coleta, disponibilidade de rochas e corais nas áreas, preços/ impostos, etc. Isso pode levar muito tempo, como também pode levar apenas alguns anos. Logicamente o aquarismo não tem peso significante atualmente na destruição dos recifes brasileiros, mas é verdade afirmar que peso zero é simplesmente algo absurdo de admitirmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1986, foi publicado (Ciência Hoje, vol. 4, no 26) que os corais brasileiros já estavam sendo alvo de destruição não só por indústrias como por coletas para comércio da aquariofilia brasileira. Naquela época, ainda não haviam reef tanks no Brasil como existem hoje, mas já eram comercializados corais e hidrocorais mortos para o uso em aquários marinhos como decoração. Uma empresa tirava material calcáreo (vivo e morto!) no Espírito Santo, deixando rastros assombrosos. Foram encontradas duas colônias de Montastrea cavernosa de mais de 80 anos de idade na praia de Itaipava, jogadas na areia pelas dragas das empresas que ali atuavam. Além dessa empresa, obviamente existiam outras que prejudicavam os recifes de diferentes formas e em diferentes locais.&lt;br /&gt;No litoral do Rio, mais precisamente em Búzios, Cabo Frio e Arraial do Cabo, furgões lotados de corais, hidrocorais e anêmonas eram já exportados da natureza de maneira ignorante, para melhor descrever. A cena submarina era arrazadora! Parecia que um trator tinha passado no fundo do mar, devastando tudo. Pedaços de hidrocorais por todo canto, corais eram arrancados e nenhuma gorgônia sobrava nesses sites. Anêmonas como Condylactis gigantea, encontrada normalmente em quantidade relativamente grande no litoral de Arraial do Cabo estava já praticamente extinta ali, naquela época. E esse lugar era o mais povoado pela anêmona! No Espírito Santo a Homosticanthus duerdeni já estava rareando também! Em adição, o artigo dizia que com o esgotamento do oásis de cabo Frio e adjacências, os profissionais da devastação estavam se deslocando para o Espírito Santo e Sul da Bahia, onde estava na época o único parque nacional marinho.&lt;br /&gt;É essa cena que queremos deixar no nosso litoral? É isso que nós estamos planejando para nossos recifes? Será que ainda existem pessoas que acreditam que a retirada de organismos para a aquariofilia marinha moderna não altera os meios de onde esses lindos seres são originários? Ou será que deveríamos simplesmente fechar nossos olhos e seguir com as compras, uma vez que não somos nós que estamos retirando esse “material” do mar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que fazer? “…Nós aquaristas não temos culpa do comércio da aquariofilia estar retirando esses organismos dessa forma! Nós aquaristas estamos mais preoculpados em manter esses organismos em melhores condições até do que no ambiente natural deles! Nós dedicamos nosso tempo e investimos no melhor para podermos oferecer saúde e conforto à esses organismos! Não somos os vilões da estória! E as empresas que simplesmente arrazam com os reefs e ninguém faz nada? E a poluição que está sendo produzida constantemente por todos nós? Se pensarmos assim não viveremos e nunca iremos concordar em sermos civilizados, pois boa parte de nossos lixos vão para o mar. Isso é mesmo coisa de louco para se preoculpar!!!…” Realmente, mas a parte que podemos fazer está ligada ao hobby e deveria ser encarada com sabedoria e entendimento por nós. O amor à esses organismos é o suficiente para que nós os protejam de maneira conservacionista. O aquarista que ama o seu reef não pode ignorar o da natureza, pois o de casa veio do natural! Se você ama o recife, pelo menos assuma que existem possibilidades de perda total dos mesmos na natureza e que nós aquaristas poderemos estar fazendo parte dessa destruição direta ou indiretamente. Esse já será um ótimo começo de conversa! Dessa forma, trazendo sempre que pudermos o assunto à tona, tentando passar a idéia de conscientização para outros hobistas, iremos nos lembrar e até lutar contra tais desrespeitos pelos ambientes marinhos, como aquaristas que somos. Precisamos limpar nossa imagem e trazer vida ao cenário cinza o qual o comércio indiscriminado, tanto no passado como no presente e provavelmente no futuro, nos colocou como culpados! Muitos de nós não sabemos 1/3 do que realmente acontece nos recifes do mundo quando os tão almejados organismos dos recifes são coletados para servirem nossos caprichos de “hobistas”. Por favor tenham certeza de que sofro enquanto escrevo essas linhas e que por mais que eu ame meu hobby e não gostaria de deixá-lo, não posso deixar de publicar o que realmente acontece nos bastidores da aquariofilia marinha em muitos dos lugares. Isso não só diz respeito aos coletores, como também aos transportadores, revendedores, lojistas, etc. Mas essa é outra estória…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisamos nos preoculpar desde agora com relação à nossa conscientização para que na hora certa possamos argumentar de maneira correta e ciente. O assunto é mesmo complexo e muito difícil de se debater. Existem vários caminhos à seguir e que seriam muito mais seguros do que uma proibição por leis e patrulhamento (o que é mesmo difícil de ser administrado no Brasil) de coletas em nossos reefs e mesmo comércio de matéria calcárea para nossos aquários pelos “orgãos competentes”. Essas proibições poderiam trazer sérias conseqüências à nós mesmos, o que não seria nada bom. Algumas dessas conseqüências já foram debatidas anteriormente como por exemplo proibição total de importações de corais e rochas, assim como algumas das espécies de peixes para colocarmos em nossos aquários. Consciência é a palavra! Com uma grande quantidade dos aquaristas de reef conscientes, o comércio não explora os reefs e pouco será o prejuízo do hobby quando as leis vierem, o que não vai demorar para acontecer pelo jeito. Lembrem-se de que leis são sinônimo de dinheiro para alguns dos “orgãos competentes”,e pouco estarão ligadas somente à uma administração para estudos científicos em nosso país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos anos passados foram criados alguns “ditados” por aquaristas que procuram aliviar um pouco a culpa que nós sentimos em relação à manter sistemas naturais em casa. Alguns desses são: “…aquarismo tem peso zero no meio ambiente…”; “…a maior destruição nos recifes do mundo inteiro é causada por empresas e não pelo aquarismo…”; ”…ecologistas procuram culpar os aquaristas porque somos o lado mais fraco…”; “…as empresas destruidoras gostam mesmo é quando nós aquaristas assumimos essa culpa…”. Todos esses e outros ditados começaram à serem publicados nos anos 90, com o assustador crescimento do hobby na Europa e principalmente nos EUA. Logicamente os “ditados” trazidos têm um fundamento, mas que infelizmente foi deturpado, mesmo por ignorância, digamos assim, dos aquaristas que começaram à usar esses como defesa dos que nos vinham perguntar sobre impacto ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas porque eu estou entrando com esses dados aqui? Qual será meu objetivo? Porque eu estou contra tais “ditados”, se sou um hobista que se presta à ajudar e escrever artigos sobre aquariofilia marinha, além de promover o hobby no Brasil? Bem, minha visão sobre o assunto é levada mais à sério do que muitos dos que estão no ramo, creio eu. Tenho tido muitos anos de confronto comigo mesmo pensando principalmente em questões como essas e estive pesquisando um pouco à respeito. Acredito que opinião formada é que dignifica um ponto de vista e não simplesmente a captura de informações ou mesmo ditados, dos quais no exemplo iriam apenas dar-nos um conforto para continuarmos com nosso prazer no hobby. Minha dedicação ao hobby está ligada aos organismos e nunca somente ao aquário, esteticamente. O que me faz colocar um sistema favorável às vida são essas vidas. Todas as adaptações no sistema terão que obedecer à essas vidas e nunca deveríamos pensar o contrário. Aquaristas que compram um coral para depois notarem que as coisas não andam bem com aquele organismo porque não tinha condições de mantê-lo naquele sistema estão simplesmente ignorando o fato das exigências daquela espécie em particular, e isso deveria ser evitado ao máximo. Pesquisar antes de obter o exemplar é o mínimo que podemos e devemos fazer. Sendo os organismos o principal motivo para eu me prestar à escrever e participar da aquariofilia no Brasil, não posso deixar de tocar no tema conservação, que é certamente o mais discutido, mais vasto e mais importante em todos os aspéctos para nós aquaristas. Por incrível que pareça esse tema ainda é o mais acobertado e esquecido por todos. Conservação diz respeito diretamente com a preservação dos organismos que nós mantemos. Para que esses possam continuar sendo disponíveis precisamos saber que existe o risco deles desaparecerem, de uma maneira ou de outra. Precisamos estar cientes de que eles não estarão lá nos reefs para sempre se nos destinarmos somente à “colhê-los”, sem “plantá-los”. Isso é a base de raciocínio para qualquer coleta selvagem. Retirou não colocou, não dura muito mesmo! Por favor saibam disso, pois já é fato em muitos dos sites de coletas no Pacífico. Isso não está somente ligado à coleta para a aquariofilia marinha, mas sim à várias outras ramificações como por exemplo turismo, poluição de diferentes formas e mesmo pesca em demasia, em conjunto com essa coleta. Para falar a verdade, e para que tenhamos uma idéia clara do que pode ocorrer, 10 anos são suficientes para acabar praticamente por completo com uma área de quilômetros de recife que demoram milhares de anos para se formarem!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que o aquarista coletando irá alterar tanto assim o meio ambiente? Coleta feita por aquaristas não pode ser comparada por coletas feitas para o comércio simplesmente porque essas coletas não são feitas da mesma forma. Outras comparações poderiam ser feitas, como por exemplo entre o aquarista ignorante (que não sabe como coletar ou mesmo manter o organismo) e o comerciante experiente (que tem bastante percentagem de organismos sobreviventes), mas ainda assim precisamos lembrar das taxas de mortalidades nas lojas (o que é normal!) e mais, das mortalidades nos aquários dos aquaristas que comprariam esses organismos sem terem idéia de como mantê-los, o que não é pouco. Se formos mais para o começo da escada… a maioria dos aquaristas está acostumada à ir nas lojas e ver uma percentagem de animais morrendo. Essa percentagem é ainda maior, e digamos assustadora, nos distribuidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem vários pontos relacionados à coservação de reef quando estamos nos referindo à aquarismo atualmente. Os que acredito serem os mais importantes para nós aquaristas levarmos em consideração são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Comércio de peixes e invertebrados impossíveis de serem mantidos por longos períodos de tempo em sistemas tradicionais caseiros.&lt;br /&gt;· Comércio de rochas vivas, corais (vivos ou mortos, mesmo que não sejam somente para aquariofilia, tendo peso paralelo no mercado) e hidrocorais brasileiros.&lt;br /&gt;· Responsabilidade dos aquaristas de mantença dos sistemas (esses sistemas não são simples e necessitam muita atenção por serem extremamante dependentes do aquarista, constantemente, além do fator financeiro, para manter aquele sistema em particular, oferecendo as exigências mínimas de manutenção e bem andamento do sistema e seus organismos).&lt;br /&gt;· A economia gerada pelo comércio do hobby, principalmente as lojas locais (que precisam ser incentivadas para que possamos continuar à receber o conforto para montarmos nossos aquários de acordo com as necessidades dos organismos).&lt;br /&gt;· Leis que determinam a importação e comercialização dos organismos no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irei agora trazer os pontos anteriormente citados para esclarecê-los de forma particular à evitar mal entendidos. Os pontos têm ligações com muitos outros e procurarei trazê-los na forma básica para que possamos entendê-los como hobistas que somos, fazendo o nosso papel:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro é à respeito de organismos que realmente nem deveriam ser retirados do ambiente natural. O motivo é simplesmente porque esses não se adaptam aos cuidados em cativeiro de uma forma ou de outra. Invertebrados importados como por exemplo os chamados Carnation Corals (Dendronephthya spp.), os Orange Cup Corals (Tubastrea spp.), os Turret Coral (Dendrophyllia spp.), os Broccoli Corals (Nephthea spp.), os Flower Corals (Eusmillia spp.), Sea Pens (Cavernularia spp.; Virgularia spp.; ), Gorgônias não-fotossintéticas (Diodogorgia spp.; Swiftia spp.), os Anemone Mushroom Corals (Heliofungia actiniformis) não são tão fáceis de serem mantidos em cativeiro, logo deveriam ser evitados por muitos dos aquaristas, e deveriam estar numa lista especial somente disponível para aqueles que realmente tivessem já alguma experiência para tentar mantê-los. Os Flower Pots (Goniopora spp.), são os que realmente possuem taxa de sobrevivencia muito baixa em sistemas fechados por longos períodos de tempo e deveríam se abolidos do comércio. Dos peixes podemos citar os Hawaiian Cleaner Wrasses (Labroides phthirophagus), os Moorish Idols (Zanclus cornutus) como os que mais sofrem em cativeiro, assim como uma série de outros anjos, borboletas, cirurgiões, etc…, que simplesmente são introduzidos em sistemas que não apresentam suficiente espaço ou mesmo que não é possível de oferecermos uma alimentaçào correta e sadia para o crescimento dos mesmos em nossos aquários, causando assim a morte do peixe sem salvação. Mas isso também é outra estória…&lt;br /&gt;Em termos de organismos brasileiros, dos corais, a maioria não é bem sucedida em nossos sistemas fechados. Temos cerca de 18 corais duros em nosso litoral, sendo que 8 são endêmicos (somente encontrados no litoral brasileiro) e 4 hidrocorais. Das 9 gorgônias encontradas no Brasil, 5 são endêmicas. Por aí já dá para ver a importância científica e mesmo econômica que esse ecossistema representa para nosso país. Dos invertebrados que tenho ouvido pouco sucesso em cativeiro, durando somente algum tempo antes de começarem à definhar estão: os "Corais Cérebros" (acredito que sejam: Mussimilia braziliensis, M. hispida), o "Iemanjá" (Meandrina braziliensis), o "Cálice Esmeralda" (Scolymia welsii) e o "Cálice" (Mussimilia hartii), dentre outros mais (praticamente todos os corais), o hidrocoral Stylaster roseus, e as Gorgônias não-fotossintéticas, estão entre os que realmente não apresentam condições de mantimento em sistemas fechados por longos períodos de tempo. Dentre os que apresentam melhores condições estão: os Zoanthus spp., os Actinodiscus spp., os corais: Siderastrea stellata, alguns "favídeos" (acredito que eles se referem aos Montastrea cavernosa, Favia gravida e F. leptophylla), além dos "Corais de Fogo" (Millepora spp.). Pode ser que eu tenha me confundido com alguns dos nomes cima, pois os aquaristas brasileiros normalmente usam nomes usuais e quase nunca científicos para apontar as espécies que possuem. Além disso, existem variações de nomes em termos regionais, o que realmente dificulta muito uma identificação entre os próprios aquaristas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe uma dificuldade de mantimento dos corais duros brasileiros em cativeiro pelo simples fato desses não responderem positivamente às condições oferecidas em sistemas montados destinados à corais do Pacífico e outros ambientes que apresentam condições semelhantes, ou porque eles necessitam de nutrientes que não estão disponíveis à princípio. Isso determina que os que estiverem interessados em manter esses corais necessitarão aprender esses requisitos, afim de evitar perdas de organismos, sem necessidade, além de precisarem montar sistemas peculiares e destinados somente à organismos do mesmo meio ambiente, independente de serem todos brasileiros. Isso é alcançado com observações no meio ambiente natural, basicamente, além de outros aquários caseiros que têm apresentado sucesso no mantimenro deles. Fatores como temperatura, nutrientes dissolvidos, profundidade, iluminação e correnteza de água irão servir de base para tais estudos. Alimentação é importantíssima. Uma vez que esses organismos são mantidos por poucos períodos de tempo, deveríamos evitar a coleta dos mesmos, até que alguém capacitado e com recursos adequados consiga trazer exatamente as necessidades desses organismos, não significando que não possa ser feito por nós aquaristas! Dito isso, deveríamos evitar e pregar contra a comercialização dos mesmos de maneira consciente e respeitosa. É inacreditável que ainda existam lojistas trazendo esses organismos para o comércio aquarístico. O “produto” é vivo e devería ser respeitado por isso, como qualquer outro ser vivo à venda! Ao meu ver fazer algo como isso é crime imperdoável e de uma ignorância tremenda. Mesmo que o coral não morra na loja, irá provavelmente sofrer no aquário do aquarista e morrerá, portanto o lojista faz parte do processo, muitas das vezes consiente do que irá acontecer. Muitos dos aquaristas novatos entram no hobby comprando esses organismos pelo baixo preço, por não apresentarem taxas de importação e transpote. Com os preços favoráveis, pouco se dá importância se o organismo irá morrer logo ou não e quase sempre a culpa cai mesmo na inexperiência do aquarista, como algo normal. O organismos paga por isso! Nós como aquaristas devemos criticar esse ato e pregar contra esse abuso. Precisamos enfrentar o fato como aquaristas, fazendo e agindo corretamente de acordo com nosso papel, e não podemos comparar outras lástimas que ocorrem com os reefs brasileiros para tentarmos justificar tais acontecimentos. Dessa forma poderemos participar de movimentos contra tais empresas que destróem os recifes, sendo reconhecidos como amantes da natureza que somos, ou pelo menos deveríamos ser.&lt;br /&gt;Existem alguns corais brasileiros que têm sido mantidos por aquaristas e que com relativo desenvolvimento vem crescendo e até mostrando saúde em sistemas fechados, até mesmo com a presença de organismos vindos de outros lugares (importados). Essas observações e sistemas de montagem deveriam ser difundidos para que outros possam tentar reproduzí-las assim trazendo maiores chances no futuro para mantermos esses organismos em nossos aquários. A evolução do hobby e probabilidade de sucesso com tais organismos depende diretamente desses dados circulando entre nós.&lt;br /&gt;Os hidrocorais deveriam ser evitados no comércio quando em maneira excessiva. Hidrocorais têm um papel importantíssimo na natureza principalmente como formadores dos recifes e precisam fazer parte desse cenário em abundância. A taxa de coleta de hidrocorais brasileiros vem crescendo cada vez mais e sempre foi feita para propósitos de decoração, o que deveria ser abolido de imediato. Não há necessidade de coleta de hidrocorais vivos para aquários pois pelo crescimento apresentado podem ser facilmente doados por aquaristas para outros aquaristas como presente e estímulo à uma conscientização ecológica em forma de fragmentos. Esse ato de fragmentar de vez em quando os hidrocorais (e mesmo corais importados como Acropora spp., por exemplo) ajuda à manter áreas nos aquários para crescimento de outros organismos (que normalmente não apresentam tais taxas de crescimento) no aquário, assim como manter a espécie do hidrocoral viva entre os hobistas, sem nenhuma necessidade de coletas na natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas e sobre as rochas vivas Alex?&lt;br /&gt;Rochas vivas deveriam ser coletadas somente pelos hobistas para uso próprio. Isso iria acarretar numa seleção de indivíduos que teriam acesso à essas rochas, diminuindo o número de impacto na natureza. Vale a pena lembrar que rochas vivas, assim como corais, precisam de permissão para a coleta e deveria ser feita de acordo, à princípio. O comércio de rochas importadas seria então estimulado para que os recifes brasileiros pudessem estar sendo protejidos, pelo menos na nossa parte como hobistas. Leis novas não seriam necessárias e somente os aquaristas passam a idéia de maneira sensata. O que vejo é que daqui à um tempo, por causa do comércio, haverá a necessidade de leis que proibirão 100% coleta de rochas vivas no litoral brasileiro, como aconteceu na Florida e no Hawaii (EUA), por exemplo. Eu não posso ser contra essas leis, pois elas defendedem os recifes de uma destruição em massa de maneira desordenada, mas não quero que elas venham porque sei que isso irá ruim para os aquaristas e poderá ter efeitos colaterais no mercado aquarístico nacional, principalmente referente à importação e dificuldades no comércio de produtos, fazendo com que todos os aquaristas sofram mais ainda. O motivo das leis surgirem nos EUA foi por causa de coletas comerciais exploradoras. Se essas leis não existissem, hoje em dia praticamente TODOS os recifes desses estados americanos estariam comprometidos com o comércio mundial de rochas vivas para a aquariofilia no mundo todo. Logicamente, mesmo com essas leis, ainda existem provavelmente coletas ilegais, mas que nunca será comparada com a quantidade e incidência de quando não existia lei alguma. Importante lembrar que o surgimento das leis foram ligados às coletas de rochas feitas para o comércio da aquariofilia marinha, principalmente, com o crescimento e demanda desse mercado. Enquanto nesses estados americanos os recifes são protejidos por lei, e não é permitida a coleta para comercialização, os EUA sozinho atualmente importa cerca de 4 toneladas cúbicas de rochas vivas e corais duros só de Fiji por dia (Borneman, 1999; NCRI Conference)!! Isso já está causando polêmica por aqui e providências provavelmente virão surgir o mais rápido possível. A situação dos peixes ornamentais aqui no Hawaii não é menos lamentável! Nós aquaristas somos responsáveis pelo declínio de até 45 à 65% das espécies havaianas mais procuradas no mercado da aquariofilia marinha mundial: Kole’s (Ctenochaetus strigosus), Yellow (Zebrasoma flavescens) e Achilles (Acanthurus achilles) tangs, Moorish Idols (Zanclus cornutus), Potters’Angels (Centropyge potteri) and Longnose Butterflyfish (Forcipiger flavissimus) (Borneman, 1999; NCRI Conference). Destacando o Zebrasoma flavescens, esse peixe é simplesmente o que é mais coletado em todo o estado havaiano, representando 75% de todos os animais coletados!!! O efeito do comércio aquarístico é facilmente notado. Em menos de 5 anos o impacto na população de peixes é tão grande, que em alguma áreas não se vê nenhum Yellow Tang. Aquaristas/ mergulhadores / fotógrafos marinhos/ biólogos locais comentam todos os dias a perda praticamente irreparável que a vazão desse mercado mundial está influenciando num ambiente natural tão único. Você já ouviu alguém falar em comer Yellow Tangs no jantar? A aquariofilia marinha é na íntegra a responsável por esses valores, meus caros. Ou melhor: nós aquaristas somos os responsáveis e isso é facilmente provado. No nosso caso, a fauna brasileira é muito peculiar e muitos dos peixes nacionais estão sendo mortos ao serem direcionados ao mercado aquarístico por serem impossíveis de serem mantidos em cativeiro principalmente pelas particularidades referentes à alimentação.&lt;br /&gt;Portanto uma conscientização agora é necessária e seria útil para que movimentos ecológicos futuros não se voltassem contra os nós aquaristas brasileiros. O exemplo de outros países nos mostram as possibilidades de desastres. A divulgação e conscientização desse tema deveria estar bem fixo para que pudessemos ser lembrados como tais. Ignorar essa parte seria o mesmo que assumir que somos coletores comerciantes somente (sustentando um comércio explorador, paralelo aos de outros destrutivos) e sustentamos as idéias ignorantes de muitos dos coletores/ comerciantes atuais no Brasil. Meu ponto de vista é crescimento de informação e divulgação de um programa sábio para mostrarmos que amamos os recifes de corais. Comerciantes deveriam estar de pronto para que isso viesse à trazer somente benefícios à todos nós. Pensando no futuro é que estaremos possibilitando nossos filhos à terem o prazer de continuarem a aproveitar esse hobby tão lindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como aquaristas, precisamos montar nossos sistemas de maneira séria, planejando tudo desde o começo. O ponto básico para iniciarmos um aquário contendo peixes e invertebrados está ligado à quais tipos de organismos serão mantidos. Uma seleção é feita para que não existam problemas com compatibilidade e os fatores físicos, químicos e biológicos para que alcancemos o objetivo deverão estar em prioridade nesse projeto. Todos nós sabemos que isso tudo não será doado ou achado, não é mesmo? Aí está um dos mais importantes fatos na montagem do sistema: dinheiro. Planejamento finaceiro não só para a montegem como também para a manutenção do aquário estará sendo um dos maiores e mais importante fatores de conservação, na cosciencia do hobista. Montando um sistema que irá ser mantido sem problemas irá evitar perdas desnecessárias de organismos, o que contribui com menos necessidades de coletas, o que é logicamente positivo para o eco-sistema e para o aquarista. Isso também não irá afetar o comerciante, pois o emprego do capital normalmente é aplicado em equipamentos ou melhoramentos no sistema, o que é normalmente almejado por todos os aquaristas mais cedo ou mais tarde de qualquer forma. Investimento então é mesmo necessário, juntamente com estudo e pesquisa do que o aquarista realmente quer reproduzir com o sistema que irá montar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O comércio local é um dos mais importantes aliados do aquarista. Devemos sempre ajudar e dar crédito às lojas locais. Infelizmente essa afirmação irá deixar muitos de vocês com ódio do Alex Correa, mas é a realidade. Sei que a maioria das lojas de aquários no Brasil atualmente não merecem mesmo crédito pela ignorância de seus donos e mesmo maudade para com os animais em suas baterias. Falta de investimentos e procuras para melhoras nas instalações das baterias, além de falta de higiêne vêm provando parte disso. Esse portanto é um dos mais difíceis aspéctos que eu trouxe aqui. O que isso significa? Basicamente falando, estou me referindo às lojas que não apresentam nenhuma informação e que oferecem condições muito pobres à esses organismos tão preciosos que comercializam. A solução para o fato pode partir dos próprios aquaristas, incentivando e participando juntamente com tais lojistas de conversas sinceras e amigas, trazendo documentos e discussões sadias à respeito do mantimento dos organismos. Os aquaristas então deveriam trabalhar constantemente nisso para que sua loja local venha à atingir mesmo que em longo prazo um nível de responsabilidade e instrução. Isso faz o hobby crescer! Esse crescimento poderá ser em termos de capital, mas à princípio o crescimento deve ser em relação à manipulação de organismos comercializados e o foco do aquarista deveria estar nisso. Conseqüências negativas do “uso” dessas informações pelo lojista de forma errada estará sendo feita desorientada na maioria das vezes e não trará benefícios ao mesmo, se vierem à acontecer.&lt;br /&gt;Disputa entre lojas em relação à informações irão acarretar em fracasso ou mesmo regressão do hobby no país? Não, disputas irão quase sempre fazer crecer o hobby porque elas irão na maioria das vezes procurar trazer mais conforto aos aquaristas. A falta de ajuda de hobistas e outros motivos é que explica muitos lugares ainda apresentarem lojas parecendo um galinheiro. Mesmo que o comerciante se esforçou loucamente para aprender no começo e conseguiu sucesso na vida, devido à uma vantagem sobre o outro (ex.: entender lingua inglesa), deveria tentar divulgar essas informações básicas para todos, como alguns já fazem, assim como os hobistas deveriam passar o máximo de informações à frente tanto para outros comerciantes, como para outros hobistas. Esses comerciantes que divulgam informações estão de parabéns!!!&lt;br /&gt;Uma boa iniciativa seria a “união” das lojas locais para que trocas de organismos e informaçõpes pudessem acontecer. Logicamente isso nunca acontecerá porque comércio é comércio e ponto final! Cada um na sua e Deus por todos, não é? Se uma loja se juntar com outra, provavelmente uma delas irá acabar por falir pois não existirá mesmo condições de evitar competição e isso não podemos mudar mesmo. Cadeias de lojas, abertas por um mesmo dono, seriam então as únicas que poderiam participar de tal intercâmbio, uma vez que na realidade são uma empresa só. Essas lojas são as que mais progridem e que mais fazem clientela, abrindo cada vez mais lojas e crescendo constantemente. Tudo isso é tecnica comercial e também precisa ser estudado para que dê certo. O comerciante que não tem base em estudos comerciais não pode ir pra frente mesmo e acaba por enfrentar constantes problemas diversos e simplesmente mantendo o negócio de maneira estável, sem evoluir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas voltando ao assunto de “sustentar” as lojas locais, como aquaristas, essa é a maior ajuda que damos à esses comerciantes e conseqüentemente ao hobby. Por que? Simplesmente porque quanto mais nós compramos, mais eles irão investir e precisar comprar para vender. Maiores serão os interesses de empresas locais e importadoras em fornecer produtos de qualidade e atuais para essas lojas. Com isso, cada vez mais os comerciantes poderão investir em suas lojas e maiores serão os números de produtos e animais à venda, conseqüentemente trazendo maiores possibilidades de crescimento para o hobby como abertura de produções nacionais, trazendo de preferência o preço dos mesmos para baixo. Compras pela internet deveriam ser estimuladas por hobistas para que os comerciantes as fizessem por eles e fizessem um preço razoável, para que os aquaristas preferissem comprar com os comerciantes locais. Esse tipo de incentivo ao comércio local ajuda a loja e propicia um conforto ao aquarista. Com esse tipo de comércio existirá provavelmente uma garantia maior de satisfação dos aquaristas. Por outro lado os comerciantes locais deveriam fazer promoções para aquaristas que comprassem por longos períodos de tempo ou grandes compras com ele, assim ajudando o cliente e naturalmente à manter o ritmo do negócio. “Uma mão lava a outra”. Com as revistas nacionais não acontece diferente. O estímulo de vendas dessas revistas acarreta em maior qualidade dos artigos publicados e maiores investimentos em termos de patrocínios (propagandas de produtos nacionais) que irão surgindo e isso é prova de desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ok, agora vamos às leis determinantes da comercialização dos organismos. Ultimamente temos ouvido falar bastante na situação dos orgãos que mexem com essas leis e dos absurdos publicados à respeito. Como hobistas deveriamos estar cientes de que tais leis são feitas com intuito de preservar organismos de maneira séria e científica. O que acontece é o direcionamento dessas leis para o lado financeiro e corrupto, o que no Brasil já é mais do que normal, infelizmente. Quando falo em conscientização não estou de forma alguma nem pensando em orgãos e leis. Pelo contrário, penso numa forma de fazermos coletas por nós mesmos. Penso em organiszações de encontros de grupos para coletarmos juntos nossos organismos em determinado lugar, sabendo do que estamos fazendo. Penso em criar uma atmosfera de amizade entre hobistas e numa divulgação maior de informações e experiências entre nós, para que o aquarismo de reef no Brasil venha à florescer de maneira positiva. E principalmente penso em sermos reconhecidos um dia por essa união e aprendizado. Como aquaristas deveriamos estar a par das leis de coletas e saber onde podemos ou não coletar. Coletas feitas por hobistas de maneira consciente nunca irá afetar o reef como coletas comerciais fazem. Criação de clubes ou organizações de aquaristas poderiam ou não conseguir permissão de coleta dos orgãos competentes. Mesmo sem permissão, o que normalmente já acontece muito no nosso país, se feita de maneira consciente será mesmo muito melhor do que feita por comerciantes licensiados, sem dúvida nenhuma. Portanto, aqui deixo meu parecer de que o meu objetivo principal SEMPRE é de coleta de maneira CORRETA para com o meio ambiente, e sem excesso. Quero deixar claro: coleta ilegal feita por um indivíduo que vai alterar o meio ambiente para seu próprio uso é mil vezes mais aceitável do que aquela coleta feita por um comerciante licensiado que usa sua permissão para explorar de maneira ilegal, abusando dessa permissão e fugindo das regulamentações que essa permissão concedem ao mesmo! O que é coleta feita de forma conseciente? Vamos lá…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Coletar rochas vivas somente para satisfazer as necessidades do aquário próprio. Muitas das vezes ocupar 1/3 da parte visual do aquário já é suficiente para que as demandas biológicas do sistema sejam auxiliadas pelas rochas vivas. Coletar essas rochas de maneira indiscriminada e destruindo o recife não é a maneira correta. Instruções ecológicas de mergulho deveriam ser estudadas como por exemplo evitar tocar nos corais e nos recife. O aquarista deve dar preferência à rochas vivas soltas e nunca usar marretas ou outros objetos para tentar obter um pedaço do reef.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Coletas de rochas vivas de ótima qualidade poderiam ser combinadas com outras de qualidade inferior. Como já trouxe anteriormente nesse artigo, a qualidade da rocha normalmente é dita pelo peso, porosidade e pela quantidade de organismos que habitam a mesma. A combinação de tais rochas poderia ser feita na forma de acrescentar as “rochas mortas” sob as vivas, assim evitando que a estética do sistema fosse afetada. Rochas calcáreas deveriam estar nesse plano e poderiam ser fabricadas ou mesmo naturais. Além disso, sustentação de materiais compatíveis com a água salgada poderiam ser usados no caso de estruturas de relevo recheadas. Assim, o aquaristas colocaria por exemplo materiais (plásticos ou PVC) de sustentação para suportar as rochas ao invés de usar um número absurdo de material calcáreo dos recifes de corais. Cuidados na escolha dessas rochas naturais são necessários para evitarmos introdução de materiais perigosos no sistema como por exemplo em rochas compostas por material interno contendo metais, por exemplo (ex.: uma rocha viva formada em uma área na presença de pescadores e/ou barcos apresenta grandes chances de terem anzóis ou pedaços de ferro dentro de sua estrutura). Outra alternativa inteligente para a substituição de rochas vivas seria o uso de esqueletos de corais achados na praia, que poderiam ser fundidos com cimento e curados antes de serem usados no sistema. Todos esses materias calcáreos deveriam ser introduzidos no sistema desde o início da montagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Coletas de corais deveriam ser feitas somente das espécies em que o aquarista tem absoluta certeza de que poderá prover as condições básicas para a saúde do animal em questão. Nunca colete um organismos que você sabe que é raro e que poderá padecer no sistema. Faça sempre quarentena e observe se o animal está se adaptando ao novo ambiente, ajudando o mesmo à suportar tais mudanças. Essa quarentena não deverá ser feita com organismos de outros lugares (importados ou não) para que, se for o caso, esse organismo possa voltar ao abiente natural de onde veio sem problemas. O aquário de quarentena deverá ser destinado exclusivamente aos organismos e de preferência com água e condições do ambiente natural, lentamente mudando às condições apresentadas no sistema principal em que serão colocados. Filtragem biológica poderá ser aplicada e para organismos dependentes de luz as mudanças da luz solar para a artificial poderia começar à ser oferecida durante o processo de aclimatação de quarentena, vindo a finalizar no sistema display.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Organismos que morrem, ou não se adaptam no sistema, deveriam ser colocados no mesmo lugar de onde vieram e não deveriam ser coletados até que o aquarista estudasse mais e conseguisse oferecer diferentes condições à tais. Mesmo que o animal morra, o esqueleto deve ser colocado na natureza para que uma interferência do aquarista não venha à afetar o sistema na formação do recife. Logicamente, como uma alternativa, esse esqueleto poderia fazer parte da estrutura do tanque, mas nunca descartado como lixo. O animal que for introduzido num sistema contendo organismos importados deverá ser esterelizado com cloro (esqueleto) e lavado com água doce corrente até não apresentar cheiro forte. O cloro irá matar qualquer organismo importado que poderia ser introduzido na natureza através dessa transição, e evitará que um possível desastre ecológico venha à ocorrer em águas brasileiras. Detalhes como esses devem ser encarados seriamente pelo aquarista consciente e não irão tomar muito tempo para serem efetuados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Quando coletar corais ou Zoanthus evitem retirar a colônia inteira e/ou com material calcáreo (com excessão dos Corais de Pólipos Grandes como por exemplo Meandrina braziliensis, o chamado “Pedra de Iemanjá”, corais como esse deveriam ser coletados somente em condições de termos um número considerável de espécies por metros quadrados). Essa atitude irá ajudar a espécie à se reproduzir de maneira à manter a espécie. Nunca tente partir um coral duro vivo pois infestação bacteriana provavelmente irá entrar em ação. Procure coletar colônias já quebradas por qualquer motivo, evitando assim ter que usar materiais como facas ou marretas. Corais duros quebrados são normalmente encontrados após ressacas ou acidentes físicos nos recifes. Até os Zoanthus podem ser cortados de pólipo em pólipo à serem “plantados” no aquário e dando maiores chances de alastramento às colônias, sem problemas. Dessa forma serão formados relevos mais naturais e a aparência do tanque será obviamente beneficiada. Veja sempre seu aquário à longo prazo e tenha o crescimento dos organismos como um investimento. Não esqueça de proporcionar espaço para esse crescimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Brasil tem cerca de 18 espécies de corais duros e cerca de 7 deles são endêmicos (não encontrados em outras partes do mundo!). Além disso temos cerca de 4 espécies de hidrocorais (corais-fogo) que são responsáveis pela maior parte da formação dos recifes (como rochas vivas), devido à rapidez de crescimento dos mesmos. Essas qualidades são muito peculiares e precisam ser respeitadas por todos nós humanos. Destruição dessas espécies seria uma vergonha e nós aquaristas deveríamos enfatizar e defender esses organismos de maneira à ensinar outros amigos à respeitar nossos recifes. Pensar que daqui à 100 anos ainda haverão essas espécies (o que provavelmente possa ser verdade para algumas das áreas do recifes do litoral brasileiro), mesmo se coletarmos hoje muitos exemplares, é totalmente ignorante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Um aquarista consciente nunca coleta organismos para outro aquarista e sim tenta reproduzir esse organismo coletado por ele mesmo em cativeiro para destribuir aos seus amigos, divulgando a experiência e dando detalhes sobre as condições de sucesso para aquele organismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Nenhum material calcáreo (incluindo esqueletos ou rochas vivas) deveria ser coletado de maneira excessiva ou para outros aquaristas. Isso inclui também divulgação da coleta de organismos calcificados em qualquer tipo de mercado como sendo um absurdo e condenar esse tipo de admiração pelas formas lindas dos organismos mortos em questão. Coleta de corais duros e hidrocorais deveriam ser reduzidas ao máximo e novas alternativas deveriam ser sugeridas para substituí-los nesses mercados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Se tivermos o mantimento de organismos nacionais como sendo uma parte especial do hobby, teremos o nosso ponto de vista em relação à coletas, feitas por aquaristas, mais respeitados e poderemos num futuro até que próximo sermos reconhecidos como pessoas especiais em relação à ecologia. O Brasil ainda necessitará de muitos anos para evoluir em todos os aspéctos relacionados ao aquarismo de reef, apesar de estarmos crescendo relativamente bem nos últimos anos. Nossos recifes ainda são vastos, mas isso não nos dá o direito de explorá-los de forma indiscriminada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E sobre as rochas feitas em casa? Como funciona? Como fazê-las?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rochas feitas em casa são normalmente fáceis de fazer e até algo divertido e instrutivo. Basicamente são construídas de material calcáreo (ex.: pedaços de corais e/ou cascalho de coral) e cimento. Uma instrução de como fazer tal rocha pode ser vista em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.garf.org/MPegs/AragocreteArch.html"&gt;http://www.garf.org/MPegs/AragocreteArch.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ok, e quem não pode coletar? O incentivo de pequenos grupos de 3 ou 4 aquaristas por vez seria interessante para planejar viagens e coletar alguns pequenos fragmentos de corais e hidrocorais soltos, zooanthus e mesmo pequenas rochas. É importante que esse número de material e organismos retirados do mar seja respeitado para que o processo de coleta não tenha um impacto no ecossistema natural local. Importações de rochas vivas seria outra alternativa e uma das medidas que os comerciantes deveriam tentar. O preço das rochas importadas logicamente seria mais alto, mas iria com certeza beneficiar os recifes brasileiros e os aquaristas deveriam concordar com tais iniciativas. Logicamente que os recifes de onde essas rochas se originam estão sendo mudados, mas o preço dessas rochas iriam estar sendo parte do controle do uso de material calcáreo em nossos aquários. Além disso, de forma prática, os aquaristas dariam maior valor à montagem do sistema uma vez que a dificuldade financeira estaria lá. Todo aquarista deveria ser orgulhoso de manter as rochas vivas brasileiras na natureza, enquanto que as importadas estivessem em seus sistemas. O que seria perigoso na importação de rochas vivas estaria relacionada à uma introdução de algum organismo predador ou algas nas águas brasileiras. Isso é importante e todos deveríam prevenir. Não posso deixar de mencionar que a fabricação das rochas vivas artificiais estariam como importante alternativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse artigo foi escrito com muito carinho e para que os que o leiam venham à participar de questões sobre o lado sentimental do nosso hobby. Conservação faz parte desse lado e como já disse, acredito que todos nós pensamos pelo menos uma vez de como seria o hábitat natural daquele organismos que mais gostamos. O amor pelos organismos é que nos dá forças para tê-los próximos à nós em nossos aquários. Já é hora de acordarmos e encararmos conservação como parte principal em nossas vidas. Precisamos protejer o que amamos e dessa forma precisamos sempre procurar nos informar e divulgar o que aprendemos. Espero que todos leiam mais de uma vez esse artigo e que tenham paciência de entender minhas palavras para que essas não sejam usadas de maneira à enganá-los mais tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que Deus nos deu para apreciarmos é o que ele quer que nós nos dediquemos com amor e respeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um grande abraço à todos,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Endereços relacionados na net e outros:&lt;br /&gt;Esses endereços foram selecionados com intuito de mostrar alguns debates registrados e que poderão auxiliar bastante ao leitor em relação à possíveis dúvidas relacionadas ao tema desse artigo, à desejar. Não é minha intenção em nenhuma forma de trazer aqui polêmicas negativamente nem agressões à nenhuma pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Fórum ReefCorner (português):&lt;br /&gt;Rochas marinhas e corais brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://homepagetools.com/ultraboard/ReefCorner/UltraBoard.pl?Action=ShowPost&amp;amp;Board=Geral&amp;amp;Post=187&amp;amp;Idle=0&amp;amp;Sort=0&amp;amp;Order=Descend&amp;amp;Page=2&amp;amp;Session="&gt;http://homepagetools.com/ultraboard/ReefCorner/UltraBoard.pl?Action=ShowPost&amp;amp;Board=Geral&amp;amp;Post=187&amp;amp;Idle=0&amp;amp;Sort=0&amp;amp;Order=Descend&amp;amp;Page=2&amp;amp;Session=&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coleta.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://homepagetools.com/ultraboard/ReefCorner/UltraBoard.pl?Action=ShowPost&amp;amp;Board=Geral&amp;amp;Post=227&amp;amp;Idle=0&amp;amp;Sort=0&amp;amp;Order=Descend&amp;amp;Page=2&amp;amp;Session="&gt;http://homepagetools.com/ultraboard/ReefCorner/UltraBoard.pl?Action=ShowPost&amp;amp;Board=Geral&amp;amp;Post=227&amp;amp;Idle=0&amp;amp;Sort=0&amp;amp;Order=Descend&amp;amp;Page=2&amp;amp;Session=&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Fórum Revista @qua (português):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rochas vivas e corais brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.aqua.brz.net/forum/foto/messages2/9539.html"&gt;http://www.aqua.brz.net/forum/foto/messages2/9539.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre corais duros nacionais..&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.aqua.brz.net/forum/foto/messages2/9575.html"&gt;http://www.aqua.brz.net/forum/foto/messages2/9575.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda sobre Rochas Vivas e Corais Brasileiros !&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.aqua.brz.net/forum/foto/messages2/9596.html"&gt;http://www.aqua.brz.net/forum/foto/messages2/9596.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carta de John Veron&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.aqua.brz.net/forum/foto/messages2/9623.html"&gt;http://www.aqua.brz.net/forum/foto/messages2/9623.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começou....&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.aqua.brz.net/forum/foto/messages2/9637.html"&gt;http://www.aqua.brz.net/forum/foto/messages2/9637.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambientalismo e prática ambiental&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.aqua.brz.net/forum/foto/messages2/9655.html"&gt;http://www.aqua.brz.net/forum/foto/messages2/9655.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contra quem ? Contra o quê ?&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.aqua.brz.net/forum/foto/messages2/9703.html"&gt;http://www.aqua.brz.net/forum/foto/messages2/9703.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· #Reefs (inglês):&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.reefsuk.org/ncri_conference.htm"&gt;http://www.reefsuk.org/ncri_conference.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Aquarium Frontiers On Line (inglês):&lt;br /&gt;&lt;a href="http://members.home.net/kevdone/AF/Environmental_Aquarist.html"&gt;http://members.home.net/kevdone/AF/Environmental_Aquarist.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Revista Aquariu’s (português):&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.aquariusmagazine.com/"&gt;http://www.aquariusmagazine.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Loja Ecoanimal (português):&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/"&gt;http://www.ecoanimal.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Revista Aquarium (português):&lt;br /&gt;Editora Magazine Ltda.&lt;br /&gt;Tel/Fax: (021) 667-5894&lt;br /&gt;Caixa Postal 77177 – Nova Iguaçu – RJ – CEP: 26001-970&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:j.aqua@terra.com.br"&gt;j.aqua@terra.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Diretor: Juarez Rapôso da Câmara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o autor:&lt;br /&gt;Nascido em 1971 e fascinado por aquários desde seus 6 anos de idade, só pôde ter seu primeiro aos 10. Alex mantém aquários marinhos desde 1993. Hoje trabalha voluntariamente no Waikiki Aquarium, Honolulu, Hawaii, e desde 1995 vem ajudandando à manter 7 sistemas, sendo 5 deles reef tanks. Escreve artigos para a revista Aquariu’s, de Portugal; Aquarium, no Brasil e tem poucas publicações na França. É consultor da página da loja Ecoanimal e participa de chats e fórums de vez em quando.&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:alexlani@gte.net"&gt;alexlani@gte.net&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O mais fascinante no hobby é a diferença que cada sistema apresenta em particular. A união e a troca de informações entre aquaristas e profissionais do ramo são os principais motivos do crescimento do hobby na Europa e E.U.A. nos últimos anos. O Brasil precisa lembrar sempre disso."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;© Copyright 2000 Alex Correa.&lt;br /&gt;_________________________________________________________________&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1023949964222576610-8239155523982191930?l=reefiofilianet.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1023949964222576610/posts/default/8239155523982191930'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1023949964222576610/posts/default/8239155523982191930'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reefiofilianet.blogspot.com/2009/02/rochas-vivas-no-aquarismo-e-mais.html' title='Rochas vivas no aquarismo e mais...'/><author><name>Alex Correa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/TJRRQZLMokI/AAAAAAAAAKo/zVxQdI8YBIw/S220/Alex+%40+Sunset+Beach+Oct+2007.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1023949964222576610.post-5523744683848828302</id><published>2011-03-09T01:22:00.016-10:00</published><updated>2011-04-17T21:23:48.403-10:00</updated><title type='text'>PERGUNTAS E RESPOSTAS (Ecoanimal)</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/SlL7aWuOTcI/AAAAAAAAAGg/dDGIiwnWEvU/s1600-h/logo2R%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355619337091567042" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 46px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ULCK_yH61fU/SlL7aWuOTcI/AAAAAAAAAGg/dDGIiwnWEvU/s200/logo2R%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TEXTOS RETIRADOS DA ECOANIMAL:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ecoanimal.com.br/"&gt;http://ecoanimal.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=80&amp;amp;size=15&amp;amp;id=32&amp;amp;tipo=2"&gt;vho quando usar ela?&lt;/a&gt;: : Denis Rodrigo santos - Porto Ferreira /SP&lt;br /&gt;Respondido em 11/28/00 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;vou montar um aquario de 150, 50, 60 quanto de vo usar de h.q.i e quanto de vho?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Denis, Iluminação irá depender do que você pretende manter em seu aquário. Vou considerar que pretendes manter organismos que necessitam muita luz como por exemplo corais de pólipos pequenos. No seu, de 450L., o ideal seria o uso de 3 MHs de 175W/ 6.500K ou mesmo de 10.000K, e duas VHOs de 140W, cobrindo então toda a extensão do tanque. Outra opção seria o uso de até 6 VHOs, com lâmpadas de 140W Actinc Blue e luz-do-dia intercaladas. A diferença entre as VHOs e as MHs ou HQIs é que as VHOs apresentam a iluminação oferecida de maneira à preencher o comprimento do aquário, enquanto que as MHs ou HQIs concentram a iluminação num ponto e gradualmente diminuem quando afasta-se desse ponto. Existe um problema que eu tenho notado em algumas conversas com brasileiros de diferentes partes do país: é difícil encontrar lâmpadas de 6.500K. Alguns usam lâmpadas de 5.200 à 6.400K, se não me falha a memória, mas não recomendo esse tipo de iluminação por ainda apresentar espéctro muito quente, quando comparado ao ambiente natural nos recifes rasos de onde a maioria dos corais no comércio se originam. Se realmente for impossível encontrar lâmpadas de 6.500K ou mais, uma combinação de mais lâmpadas VHOs actinic Blue (03) seria aconselhável. Não recomendo o uso de filtros azuis também. Ainda não são confiáveis, apresentam perigos de pegar fogo, por exemplo.&lt;br /&gt;Abração,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=80&amp;amp;size=15&amp;amp;id=34&amp;amp;tipo=2"&gt;Sobre refrigeração e filtragem&lt;/a&gt;: : Moacir Gonçalves de Oliveira Junior - Anápolis/GO&lt;br /&gt;Respondido em 11/29/00 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Recebi com entusiasmo a resposto sobre a montagem do meu aquario de rochas vivas, desejo agora esclarecer duas dúvidas. A primeira é se posso ou não usar o dry-wet com o sistema jaubert, ou se é obrigatório usar só o segundo e a segunda é se existe alguma maneira de substituir o chiller usando os ventiladores de refrigaração de micros ou assemelhados???Um abraçoMoacir JuniorObs. já começei a montagem do meu tanque, obrigado pelas valiosas dicas.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Moacir,Você não deve usar o Sistema Jaubert e o dry-wet juntos pelo simples fato de não combinarem, e acima de tudo, não ser necessário mesmo. As bactérias presentes no substrato de fundo e nas rochas vivas irão completar o ciclo do nitrogênio sem haver necessidade nenhuma de auxílio pelo dry-wet. Para falar a verdade dry-wet só irá mesmo atrapalhar a harmonia do sistema, uma vez que existe a estimulação na produção de nitratos, de maneira à exigir mais do que o normal do Sistema de Jaubert. Dificuldade que não vale nem a pena verificar. Logicamente que é possível em quase todos os tipos de sistemas (referente à área de exposição à atmosfera e volume do tanque) substituir o chiller por ventiladores. Esses ventiladores podem estar localizados sobre o aquário e/ou sobre o sump. Uma inclinação perto dos 45 graus em direção à superfície da água é aconselhável. Coloque-os de maneira que o ar siga uma só direção, sendo somente da direitra para a esquerda, ou vice-versa. Use luminária aberta atrás do tanque e dos lados para que o ar possa circular, refrigerando o sistema. Nunca usei chiller, apesar de serem necessários em alguns casos, como por exemplo quando não existe uma ventilação adequada ao método dos ventiladores no lugar em que o aquário se encontra. Se colocares no sump também tenha certeza de que existe uma entrada, assim como uma exaustão para o ar circulado pelo ventilador. Os ventiladores podem ser os pequeninos de micros ou mesmo dos normais, dependendo do espaço para colocá-los perto do aquário. Tenha em mente que a evaporação do aquário irá aumentar consideravelmente e que você terá que repor essa água diariamente. Em alguns casos é aconselhável não repor 100% dessa evaporação com kalkwasser, evitando superdosagens, trazendo pH muito alto e problemas desencadeados com esse exagero. Só para lembrar: kalkwasser deve ser adiministrado de maneira cristalina. A mistura deve ser feita de acordo com 1 ou 2 colheres de chá rasas do pó para cada 4 litros de água. A água deve estar de preferência livre de impurezas como por exemplo nutrientes (fosfatos, silicatos e nitratos, ferro, dentre outros), e isso é normalmente obtido com o uso de osmose reversa e/ou desionizadores. Deixe a mistura no mínimo por 12 horas em repouso e aproveite a parte superior (cristalina), descartando o resto. Lave o recipiente de mistura todas as vezes em que você descartar o pó decantado. De preferência dose todos os dias e faça mistura todos os dias também, à noite. Dose durante o correr da noite e em gotas, com o auxílio de um dosador daqueles de soro. Estou colocando essas dicas aqui porque as outras mensagens da Ecoanimal foram apagadas e é sempre interessante lembrar sobre o procedimento correto de administração de kalkwasser. :)&lt;br /&gt;Abração,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=79&amp;amp;size=15&amp;amp;id=49&amp;amp;tipo=2"&gt;Tubaroes&lt;/a&gt;: : Carlos Alberto Salgueiro Silva - Olinda/PE&lt;br /&gt;Respondido em 12/5/2000 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Lendo a pagina, vi que voces indicarao um aquario overskimmer para criar tubaroes,qual o motivo principal e se realmente e a solucao ideal, um aquario com um skimmernomarl nao seria suficiente ?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oi Carlos,A resposta de sua pergunta está na própria frase que você começou à ler: "os tubarões crescem muito e necessitam de aquários enormes. Não são recomendados para iniciantes. Alimentam-se de peixe fresco, camarão sem casca e lulas. Por isso devem ser mantidos em aquários com overskimmer." O texto anterior foi retirado da página da Ecoanimal. Por exigirem uma grande quantidade de alimentos contendo orgânicos e óleos precisamos exportar esse excesso para que o sistema possa ser mantido em equilíbrio adequado. O significado do termo "overskimmer" então pode ser visto como uma maneira de se usar o skimmer de forma mais potente do que normalmente usamos para aquários sem ter tubarões. Um aquário de skimmer normal, quando usado de forma normal, não é suficiente. Um aquarista principiante também não deveria se aventurar em manter tubarões em aquários. Todos os tubarões estarão condenados num aquário caseiro tradicional, de forma que o aquarista deverá estar preparado para matá-lo mais tarde (em caso de não ser um tbarão da costa brasileira), ou soltá-lo em lugar apropriado (de onde foi retirado) por causa do crescimento avantajado e necessidade de espaço. Logicamente existe a alternativa de montagem de aquários gigantes para eles, o que não é normalmente o que acontece. Aquários de no mínimo 600L deveriam ser montados para cada tubarão recém-nascido até certo tamanho, dependendo da espécie. Esses aquários devem apresentar substrato de fundo e até rochas, mas o mais importante é disponibilidade de área livre para o animal nadar. O comprimento de no mínimo 2m é importante também. O crescimento do animal dependerá de alguns fatores como alimentação, estresse e disponibilidade de espaço para nadar. Um estudo sobre a espécie precisa ser feito com detalhes a fim de não cometer algum engano no oferecimento dos parâmetros físicos que o sistema necessitará para aquele indivíduo. Tubarões deveriam ser evitados de serem mantidos em sistemas fechados por aquaristas principiantes, amadores ou hobistas. Se realmente queres dedicar-seà eles por favor estude muito mesmo antes de se aventurar e tenha certeza de que já tens bastante experiências anteriores com outras espécies de peixes difíceis. Boa sorte!&lt;br /&gt;Abração,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=79&amp;amp;size=15&amp;amp;id=58&amp;amp;tipo=2"&gt;Kalkwasser/Filtragem&lt;/a&gt;: : Jose Carlos Aires - Sao Paulo/SP&lt;br /&gt;Respondido em 12/6/2000 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Normalmente uso 2 Tap Water purifiers em cascata para a filtragem da agua de reposicao.Para cada 5 litros, adiciono de 2 a 3 colheres de cha de Kalkwasser, e deixo em repouso por 12 horas.Ao final do periodo, a agua acima da decantacao ainda esta turva, contrariando o que normalmenteleio pela net afora, onde claramente esta explicito que a mesma fica "cristalina".Andei adquirindo agua na propria Eco onde o deionizador eh centenas de vezes maior do que os meus 2tap em cascata, a apos o processo descrito, realmente a agua fica quase cristalina.Pergunta: Algum problema aparente com a minha filtragem ? Ha algum componente que nao esta sendofiltrado que provoca a agua turva ? Posso estar introduzindo algum composto no aqua ? Ou o propriotap water, por nao realizar filtragem 100 % pura gera tal comportamento (lembrar que uso 2 em cascata) ?Grato e um abraco,Jose Carlos&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Jose,Hummm, infelizmente eu não sei exatamente o que pode estar acontecendo com sua filtragem. Faltou um detalhe muito importante que você não colocou, porém: essa água após as duas filtragens feitas pelos TapWaters é de aparência leitosa? Ou sai cristalina dos filtros e se torna leitosa somente após as 12 horas da mistura? Creio que a segunda alternativa é que está valendo. Se estiver leitosa antes de fazer a mistura o problema pode ser com um dos TapWaters, de alguma forma. Mas se a água final da filtragem dos dois estiver cristalina o problema não é com os seus desionizadores mesmo. Alguns poderiam pensar que a água filtrada, mesmo cristalina no começo, poderia ter algum composto que iria reagir com o kalkwasser e tornar a mistura leitosa. Mas não é o caso. O interessante é que se não houver problemas com eles, a água estaria livre quase que 100% de impurezas e não haveria mesmo motivo para nenhuma combinação e formação de material precipitado na água em si. A única dica que tenho à você é de colocar menos kalkwasser (2 colheres de chá RASAS do pó para cada 4 litros de água, como sempre recomendo). Quando se fala em colheres de chá, pode ser relativo, pois deveriam ser rasas e não cheias, praticamente dobrando a quantidade. Se você coloca essas colheres muito cheias, achamos a solução do problema, principalmente se colocaste as cheias na mistura usando sua água e diminuíste a quantidade do pó quando usaste a água da Ecoanimal. Precipitação de partículas de compostos de cálcio podem tornar a água turva quando usamos excesso de pó na mistura em alguns casos. Por favor tenha certeza de que você está tampando o recipiente em que faz a mistura e que não existe nenhum contacto do ar com superfície da água em que você adicionou o pó. Quanto maior o contacto do ar com a superfície, maior formação de carbonato de cálcio. Estarei tentando buscar ajuda à respeito à esse interessante evento em outras fontes. Por favor me diga quando achares a solução do seu problema.&lt;br /&gt;Boa sorte,&lt;br /&gt;Abração,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=79&amp;amp;size=15&amp;amp;id=59&amp;amp;tipo=2"&gt;Dragon Wrasse&lt;/a&gt;: : Luiz Henrique - são paulo/sp&lt;br /&gt;Respondido em 12/6/2000 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Quais cuidados necessarios com este peixe em aquario?Ele chega a que tamanho? Ele come de tudo? Posso colocar elecom borboleta?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Luiz,As Dragon Wrasses (Novaculichthys taeniourus) são um tanto agressivas e deveriam ser mantidas em aquários com mais de 300L. Quando juvenis elas até que se comportam em aquários comunitários, mas com o decorrer do tempo mostrarão seus instintos territoriais. O tanque deve ter substrato de fundo de granulometria fina (1 à 2mm) entre 5 à 10cm de altura pois esse peixes entra no substrato. Saltam dos aquários, quando perturbados ou estressados, necessitando um cuidado do aquárista em colocar uma tela protetora em cima do tanque. A Dragon Wrasse move rochas até de tamanhos consideráveis e por isso alguns à chamam de Rockmover Wrasse. Isso pode causar rachadura no vidro do tanque, se uma das rochas vier à ser lançada no mesmo, ou se por exemplo houver um demolimento do relevo. Alimenta-se de crustáceos, pequenos peixes, minhocas, caramujos e estrelas ornamentais e deveriam por esse motivo ser colocados em aquários sem esses organismos. Necessita de alimentação 3 vezes ao dia e pode-se oferecer flocos, pequenos camarões e pequenos peixes.&lt;br /&gt;Abração,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=79&amp;amp;size=15&amp;amp;id=60&amp;amp;tipo=2"&gt;bicolor parrot &lt;/a&gt;: : Gustavo - são paulo/sp&lt;br /&gt;Respondido em 12/6/2000 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Vi este peixe na eco e gostaria de saber se é um peixeagressivo e que tipo de alimentação ele aceitaAgradeço resposta!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Gustavo,Ok, o Bicolor Parrotfish (Cetoscarus bicolor) como os outros Parrotfishes não devem ser mantidos com corais duros (que possuem esqueleto calcificado), pois se alimentam deles também. A alimentação básica do peixe é verde, ou seja: algas, flocos vegetarianos, preparações congeladas para herbívoros. Artêmia enriquecida com vitaminas e camarões também serão apreciados pelo animal. Os Parrotfishes não se adaptam muito bem em aquários e crescem muito mesmo. Aquário para essa espécie, quando juvenil, deveria ter no mínimo 1.150L, o que nos diz o quanto que esse peixe é especial e o quanto devemos evitá-lo em sistemas tradicionais caseiros. São peixes que deveriam ser evitados de ser comercializados na aquariofilia, pois são importantíssimos no ecossistema de reef, produzindo substrato sólido atravez de um controle do crescimento de corais duros. O peixe devora os pólipos e expele a parte calcárea, não digerida, assim produzindo areia. Eles sofrem muito em confinamentos, principalmente por não poderem exercitar e se alimentar naturalmente. É um peixe muito ativo na natureza, nadando rapidamente. Por favor evitem Parrotfishes. Me desculpe pela sinceridade.&lt;br /&gt;Abração,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=79&amp;amp;size=15&amp;amp;id=62&amp;amp;tipo=2"&gt;Compatibilidade&lt;/a&gt;: : Gustavo - são paulo/sp&lt;br /&gt;Respondido em 12/6/2000 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Montei meu aquario ha 3 meses,tenho atualmente apenas 1 bodião puchelus pequeno,eu pretendo colocar mais peixes que ja estão definidos mas não sei se eles são compativeis entre si! São estes:paru,salerma nacional, bicolor parrot ou green bird wrasse e o Chaetodon ocellatus(borboleta)&lt;br /&gt;Eu tenho 3 duvidas:&lt;br /&gt;1-Estes peixes são compativeis entre si?&lt;br /&gt;2-Algum deles pode comer ofiuros,minipaguros e turbo snails?&lt;br /&gt;3-Algum deles pode comer macro-algas,pois tenho alguns maços de caulerpa e uvaria em meu aquario.Agradeço desde ja pois tirando minhas duvidas evitarei que peixes se machuquem e minha equipe de limpeza não desapareça!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Gustavo,&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;* 1 bodião puchelus pequeno&lt;br /&gt;* paru&lt;br /&gt;* salerma nacional&lt;br /&gt;* bicolor parrot ou green bird wrasse&lt;br /&gt;* Chaetodon ocellatus(borboleta)&lt;br /&gt;1-Estes peixes são compativeis entre si?&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bodianus pulchellus cresce até uns 15cm e deveria ser mantido em sistema de uns 250L no mínimo. O Pomacanthus paru cresce muito e deveria estar num sistema grande, ou de no mínimo uns 550L., já que poderia chegar aos 38cm de comprimento. Quando adulto irá dominar o aquário em que for colocado. Os juvenis podem prosperar em sistema estabilizados e crescerão, se bem alimentados e livres de estresse. Quando muito pequenos são difíceis de serem mantidos. Não os colque em reef tank! Infelizmente não tenho referências do que seria um "salerma nacional". Por favor me desculpe. Entre o Bicolor Parrot (Cetoscarus bicolor) e o Green Bird Wrasse (Gomphosus varius), logicamente você deveria preferir o Wrasse. Por favor refira-se à outra mensagem sobre os Parrotfishes. O Bird Wrasse necessita também de aquário médio-grande, na faixa de no mínimo uns 400L. Não é compatível em reefs que contêm camarões e moluscos ornamentais. Salta do aquário e é agressivo com habitantes menores. Precisa de muito espaço para nadar e é principalmente carnívoro, necessitando alimentação 3 vezes ao dia como: camarão, artêmia enriquecida com vitaminas e preparados congelados para carnívoros. O Chaetodon ocellatus precisa de tanque com cerca de 200L, no mínimo. É um peixe mais delicado e deveria ser evitado por principiantes. Pouco tenho informação sobre esse peixe. Sei porém que são difíceis de serem mantidos por longos períodos de tempo. Espero que tenhas um aquário grande para acomodar os habitantes que tens em mente. :) Conselho que posso lhe dar seria o de não colocar o Borboleta e ter certeza de que o aquário tenha bastante espaço disponível aos peixes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;2-Algum deles pode comer ofiuros,minipaguros e turbo snails?&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria dos citados irão procurar invertebrados no sistema, principalmente. Bodião se gosta de snails!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;3-Algum deles pode comer macro-algas,pois tenho alguns maços de caulerpa e uvaria em meu aquario.&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez o Paru. Não sei do "salerma nacional". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraço e boa sorte,&lt;br /&gt;Alex Correa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=79&amp;amp;size=15&amp;amp;id=64&amp;amp;tipo=2"&gt;Resposta&lt;/a&gt;: : Marcos Bianchi - Santo André/SP&lt;br /&gt;Respondido em 12/7/2000 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Estou aguardando uma resposta ha alguns dias.....como ela vem ??? através do e-mail ????.....continuo no aguardoGrato&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá marcos,&lt;br /&gt;Por favor clique com o mouse na palavra "respostas", localizada sob as fotos. Sua pergunta sobre os Leather corals foi respondida pelo amigo Monteiro dia 5 de dezembro.&lt;br /&gt;Abraço,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=79&amp;amp;size=15&amp;amp;id=72&amp;amp;tipo=2"&gt;Como montar um Aquário???&lt;/a&gt;: : Marco Aurélio Neves - Osasco/SP&lt;br /&gt;Respondido em 12/12/2000 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Olá, sou inexperiente no assunto de aquarismo, porém estou fascinado com a beleza deste mundo. Acho que minha dúvida não é muito complicada. Gostaria de saber quais seriam os equipamentos necessários, com usas respectivas potências, para se montar um aquário de água marinha de mais ou menos 90 litros.Não tenho idéia de quais são esses aparelhos, por isso gostaria da colaboaração de vocês da Ecoanimal para me ajudar. Acredito que o vidro em si, seja comum, estou certo nisso???Aguardo ansiosamente sua resposta.E muito obrigado por despertar em mim esse desejo de fazer parte desse grupo de Aquaristas.Abraços.MArco.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Marcos,&lt;br /&gt;A melhor coisa a fazer seria primeiro começar à ver que tipo de aquários, organismos e equipamentos as lojas têm disponíveis onde moras. Compre um livro de aquarismo marinho e leia o máximo que puder sobre o assunto. Um bom livro é o do Sérgio Gomes: "O aquário marinho &amp;amp; as rochas vivas". Montagem de qualquer aquário irá depender do que você quer manter no sistema e do que você poderá investir naquele sistema (dinheiro e tempo). De nada adianta eu colocar aqui um monte de dicas básicas (as quais serão achadas em qualquer livro de aquarismo) se você não sabe ainda o que quer manter naquele aquário. O melhor dos conselhos é mesmo pesquisar tudo direitinho, estudar o básico nos livros e depois começar à ver compatibilidade entre os organismos, quais serão os mais fáceis para se começar e quais as possibilidades de compras em todos os sentidos de acordo com a sua situação. Infelizmente o fator financeiro é importante para podermos definir como o sistema irá depender de você ou mesmo quanto tempo necessitarás para colocar aquele sistema funcionando sem problemas por longos períodos de tempo. Por favor pense SEMPRE em longo prazo! Aquário marinho não é algo que se estabilize da noite para o dia. Tenha muita calma e certeza de que realmente queres entrar nessa parte do hobby. No caso de necessitar ajudas relativas aos preços de equipamentos ou organismos por favor entre em contacto diretamente com a Ecoanimal, pelo e mail. Se precisares de ajuda com dúvidas estaremos aqui prontos à ajudá-lo no que for possível. Boa sorte!!Abração,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=79&amp;amp;size=15&amp;amp;id=77&amp;amp;tipo=2"&gt;Desjardini- Alex Corrêa&lt;/a&gt;: : Fernando José Klein Teixeira - nova Friburgo/rj&lt;br /&gt;Respondido em 12/13/2000 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Olá Alex!!!Eu gostaria de saber se dá para colocar um desjardini(zebrassoma)num aqua de corais com 100x50de altx40de larg.Gostaria de saber também se o mesmo peixe se dá bem num aqua de 70cm de compr,x60de alt.x65de larg.Obrigado!um abração Alex!!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Fernando,&lt;br /&gt;Os Zebrasoma desjardinii, ou Sailfin Tangs do mar Vermelho, deveriam ser colocados em aquários de no mínimo uns 515L., pelo seu avantajado tamanho e necessidade de nadar, portanto seu aquário de 273L. não irá ser aconselhável por muito tempo. Muito tempo o de 200L. Quanto maior o comprimento do aquário, juntamente com o volume de água disponível para nadarem, melhores serão as chances de estarem sadios por longos períodos de tempo. Logicamente que poderás manter um juvenil em seu aquário de 273L., mas por favor tenha em mente que com o cerscimento ele deveria ser mudado para um tanque maior. Evite colocar mais de 2 peixes pequenos com o juvenil em seu aquário. Esse peixe cresce até cerca de 40cm e é um doa maiores Tangs que temos disponíveis normalmente no mercado da aquariofilia. Infelizmente eu tenho somente trazido aqui mensagens que desestimulam de certa forma os aquaristas, dizendo que o peixe crescerá muito e tal..., ou que deveria evitar-se aquela espécie por causa disso, ou daquilo outro... Eu nunca irei omitir informação e nem tentarei encobrir as necessidades desses organismos quando colocados em aquários, simplesmente porque estou aqui para ajudá-los e não necessito encobrir nenhuma informação que tive ou estudo. Muitos peixes que eu nunca obtive é simplesmente porque sei que o espaço de meu aquário não irá fazer com que aquela espécie se sinta confortável. Devemos todos respeitar esses limites e sempre tentar oferecer o maior conforto aos habitantes do nosso aquário. É assim que se tem um sistema de verdade. Portanto, no seu caso, um juvenil poderá ser mantido por algum tempo, mas então deveria ser mudado para um sistema maior mais tarde. Os Sailfins são peixes que se adaptam bem em cativeiro e por isso podemos acostumá-los em pequenos espaços quando pequeninos. A alimentação para o Sailfin do Mar Vermelho é baseada em verde, como todos os Tangs. Você poderá oferecer flocos e preparados congelados para herbívoros, além de Nori (algas desidratadas vendidas para cozinha japonesa, sem tempero!). Procure alimentar o peixe 3 vezes ao dia em pequenas quantidades e evite outros cirurgiões ou tangs no mesmo aquário, porque ele cresce muito. Se realmente quizer tentar, poderá ter mais sucesso se colocar outro juvenil de outra espécie, como por exemplo um Zebrasoma flavescens (Yellow Tang) do mesmo tamanho e na mesma época (maiores serão as necessidades de espaço disponível para eles nadarem com o crescimento). Esse peixe é um excelente controlador de algas e na maioria das vezes irá devorar as Valonia spp., que podem se tranformar em pragas em alguns sistemas.&lt;br /&gt;Boa sorte,&lt;br /&gt;Abração,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=79&amp;amp;size=15&amp;amp;id=90&amp;amp;tipo=2"&gt;HQI&lt;/a&gt;: : Gustavo - são paulo/sp&lt;br /&gt;Respondido em 12/21/2000 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;As lampadas HQI funcionam em 110volts? Pois aqui em casanão tem 220 volts&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Gustavo,&lt;br /&gt;Normalmente se usam transformadores 100/220V para as metal halides no Brasil, segundo alguns aquaristas. Acredito que a maioria das powerheads não necessitem de tais transformadores. Creio que você encontre esses tranformadores normalmente em lojas que vendam produtos elétricos, sem maiores problemas.Boa sorte,Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=79&amp;amp;size=15&amp;amp;id=96&amp;amp;tipo=2"&gt;Cálcio&lt;/a&gt;: : Ely Tadeu - Belo Horizonte/MG&lt;br /&gt;Respondido em 12/21/2000 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Adiciono cálcio em pó AZOO na água que faço reposição no meu aquário.Compro água deionizada e neste momento adiciono o cálcio. Espero decantar e vou fazendo a reposição durantes alguns dias, da água que evapora. Deixar o cálcio misturado à água antes de colocá-lo no aquário reduz a sua eficiência?O cálcio tem que ter seus níveis monitorados? Eu não faço nenhuma medição da quantidade de cálcio na água.O cálcio líquido é mais eficiente do que o em pó?Obrigado!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Ely,&lt;br /&gt;Estou meio confuso com sua descrição do procedimento na aplicação desse produto, que acredito ser kalkwasser (hidróxido de cálcio). Se for mesmo kalk a maneira mais eficiente de se misturar seria somente o suficiente para a água evaporada durante 24 horas, sendo que a parte cristalina da mistura, após a decantação, deveria ser separada da parte que está no fundo. A parte que se aplica no sistema é a cristalina e o resto se joga fora. O motivo disso é porque essa parte que fica no fundo não deveria ser introduzida no sistema, pois não será aproveitada, basicamentre falando. Por favor refira-se à mensagens anteriores para uma descrição mais detalhada de como eu aconselho misturar kalkwasser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Deixar o cálcio misturado à água antes decolocá-lo no aquário reduz a sua eficiência?&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como assim? Misturar o material decantado à parte cristalina da mistura antes de colocar no sistema? Depois de deixar decantar? Para que? A resposta para sua pergunta é: não diminui a eficiência pelo fato de que os Ca++ estarão lá, mas irá prejudicar o aquário porque as "impurezas", além de não serem aproveitadas pelos habitantes do sistema, irão deixar a água leitosa. Por favor não faça isso, pois existem riscos dos habitantes do seu aquário morrerem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;O cálcio tem que ter seus níveis monitorados? Eu não faço nenhuma medição da quantidade decálcio na água.&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Humm, não, não TEM que ter os níveis monitorados sempre. Esses níveis poderão ser checados de vez em quando, principalmente se houver algum problema no sistema. Os aquaristas iniciantes gostam de monitorar porque naturalmente o ser humano necessita de números para poder se sentir confortável no que está fazendo. O que é normal e uma boa atitude. Não há nada de errado em checar o nível cálcio de vez em quando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;O cálcio líquido é mais eficiente do que o em pó?&lt;/em&gt; &lt;&lt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cálcio líquido (cloreto de cálcio) é muito mais solúvel do que o cálcio em pó (hidróxido de cálcio ou óxido de cálcio). O cálcio em líquido só deve ser administrado em alguns casos e somente para elevar o nível de cálcio num sistema que apresente pouco Ca++. A melhor forma que existe de se manter níveis de cálcio em sistemas que contêm poucos corais duros e evaporação normal diária é mesmo o emprego de kalkwasser de maneira correta.&lt;br /&gt;Abraço,&lt;br /&gt;Alex Correa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=79&amp;amp;size=15&amp;amp;id=85&amp;amp;tipo=2"&gt;Mandarin - Alex Corrêa &lt;/a&gt;: : Fernando José Klein Teixeira - nova Friburgo/rj&lt;br /&gt;Respondido em 12/28/2000 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;BLZ!!!!!Entrei em um site que diz o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"mandarin spotted-mais agressivo da espécie, é resistente e deve ser mantido somente um por aquário. Alguns casais convivem com certa tranquilidade."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;" mandarin green-peixe resistente mas difícil de manutenção. Alimenta-se somente de pequenos crustáceos vivente do reef. Muitos clientes da Ecoanimal estão obtendo sucesso na sua manutenção com o uso do refúgio e grandes quantidades de corais."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"mandarin red bali (pterosy.splendidus)-recomendado para iniciantes. É endêmico de Sumatra e leva vantagem sobre seu primo pela aceitação de artêmia viva na dieta. Difere pelo fundo vermelho e nadadeiras peitorais vermelhas."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perguntas:&lt;br /&gt;a)Ista diferença de resistência,comportamento,maior ou menor dificulade de se alimentar,etc faz sentido mesmo?&lt;br /&gt;b)Um aqua com 70 x 60 x 60 tem que ter refúgio?&lt;br /&gt;c)o refúgio deve ser iluminado ou não?&lt;br /&gt;d)qual o mínimo em termos de volume de água?Obrigado!!!Um abraço a todos!!!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caro Fernando,&lt;br /&gt;Muito interessante sua e mail! Sinto-me de certa forma meio sem jeito de respondê-la, pois estamos no site em que viste esses dados, mas certamente o farei da melhor maneira, colocando aqui que minha posição para com tais dados que irei escrever são conhecidos de maneira geral e que de nenhuma forma estou me colocando como um expert em nomenclatura ou manutenção de Mandarins, pois não sou biólogo. Estarei enviando uma cópia ao William para que qualquer engano possa ser analisado e esclarecido.Ok, começarei comentando as frases recolocadas por ti:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;"mandarin spotted-mais agressivo da espécie, é resistente e deve ser mantido somente um poraquário. Alguns casais convivem com certa tranquilidade." &lt;/em&gt;&lt;&lt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À princípio, todas as espécies de Mandarins oferecidas no mercado da aquariofilia deveriam seguir esse princípio, independente da espécie. Nunca deveríamos colocar dois machos no mesmo sistema. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;" mandarin green-peixe resistente mas difícil de manutenção. Alimenta-se somente de pequenoscrustáceos vivente do reef. Muitos clientes da Ecoanimal estão obtendo sucesso na sua manutençãocom o uso do refúgio e grandes quantidades de corais." &lt;/em&gt;&lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra qualidade que normalmente se aplica para todas as espécies de Mandarins que normalmente se encontra nas lojas. A presença de refúgio irá propiciar uma fonte constante de microorganismos nos quais os Mandarins se alimentam, como base da dieta. Sem esses organismos é praticamente impossível desses lindos peixes sobreviverem por longos períodos de tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;"mandarin red bali (pterosy.splendidus)-recomendado para iniciantes. É endêmico de Sumatra eleva vantagem sobre seu primo pela aceitação de artêmia viva na dieta. Difere pelo fundo vermelhoe nadadeiras peitorais vermelhas."&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hummm, eu não estou ciente de nenhum peixe com esse nome. Acredito que tenha havido um engano e que o nome científico seja Synchiropus splendidus, não "pterosy.splendidus", que corretamente seria Pterosynchiropus splendidus, antiga nomenclatura para a espécie, provavelmente. Peço desculpas se estiver equivocado. Tenho certeza de que haverá uma atenção para com tal detalhe e providências serão tomadas pela Ecoanimal. Se for o Synchiropus splendidus, o que é bem provável, ainda assim creio que o peixe não seja endêmico de Sumatra, mas sim pode ser encontrado no Pacífico Oeste. Com paciência qualquer Mandarin poderá ou não aceitar artêmia congelada ou viva. Essa espécie é mais comumente achada no comércio da aquariofilia e por isso normalmente é confundida como uma espécie mais resistênte à meu ver. As necessidades fisiológicas do peixe são iguais às das outras espécies de Mandarins normalmente encontradas nas lojas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perguntas:&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;a)Ista diferença de resistência,comportamento,maior ou menor dificulade de se alimentar,etc fazsentido mesmo?&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, essa provavelmente foi a maneira que a Ecoanimal encontrou de melhor colocarem detalhes gerais da manutenção dos Mandarins em cativeiro. As diferenças apresentadas podem variar de indivíduo para indivíduo e dependerá de vários fatores como por exemplo a maneira que esse exemplar foi coletado, ou mesmo quais os tipos de peixes que formam o habitat do aquário. Isso acontece com a maioria dos peixes, não só com os Mandarins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;b)Um aqua com 70 x 60 x 60 tem que ter refúgio?&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um aquário de 250L não determinará se a quantidade de microorganismos será suficiente para manter o peixe sadio, mas sim a qualidade do sistema em termos de população e diversidade de microorganismos. Quanto maior o sistema maiores serão as probabilidades de sucesso. O tamanho mínimo para mantermos um Mandarin (referente à espaço necessário para nadar) é de 80L.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;c)o refúgio deve ser iluminado ou não?&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O refúgio precisa ser iluminado para que algas cresçam, o que irá alimentar muitos dos microorganismos presentes no sistema. Horário das lâmpadas deveria ser normal (de 10 à 12 hrs/dia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;d)qual o mínimo em termos de volume de água?&lt;/em&gt; &lt;&lt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do refúgio? Um aquário de uns 20L com algas e rochas de qualidade deveríam ser suficientes. Tenha em mente que os Mansdarins são peixes sensíveis à presença de outros peixes que competem com alimentos (qualquer peixe que se alimenta dos mesmos microorganismos).&lt;br /&gt;Abração,&lt;br /&gt;Alex Correa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=79&amp;amp;size=15&amp;amp;id=89&amp;amp;tipo=2"&gt;Estes modelos estão adequados???&lt;/a&gt;: : Marco Aurélio Neves - Osasco/SP&lt;br /&gt;Respondido em 12/29/2000 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Olá pessoal da Ecoanimal,Antes de mais nada gostaria de agradecê-los mais uma vez pela ãtenção. Bom, estou montando um aquário marinho, e gostaria de saber se esses equipamentos que estou comprando são adequados para o meu aquário. Esse possui 96litros (60x40x40).&lt;br /&gt;Skimmer: Berlin AirLift 90&lt;br /&gt;Bombas circulação: 2 RIO 600 (760l/h cada)&lt;br /&gt;Iluminação: 1 lamp. fluor. VHO 40W1 Fluor. Philips Actinica 15W1 Marine Glo 15W&lt;br /&gt;Termostato: Visitherm 100W&lt;br /&gt;Ventilação: 1 ventil. 14X14 na tampa superior p/ água.&lt;br /&gt;Substrato: 12cm halimeda com sistema jaubert abaixo (2 camadas de placas)&lt;br /&gt;Filtro: Aqua Clear Mini com Seachem Matrix para biologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que isso tudo está bem, ou alguma coisa está faltando ou não está adequada??? Só isso minha dúvida... Afinal, muitas outras já tirei aqui nas páginas de como contruir o aquário marinho.Mais uma vez agradeço.Abraços.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Marco,&lt;br /&gt;Basicamente falando os equipamentos estão de acordo. Você não necessitará de Seachem Matrix para filtragem biológica se usares rochas vivas e/ou areia viva. Por favor coloque fluorescentes VHO se quizeres tentar manter alguns dos mais comuns corais fotossintetizantes, principalmente de pólipos pequenos.&lt;br /&gt;Abraço,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=79&amp;amp;size=15&amp;amp;id=93&amp;amp;tipo=2"&gt;Um aquário grande !&lt;/a&gt;: : Marco Antonio C. C. Cardoso - Guarulhos/SP&lt;br /&gt;Respondido em 12/30/2000 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Olá amigos, só queria que vcs me dessem uma luz, e se estou no caminho certo.....&lt;br /&gt;Um colega meu, está tentando manter um aquário de 1000l acho q há 1 ano, e nada de esse aquário estabilizar, taalvez por que não estava tendo um acompanhamento regular necessário.....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas há um tempo atrás, eu comecei a fazer isso por ele...O aqua dele tem bastante rocha, mas a maioria estão escuras, tipo um marrom... e algumas estão calcificadas...O aquário tem 2 lampadas 20.000k de 40 wtse 2 lampadas coralife actinic magnetic 40 wts ( eu acho q é pouco)tem até que uma boa circulação, com 6 power heads de 2.100 l/ha densidade estava em 1.025, abaixei essa semana para 1.021, a temperatura sempre em 24.5.....Skimer funcionando...etc......Possui várias pedras de zoanthus, que foram colocadas para icentivar uma biologia e agora até que uns corais, que estão abrindo bem (uma umbrella, um green grape, um young soft, braching pagoda).....E uns peixes( um saddle black, uma domino dansel, e uma blue dansel)A única coisa que está bem errada é a alcalinidade, que está em 0.7 estou colocando Super Buffer da kent marine..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vcs acham que estou fazendo as coisas certas, ou acham que eu deveria fazer outra coisa ??&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só me deem uma luz......&lt;br /&gt;Grato desde já...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marco.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Marco,&lt;br /&gt;Vou pegar trechos da sua e mail para poder me explicar melhor:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;O aqua dele tem bastante rocha, mas a maioria estão escuras, tipo um marrom... e algumas estãocalcificadas... &lt;/em&gt;&lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não entendi. O que está marrom nas rochas provavelmente são algas. Como assim "algumas rochas estão calcificadas"?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;O aquário tem 2 lampadas 20.000k de 40 wtse 2 lampadas coralife actinic magnetic 40 wts ( eu acho q é pouco)&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depende do que ele quer manter. Depende das medidas do tanque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;...tem até que uma boa circulação, com 6 power heads de 2.100 l/ha densidade estava em 1.025, abaixei essa semana para 1.021, a temperatura sempre em24.5.....Skimer funcionando...etc...... &lt;/em&gt;&lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Densidade de 1.025 é melhor do que 1.021. A temperatura poderia ser um pouquinho mais alta, nos 25 ou 26 graus C.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Possui várias pedras de zoanthus, que foram colocadas para icentivar uma biologia... &lt;/em&gt;&lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aquário deveria ter a filtragem natural estabilizada primeiro, com um relevo de rochas vivas definitivo e amadurecido. Os Zoanthus não incentivam biologia (filtragem biológica), mas sim as bactérias que viovem nas rochas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;e agora até queuns corais, que estão abrindo bem (uma umbrella, um green grape, um young soft, brachingpagoda).....E uns peixes( um saddle black, uma domino dansel, e uma blue dansel)&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se ele colocou os corais antes de ter estabilizado um ambiente sdio, com rochas vivas o suficiente para filtrar o volume do sistema sem problemas esses animais não conseguirão viver por muito tempo. Uma descrição melhor do sistema seria necessária para que eu entendesse melhor o que está acontecendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;A única coisa que está bem errada é a alcalinidade, que está em 0.7 estou colocando Super Bufferda kent marine.. &lt;/em&gt;&lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Humm, alcalinidade nos 0.7meq/L está realmente muito baixa. O nível almejado é de normalmente de 2.5 à 3.5meq/L. Acredito que tem outras coisas erradas, como por exemplo alguns detalhes mencionados acima, dentre provavelmente outros problemas acarretados por uma falta de planejamento do sistema. Seu amigo precisa ler um livro, quem sabe? Ele deveria estar mais dedicado ao sistema. Me desculpe se estou enganado, mas essa é a idéia que me passaste. O que ajudará a alcalinidade à chegar aos níveis normais seria trocas de água com sal de boa qualidade ou água natural. Essa é a maneira mais segura de administrar e consertar tanta diferença nos valores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Vcs acham que estou fazendo as coisas certas, ou acham que eu deveria fazer outra coisa ??&lt;/em&gt; &lt;&lt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas observações estão mal administradas, como já coloquei, mas o principal à trazer aqui é que se seu amigo deveria ter estudado melhor antes de se aventurar. Eu preferiria que ele me contactasse e estivesse realmente interessado, ao invés de alguém estar procurando a solução para um melhor funcionamento do sistema. Por outro lado, admiro sua bondade e ajuda ao próximo. Estarei sempre disposto à ajudar, mas eu preciso saber dados mais detalhados desde o começo e tal... Tenho recebido muitas e mails de aquaristas que me dizem estar ajudando outros de maneira quase que inacreditável. Isso mostra que o que está ajudando o outro tem mesmo amor ao hobby, mas por favor tenham em mente que se o dono daquele sistema tiver que depender dessa forma de você para o manter, ele não merece estar com a responsabilidade de organismos tão especiais em suas mãos, pelo menos por enquanto. Por favor não tenham essas palavras como uma crítica maliciosa, e sim reflitam com seriedade. Desculpem se estou sendo um tanto áspero e aos que não se enquadram na situação, mas sim realmente estão com dificuldades para começar. :) &lt;br /&gt;Grande abraço,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FELIZ ANO NOVO À TODOS!!!!! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=78&amp;amp;size=15&amp;amp;id=94&amp;amp;tipo=2"&gt;Número de peixes.&lt;/a&gt;: : Gilmario Oliveira Nascimento Junior - Aracaju/SE&lt;br /&gt;Respondido em 12/30/2000 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ola Alex, tudo bem?Tenho um aqua so para peixes marinhos, ele tem 1,03m X 56 X 65cm altura (290L reais), e gostaria de saber se há espaço suficiente para os seguintes peixes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Pomacanthus Imperator&lt;br /&gt;-Holacantus Ciliaris&lt;br /&gt;-Six line wrasse&lt;br /&gt;-Nematelotris decora-Yelow Tang&lt;br /&gt;-P. Hepatus-Centropyge Loriculus (flame angel)&lt;br /&gt;-Gramma Loreto ou Neon Gobi&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grato desde ja pela ajuda&lt;br /&gt;Abração e espero q esteja tudo ok no Hawai :):)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oi Gilmario,Seu aquário é de bom tamanho, mas evite superpopulá-lo. Se puderes colocar menos peixes irá ser melhor para eles, mesmo que a filtragem biológica venha à se estabilizar e conseguir dar conta do recado. Eu colocaria uns 6 peixes de porte médio (tipo do tamanho de um Yellow tang adulto) num aquário como o seu, no máximo. Por favor tenha em mente que o Pomacanthus imperator e o H. ciliaris irão crescer bastante e necessitarão de espaço para nadar. Se deres preferência aos Anjos evite colocar mais peixes de porte médio como os Tangs por exemplo. Problemas de incompatibilidade entre os Anjos poderá surgitr com o tempo, mas quando juvenis poderão conviver por um bom tempo e quem sabe até se acostumarem entre eles. O Holacanthus ciliaris precisa de mais espaço (min de uns 700L) quando adulto do que o P. imperator (min. de 510L.). Esse peixe, o H. ciliaris, é agressivo, especialmente com peixes recém-introduzidos no sistema, então seria uma boa idéia colocá-lo por último, depois de ter os outros já estabilizados e familiarizados com o hábitat. Esses Anjos são muito dependentes de alimantação de boa qualidade e variada (vegetarianos/carnívoros), por favor não esqueça disso.&lt;br /&gt;Boa sorte e FELIZ ANO NOVO!!!&lt;br /&gt;Aloha,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=78&amp;amp;size=15&amp;amp;id=102&amp;amp;tipo=2"&gt;Anjos&lt;/a&gt;: : Luiz Henrique - são paulo/sp&lt;br /&gt;Respondido em 12/30/2000 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;-Um bodião puchelus,um paru e um anjo imperador ou um koram se dariam bem em um aquario de 500 litros?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Luiz,&lt;br /&gt;Um aquário de uns 510L. seria o ideal para o Paru, assim como para o Koran (Pomacanthus semicirculatus) e o Imperador. Por favor evitem colocar 2 anjos, seja qual for o tamanho, em aquários. Alguns deles podem até se acostumar com o tempo, mas precisam de bastante espaço. O Koran é um deles e deve ser colocado por último. Escolha somente um desses e procure deixar bastante espaço diponível para eles exercitarem e nadarem à vontade. O pessoal deveria preferir manter Centropyges ao invés dessas espécies de maior porte.&lt;br /&gt;Abraço e FELIZ ANO NOVO!!!&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=78&amp;amp;size=15&amp;amp;id=123&amp;amp;tipo=2"&gt;Platax&lt;/a&gt;: : Gustavo - são paulo/sp&lt;br /&gt;Respondido em 12/30/2000 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Um Platax orbicularis ou um Platax pineus pode ser colocado junto com um ciliares,um paru,um bodião puchelus ?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Gustavo,Os Platax são peixes de grande porte e esse já é um bom motivo para evitar colocá-los com outros peixes do mesmo porte em aquários menores que 800 ou 1.000L. Além disso, algumas espécies de Anjos são um tanto agressivas e não são aconselháveis com Platax. Por favor não compre Paltax pinnatus, pois quase 100% deles morrem em aquários por não se alimentarem. O P. orbicularis até que é resistente, mas necessita de um aquário de uns 800L e com bastante espaço para nadarem e de preferência com uma boa profundidade.&lt;br /&gt;Boa sorte e FELIZ ANO NOVO!!!&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=78&amp;amp;size=15&amp;amp;id=130&amp;amp;tipo=2"&gt;Pagoda Cup&lt;/a&gt;: : Amilcar Mascellani - São Paulo/sp&lt;br /&gt;Respondido em 12/30/2000 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Olá,Adquiri a pouco tempo um coral Pagoda Cup,tenho notado que o mesmo não está sempre aberto, isto é normal? Já que possuo outros corais e os mesmos estão sempre e abertos.Agardeço desde já a resposta.Um grande abraço e muito sucesso.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oi Almicar,&lt;br /&gt;Alguns corais sentem por causa do transporte e por causa das mudanças no ambiente. É normal que alguns sintam mais que os outros também, mesmo quando da mesma espécie. Esse período pode durar até mais de uma semana, dependendo de espécie para espécie. Provavelmente não é nada para se preoculpar. Tenha certeza de que os requerimentos para o coral estão sendo oferecidos e que nada esteja o incomodando.&lt;br /&gt;Abraço e FELIZ ANO NOVO!!!&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=78&amp;amp;size=15&amp;amp;id=147&amp;amp;tipo=2"&gt;coleta de animais no mar&lt;/a&gt;: : Thiago Rodrigues Frota - Fortaleza/Ce&lt;br /&gt;Respondido em 1/5/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Tenho 17 anos e vou fazer um curso de mergulho.Posso retirar animais do mar em minhas futuras expedições e pô-los no meu futuro reef tank?&lt;br /&gt;Grato,Thiago Frota&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caro Thiago,Coleta de alguns organismos requer permissão. Antes de tudo seria interessante você saber como irá fazer a coleta de maneira responsável. Existe um artigo de minha autoria recem publicado onde tentei passar algo sobre o assunto. Aqui vai o endereço:http://www.sitio.com.br/campanhas/rochasvivas.htmlEspero que seja de seu agrado. Não posso lhe passar detalhes sobre as leis de coletas no Brasil, mas basicamente falando rochas vivas e corais necessitam de permissão. Pelo menos é o que todos falam. Ainda não tive tempo de me dedicar à esse estudo, apesar de ser importantíssimo para todos. Boa sorte no seu curso e aproveite seus mergulhos!Abraço,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=77&amp;amp;size=15&amp;amp;id=167&amp;amp;tipo=2"&gt;Anêmonas&lt;/a&gt;: : Leonardo Pedrosa - São Paulo/SP&lt;br /&gt;Respondido em 1/12/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Olá, já tive duas anêmonas e nenhuma sobreviveu.A primeira foi uma Bubble. Parecia que não gostava de luz, se escondeu e nunca mais apareceu.Depois tive uma Condilactys que durou mais tempo. Certo dia dei camarão a ela. Não sei se é coincidência, mas depois que dei o camarão, ela começou a andar (estava fixa a uns 3 meses), sumiu e nunca mais apareceu.Existe algum tipo de anêmona que seja mais resistente do que essas que eu citei? Será que a qualidade da minha água está ruim? Tenho corais sensíveis como Seriatopora (crescendo muito bem), Acroporas, Hammers, etc...Obrigado.Leonardo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Leonardo,Anêmonas que abrigam peixes-palhaço normalmente não sobrevivem por longos períodos de tempo em sistema que não tenha um entrada e saída constante de água natural de qualidade e com os parâmetros necessários para aquela espécie em particular. Uma vez que sabemos disso, trocas de água mensais de no mínimo 10% do volume total do sistema deveríam ser aplicadas religiosamente e com água de muito boa qualidade podendo ser natural ou com sal sintético. É mesmo lamentável que esses belíssimos animais não consigam na maioria das vezes se adaptar e prosperar nos nossos reefs. Na natureza muitos desses animais vivem por centenas de anos e atingem tamanhos avantajados. Em aquários, alguns já conseguiram com que suas anêmonas viesses até à se reprodurirem sexualmente (o que deve ser monitorado de perto, assim como nos corais) e assexualmente (divisão, etc.), nos dizendo que as possibilidades de um relativo sucesso existem, mas infelizmente não é em todos os casos que acontece. Para falar a verdade são raros os casos que o sucesso é atingido.Ultimamente alguns aquaristas têm criticado o comércio desses animals por causa da baixa taxa de sobrevivencia dos mesmos por longos períodos de tempo. Existem os que mantêm as anêmonas por anos e anos em perfeitas condições, com palhaços, corais e tudo mais. Novamente, esses são sortudos! Portanto não se sinta mal pela sua perda.Bem, uma coisa importantíssima à respeito das anêmonas é que elas sempre irão apresentar comportamento um tanto imprevisível, como você pode notar, mudando de lugar de vez em quando. Isso ocorre por alguma coisa que provavelmente mudou no aquário ou mesmo porque ela foi encomodada de alguma forma (fisicamente) onde estava. Por essa razão, devemos montar um aquário só para as anêmonas, evitando que outros organismos venham à serem atingidos pelos poderosos nematócitos delas, que irão queimar o tecido e destruir muitos dos corais em pouquíssimo tempo. Outro detalhe é de propiciar o máximo de volume de água livre. O corpo de água ajuda à previnir com que troca de gases e desorientaçào química no sistema venha à afetar o animal em curto período de tempo, provavelmente ajudando-o à conseguir melhor adaptação às condições. Temperatura é uma das maiores rezões para maior volume de água por sistema. Isso significa, praticamente falando, mais água e menor relevo (rochas e substrato de fundo) por sistema. Quanto maior o sump, melhor também!Temperatura é muito importante. Variações consideráveis (mais de 4 graus C) da temperatura em um curto espaço de tempo poderão causar um pequeno choque na anêmona e mesmo que seja em poucos graus C poderá combinar com qualquer outro fator e trazer até a morte do animal. A temperatura ideal varia de espécie para espécie e poderá variar mesmo até de indivíduo para indivíduo, dependendo de onde foram coletadas. Basicamente falando, devemos manter a temperatura em torno dos 24 ou 26 graus C para anêmonas tropicais. Iluminação é outro fator importantíssimo. Metal halides certamente será a melhor opção para o melhor desenvolvimento delas, depois de luz solar. Um chiller é necessário então para manter a temperatura adequada e não variar muito.Movimentação da água também não pode deixar à desejar de maneira nenhuma. Os nutrientes, que deveriam ser adicionados na água pelo aquarista, precisam chegar à anêmona através das correntes de água formadas no tanque. Num aquário que recebe água natural constantemente esses nutrientes vêm em maior abundância e constantemente. Por isso é que elas conseguem sobreviver por anos e anos. Em sistemas fechados isso é mesmo difícil de conseguir. Alimentação parece ser grande ajuda à essa falta que temos em nossos sistemas fechados, assim como uma importação de orgânicos e outros, que precisam ser retirados de qualquer forma. O skimmer potente entra aí. Água límpida e livre de partículas sólidas que possam prejudicar esses animais é certamente uma das mais difíceis prevenções que podemos conseguir. Alguns dizem que partículas mínimas de carvão ativado, por exemplo, possam ser prejudiciais às anêmonas. O carvão ativado é muito bom para retirar uma série de impurezas da água, mas suas micro-partículas são prejudiciais, de alguma forma. Lavar muito bem o carvão é uma prevenção sábia.A presença de Palhaços irá ajudar à anêmona à ser protejida e alimentada também. Muitas das vezes, quando os aquaristas dizem tê-las por muito tempo, normalmente é em aquários onde os Palhaços são mantidos em harmonia com essas anâmonas desde o princípio da montagem do sistema.Quanto às espécies, as Bubble-Tip (Entacmaea quadricolor) são provavelmente uma das mais fáceis de manter em cativeiro (depois de Aiptasias!! Grrrr!!!). Aqui no Waikiki Aquarium nós temos várias delas por muito tempo mesmo e já foi observado uma possível reprodução sexuada no tanque em diferentes situações (o que não quer dizer que todas as vezes tenham sido mesmo essas anêmonas, pois temos outros organismos que poderíam ter soltado os ovos ou espermas e um documentário preciso não foi feito). Mas algumas vezes ocorreu. O transporte dessa anêmona pode afetá-la principalmente por infecção ou rompimento de tecido. Depois de colocada no aquário ainda precisa de um tempo para se recuperar e estabilizar com as condições do novo hábitat. São melhores mantidas com palhaços (Amphiprion frenatus, A. melanopus e Premnas biaculeatus). Comida pode ser camarão de diferentes tipos e peixes, ambos picados em cubinhos, uma vez por semana. Evite alimentar comida líquida pois na maioria das vezes pouco efeito positivo traz para as anêmonas e muitos problemas com as algas poderão surgir. Artêmia enriquecida com vitaminas são muito bem-vindas. Não esqueça de que os palhaços às alimentam também e a alimantação oferecida pelo aquarista não deve ser exagerada. Suplementos contendo elementos traços, vitaminas e amino-ácidos provavelmente ajudarão no mantimento das anêmonas e por favor não esqueça da circulação. Essa deve ser de maneira que os tentáculos da anêmona se movam de um lado para o outro, mas não diretamente no animal. Temperatura da água nos 24 à 26 graus deve ser mantida e evitar-se mudanças bruscas.A Condylactis gigantea, normalmente encontrada, na maioria das vezes perde sua cor magnífica provavelmente por causa da falta de elementos e outros, que auxiliam na produção de pigmentos. Alimentação de diferentes origens é provavelmente grande influente nesse ponto. Iluminação pode ser também, mas menos provável. Portanto, fica difícil de saber exatamente o que causa a perda de cor, mas é fato. É também relativamente fácil de ser mantida, segundo muitos, mas precisam de iluminação adequada. Como você tem corais duros crescendo bem no seu sistema, acredito que esse não seja o problema. Tenha certeza de que sua iluminação apresenta espéctro apropriado, porém. Muitos dizem que o espéctro nos 6.500K são provavelmente os melhores para anêmonas. Acredito que isso seja verdade, uma vez que esses animais normalmente são coletados em profundidades relativamente rasas. Uma metal halide de 6.500K com suplemento de actinics normais ou mesmo VHOs seria o ideal então, evitando as metal halides de 10.000K. Alguns dizem ter tido sucesso com essa anêmona até com iluminação somente de fluorescentes. Quanto tempo o animal foi mantido em ambos os casos não foi reportado. Alimantação oferecida umas 2 ou 3 vezes ao mês, com os parâmetros da água ok. temperatura nos 24 à 26 graus C. os palhaços para ela são: Amphiprion clarki e A. frenatus.&lt;br /&gt;Por favor consulte o livro "The Reef Aquarium vol. II" que certamente encontrará para mais detalhes e ajudas para a manutenção de anêmonas em cativeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje eu estava inspirado :)&lt;br /&gt;Grande abraço e boa sorte,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=77&amp;amp;size=15&amp;amp;id=173&amp;amp;tipo=2"&gt;1- Tangs 2 - ButterFly&lt;/a&gt;: : Daniel Furst - Santos - São Paulo/SP&lt;br /&gt;Respondido em 1/15/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1- Há como colocar tangs em um aquario com um yellow já grande ? ( 200 l )&lt;br /&gt;2- Há como colocar butterflys em um aquario com um Auriga já grande ? ( 200 l )Obrigado&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Daniel,Como nós sabemos, os borboletas e Tangs serão agressivos com peixes similares e no seu caso provavelmente não será diferente. O Auriga (Chaetodon auriga) é uma das mais agressivas espécies entre os borboletas, e necessita de bastante espaço para nadar por causa do seu grande porte, quando adulto. O Yellow Tang também vai agredir outros Tangs e Cirurgiões por instinto e necessita espaço para nadar também. O tamanho mínimo de um aquário que eu colocaria tais peixes adultos seria uns 400 ou 450L. Se por acaso você vier à aumentar seu tanque e quizer tentar introduzir mais Borboletas e/ou Tangs, por favor tenha certeza de que irá abrigá-los com conforto. Um sistema de uns 800L seria o recomendado, uma vez que logicamente outros peixes seriam mantidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou aproveitar pra trazer aqui um assunto que tenho notado ultimamente e que certamente não é o seu caso Daniel, mas de muitos outros com quem me comunico. Ultimamente aquaristas estão tentando minimizar ao máximo os sistemas marinhos, tentando provar que podem manter esses sistemas de forma exemplar. Penso eu que esses, ao mesmo tempo, tentam mostrar à outros que esses mini-sistemas são prova de que eles são capazes, ou seja, são bons aquaristas. Ok, o que eu quero dizer é que quanto maior o aquário, maior o espaço para os organismos. Peixes, assim como invertebrados, precisam de água e muita água. Se há uma minimização de coluna livre de água as trocas deverão acompanhar as necessidades de manter a qualidade desse sistema. Não adianta ter o melhor skimmer do mundo e colocar o aquário entupido de rochas vivas (que muitas das vezes está sendo confundido quantidade de rochas com qualidade de água - filtragem) e pouca água disponível para os peixes nadarem. Isso vai, em longos períodos de tempo, acabar trazendo de uma forma ou de outra problemas com o sistema e estresse à todos os habitantes. Se não podemos aumentar o aquário, deveríamos diminuir a quantidade de peixes e procurar colocar somente espécies de pequeno porte naquele sistema, de acordo com o tamanho do aquário. Isso deveria ser planejado desde o início do planejamento daquele sistema, assim como o equipamento deveria estar de acordo com esse planejamento (peixes e invertebrados à serem antidos).Outra coisa é referente às mudanças nos aquários. Muitos dos aquaristas parecem nunca estarem satisfeitos com seus aquários, pois está sempre faltando um peixe que viu na loja, ou aquele coral que o amigo tem. Isso é perfeitamente NORMAL. Eu também sinto isso, logicamente, mas por favor, meus senhores/as, o sistema precisa de um planejamento e quando chega a hora em que se vê que deveríamos parar de colocar organismos deveríamos obedecer nossos instintos (ou mesmo perguntar à alguém mais experiente). Pelas mensagens que venho colocando acredito que dê para se ter uma idéia mais ou menos da quantidade de peixes que aquele aquário em particular poderia abrigar. Esses dados que eu passo à vocês são tirados de trabalhos de outros autores mundialmente conhecidos, assim como idéia que tenho pelos sistemas que nós temos aqui no Waikiki Aquarium, conversas com outros hobistas e experiências próprias com meus aquários. Peixes aqui no Aquarium vivem por anos e anos e anos e provavelmente o maior dos motivos vem à ser mesmo o espaço que esses animais têm para nadar. Logicamente que alimentação, compatibilidade, etc. conta também. Só umas idéias para que o pessoal não pense que eu esteja querendo desestimular ninguém. Muito pelo contrário, quero mais é que vocês possam manter esses peixes por muitos anos e logicamente "enjoem" deles, o que torço para que todos possam encarar naturalmente, sabendo que mantê-los por longos períodos é a idéia principal quando assumimos a responsabilidade de manter esses lindos animais na nossa sala de estar. Todos nós de certa forma "enjoamos" de ver os mesmos peixes, mas devemos fazer o máximo para que esse sentimento seja transformado em prazer e principalmente orgulho de estar mantendo aquela espécie por tanto tempo. É assim que crescemos e que mostramos que realmente amamos esses organismos.Eu precisava colocar isso aqui pois sinto que afeta à muitos aquaristas brasileiros. Por favor desculpem pela franqueza. Saibam que não foi minha intenção entrar de sola em ninguém. :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daniel: tens bom gosto! Amo esses peixes!&lt;br /&gt;Boa sorte! :)&lt;br /&gt;Abração a todos,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=77&amp;amp;size=15&amp;amp;id=181&amp;amp;tipo=2"&gt;Quais os suplementos e testes que tenho que fazer&lt;/a&gt;: : Roberto Rodrigues Alveia Jr - Sao Paulo/SP&lt;br /&gt;Respondido em 1/17/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Oi eu acabei de adquirir um aquario marinho e quero saber o que devo colocar na agua tipo calcio , e quais testes que devo faser&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caro Roberto,&lt;br /&gt;Sua pergunta me diz que você comprou um aquário e que quer colocar organismos marinhos nele, sem mesmo ter uma idéia do que está fazendo. Porque ouviu algo sobre suplementos, o que é vital para se manter todos os organismos, quer ter certeza de que está fazendo a coisa certa. Humm... Nunca vou me cansar de dizer aqui: melhor iniciativa que qualquer um tem quando pensa em montar qualquer tipo de aquário, porincipalmente marinho, é de estudar bem o que pretende manter. Só peixes? Só invertebrados? Que tipos? Peixes e invertebrados? Que tipo de organismos? Será que eles vão conviver em harmonia? Essas perguntas seriam as básicas. Daí, se entra com um plano do sistema (hábitat, relevo, etc.). Então vamos às necessidades daquele tipo de aquário (equipamentos, etc.). Isso vai acarretar em custos, que o aquarista precisa estar ciente e planejar comprar o básico para montar e manter o sistema pelo menos pelos primeiros meses. Se for só para peixes existem maiores chances de sucesso no começo, pois o aquarista irá começar à se habituar com os fatores físicos da água (temperatura, salinidade, etc.), doenças, quarentena, alimentação e tal... Daí pode-se pensar em montar um sistema de reef, depois que já estiver habituado e realmente sentir que pode ter tempo, dinheiro e principalmente prazer em ter tal tipo de sistema. Ler o livro "O aquário marinho &amp;amp; as rochas vivas" de Sérgio Gomes é uma ótima opção da literatura em português atualmente para começar no caminho certo. Converse com muitos aquaristas e vá em várias lojas para estar envolvido com os equipamentos e opções na sua localidade. Visite sites na net e nunca se canse de aprender!&lt;br /&gt;Uma lista de testes e suplementos marinhos normalmente encontrados no mercado, dizendo como você os usa não vai lhe ajudar mais do que as recomendações que lhe passei acima. O que determina sucesso em aquariofilia marinha é o entendimento básico do que acontece nos sistemas naturais e não fórmulas químicas e marcas de produtos. A aparência dos organismos muitas das vezes é mais importante do que números e fórmulas. Um equilíbrio é primordial para a saúde de qualquer sistema. Para saber quais os suplementos que vais necessitar eu preciso saber quais os organismos que você vai manter, quais os equipamentos, quanto tempo que o aquário está montado, qual o tamanho e se tem rocha viva ou não. Por favor não me leve a mal. Um aquarista experiente que não lhe participasse o que escrevi aqui não quer que você seja um aquarista de sucesso, ou tem medo de te magoar. Saiba que eu quero que aprendas da melhor forma e que a segunda opção também está valendo. :)&lt;br /&gt;Grande abraço e seja bem-vindo ao hobby,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=77&amp;amp;size=15&amp;amp;id=188&amp;amp;tipo=2"&gt;Skilter ou skimmer qual a melhor opcao&lt;/a&gt;: : Roberto Rodrigues Alveia Jr - Sao Paulo/SP&lt;br /&gt;Respondido em 1/18/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Oi eu tenho um aquario marinho de rochas vivas pequeno, 72litros, com halimeda,onde ira abrigar alguns peixes ,invertebrados e corais pequenos.Gostaria que voces me indiquassem qual o melhor desproteinador o skilter ou o skimmer.e tambem qual peixe que voce pode me aconselhar para esse aquario. Muitissimo obrigado&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Roberto,O Skilter é um produto que, de acordo com o fabricante, deveria ser eficiente na filtragem mecânica ("perlon", ou "lã"), física (skimmer, na verdade é fisico-química), química (carvão ativado) e possivelmente biológica (colocando uma média para colônia de bactérias). Infelizmente nem tudo que citei acontece de maneira adequada no produto. O skimmer é ineficiente por não produzir quantidade e qualidade de bolhas. O carvão ativado é localizado originalmente junto com o perlon, que por acumular algas e detritos acaba tirando a eficiência de filtragem do mesmo, por causa do entupimento. Além disso, o carvão ativado que vem no refil é normalmente pobre em qualidade. A filtragem biológica feita por média apropriada pode ser descartada para aquários de reef, pois não há necessidade nenhuma mesmo. O que nos resta então é somente a filtragem mecânica feita pelo perlon, que indiscutivelmente irá contecer, mesmo que não filtre partículas menores, mas pelo menos alguma coisa. Por isso eu desaconselho o uso desse produto em aquários principais. Skimmer (ou desnatador) é então somente aquela parte que apresenta as bolhas de ar com o copo de coleta no topo. Qualquer skimmer que retire significante líquido escuro, não muito fino, e que apresente uma espuma não tão ecessiva, será uma boa opção (coisa que o skimmer do Skilter só vem à fazer quando há um excesso de impurezas no sistema. Somente o Skimmer é a melhor opção.Quanto aos peixes, bem, isso é pessoal e vai depender dos invertebrados que terás. Minha dica seria você fazer uma pesquisa e ver quais os peixes de seu agrado. Peixes de grande porte como alguns Anjos, Borboletas, moréias etc. não se adaptariam bem em seu aquário pelo limite de espaço. O que seria mais interessante escolher estaria entre algumas Wrasses (cuidado na seleção, pois algumas crescem bastante, além de se alimentarem de invertebrados também!), e especialmente Blennies, Halkfishes Palhaços, Gobies e Cardinais. Tenha certeza de que os peixes estarão de acordo com a compatibilidade entre eles e entre os invertebrados.&lt;br /&gt;Boa sorte,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=77&amp;amp;size=15&amp;amp;id=201&amp;amp;tipo=2"&gt;Temperatura em reefs - Alex Correa&lt;/a&gt;: : Fernando José Klein Teixeira - nova Friburgo/rj&lt;br /&gt;Respondido em 1/22/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BLZ Alex??To com umas dúvidas,ou seja,polêmicas..perguntas:&lt;br /&gt;o reef deve ficar em que temperatura?&lt;br /&gt;a temperatura de 30 graus celcius prejudica os corais?Qual deve ser a variação máxima de temperatura admitida em um dia?&lt;br /&gt;o termostato tem que ser eletrônico?Tme de ser muuiittoo preciso?tá bão de perguntas né?&lt;br /&gt;hehehehe...senão mata..Valeu Alex!!Abração!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Fernando,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;"o reef deve ficar em que temperatura?" &lt;/em&gt;&lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo um dos aquaristas que mais respeito, Dr. Ron Shimek (além de documentos científicos), a temperatura ideal para o crescimento de corais é de 27.7C à 28.8C. Os aquários de reef normalmente montados, com organismos importados são normalmente encontrados em locais tropicais, com excessão de muitos poucos. A temperatura adequada para esses organismos em sistemas fechados e tradicionalmente montados seria entre 25 e 30 graus, com pequena variação diária. Manter um aquário de reef com organismos (importados) vindo de vários lugares tropicais em temperatura maior que 31 graus C pode trazer alguns inconvenientes, dependendo do sistema. Geralmente falando, uma temperatura amena, em termos tropicais, é o meio mais seguro para aquários. Logicamente que na natureza existem variações de temperatura entre lugares e mesmo diariamente num mesmo local, mas não estou falando de natureza. Nossos sistemas são bem diferentes das condições que Deus criou para o mar. Assim sendo, uma estabilidade é melhor que variações em todos os sentidos para um aquário. Estou sabendo de muitos dos comentários e discussões que estão acontecendo atualmente referentes à temperatura em aquários de reef, mas até agora não li nada que possa me provar o contrário do que penso atualmente. A maioria das evidências são referentes à ambientes naturais, que novamente, está normalmente distante das condições possíveis aos sistemas que mantemos em casa. Algumas dessas diferenças podem ser tão evidentes e extremas que sozinhas nos mostram que devemos repensar quando achamos que nossos aquários estão bem semelhantes à natureza. Dentre os exemplos mais nítidos dessa diferença (aquário/natureza) estão: circulação de água, reações químicas, presença constante e equilibrada de elementos e compostos na água, nutrientes, efeitos de iluminação, aproveitamento de iluminação, vida presente, etc., etc., etc... Portanto, prefiro ainda seguir o que tenho aprendido e dado certo nos aquários que lido no Waikiki Aquarium. Existe porém uma controvérsia entre aquaristas e isso provavelmente tem algo a ver com os sistemas que eles lidam, em particular, o que pretendo não criticar nem dizer que estão errados, pois não é por aí. O hobby é muito amplo, principalmente quando nos referimos às influencias nos organismos e esse é um dos maiores motivos de sempre vemos nossos aquários particularmente. A aparência dos organismos é mais uma vez muito importante.&lt;br /&gt;Aos que mantêm corais brasileiros, tenho notado uma grande diferença de opiniões entre hobistas, quando converso à respeito de temperatura. Gostaria que viessem aqui se expressar e colaborar com dados para que num futuro próximo saibamos qual seria a prioridade para a maioria dos organismos nacionais mantidos em cativeiro. Corais brasileiros deveriam estar sendo mantidos, à princípio, num mesmo sistema, que deveria ser montado exclusivamente à eles, pelas suas particularidades. Muitos mitos estão surgindo e desaparecendo toda hora, mas ainda não sabemos com certeza qual seria a temperatura ideal à eles, nem as condições ideais para mantê-los por longos períodos de tempo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;"a temperatura de 30 graus celcius prejudica os corais?"&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30 graus C começa à estar no limite de tolerância para alguns organismos e manter um sistema nessa temperatura poderia causar problemas se por acaso ouver aumento de temperatura ambiente trazendo a temperatura interna do sistema para maior que 30C, por exemplo. Não aconselho à manter um sistema em 30C constantemente, pois não acredito ser confortável aos organismos também. Temperatura de 32C é fatal para muitos dos corais, mesmo os vindos de lugares de águas mornas. Manter o aquário nos 27C/28C é uma boa e segura atitude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;"Qual deve ser a variação máxima de temperatura admitida em um dia?" &lt;/em&gt;&lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Variação diária de temperatura da água de aquário marinho deveria ser de no máximo 3 graus C em 24 horas. Muitos organismos toleram mais do que isso, mas em termos de segurança, incluindo os organismos mais sensíveis e peixes, 3 graus C por cada 24 horas seria o máximo que deveríamos permitir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;"o termostato tem que ser eletrônico?Tme de ser muuiittoo preciso?" &lt;/em&gt;&lt;&lt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Olá Fernando,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;"o reef deve ficar em que temperatura?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo um dos aquaristas que mais respeito, Dr. Ron Shimek (além de documentos científicos), a temperatura ideal para o crescimento de corais é de 27.7C à 28.8C. Os aquários de reef normalmente montados, com organismos importados são normalmente encontrados em locais tropicais, com excessão de muitos poucos. A temperatura adequada para esses organismos em sistemas fechados e tradicionalmente montados seria entre 25 e 30 graus, com pequena variação diária. Manter um aquário de reef com organismos (importados) vindo de vários lugares tropicais em temperatura maior que 31 graus C pode trazer alguns inconvenientes, dependendo do sistema. Geralmente falando, uma temperatura amena, em termos tropicais, é o meio mais seguro para aquários. Logicamente que na natureza existem variações de temperatura entre lugares e mesmo diariamente num mesmo local, mas não estou falando de natureza. Nossos sistemas são bem diferentes das condições que Deus criou para o mar. Assim sendo, uma estabilidade é melhor que variações em todos os sentidos para um aquário. Estou sabendo de muitos dos comentários e discussões que estão acontecendo atualmente referentes à temperatura em aquários de reef, mas até agora não li nada que possa me provar o contrário do que penso atualmente. A maioria das evidências são referentes à ambientes naturais, que novamente, está normalmente distante das condições possíveis aos sistemas que mantemos em casa. Algumas dessas diferenças podem ser tão evidentes e extremas que sozinhas nos mostram que devemos repensar quando achamos que nossos aquários estão bem semelhantes à natureza. Dentre os exemplos mais nítidos dessa diferença (aquário/natureza) estão: circulação de água, reações químicas, presença constante e equilibrada de elementos e compostos na água, nutrientes, efeitos de iluminação, aproveitamento de iluminação, vida presente, etc., etc., etc... Portanto, prefiro ainda seguir o que tenho aprendido e dado certo nos aquários que lido no Waikiki Aquarium. Existe porém uma controvérsia entre aquaristas e isso provavelmente tem algo a ver com os sistemas que eles lidam, em particular, o que pretendo não criticar nem dizer que estão errados, pois não é por aí. O hobby é muito amplo, principalmente quando nos referimos às influencias nos organismos e esse é um dos maiores motivos de sempre vemos nossos aquários particularmente. A aparência dos organismos é mais uma vez muito importante.&lt;br /&gt;Aos que mantêm corais brasileiros, tenho notado uma grande diferença de opiniões entre hobistas, quando converso à respeito de temperatura. Gostaria que viessem aqui se expressar e colaborar com dados para que num futuro próximo saibamos qual seria a prioridade para a maioria dos organismos nacionais mantidos em cativeiro. Corais brasileiros deveriam estar sendo mantidos, à princípio, num mesmo sistema, que deveria ser montado exclusivamente à eles, pelas suas particularidades. Muitos mitos estão surgindo e desaparecendo toda hora, mas ainda não sabemos com certeza qual seria a temperatura ideal à eles, nem as condições ideais para mantê-los por longos períodos de tempo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;"a temperatura de 30 graus celcius prejudica os corais?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30 graus C começa à estar no limite de tolerância para alguns organismos e manter um sistema nessa temperatura poderia causar problemas se por acaso ouver aumento de temperatura ambiente trazendo a temperatura interna do sistema para maior que 30C, por exemplo. Não aconselho à manter um sistema em 30C constantemente, pois não acredito ser confortável aos organismos também. Temperatura de 32C é fatal para muitos dos corais, mesmo os vindos de lugares de águas mornas. Manter o aquário nos 27C/28C é uma boa e segura atitude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;"Qual deve ser a variação máxima de temperatura admitida em um dia?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Variação diária de temperatura da água de aquário marinho deveria ser de no máximo 3 graus C em 24 horas. Muitos organismos toleram mais do que isso, mas em termos de segurança, incluindo os organismos mais sensíveis e peixes, 3 graus C por cada 24 horas seria o máximo que deveríamos permitir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;"o termostato tem que ser eletrônico?Tme de ser muuiittoo preciso?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, termostato não TEM QUE SER eletrônico. Qualquer termostato normalmente vendido para aquário e que tenha sido comprovado anteriormente como sendo um aparelho seguro e eficiente poderá ser usado. Existem muitos produtos de baixa qualidade porém (termômetros, termostatos e aquecedores), e que deveriam ser escolhidos com cuidado. O termômetro precisa ser o mais preciso o possível e o termostato deveria ser escolhido de acordo com testes feitos com tais tipos de termômetros. Alguns dos termômetros eletrônicos apresentam variações mínimas e podem ser usados, de maneira geral. Os normalmente encontrados para o comércio aquarístico, que têm aquele líquido vermelho dentro, são de baixa qualidade e não confiáveis, na maioria das vezes. Os que são fabricados para serem colocados fora do aquário, os que são umas fitas adesivas pretas, não deveriam nem serem vendidos para aquários, pois a temperatura externa não precisa ser medida. ;) Normalmente os termômetros e/ou ajustes que vêm nos aquecedores/termostatos não significam exatamente o que acontece também. Existe uma diferença até que notável entre termômetros, termostatos e aquecedores da mesma marca. É muito difícil acharmos um produto 100% correto. Pesquise entre os outros hobistas e nas lojas que conheça para ver quais seriam os produtos mais confiáveis encontrados na sua localidade. Infelizmente não tenho uma boa marca para lhe indicar no momento.&lt;br /&gt;Espero que tenha ajudado a esclarecer um pouco suas dúvidas. Boa sorte. &lt;br /&gt;Abração,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=77&amp;amp;size=15&amp;amp;id=212&amp;amp;tipo=2"&gt;Bomba para Recalque !&lt;/a&gt;: : LLALLAS - São Paulo/SP&lt;br /&gt;Respondido em 1/26/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Usando uma Mega 1200 no recalque distribuindo para dois gira gira, vcs sabem qual a vazão aproximadamente de saida nos gira gira ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Mega 1800 é boa para sump ?É silenciosa ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dúvida ?Meu aqua tem 400l, estou procurando a melhor forma de fazer subir a agua do sump para o aqua distribuindo para dois gira gira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém poderia dar uma ajuda ? Qua seria a melhor opção e que bomba devo usar para proporcionar uma boa vazão na saida dos dois gira gira ?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Llallas,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Usando uma Mega 1200 no recalque distribuindo para dois gira gira, vcs sabem qual a vazão aproximadamente de saida nos gira gira ?&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por favor me desculpe, mas não conheço nenhuma bomba com o nome de Mega. Acho que estás se referindo às Mag Drive 1200 e estarei então lhe dando meus cálculos de acordo com tal bomba. Depende da altura, mas considerando que ela irá bombar a água numa altura de uns 90cm (distância do sump para o aquário, acima) se fosse diretamente, sem bifurcação da água estaria liberando cerca de uns 910L/h. Como você irá dividir para 2 gira-giras, devemos contar com a quantidade de joelhos ou possíveis atritos que os canos ou tubos estariam sujeitos. Lhe aconselho à usar tubos de vinil flexíveis e evitar assim perda de pressão da água jogada pela bomba. Digamos que os dois gira-giras terão uma média entre uns 430 à 450 l/h para cada um. Esses cálculos são superficiais, uma vez que ainda não conheço os gira-giras brasileiros e não sei das possíveis obstáculos que essa água irá encontrar no seu caso em particular. Mas já dá para você ter uma idéia. Eu preferiria usar duas bombas Mag Drive (modelos 500 ou 700) para cada gira-gira, de acordo com as necessidades. Falar nisso, se alguém conhece os fabricantes desses tão falados gira-giras, eu gostaria muito de poder experimentá-los por aqui. :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;A Mega 1800 é boa para sump ? É silenciosa ?&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mag Drive é uma bomba muito boa para sump porque é projetada para uso com pressão contrária (água que tenha que subir). É silenciosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Meu aqua tem 400l, estou procurando a melhor forma de fazer subir a agua do sump para o aqua distribuindo para dois gira gira.Alguém poderia dar uma ajuda ? Qua seria a melhor opção e que bomba devo usar para proporcionar uma boa vazão na saida dos dois gira gira ?&lt;/em&gt; &lt;&lt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novamente, não posso lhe dar a melhor forma de se alcançar esse objetivo pois não conheço os gira-giras brasileiros, mas essa maneira que você sugeriu, se é que estás se referindo às Mag Drive, me parece muito boa. Por favor procure saber quantos litros por hora os gira-giras necessitam para um perfeito funcionamento. Se precisar de cerca de uns 410l/h ou mais, os planos estão ok. Vai depender de quantos litros por hora esses gira-gira necessitam para melhor funcionamento deles. Por favor contacte os distribuidores ou fabricantes do produto. Precisando de ajuda novamente é só falar. O Monteiro tem experiência com esses gira-giras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraço,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=77&amp;amp;size=15&amp;amp;id=213&amp;amp;tipo=2"&gt;Bombas para recalque&lt;/a&gt;: : LLALLAS - São Paulo/SP&lt;br /&gt;Respondido em 1/26/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Estou em dúvida com relação a bombas para recalque.&lt;br /&gt;Estou tentando achar melhor solução para o meu aqua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mag 700 ligada a um gira gira a 1,60m de altura, qual a vazão ?&lt;br /&gt;Rio 2100 ligada a um gira gira a 1,60m de altura, qual a vazão ?&lt;br /&gt;Qual das duas opções fica melhor ?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ok, lá vamos nós novamente Llallas, :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Mag 700 ligada a um gira gira a 1,60m de altura, qual a vazão ?&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais ou menos de 1.760 à 1.780 L/h, dependendo dos atritos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Rio 2100 ligada a um gira gira a 1,60m de altura, qual a vazão ?&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais ou menos de 1.740 à 1.760 L/h, dependendo dos atritos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Qual das duas opções fica melhor ?&lt;/em&gt; &lt;&lt; &lt;br /&gt;Mag Drive são bem melhores que as Rio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ERRATA da mensagem anterior:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"...sem bifurcação da água estaria liberando cerca de uns 910L/h..." &lt;br /&gt;O correto é: "... cerca de 3.465 L/h..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"...gira-giras terão uma média entre uns 430 à 450 l/h para cada..."&lt;br /&gt;O correto é : "entre uns 1.634 à 1.710 L/h para..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"... Se precisar de cerca de uns 410l/h ou mais, os planos estão ok. "&lt;br /&gt;O correto é: "... de uns 1.558 ou mais,..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu esqueci de transformar a medida americana em litros por hora no final e coloquei como L/h. Por favor me desculpe o engano.&lt;br /&gt;Abração,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=77&amp;amp;size=15&amp;amp;id=222&amp;amp;tipo=2"&gt;Sobre uma pergunta&lt;/a&gt;: : Roberto Rodrigues Alveia Jr - Sao Paulo/SP&lt;br /&gt;Respondido em 1/26/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Oi eu perguntei de como que era a Alimentacao do peixe Gramma mas eu escrevi o nome do peixe errado porque o peixe e o Gramma Loreto e eu tinha escrito Gramma Barllet.Me desculpe porque eu me confundi com outro peixe.Ja que citei o nome certo dele voce pode me diser qual a alimentacao mais adequada ,se ele come o que, racao , e qual racao , artemia etc...Me informe tudo o que ele pode comer.&lt;br /&gt;Desculpa.e muitissimo obrigado&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Roberto,O Gramma loreto é um peixe lindo e que precisa ser alimentado adequadamente para manter sua colocação vibrante. Eles não têm muito problema para aceitar comida em cativeiro e são normalmente bem resistentes. Você pode oferecer camarão, lula, peixes picadinhos, preparados congelados para carnívoros e mesmo flocos que eles vão aceitar. Alimente pouco e uma vez ao dia.&lt;br /&gt;Abração,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=76&amp;amp;size=15&amp;amp;id=224&amp;amp;tipo=2"&gt;água do mar&lt;/a&gt;: : Jesus Osmar Gonçalves - Mauá/SP&lt;br /&gt;Respondido em 1/27/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ola pessoal!!!Gostaria de saber se a água coletada diretamente no mar deverá passar por um processo de descanço ou filtragem,antes de ser colocada diretamente no aquario.&lt;br /&gt;Abraços, Jesus.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Jesus,Quando eu morava no Brasil eu costumava deixar a água por um tempo em local escuro para que a vida presente viesse à morrer e não houvesse nenhum problemas com organismos patogênicos no aquário. Além disso, suspensão e sujeiras irão precipitar também. 1 ou 2 semanas normalmente é o suficiente. Não esqueça que precisa estar em lugar escuro, mas seco e fresco. O método de filtragem também pode ser aplicado à água recém-coletada, mas não irá prevenir doenças à entrarem no sistema, ajudando somente à excluir partículas sólidas da água. Alguns organismos patogênicos serão excluídos com o uso de filtros de papel usados para coar café (tipo Melita), mas não é 100% eficaz.Não aconselho à tratar a água com química (ex.: cloro) porque existem pequenos riscos, se o tratamento não for feito com atenção. O descanço e/ou filtragem já são suficientes na maioria dos casos.&lt;br /&gt;Abração,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=76&amp;amp;size=15&amp;amp;id=219&amp;amp;tipo=2"&gt;aitapsia "pé de galinha"&lt;/a&gt;: : Roberto Herrero Lopes - S.B.Campo/SP&lt;br /&gt;Respondido em 1/27/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;olá, gostaria de saber como faço pra acabar com os pés da galinha que estão nas minhas rochas.ObrigadoRoberto&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oi Roberto,Infelizmente eu não tenho ainda a fórmula mágica para acabar com essas danadas. O que muitos tentam, mas realmente é difícil de solucionar por completo é o uso de predadores naturais como peixes (Chelmon rostratus e Chaetodon lunula, o último irá se alimentar de outros cnidários!!). Existem algumas lesmas marinhas (nudibranchs) que irão também se alimentar das pestinhas, mas esses são difíceis de se achar à venda. Outra solução seria você injetar kalkwasser (mistura o pó com água numa seringa e aplica na anêmona, uma por uma). Outros tentam água fervendo, injetada com a seringa também. Nunca aplique nenhum produto milagroso que te garante acabar com as Aipatasias, pois já ouvi muitos chorarem por tererm perdido o aquário inteiro com tais produtos.&lt;br /&gt;Boa sorte,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=76&amp;amp;size=15&amp;amp;id=237&amp;amp;tipo=2"&gt;Refugio&lt;/a&gt;: : Gustavo - são paulo/sp&lt;br /&gt;Respondido em 1/30/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ouvi dizer que refugio é uma tecnica nova no aquarismo e que ajuda como um todo o aquario,mas o que é e como construir um refugio?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Gustavo,Refúgio é um lugar que fica ausente de predadores, dentro ou ligado ao sistema. Pode ser um lugarzinho naquele aquário grande, cercado com uma telinha atrás das pedras, em que os microorganismos mais comuns em aquários como copépodes, anfípodes, dentre outros, conseguem se reproduzir e "alimentar" o sistema. Muitos dos peixes predadores que mantemos necessitam de alimentação viva, o que enriquece o cardápio dos mesmos e ajuda à mantê-los sadios por longos períodos de tempo. Quanto maior o refúgio, melhor para o sistema. A idéia de que refúgio é aquela caixinha com algas do lado do aquário pode ser mudada. O refúgio pode ser bem maior que normalmente é construído. A presença de algas (micro e macro) é que alimenta o sistema, pois alimentará e conseqüentemente reproduzirá os microorganismos. Existem alguns prós, mas também contras quando falamos de refúgio. A presença de algas irá acarretar em um excesso de fenóis e orgânicos dissolvidos no sistema e deve ser controlado da melhor maneira possível. Uma das mais fáceis e mais usadas é a presença de um bom carvão ativado, que através da filtragem química, retira esses compostos orgânicos efetivamente. O skimmer é importante também, apesar de que muitos dizem que aquário com skimmer não tem microorganismos. Aquário marinho sem skimmer sofre mais cedo ou mais tarde, pois as trocas de água nunca removerão o excesso de impurezas.&lt;br /&gt;Para montar o refúgio basta colocar um recipiente compatível com água salgada ou mesmo um aquário, ligado ao sistema principal. A água sai do aquário, ou sump, e vai ao refugio, que deveria estar acima do nível do aquário principal. Dessa forma, a água cai no aquário com larvas e mesmo microorganismos adultos, alimentando constantemente o sistema. Se houver uma bomba para jogar a água do refúgio ao aquário display teremos talvez uma perdade vida, quando esses organismos entram em contacto com o impeler da bomba. Iluminação pode ser feita de 10 à 12 horas/dia com uma lâmpada fluorescente comum (luz-do-dia). Ou mesmo pode ser iluminado no fotoperíodo contrário do aquário, ajudando assim à manter o pH do sistema mais estável, pela presença de fotossíntese (menos CO2 para formação de ácido carbônico: H2CO3).&lt;br /&gt;Boa sorte,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=76&amp;amp;size=15&amp;amp;id=238&amp;amp;tipo=2"&gt;Mini-paguro&lt;/a&gt;: : Roberto Rodrigues Alveia Jr - Sao Paulo/SP&lt;br /&gt;Respondido em 1/30/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Eu tenho 3 minis paguros e 1Turbo Snail.Quantos mini paguro eu posso colocar e quantos turbos snail eu posso colocar.E se existe algum ou desse tipo para o aquario.E Precisa dar algum alimento para ele ou ele come o resto de comida dos peixes.Qual o tamanho que o gramma loreo fica?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Roberto,Normalmente eu não aconselho colocar paguróides nos aquários porque algumas espécies podem atacar alguns cnidários. Se não atacam, alguns incomodam fisicamente à ponto de danificar o tecido de alguns organismos mais sensíveis. Querendo colocar de qualquer forma, você pode colocar quantos quizer, não existem regras. Eles normalmente se alimentam de algas, restos de comida e até detritos, dependendo da espécie. Os Turbo snails necessitam de bastante algas e são almejados em aquários de reef justamente para esse propósito. Procure não superlotar seu aquário de snails (caramujos) porém, pois eles realmente começarão à passar fome, se o espaço for pequeno. Principalmente os das espécies Turbo. O Gramma loreto cresce até uns 8 cm. Curiosidade: O nome científico do "Gramma loreto" brasileiro não é esse. A diferença entre eles é que o que vem do Caribe (Gramma loreto) tem uma linha amarela atrás do olho e a calda é de um amarelo mais claro. O brasileiro (Gramma brasiliensis) é mais agressivo também. O nome pegou provavelmente porque antigamente, quando o hobby começou no Brasil, o pessoal só via o nome científico do caribenho.&lt;br /&gt;Abraço,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=76&amp;amp;size=15&amp;amp;id=243&amp;amp;tipo=2"&gt;Lampadas&lt;/a&gt;: : Roberto Rodrigues Alveia Jr - Sao Paulo/SP&lt;br /&gt;Respondido em 1/30/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Oi eu possuo no meu aquario de 72litros 1 Power-glo 15w e uma Marine-glo 15w.&lt;br /&gt;Voce acha que esta boa ou esta fraca.Depois quando essas lampadas acabarem eu estou pensando em trocalas por 2VHO, o que voce acha?&lt;br /&gt;Uma VHO actinica de 40w e uma normal de 40w , sera que é muito ?&lt;br /&gt;Qual lampada que voce me indicaria.E se eu for trocar por duas vho, eu vou ter que trocar o reator?Muito obrigadoe desculpa por muitas perguntas&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oi Roberto,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Oi eu possuo no meu aquario de 72litros 1 Power-glo 15w e uma Marine-glo 15w.Voce acha que esta boa ou esta fraca.&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para manter corais e anêmonas a iluminação está fraca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Depois quando essas lampadas acabarem eu estou pensando em trocalas por 2VHO, o que voce acha?Uma VHO actinica de 40w e uma normal de 40w , sera que é muito ?&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depende de quais organismos. Mas será que o pessoal nao aprende nunca (risos)!!! As VHO de 122 cm não são de 40W e sim de 110W. Não é muito, para a maioria dos corais que necessitam de luz para o metabolismo. Principalmente os corais de pólipops pequenos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Qual lampada que voce me indicaria.E se eu for trocar por duas vho, eu vou ter que trocar o reator?&lt;/em&gt; &lt;&lt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, trocando para VHOs terá que trocar de reator. Já pensaste em metal halides? Quais os organismos que tens e os que talvez venha à manter com tais lâmpadas? Depende.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abração,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=76&amp;amp;size=15&amp;amp;id=245&amp;amp;tipo=2"&gt;Algas&lt;/a&gt;: : Roberto Rodrigues Alveia Jr - Sao Paulo/SP&lt;br /&gt;Respondido em 1/30/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Oi o meu aquario e novo tem apenas 36 dias e aparecem constantemente algas ou melhor varias manchas marrons no vidro que eu vivo limpando.Esse tipo de alga e normal, e aparecem tambem nas rochas vivas.O que eu devo faser para dar fim a esse problema.Sera que é porque de dia fica muita claridade em cima dele ou sera porque o aquario é muito novo.Se for porque o aquario e muito novo , depois de quanto tempo que comeca a sumir, eu sei que comeca normalmente a sumir qual o aquario esa estabilisado, e quanto tempo demora para estabilisar?Muito obrigado&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oi Roberto,Novamente depende. Todo aquário tem suas particularidades e não adianta querermos colocar regras e tal. O aquário irá maturar de acordo com o crescimento da população de bactérias e diminuição das algas acontece no final desse período, quando a queda de nutrientes acumulados são exportados do sistema de várias formas (skimmer, algas, trocas de água). Gostaria que você lesse o livro do Sérgio Gomes para poder entender melhor o básico e então ficar mais tranqüilo em relação às mudanças no seu sistema.&lt;br /&gt;Abração,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=74&amp;amp;size=15&amp;amp;id=301&amp;amp;tipo=2"&gt;Sera Cryptopur&lt;/a&gt;: : MARCO ANTONIO SCANDIUZZI - Santos/SP&lt;br /&gt;Respondido em 2/16/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Fala Alex e galera da Ecoanimal,&lt;br /&gt;Meu Yellow Tang está cheio de pintinhas pretas . Meu aqua é novo (02 meses) e sei que está sujeito variações .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho alimentado o Tang com frequência e acho que os parasitas não o incomodam tanto .O Rafael , no Sítio , disse para usar SERA CRYPTOPUR que não tem problemas com invertebrados . O que acham?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem na loja para vender ? Qual o preço?&lt;br /&gt;Abraço.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Marco,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Meu Yellow Tang está cheio de pintinhas pretas . Meu aqua é novo (02 meses) e sei que está sujeito variações. &lt;/em&gt;&lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Variações nos ajustes de amadurecimento em um sistema ainda não estabelizado estão totalmente distintas de doenças introduzidas nos mesmos. Sempre procuro explicar aos aquaristas que DOENÇA, SEJA QUAL FOR, NÃO É ALGO NORMAL E QUE NÃO INCOMODE UM ORGANISMO!!! Realmente não sei como é que alguém possa pensar o contrário. Boatos surgiram aqui nos EUA, e foram infelizmente levados ao Brasil, que "íctio marinho" é uma infestação à ser encarada de maneira "mais natural". Dizem por aí: "Se "íctio marinho" é encontrado na natureza, porque se importar com a presença dos parasitas em aquários? Isso é coisa do passado, é só alimentar os peixes que eles se recuperam e tal". Por favor me desculpem mas isso é mesmo ignorancia total. "Íctio marinho", assim como qualquer outro parasita ou doenças causada por outros patogênicos em sistema fechados irão enfraquecer os peixes e logicamente virão à morrer mais cedo ou mais tarde. Uma das formas que existe de controlar/ aliviar a população de parasitas em aquários pode estar relacionada com a temperatura e até mesmo com a salinidade, mas isso não é cura e o sofrimento é prolongado, uma vez que os parasitas estarão sempre presentes. &lt;br /&gt;Cura para o "íctio marinho" é mesmo deixar o aquário sem peixes por 2 meses e curar os peixes individualmente com remédio à base de cobre, e em alguns casos mais severos, com formalina. Todo e qualquer medicamento deve ser administrado de acordo com o fabricante e nunca excedido das recomendações da bula. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No seu caso, o que tem no Yellow são umas minhoquinhas (Tubellarian worms, chamadas também de "íctio preto").&lt;br /&gt;O tratamento desses parasitas consiste em administração de 2 aquários hospitais. Um para o tratamento de cobre e outro para banho de formalina. O do banho pode ser qualquer recipiente esterelizado (tipo balde usado só para peixes). Quanto ao banho de formalina (1 ml de formalina para cada 4 L da água do aquário hospital por 30 min. , um banho por dia, de 2 em 2 dias, aerar abundantemente o aquário hospital do banho), deve-se administrar com muito cuidado. Use formalina somente em casos do peixe estar muito infestado. Normalmente o peixe consegue se recuperar em uma semana somente com o tratamento de cobre em aquário hospital limpo. Banho de água doce não é aconselhável para tratamentos em peixes marinhos, apesar de logicamente eu não vetar e ter tido sucesso todas as vezes que o empreguei, mas deve-se saber como fazer pois existem riscos, por isso não recomendo. No seu caso, banho de água doce pouco adianta. Por favor tenha certeza de que o aquário hospital está com a água limpa, uma vez que não há possibilidades de filtragem por bactérias (cobre acaba com a população de bactérias, não tendo sentido cultivar essa idéia). Continue alimentando o peixe com alimentos de qualidade e não quantidade. Poucas vezes ao dia de alimentos ricos e nutritivos para aquela espécie (no caso dos Yellow Tangs, vegetais) é sempre melhor do que uma vez com muita quantidade. havendo qualquer outro peixe no aquário, por favor retire e deixe sem peixes por 1 mês, mesmo que não apresentem sinais de infestação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Tenho alimentado o Tang com frequência e acho que os parasitas não o incomodam tanto .&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os parasitas poderão matar o seu peixe mais cedo do que você pensa. E por favor não se iluda com a idéia de não incomodarem. Não gosto de colocar situações em sentido figurativo, mas muitos comparam o "ictio marinho" como a gripe para os humanos. "Ah, isso dá e passa... se o bicho estiver alimentado tá tudo bem. Essa estória de gastar tempo e dinheiro com tratamento é furada ..." Eu tenho aqui algo que já coloquei anteriormente e repito tantas vezes precisar: se colocarmos dessa forma, a infestação de parasitas em aquários está para o peixes assim como os carrapatos estão para os cachorros. Existe sofrimento!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;O Rafael , no Sítio , disse para usar SERA CRYPTOPUR que não tem problemas com invertebrados . O que acham?&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu nunca usaria nenhum remédio para doenças em sistemas marinhos com invertebrados no mesmo. Nenhum remédio. Não estou dizendo que o Rafael está mentindo, mas sim, que eu nunca faria isso e não recomendo. Seria ideal você retirar o(s) peixe(s) do aquário e tratar. Por favor não me diga que é quase impossível. Sei exatamente o que é isso e sinto muito por ter que lhe dizer que essa é a solução no seu caso. ;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Tem na loja para vender ? Qual o preço?&lt;/em&gt; &lt;&lt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por favor entre em contacto direto com o William na Ecoanimal por e mail se ainda quer informações sobre tal produto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um grande abraço e espero que seu peixe seja tratado adequadamente e se recupere o mais rápido possível.&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=74&amp;amp;size=15&amp;amp;id=364&amp;amp;tipo=2"&gt;Cavalos-marinhos (pergunta de Fabio)&lt;/a&gt;: : Alex Correa. - Honolulu/HI&lt;br /&gt;Respondido em 2/22/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Oi&lt;br /&gt;Gostaria de criar cavalos marinhos e tenho algumas dúvidas...Os cavalos marinhos vendidos nas lojas são criados em cativeiro?Existealguma exigência especial para manter cavalos marinhos?&lt;br /&gt;Obrigado&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava tendo alguns problemas quando respondia e arquivei essa pergunta para responder quando solucionasse tais problemas. Aí vai:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESPOSTA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Fabio,&lt;br /&gt;Não sei de quais lojas esteja falando, mas gostaria de pedir à todos quedeixem os cavalos-marinhos na natureza pelo simples fato deles não poderemser mantidos por longos períodos de tempo em sistemas que temos normalmente em casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em setembro de 1999 publiquei um artigo sobre o tema na revista Aquariu s em Portugal. Para quem estiver interessado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.aquariusmagazine.com/Anteriores/Numero7/frames.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abração,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=74&amp;amp;size=15&amp;amp;id=366&amp;amp;tipo=2"&gt;Gorgônia (pergunta de Amilcar)&lt;/a&gt;: : Alex Correa. - Honolulu/HI&lt;br /&gt;Respondido em 2/22/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Caro colegas,Já um bom tempo que possuo uam gorgonia, não sei seu nome, ela é vermelha e possui polipos brancos, que quando abertos a deixa linda,como se tivevesse nevado sobre ela. Sei que seu hábito e noturno, só que já faz um bom tempo que os polipos não se abrem o que pode estar ocorrendo? Morrendo ela não esta pois seus "galhos" estão inteiros.Agradeço desde já a resposta.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava tendo alguns problemas quando respondia e arquivei essa pergunta para responder quando solucionasse tais problemas. Aí vai:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESPOSTA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Amilcar,&lt;br /&gt;Uma vez que o animal é noturno, certamente não usa a luz para fotossintetizar, portanto não obtém nutrientes de zooxanthellae. Sua gorgônia precisa então de alimentação artificial planctônica, que precisa ser oferecida por você. Sem saber a espécie é mesmo difícil de lhe dizer exatamente do que esse organismos necessita para manter-se em sistemas caseiros.Normalmente uma gorgônia "não-fotossintética" é melhor mantida em ambiente de circulação de água relativamente forte (por favor não direcione powerheads diretamente aos organismos), áreas de luz moderada ou lugares sombrios no tanque, a base da colônia precisa ser segura na rocha com epoxy à prova d água e alimentação no mínimo 1 vez por semana. São organismos muito especiais que merecem uma atenção do aquarista normalmente difícil de ser oferecida. Alimento normalmente oferecido precisa ser de qualidade e de preferência mais de uma vez por semana sem exageros. Pode-se oferecer filhotes de artêmia entiquecidos com vitaminas, ou mesmo artêmia adulta enriquecida, detritos (cuidado com detritos pois poderá causar alguns disturbios em outros organismos) e até camarão ou moluscos pulverizados (moídos em pequenas partículas oferecidos com uma seringa). Um bom skimmer irá retirar o excesso dessa alimentação (poluição depois de certo tempo) da água. Algumas gorgônias necessitam de cuidados nessa parte, sendo alimentadas com carinho para prosperarem em cativeiro.Pode ser que essa aí tenha conseguido sobreviver até então capturando minúsculos organismos do tanque que agora estão começando à cair em número. Pode ser também que você a tenha mudado de posição ou mesmo alterado a configuração do aquário de certa forma que a colônia tenha sido prejudicada. Alterações incluem: deslocar ou trocar powerheads ou qualquer diferença na circulação da água, algum organismos que estejam incomodando os pólipos (ex: ermitão), diferença na temperatura da água, iluminação excessiva, etc.Boa sorte com seu exemplar.&lt;br /&gt;Abraço,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=73&amp;amp;size=15&amp;amp;id=363&amp;amp;tipo=2"&gt;Mini-reef&lt;/a&gt;: : Roberto Rodrigues Alveia Jr - Sao Paulo/SP&lt;br /&gt;Respondido em 2/26/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Oi eu tenho um aquario de 43 litros e eu gostaria de saber se eu posso montar um nano-reef com esse tamanho de aquario?E se eu puder eu consigo manter ele com um skilter 250, no caso eu poderia manter um peixe pequeno nesse aquario?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oi Roberto,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Oi eu tenho um aquario de 43 litros e eu gostaria de saber se eu posso montar um nano-reef com esse tamanho de aquario?&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não sou muito à favor de aquários marinhos tão pequenos por dois motivos principais: qualquer aquário marinho por maior que seja nunca poderá ser comparado ao mar. "- Ah, isso é loucura! Esse Alex é meio doido!" Isso quer dizer principalmente que quanto maior o aquário, instintivamente o aquarista tende à colocar mais peixes e invertebrados. Isso é verdade com qualquer aquarista (hobista) que já conheci, inclusive eu. É normal nos sentirmos assim, mas o aquarista consciente controla tais instintos. Poucos são os que conseguem controlar, porém. Até certo ponto é lógico que é perfeitamente ACEITÁVEL, mesmo não sendo a maneira mais correta, significando que existem possibilidades até de "superlotarmos" um sistema, mas não por muito tempo. Portanto, o primeiro e mais importante motivo de buscarmos aquários cada vez maiores é o espaço disponível para os habitantes do aquário. Outro motivo é que torna-se difícil e estressante o controle dos fatores físicos em sistemas menores que 100L. Porque? Não são proporcionais os instrumentos e tudo mais? Não. Para que um aquário marinho, principalmente de reef possa prosperar, além do espaço necessário, já mencionado, precisamos controlar uma série de coisas com intuito de&lt;br /&gt;estabilizar o hábitat criado sempre que possível e evitar que variações MAIORES venham afetar tal sistema. Um bom exemplo é a iluminação, que esquenta a água e conseqüentemente precisa ser resfriada. Agora, porque investir num aquário pequeno (ex: chiller, metal halide), se você pode utilizar basicamente mesmos equipamentos, gastando praticamente mesmo dinheiro em um sistema maior. Bem, se você me respondeu que é por causa do espaço, logicamente não tem-se saída. Minha dica então seria montar um sistema com invertebrados e peixes de porte pequeno e bem resistentes (o que muitos não se contentam por muito tempo Ü ). Você poderia montar um sistema de água doce também e teria melhores resultados. Ou melhor ainda, junte dinheiro por um tempo, planeje um aquário maior e compre o material aos pouquinhos. Terás muito mais satisfação se agires assim. No caso de uso de alternativas como lâmpadas PC e/ou fluorescentes, resultados serão muito bons, apesar do problema de aquecimento ainda estará lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;E se eu puder eu consigo manter ele com um skilter 250, no caso eu poderia manter um peixe pequeno nesse aquario?&lt;/em&gt; &lt;&lt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Oi Roberto,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;Oi eu tenho um aquario de 43 litros e eu gostaria de saber se eu posso montar um nano-reef com esse tamanho de aquario?&lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não sou muito à favor de aquários marinhos tão pequenos por dois motivos principais: qualquer aquário marinho por maior que seja nunca poderá ser comparado ao mar. "- Ah, isso é loucura! Esse Alex é meio doido!" Isso quer dizer principalmente que quanto maior o aquário, instintivamente o aquarista tende à colocar mais peixes e invertebrados. Isso é verdade com qualquer aquarista (hobista) que já conheci, inclusive eu. É normal nos sentirmos assim, mas o aquarista consciente controla tais instintos. Poucos são os que conseguem controlar, porém. Até certo ponto é lógico que é perfeitamente ACEITÁVEL, mesmo não sendo a maneira mais correta, significando que existem possibilidades até de "superlotarmos" um sistema, mas não por muito tempo. Portanto, o primeiro e mais importante motivo de buscarmos aquários cada vez maiores é o espaço disponível para os habitantes do aquário. Outro motivo é que torna-se difícil e estressante o controle dos fatores físicos em sistemas menores que 100L. Porque? Não são proporcionais os instrumentos e tudo mais? Não. Para que um aquário marinho, principalmente de reef possa prosperar, além do espaço necessário, já mencionado, precisamos controlar uma série de coisas com intuito de&lt;br /&gt;estabilizar o hábitat criado sempre que possível e evitar que variações MAIORES venham afetar tal sistema. Um bom exemplo é a iluminação, que esquenta a água e conseqüentemente precisa ser resfriada. Agora, porque investir num aquário pequeno (ex: chiller, metal halide), se você pode utilizar basicamente mesmos equipamentos, gastando praticamente mesmo dinheiro em um sistema maior. Bem, se você me respondeu que é por causa do espaço, logicamente não tem-se saída. Minha dica então seria montar um sistema com invertebrados e peixes de porte pequeno e bem resistentes (o que muitos não se contentam por muito tempo Ü ). Você poderia montar um sistema de água doce também e teria melhores resultados. Ou melhor ainda, junte dinheiro por um tempo, planeje um aquário maior e compre o material aos pouquinhos. Terás muito mais satisfação se agires assim. No caso de uso de alternativas como lâmpadas PC e/ou fluorescentes, resultados serão muito bons, apesar do problema de aquecimento ainda estará lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;E se eu puder eu consigo manter ele com um skilter 250, no caso eu poderia manter um peixe pequeno nesse aquario?&lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, mais eu quero, quero e quero Alex!! Ok, ok... seu Skilter servirá como um auxílio para a circulação do seu mini-reef. O skimmer do Skilter, como já coloquei anteriormente, não apresenta um desempenho favorável. Skimmer é muito importante em QUALQUER aquário marinho, então eu sugiro que coloque um daqueles skimmers pequeninos em seu aquarinho. Aqueles com madeira difusora de ar. Eles funcionam bem e podem ser usados em aquários de até uns 100L sem problema algum. O tamanho da altura do skimmer determinará a eficiencia (contacto). Logicamente o tamanho e quantidade de peixes com tais skimmers precisa ser reduzido significantemente, e por favor não se esqueça disso. Eu não sei quais os peixes que você gosta. Seria interessante você pesquisar um pouco, escolhendo um que não cresça bastante. O que eu recomendo é uma donsela ou um palhaço, pelo tamanho do sistema e por esses serem peixes mais resistentes às mudanças no ambiente. Normalmente se mantém nesses sistemas pequenos Zoanthus, Actinodiscus, Mushroom corals (também chamados de pratos, são os Fungia sp.), além de outros invertebrados relativamente resistentes e que não crescem tanto. Pode colocar um camarãozinho também para dar mais movimento. Por favor pesquise sobre as alternativas de iluminação e até resfriamento da água disponíveis em sua localidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa sorte e espero que logo logo estejas apto à montar um reef bem maior.&lt;br /&gt;Abração,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=73&amp;amp;size=15&amp;amp;id=371&amp;amp;tipo=2"&gt;Camarao stenopus e cavalos marinho&lt;/a&gt;: : Roberto Rodrigues Alveia Jr - Sao Paulo/SP&lt;br /&gt;Respondido em 2/26/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Oi eu adquiri um casal de camarao stenopus,so que a femea esta gravida, o que que eu faco com as larvas quando nascerem, se eu separar dos pais e dos peixes quando nascerem eles tem chance de sobrevivencia?&lt;br /&gt;E tambem eu adquiri um cavalo marinho amarelo eu estou dando artemia viva para ele, quantas artemias eu dou e de quanto e quanto tempo?&lt;br /&gt;Por enquanto no meu aquario tem 1 gramma loreto, 1 oceanocefalo,1 cantigaster, 1 casal de camarao stenopus, 1cavalo marinho ,1 ourico e 1 estrela vermelha.&lt;br /&gt;Eu estou pensando de colocar um mandarim red bali, voce pode me diser se eu posso colocar , e ele come quantas artemias por dia?&lt;br /&gt;E ouvir diser que eu posso colocar 4 peixes no meu aquario ja que tem so 72 litros, mas por enquanto so tem 3, e como eu vou colocar o mandarin e ja que o meu oceanocefalo vive enterrado eu queria colocar tambem um palhacinho, sera que pode?&lt;br /&gt;Os mushrooms sao o que , corais ou invertebrados?&lt;br /&gt;eu posso colocar tambem ?&lt;br /&gt;muito obrigado&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Roberto,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Oi eu adquiri um casal de camarao stenopus,so que a femea esta gravida, o que que eu faco com as larvas quando nascerem, se eu separar dos pais e dos peixes quando nascerem eles tem chance de sobrevivencia?&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As larvas irão servir de alimentação para outros animais no sistema. Provavelmente você nem as verá nascer e esse processo se repete constantemente na maioria dos aquários caseiros estabilizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;E tambem eu adquiri um cavalo marinho amarelo eu estou dando artemia viva para ele, quantas artemias eu dou e de quanto e quanto tempo? Por enquanto no meu aquario tem 1 gramma loreto, 1 oceanocefalo,1 cantigaster, 1 casal de camarao stenopus, 1cavalo marinho ,1 ourico e 1 estrela vermelha.&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hummm... cavalos-marinhos são extremamente difíceis de serem mantidos já em sistemas apropriados à eles. No aquário que mencionaste existem peixes que competem por comida com o mesmo e por esse motivo, principalmente, torna-se impossível a manutenção desse peixe por longos períodos de tempo, pois são muito devagar na captura de alimentos. Um cavalo-marinho come em média cerca de 360 artêmias diariamente. Esse número é de estatística e não é para indicação de uso de artêmias em aquários. Tenha em mente que artêmia não provém as necessidades básicas de nutrição à nenhum peixe e deveriam ser oferecidas somente como estímulo, nos primeiros dias do animal em cativeiro, aos que têm dificuldades na adaptação de oferecimento de comida pelo aquarista. Por favor dirija-se ao artigo que publiquei na reviosta Aquarius sobre esses magníficos peixes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.aquariusmagazine.com/Anteriores/Numero7/frames.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não estou certo do que seja um "oceanocefalo". Se puderes me informar o nome científico desse peixe... Os peixes do gênero Canthigaster precisam de alimentação de origem animal (camarõeszinhos, peixes, lulas picadinhas, além de flocos). São bem resistentes, mas alguns crescem bastante. Portanto seria interessante que você soubesse qual a espécie que tens, assim ficando preparado e sabendo melhor o que terás pela frente, em caso de necessidade de movê-lo para um aquário maior. Esses interessantes peixes normalmente se alimentam de invertebrados no aquário, não sendo recomendado para aquário de reef. Muitos desse são agressivos com outros peixes. Cuidado! Procure saber a espécie exatamente que eu pesquiso e lhe passo mais informações assim que possível. Tenha certeza de que seu aquário possui algas suficientes para o ouriço. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Eu estou pensando de colocar um mandarim red bali, voce pode me diser se eu posso colocar , e ele come quantas artemias por dia?&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, o Mandarin Red Bali é um peixe que deveria ser mantido em aquários bem espaçosos e de grande porte, como qualquer outra espécie de mandarin. A presença de rocha viva de boa qualidade e com uma infinidade de microorganismos presentes é importantíssimo para manter esse peixe por longos períodos de tempo. Por favor não me leve a mal, mas esse peixe não poderia durar muito tempo num sistema como o seu. Além da competição por alimentos, ele precisa mesmo de um variado e qualitativo cardápio, assim como o cavalo-marinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;E ouvir diser que eu posso colocar 4 peixes no meu aquario ja que tem so 72 litros, mas por enquanto so tem 3, e como eu vou colocar o mandarin e ja que o meu oceanocefalo vive enterrado eu queria colocar tambem um palhacinho, sera que pode?&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse comportamento é típico de aquarista iniciante e é normal. Por favor não pense que estou criticando você, mas sim tentando lhe explicar e ajudá-lo. Ü Quanto mais você coloca peixe num aquário, maior terá que ser a quantidade de comida para tais peixes, certo? Maior terá que ser a retirada das impurezas produzidas, correto? Ok, maior terá que ser o espaço para tais peixes nadarem, concorda? Mas o que acontece se não houver espaço suficiente e um meio eficiente de purificar a água? O que isso colabora num curto período de tempo é em estresse nos habitantes e competição por espaço e comida, acarretando em possíveis doenças e morte. Não existe REGRA para colocar peixes em sistemas marinhos e sim LÓGICA. Quando planejamos um aquário devemos levar em conta o tamanho adulto dos peixes que vamos manter. O aquário deve ser PLANEJADO DE ACORDO COM OS ORGANISMOS QUE ENTRARÃO NELE, e nunca deveríamos comprar o aquário que podemos comprar e colocar os peixes que gostamos, pois SIMPLESMENTE NÃO FUNCIONA DESSA FORMA. Nunca deveríamos pensar que aquele peixe poderia ficar lá até certo período e depois então ver o que fazer. O cescimento do animal não pode ser retardado, pois ele estará assim sendo estressado. Isso é um crime. Um aquário de 72 L deveria comportar somente um casal de palhaços, em condiçãos normais, por exemplo. Estou dando um exemplo para que você veja as proporções para o seu caso. Meu conselho? Por favor não coloque mais peixes no seu tanque e procure mantê-los bem alimentados e com qualidade da água melhor possível, fazendo trocas de água mensais e mantendo um bom skimmer no sistema. Verifique o sistema constantemente por possíveis brigas entre os peixes e se notares qualquer coisa decida qul deverá sair do aquário. Comportamente de peixe varia de não só de espécie para espécie, ou de tamanho para tamanho, mas principalmente de indivíduo para indivíduo e em cada aquário a situação pode mudar, de acordo com a combinação feita pelo aquarista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Os mushrooms sao o que , corais ou invertebrados?&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Mushroom" significa cogumelo em inglês. Esse nome usual é usado por vários aquaristas para diferentes organismos, infelismente, como a maioria dos nomes usuais. Normalmente significa "Mushroom coral", ou "mushroom anemone". O primeiro é um coral duro (com esqueleto calcificado) que é normalmente colocado no substrato de fundo (Fungia sp.). O segundo caso são aquelas anêmonas coloridas que se reproduzem muito bem e que parecem mesmo com cogumelos. A aparencia é de uma flor e são na verdade o que nos EUA se chama de "Corallimorpharians" também. É provável que haja outro animal ou até alga que alguém esteja identificando como sendo um "mushroom", uma vez que isso acontece com nome usual normalmente. A diferença entre invertebrado e vertebrado é a presença de corda vertebral ou não. Os únicos vertebrados que mantemos em aquários normalmente são os peixes. Coral é um invertebrado, assim como as anêmonas, caramujos, ouriços, estrelas e pepinos-do-mar, camarão, etc. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;eu posso colocar tambem ?&lt;/em&gt; &lt;&lt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer um dos dois "mushrooms" citados acima são animais resistentes e vale a pena serem colocados em aqualque aquário estabilizado. Tenha certeza de que estejamos nos referindo aos mesmos organismos porém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraço,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=73&amp;amp;size=15&amp;amp;id=374&amp;amp;tipo=2"&gt;Reverse osmose&lt;/a&gt;: : Roberto Rodrigues Alveia Jr - Sao Paulo/SP&lt;br /&gt;Respondido em 2/26/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Oi eu gostaria de saber o que e reverse osmose ,agua deionizada e kalkwasser.&lt;br /&gt;Eu fiquei sabendo que e bom usar agua destilada no aquario , mas eu queria saber se essa agua destilada e aquela usada para colocar em bateria de carros?&lt;br /&gt;Muito obrigado&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Roberto,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Oi eu gostaria de saber o que e reverse osmose ,agua deionizada e kalkwasser.&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Osmose reversa -&lt;br /&gt;É o meio de purificação da água que separa algumas "impurezas" através de uma membrana semi-permeável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Água desionizada -&lt;br /&gt;Esse termo "deionizada" está errado. O correto é "desionizada". Normalmente o pessoal traduz do inglês (deionized), mas não está correto. O motivo maior desse erro é o costume dos que primeiro vieram à falar sobre o processo de purificação aí no Brasil e a falta da palavra no dicionário da lingua portuguesa normalmente disponível.&lt;br /&gt;Água desionizada é a que é filtrada através de resinas por trocas de íons, fazendo com que a água contenha muito poucos íons ("ïmpurezas") no final do processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destilação - Determina a purificação de água através de fervura (evaporação), para separar o líquido das "impurezas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer um dos meios acima descritos são funcionais na retirada das "impurezas" das águas da torneira. Os mais utilizados são desionização e osmose reversa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kalkwasser - É um termo alemão para "água de cal". Basicamente falando é a mistura de hidróxido de cálcio ou óxido de cálcio em água. Hidróxido de cálcio é a que a maioria dos aquaristas usa. O tal "Cálcio PA" que os brasileiros normalmente se referem é puro hidróxido de cálcio. Assim como a "kalkwasser" que é vendida nas lojas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Eu fiquei sabendo que e bom usar agua destilada no aquario , mas eu queria saber se essa agua destilada e aquela usada para colocar em bateria de carros?&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Água destilada é água destilada. Ü Abração, Alex Correa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=73&amp;amp;size=15&amp;amp;id=375&amp;amp;tipo=2"&gt;reator de calcio&lt;/a&gt;: : robson - cotia/sp&lt;br /&gt;Respondido em 2/26/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;p/ que serve o reator de calcio&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Robson,&lt;br /&gt;Reator de cálcio é um instrumento para melhor aplicar íons de cálcio ao sistema, de maneira que os corais consigam assimilar melhor e consigam suprir suas necessidades na formação de esqueleto calcáreo. Reatores normalmente não são necessários em aquários com relativamente poucos corais duros. Para falar a verdade existem muitos aquário por aí que realmente não necessitam de reatores mesmo, mas podem ser colocados também para um conforto do aquarista, evitando assim a necessidade de fabricação de kalkwasser freqüentemente. Corais como por exemplo Acropora sp., Seriatopora sp., Stylophora sp. e outros apreciam tais reatores. Muitos aquários que mantemos em casa, mesmo com quantidades de desses corais citados podem perfeitamente serem mantidos com a adição diária de kalkwasser corretamente administrada. Existem dois tipos básicos de reatores de cálcio: os de kalkwasser e os de média, ou também chamados reatores de CO2. Os reatores de kalkwasser, basicamente falando, são tubos onde o pó de hiodróxido de cálcio descança no fundo e periodicamente é mexido e adicionado no sistema. Os reatores d CO2 apresentam uma média (normalmente um substrato calcáreo) que é dissolvido pela ação de injeção automática de gás de CO2 em bolhinhas. A água do sistema passa pelo reator e então a dissolução do substrato é levada ao sistema. Aquários onde a evaporação diária não permite com que a administração de kalkwasser supra as necessidades do sistema, digamos, com uma grande quantidade dos corais citados anteriormente, é necessário o emprego de reator de cálcio.&lt;br /&gt;Abração,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=73&amp;amp;size=15&amp;amp;id=368&amp;amp;tipo=2"&gt;skimmer&lt;/a&gt;: : Roberto Rodrigues Alveia Jr - Sao Paulo/SP&lt;br /&gt;Respondido em 2/26/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Para um aquario de 72 litros qual marca de skimmer voce me aconselha, eu estou pensando em comprar o tunze 210, mais eu naum sei se precisa de sump , voce poderia me dizer se precisa de sump.&lt;br /&gt;Bom mesmo assim voce me indiqua um bom comparavel a o tunze&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oi Roberto,Você poderia colocar um skimmer Berlin perfeitamente. Os Tunze são mesmo magníficos, mas o preço também... Sump é sempre bom ter, não importando o volume do aquário.&lt;br /&gt;Abração,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=73&amp;amp;size=15&amp;amp;id=391&amp;amp;tipo=2"&gt;Tongue&lt;/a&gt;: : Felipe Gustavo do Valle - São Paulo/SP&lt;br /&gt;Respondido em 3/2/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Olá,&lt;br /&gt;Meu c. tongue à quatro dias ele vem se abrindo apenas pela manhã e mesmo assim não abre como antes, mudei ele de lugar sempre no fundo do aqua e continua a mesma coisa. O que deve ser, minhas lâmpadas vho já tem quase 7 meses , pode ser esse o problema, este é o único coral que está com esse problema.Mais uma vez obrigado.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Felipe,Você não descreveu seu sistema. Hummm... Os Tongue corals (normalmente como se chamam os Herpolitha limax.) são colocados no substrato de fundo, assim como imagino que tenha colocado o seu, e apreciam uma boa circulação de água onde são trazidas substâncias absorvidas pelo animal, partículas de comida, troca de gases, além de ajudar na excreção de mucos e feses, que são levados pela corrente. O motivo dessa corrente precisar ser boa, mas não forte, é principalmente porque o animal é originário de lagoas de recifes, ambiente protejido de ondas. tenha certeza de que não há nenhuma powerhead diretamente voltada para o coral. Pode ser que você tem alguma bomba que liga somente na hora que ele retrai. Nesse caso, provavelmente o coral está sendo incomodado pelos jatos fortes e/ou diretos dessa bomba.Existem outras possibilidades para o que acontece no seu aquário, como por exemplo peixes incomodando-o. Os Anjos, Wrasses e Borboletas que costumam beliscar alguns corais (quando não a maioria!). Seria interessante você verificar as espécies de peixes que tens para ter certeza de que nenhum peixes esteja beliscando o seu Tongue. Observar o aquário atentamente por uns 15 minutos irá lhe dar certeza se isso acontece ou não.Fora isso, poderia acontecer de outro coral estar "queimando" o Tongue. Normalmente os invertebrados que "queimam" mais comuns são: Euphyllia sp. (os chamados de Torch Coral, normalmente necessitam cerca de 15 cm de distância de outros corais para evitar que os outros sejam atingidos pelos potentes nematócitos desse animal), Catalaphyllia sp. (chamados de Elegance Corals) e a anemona Aipatasia (chamadas também de "Glass Anemones", que é praga e deve ser combatida desde o início da montagem do sistema para que o aquarista não precise desmontar tudo mais tarde). Pode ser que o coral esteja em uma fase de adaptação por algo que você alterou no seu aquário também, como por exemplo luz ou mesmo a circulação.Lamento, mas essas possibilidades foram as únicas que me vieram em mente no momento. Eu necessitaria de mais detalhes do seu sistema em caso de nenhuma das alternativas forem o motivo do seu problema.Espero ter lhe ajudado.&lt;br /&gt;Abração,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=73&amp;amp;size=15&amp;amp;id=399&amp;amp;tipo=2"&gt;VHO- pergunta para Alex Correa&lt;/a&gt;: : Roberto Rodrigues Alveia Jr - Sao Paulo/SP&lt;br /&gt;Respondido em 3/2/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Qual a diferenca da lampada fluorescente VHO branca trichromatic 95 w e a fluorescente VHO branca 10.000 kelvins 95 w ?Qual e a melhor para se usar com a azul?Muito obrigado&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Roberto,&lt;br /&gt;A diferença está basicamente na temperatura de cor entre as duas. A Trichromatic é mais avermelhada que a de 10.000K. Para uso com as Actinic, as de 10.000K estão entre as melhores.&lt;br /&gt;Abração,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=73&amp;amp;size=15&amp;amp;id=419&amp;amp;tipo=2"&gt;iluminação&lt;/a&gt;: : Luiz Cesar Saraiva - Rio de Janeiro/RJ&lt;br /&gt;Respondido em 3/7/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;gostaria de saber a relação entre intensidade luiminossa e temp de cor.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Luiz,INTENSIDADE DE LUZ, praticamente falando, é a potência, ou capacidade de alcance da lâmpada que estás usando. Por exemplo: uma lâmpada de 250 W vai ter mais potência para iluminar um aquário de uns 60cm de profundidade do que uma de 150 W. Essa potência irá determinar que os raios de luz consigam atingir ou não certa distância de maneira à ser realmente aproveitada e bem distribuída, normalmente com a ajuda de posicionamento e reflexão da lâmpada, aos organismos que necessitam de tal luz.O ESPECTRO que cada lâmpada apresenta em graus Kelvin é a TEMPERATURA DE COR daquela lâmpada. Temperatura de cor é a comparação (expressada por graus K) entre a luz visível, expressada por graus Kelvin (K). Hoje em dia essa propriedade está escrita muitas das vezes na própria lâmpada, e que ajuda, nem sempre 100% de maneira confiável, à determinarmos a qualidade de cor que os organismos irão receber. Essa qualidade de cor é maior em número quando a lâmpada é mais azulada (mais para o azul), e menor em número quando a lâmpada for avermelhada (mais para o vermelho). Mas porque temos que nos preoculpar com tal medida? Simplesmente para melhor oferecermos luz aos CORAIS E ALGAS, afim de manter um sistema da melhor forma possível. Basicamente falando, esses problemas poderiam surgir a partir do momento em que a luz apresenta espéctro muito avermelhado ou muito azulado, ou a intensidade da lâmpada é muito alta ou mesmo muito baixa para aquele organismo em particular.Bem, a relação entre as duas propriedades de iluminação em relação ao aquário de reef estão mais para gosto do aquarista do que para aproveitamento dessas qualidades, atualmente. Isso se deve às possibilidades de aproveitamento de lâmpadas disponíveis no mercado. Mas por favor não se engane, pois muitas das lâmpadas ainda estão à desejar. Lógico que existem lâmpadas melhores que outras no mercado e mesmo as que não servem para objetivo principal que é "alimentar" as algas zooxanthellae presentes nos corais. Mas, falando de maneira geral e prática, e para os que realmente não conseguem ter uma idéia real do que acontece... Os corais que precisam de luz para o metabolismo, principalmente os de pólipos pequenos, por exemplo, necessitam de uma boa potência de luz, assim como um espéctro perto da luz solar, que normalmente está em torno de 6.500 graus K (5.500/6.500K), considerando como um ótimo espéctro o da luz solar ao meio-dia (5.500K), estaríamos oferecendo um exagerado espectro se usássemos durante o fotoperíodo (normalmente de 8 à 12 h/dia) dos aquários caseiros lâmpadas com esse espéctro. A combinação de luz-do-dia (6.500K) e actinic blue (7.100K), na potência apropriada, para aquele sistema em particular, normalmente determinada pela altura do tanque, é a mais aconselhável. Não estou dizendo que as lâmpadas de 10.000K são inapropriadas, pois cada organismo, apesar de está habituado à certo tipo de espectro e intensidade de onde é originário, mas normalmente eles conseguem se adaptar bem às condições que oferecemos em nossos aquários. Essa é a parte do gosto pessoal: 6.500K ou 10.000K. Sem dúvida nenhuma lâmpadas de 6.500K estão bem mais semelhantes às condições existentes nos recifes mais rasos e é por isso que prefiro esse espéctro. Águas límpidas (normalmente encontradas na maioria dos recifes de corais pelo mundo inteiro) apresentam luminosidade SIMILAR às lâmpadas de 10.000K (de acordo com o que noto aqui ao mergulhar) e é por isso, além do preço, que prefiro as de 6.500K. Sem a opção das lâmpadas de 6.500K não acredito que usaria uma lâmpada de 5.500K, do mesmo modo que na ausência das lâmpadas de 10.000K no mercado não usaria uma de 12.000K ou de 20.000K, pois acredito não serem as melhores opções. Se existem somente lâmpadas de 10.000K e não as de 6.500K por favor prefira as de 10.000K do que qualquer outra. Através de conversas com brasileiros percebi que é meio difícil de encontrar lâmpadas (HQI) de 6.500K no Brasil. Espero que essa situação mude. Para finalizar, existe o fator PAR (radiação ativa de fotossíntese), que nas lâmpadas de 6.500K são bem maiores que nas de 10.000K. As Lâmpadas de 6.500K duram muito mais do que as de 10.000K.Existem muitas e muitas combinações entre a relação que perguntastes, e eu ainda não tive tempo de me dedicar à esse tipo de comparação, mesmo porque acredito que seja de certa forma algo praticamente quase impossível de determinar exatamente a diferença entre as combinações de lâmpadas e diferentes marcas disponíveis hoje. Além disso, existem novas lâmpadas surgindo à todo momento. Outras coisas que me desencorajam à entrar em discussões sobre isso ou me aprofundar em tal estudo é que existem muitas variações entre potência de iluminação e espéctro em diferentes aquários de acordo com fatores que vão desde qualidade da água até o tipo de refletor que o aquarista tem naquele sistema. Isso sem falar na diferença do que realmente estamos falando, que é mesmo a combinações de diferentes marcas de lâmpadas, tempo de uso, diferença entre temperatura de cor e potência em questão.Para simplificar e colocar meu parecer... Lâmpadas fluorescentes deveriam ser colocadas de maneira alternada (luz-do-dia e actinic) e em toda a extensão do aquário. As VHOs deveriam estar em prioridade SEMPRE quando a dúvida estiver entre normais e VHO. Metal halides são ainda as melhores lâmpadas disponíveis no mercado para iluminar aquários de recife. Tanto as de 6.500K quanto as de 10.000K podem ser usadas, sendo que eu particularmente prefiro as de 6.500K pelos motivos anteriormente citados. Minha experiência com lâmpadas PCs são mínimas, mas logicamente não as posso descartar, uma vez que muitos têm tido relativo sucesso com tais lâmpadas. O único problema das PCs é que ela esquentam assim como as HQIs mas muitas das vezes não produzem as mesmas qualidades que as HQIs, com espéctro de 4.100K, por exemplo. Vale a pena investir em HQIs para aquários que contenham organismos que necessitem de luz intensa e de qualidade de cor.&lt;br /&gt;Abração,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=73&amp;amp;size=15&amp;amp;id=435&amp;amp;tipo=2"&gt;Ictio&lt;/a&gt;: : Carlos Tadeu Antonio Filho - Joinville/SC&lt;br /&gt;Respondido em 3/7/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Tenho um reef de 288L, onde tenho duas coralife 50/50 e duas actinic blue, chiller e um skimmer berlin hang on, mais bombas de circulação. Meus corais vão muito bem mas não consigo me livrar do ictio, que invariavelmente mata todos os peixes que coloco no tanque. Minha duvida é o seguinte existe algum medicamento que possa ser colacado no tanque para eliminar o ictio sem que faça mal aos corais?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Carlos,Não, infelizmente não existe nenhum remédio que seja 100% seguro de colocar num aquário contendo invertebrados. Por favor refira-se à mensagens anteriores sobre "íctio marinho" para saber como tratar seu sistema e peixes.&lt;br /&gt;Abração,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=73&amp;amp;size=15&amp;amp;id=424&amp;amp;tipo=2"&gt;Montagem de um aquario marinho&lt;/a&gt;: : Claudio Costa - sao paulo/sp&lt;br /&gt;Respondido em 3/7/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Caros amigos da ecoanimal&lt;br /&gt;Eu gostaria muito de montar um aquario de 200 litros marinho....&lt;br /&gt;Quais os equipamentos e acessórios eu vou precisar ?&lt;br /&gt;Obrigado&lt;br /&gt;Cláudio Costa&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Claudio,Primeiro "equipamento" é saber o que vai fazer. Que tal ler um livro sobre aquarismo de reef? Por favor leia o livro do Sérgio Gomes que ainda é o melhor referência sobre o assunto aí no Brasil. Depois que você ler pesquise o que pretendes manter e então projeta-se o sistema.Abração,Alex Correa. Ü&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=72&amp;amp;size=15&amp;amp;id=444&amp;amp;tipo=2"&gt;nano reef - Willian Sugai e Alex Corrêa&lt;/a&gt;: : Fernando José Klein Teixeira - nova Friburgo/rj&lt;br /&gt;Respondido em 3/13/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;BLz Willian e Alex?&lt;br /&gt;O negócio é o seguinte:&lt;br /&gt;Estou afim de montar um aqua com 50cm de compr.x50 de altura x 60 ou 55 de largura.&lt;br /&gt;Fica legal esta configuração?&lt;br /&gt;Eu gostaria de ter um nano mas com um visual de profundidade,por isto da largura ser grande...a altura tá boa?&lt;br /&gt;Qtos watts tenho que colocar neste aqua para se ter softs e LPS?&lt;br /&gt;Dá para colocar um zebrassoma scopas?&lt;br /&gt;muito obrigado pelas dicas!!!Valeu!!Um abraço!!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Fernando,60X50X50cm, como mencionaste, é mesmo uma medida diferente, mas não quer dizer que não possa existir. Aquário feito pelo aquarista ou mandado fazer pode normalmente ter qualquer medida. Logicamente que devemos observar as propriedades mais importantes que são referentes à facilidade de manutenção, espaço disponível e principalmente em rtelação à troca de gases da água. Quanto mais próximos forem as medidas entre a largura para a altura, melhor será a troca de gases. Em outras palavras, no seu caso, a menor medida entre o comprimento e a largura seria 50 ("comprimento", quer na verdade é a largura, mas localizada na frente, mudando somente a posição do tanque). A altura do tanque seria 60cm. Isso já está suficiente para uma exelente troca de gases no sistema. Logicamente que isso não chega a ser uma lei, nem que o aquário com medidas assim seria o melhor e que tem que ser assim. Mas em termos de consideração de medidas esse é o melhor caminho à seguir. Outros fatores influenciam ainda mais forte num sistema para que haja uma excelente troca de gases e esses são: circulação, temperatura e me mesmo a localização do tanque.Apesar de suas medidas serem perfeitamente aceitáveis acredito que a introdução de um Zebrasoma scopas nesse aquário ainda não estaria 100% de acordo. Bem, um indivíduo juvenil, mesmo daqueles bem pequenos, se bem alimentado e num ambiente favorável irá crescer e logo, com a provável presença de outros peixes no futuro, irá se sentir desconfortável. Medidas mínimas para esse peixe adulto seriam num tanque de uns 300L, digamos, 65X65X75cm. Um tanque menor litragem, mas que tenha um comprimento e altura maiores que a largura, ex.: 120X45X50cm, sem muitas rochas e corais, ainda seria mais aceitável pois oferece uma grande área para o peixe "correr" e exercitar. Existe a possibilidade de aumentar seus planos das medidas? Esse é o meu conselho (65X65X75cm), especialmente considerando a presença de outros peixes. Tangs necessitam de espaço para nadar e como procuro passar em minhas mensagens, deveríamos sempre procurar oferecer as necessidades mínimas para o conforto dos organismos que pretendemos manter.Quantos Watts? Humm... depende do tipo de lâmpadas. Usando metal halides uma lâmpada de 150W estaria suprindo basicamente seu aquário até mesmo para colocar alguns dos SPS (corais de pólipos pequenos) mais comuns no centro do tanque. É comum afirmarem que os LPS (corais de pólipos grandes) não precisam de tanta luz, mas logicamente eles necessitam de boa iluminação. Se localizados no centro do tanque e recebendo iluminação de forma favorável, você pode colocar lâmpadas fluorescentes, tipo VHOs de 75W cada. Uma branca e outra actinic. Não recomento lâmpadas fluorescentes comuns para aquários de reef, apesar de ter tido por anos com relativo sucesso. Entre as duas que sugeri melhor opção ainda é a metal halide. Colocar a lâmpada distante da superfície irá diminuir a intensidade de luz e temperatura da água, mas ainda oferecer um melhor ambiente tanto aos peixes como aos corais. No seu caso (softs e LPS) uma de 10.000K funcionaria até melhor que de 6.500K ou semelhante. Infelizmente eu não tenho experiência com lâmpadas PCs. Alguns aquaristas conseguem manter até Tridacnas com essas lâmpadas por algum período de tempo, mas acredito que as metal halides estarão mesmo na prioridade, uma vez que as PCs também aquecem a água e muitas das vezes apresentam espéctro desfavorável. Por favor tenha certeza de que esteja obtendo a melhor iluminação para seu plano.&lt;br /&gt;Grande abraço,&lt;br /&gt;Alex Correa. Ü&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=72&amp;amp;size=15&amp;amp;id=460&amp;amp;tipo=2"&gt;algas filamentosas verdes&lt;/a&gt;: : RICARDO DE OLIVEIRA HESSE - SÃO PAULO/SP&lt;br /&gt;Respondido em 3/13/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Olá.&lt;br /&gt;Gostaria de saber porque em meu aquário marinho aparecem tantas algas filamentosas, sendo que tomo todas as precauções para evitá-las e não consigo. O meu aquário tem capacidade para 200 litros, aproximadamente 40Kg de rochas vivas, circulação de água por volta dos 3.600l/h, incluindo a bomba do sump; iluminação fluorescente sendo uma 10.000k, uma colalife 50/50 e duas azuiz, num total de 120w; um skimer "morato 250"; uso kalkwasser todos os dias na água de reposição, desionizada; só alimento os peixes duas vezes por semana e a temperatura é constante em 26 graus centígrados. Uso também sistema jaubert em toda extensão do solo, com mais ou menos uns 8cm de altura de halimeda. Tenho poucos peixes mas apesar de tudo essas algas empesteiam todo o aquário. Muito obrigado por sua atenção e pela oportunidade de esclarecer minha dúvida.Felicidades a todos.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Ricardo,&lt;br /&gt;Seu aquário está bem planejado e não deveria estar apresentando tais problemas à princípio. Existem alguns outros detalhes que você não colocou em sua mensagem e que possivelmente podem estar influenciando em manter as algas sob controle. Problemas com algas estão ligadas basicamente à uma coisa: disponibilidade de nutrientes no aquário. Como evitar ou solucionar? Manter organismos herbívoros como caramujos (Turbo sp., Astraea sp., Truchus sp.) e peixes (Tangs, Cirurgiões, Rabbit, Gobies), e importar menos, exportando mais esse nutrientes do sistema. Importando menos significa filtragem da água de reposição por meio de reverse osmose ou desionização, basicamente. Isso, acredito que não seja o problema no seu caso, uma vez que usas o método de desionização. Outra maneira de importar nutrientes é o uso de água natural rica em fosfatos, nitratos ou silicatos. Exportar é através do uso de skimmer e carvão ativado, além de trocas parciais mensais. Seria interessante que você fizesse alguns testes na água afim de verificar se os níveis de fosfatos e nitratos estão muito acima dos valores normalmente recomendados (zero é o ideal para ambos!!). Valor máximo de tolerância para o nitrato seria por volta dos 10ppm (nitrato - N) e para fosfatos em torno de 0.1ppm. Por favor dê uma olhadinha num artigo extenso que publiquei na revista Aquarium (números 22 e 23) para maiores detalhes referentes à esse assunto de algas. No artigo eu coloquei espécies e tipos de algas, meios de controle e até algumas fotos interessantes. Na parte II tem até umas dicas práticas no final do artigo. O mesmo se encontra nas edições 4 e 5 da revista Aquárius on line de Portugal e pode ser visitado na página dos números anteriores da revista:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.aquariusmagazine.com/anteriores.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros artigos de minha autoria foram publicados no site da revista a partir do número 3 com fotos e/ou esquemas em todos eles, incluindo o artigo sobre Surge Device que usamos aqui no Waikiki Aquarium no artigo "Circulação".&lt;br /&gt;Grande abraço,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=72&amp;amp;size=15&amp;amp;id=469&amp;amp;tipo=2"&gt;Macro-algas&lt;/a&gt;: : Roberto Rodrigues Alveia Jr - Sao Paulo/SP&lt;br /&gt;Respondido em 3/15/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Oi eu poderia colocar caulerpas em um aquario de 72 litros?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Roberto,Sim, você PODE colocar Caulerpas no seu aquário. O uso de um bom carvão ativado é recomendado para a retirada de compostos amarelados que a alga produz. Por favor prepare-se para podá-la de vez em quando pois cresce muito rápido. Se mantiveres peixes herbívoros junto das algas essas provavelmente não mostrarão sua beleza natural, apesar de conseguirem sobreviver em alguns casos com o rápido crescimento. Evite colocá-las em aquários com corais e outros invertebrados.&lt;br /&gt;Abração,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=71&amp;amp;size=15&amp;amp;id=466&amp;amp;tipo=2"&gt;reator de cálcio&lt;/a&gt;: : RICARDO DE OLIVEIRA HESSE - SÃO PAULO/SP&lt;br /&gt;Respondido em 3/16/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;olá de novo.Caro amigo Alex, já lí muitos artigos a respeito de reator de cálcio e recentemente lí um que, resumindo toda a história, não é possível manter um aquário marinho estável por muito tempo sem o emprego de um reator de cálcio, mesmo que se use outros métodos de adição de cálcio como lkalkwasser por exemplo. Apesar de já haver resposta sua neste site à respeito, gostaria que, por gentiliza, fizesse um comentário sobre os efeitos, a longo prazo, em aquários que não possuem esse recurso.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Ricardo,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Caro amigo Alex, já lí muitos artigos a respeito de reator de cálcio e recentemente lí um que, resumindo toda a história, não é possível manter um aquário marinho estável por muito tempo sem o emprego de um reator de cálcio, mesmo que se use outros métodos de adição de cálcio como lkalkwasser por exemplo.&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostaria imensamente de verificar tal artigo. Você poderia me dizer onde leu ou o endereço na net? Se quizeres que eu comente o tal artigo aqui estarei feliz em fazê-lo. Gostaria de verificar qual é o ponto de vista do autor. Já consideraste a possibilidade de uma má interpretação do tal artigo?&lt;br /&gt;Kalkwasser, quando preparada e aplicada de maneira correta, é a MELHOR maneira de se manter aquários de corais/ algas coralinas por longos períodos de tempo, perfeitamente, uma vez que não exista uma demanda de cálcio no sistema maior que a oferta de Ca++. Kalkwasser suprirá todas as necessidades de cálcio e ainda ajudará a reserva alcalina à não descer rapidamente. Vale a pena lembrar que para aumentar a reserva, mesmo com o uso de kalkwasser, se necessário, deve-se usar buffers. Mas quando é que o sistema precisa de mais cálcio que a kalkwasser está suprindo? Quando o sistema apresenta muitos corais que usam cálcio notavelmente (sendo principalmente os corais de pólipos pequenos, de acelerado crescimento, e que apresentam esqueleto pesado), é necessário que o aquarista supra as necessidades do sistema de forma à manter o ritmo natural de uso do cálcio funcionando, oferecendo assim sempre kalkwasser de maneira correta e estável. Se a evaporação do sistema não for favorável à reposição de água doce preparada com kalkwasser necessária para que aquele sistema, então sim, o sistema precisa mesmo de um reator de cálcio para que esteja 24 h/dia sendo "alimentado" com cálcio. Agora, a maioria dos sistemas realmente necessita um reator de cálcio? Hummm, lógico que não! Ü Existem algumas maneiras de se aumentar a evaporação diária de um aquário, o que naturalmente abaixaria a temperatura também. O uso de ventiladores é um meio efetivo e que muitos usam. Deixar as janelas do amiente onde o aquário se encontra abertas ajuda bastante também, mesmo que não haja vento, mas os ventiladores eliminarão água mais facilmente na maioria das vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Apesar de já haver resposta sua neste site à respeito, gostaria que, por gentiliza, fizesse um comentário sobre os efeitos, a longo prazo, em aquários que não possuem esse recurso.&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Longo prazo" pode ter muitos significados. No meu ponto de vista, referente à aquários de reef, "longo prazo" é sempre referente à anos, digamos, por volta de uma média de 5 anos ou mais, e em alguns casos, mínimo de 1 ano. No caso de kalkwasser, ainda não consegui conhecer alguém que me prove que um sistema caseiro normal (que pode ter vários significados também!!) não possa ser mantido por anos com kalkwasser, se apresentar taxa de evaporação da água diária favorável à tal prática de adição de Ca++. Existe alguma contra-indicação para o uso de kalkwasser à não ser o de cuidado no manuseio do pó? Tirando que o hidróxido de cálcio é um produto extremamente perigoso pelas suas propriedades cáusticas, não existe nada que prove kalkwasser ser um produto que venha à prejudicar seu aquário em nenhuma forma, quando adimistrado corretamente. Mantenha KALKWASSER LONGE DE CRIANÇAS E ANIMAIS DOMÉSTICOS!!!E os reatores? Tem contra-indicações? A garrafa de CO2 na maioria das vezes é segura, mas existe riscos de explosão por qualquer problema de válvula. Excesso de CO2 no sistema poderá alterar drasticamente o pH do sistema, se não corrigido e manutenido de perto. Algumas médias usadas para serem diluídas nos reatores de cálcio (CO2) apresentam compostos orgânicos naturalmente encontrados no produto (ex: halimeda). Compostos orgânicos introduzidos no aquário PODERÃO causar alguns problemas com algas indesejáveis, assim como o próprio CO2 PODERÁ também. Um reator de cálcio necessita de espaço para ser instalado. Esse espaço normalmente é maior que o de uma garrafa de kalkwasser que ficaria pingando durante à noite. Preciso falar do custo inicial do produto? Bem, por favor saiba que eu não sou contra reatores de cálcio, de forma que estou somente colocando minha opinião, visando as necessidades de cada sistema, prós e contras do sistema de dosagem de Ca++ em sistemas caseiros normalmente encontrados no Brasil (pelo menos à maioria dos que tenho visto pela internet). Pelo contrário, um reator de cálcio num aquário recheado de Acroporas e com um bom crescimento/ pouca evaporação diária (normalmente conseqüente do uso de chiller) é quase que fundamental para o perfeito andamento normal de tal sistema.Respondendo sua pergunta: um aquário de rochas vivas com corais duros, mesmo com os tão falados Acroporas, pode ser mantido por anos e anos com o uso de kalkwasser sim, contanto que as condições sejam favoráveis à tal emprego de cálcio naquele sistema e que o aquarista entenda o funcionamento básico do método, adiministrando corretamente o hidróxido de cálcio, assim conseguindo melhor aproveitamento.Ricardo, por favor não esqueça de me fornecer as referências sobre tal artigo que você leu e aos demais, que todos fiquem livres à me contactar por essa página se necessitarem de maiores explicaçãos do que coloquei aqui. Grande abraço, Alex Correa. Ü &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=71&amp;amp;size=15&amp;amp;id=472&amp;amp;tipo=2"&gt;Duvida sobre reportagem de Alex Correa&lt;/a&gt;: : Luiz Henrique - são paulo/sp&lt;br /&gt;Respondido em 3/20/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ola Alex,eu li sua reportagem publicada na revista Aquarius magazine sobre algas.Muito completa a reportagem,mas tenho algumas duvidas sobre ela,pois voce cita que alguns aquarista gostam de manter macro-algas no aquario e eu sou um deles.Estou fazendo um projeto para um aquario assim,so para peixes e macro-algas.&lt;br /&gt;Algumas passagens eu gostaria que voce pudesse me explicar melhor:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- "Existe um ciclo de retorno de nutrientes adquiridos pelas algas. Se esse retorno não for controlado, o excesso pode causar graves efeitos nos outros organismos mantidos"&lt;br /&gt;Que nutrientes são estes que voce cita como retorno? Como controla-los?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2-"Aquários destinados ao cultivo de macro-algas precisam de um controle com maior freqüência (dedicação do aquarista)"Que controles ão estes que devo fazer?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Luiz,Primeiramente gostaria de elogiar sua e mail pela maneira que te diriges e pela organização da mensagem. Não dá nem pra imaginar que depois de tanto tempo de publicada, desde 1999, é que a matéria tenha despertado interesse em alguém à respeito dessa passagem. Me lembro quando estava escrevendo tal passagem do texto e esperava já receber e mails sobre ela assim que publicasse. Bem, não foi o caso, depois de anos é que aconteceu e estou mesmo feliz por isso. Ü Vamos lá...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &gt;&gt;Algumas passagens eu gostaria que voce pudesse me explicar melhor:&lt;br /&gt;1- "Existe um ciclo de retorno de nutrientes adquiridos pelas algas. Se esse retorno não for controlado, o excesso pode causar graves efeitos nos outros organismos mantidos"&lt;br /&gt;Que nutrientes são estes que voce cita como retorno?&lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os nutrientes normalmente apresentados quando falamos de algas (micro/macro) estão: fósforo, nitrogênio (amônia, nitrito, nitrato) e carbono. Silicato, iôdo e ferro também fazem parte do crescimento de algas e não deveriam ser ignorados.&lt;br /&gt;Algas, particularmente macro-algas, retornam todos os tipos de nutrientes para a água do aquário em diferentes formas. Uma delas é a través de reprodução. Algumas espécies de algas, como por exemplo as Caulerpas sp., se reproduzem através de ramificação, fragmentação e sexualmente através de explosão de gametas. No terceiro caso a alga expele gametas pelo aquário, de forma que a alga se torna transparente e a sua estrutura externa entre em decomposição. A parte interna da alga (citoplasma) é tranformada em gametas por algum motivo qualquer ainda não completamente compreendido, ou que na maioria dos casos é difícil de localizar com certeza. Normalmente chama-se esse processo de reprodução sexual anisogâmica, segundo estudos, e traduzindo do inglês. Entre os motivos prováveis para tentar explicar esse tipo de reprodução uma vez colocados pelo aquarista Julian Sprung estavão entre: mudança brusca de&lt;br /&gt;gravidade específica, presença ou não de nitrato, ferro, CO2, acumulação de orgânicos na água, temperatura, falta de O2 suficiente na água e até que o processo possa ocorrer naturalmente, ou seja, como por exemplo por idade do organismo, creio. Uma combinação desses fatores mencionados por Julian provavelmente é o que acontece, mas infelizmente não tenho nenhum estudo que venha dizer exatamente o que ocorre. O fato é que normalmente acontece mais cedo ou mais tarde na maioria dos aquários e não há como evitar, uma vez que o processo inicia-se. Bem, se isso acontece e o aquarista consegue detectar antes da explosão dos gametas, minha dica é de retirar a alga do sistema o mais rápido possível e colocar num balde com a água do próprio aquário para que possa-se então tentar salvar e colocar no aquário display algum pedaço de ramificação que não tenha formado gametas, assim crescendo em uma nova&lt;br /&gt;alga. Os gametas da alga não servem e deveriam ser descartados. Essa forma de reprodução de algas pode causar muitos problemas em aquários com grandes populações da alga e que tenha uma certa quantidade de peixes. Em relação ao retorno de nutrientes para o sistema, estaria relacionado ao fato de que os gametas e o resto da alga viria à se decompor e retorná-los para a água, mas nada que um bom skimmer não resolva, dependendo do sistema. Ok, esse é um dos processos de volta de nutrientes da alga para o sistema.&lt;br /&gt;Naturalmente algas que são comidas por peixes herbívoros irão ser expelidas (nutrientes) através de feses (adubo), assim proporcionando mais habilidade para o crescimento das mesmas. Se o aquarista não controlar tal taxa de nutrientes esses irão acumular e até, quem sabe, provocar o que foi comentado anteriormente. Além disso, como existirá um excesso, a competição desses nutrientes não será feita entre as macro-algas e micro-algas e ambas poderão crescer em conjunto, mostrando um aquário de aparência desagradável. Normalmente esse quadro é muito difícil de ser resolvido e traz mesmo dores de cabeça ao aquarista. Esse meio de volta dos nutrientes para o sistema é normalmente bem controlado por meio do uso de um bom skimmer e pelas trocas parciais, além de transformação de nutrientes através de filtragem natural, como por exemplo sistema desnitrificador de fundo, transformando nitrato.&lt;br /&gt;Normalmente algas expelem nutrientes na coluna d água, que apesar de serem em pequena quantidade e pouco influenciarem em um sistrema bem manutenido, poderiam trazer problemas se o sistema por ventura viesse à ter uma grande quantidade de algas que soltam percentagem significante desses nutrientes. O próprio metabolismo da alga age dessa maneira e algumas algas expelem mais substâncias do que outras.&lt;br /&gt;Além de nutrientes, existem os fenóis e outros componentes amarelados produzidos pelas algas que irão alterar a água de maneira à comprometer o espéctro emitido pelas lâmpadas, além da beleza do sistema. Macro-algas necessitam de um sistema em que haja trocas de águas freqüentes e que esses nutrientes sejam exportados pelo aquarista. Além dos nutrientes, fenóis e outros compostos que contribuem para o amarelamento da água, exsitem as subsutâncias tóxicas que muitas das algas marinhas produzem como&lt;br /&gt;defesa. Algas com esse tipo de composto químico irá prevenir que peixes venham à controlá-la, por motivos óbvios, e certamente haverá um supercrescimento da espécie, que necessitará de poda feita pelo aquarista. Algumas algas têm sistema químico de defesa mais potênte que outras e existem as que mesmo com esse sistema serão devoradas por certo tipos de peixes, enquanto que outros não tolerarão tal defesa. É dessa maneira que Deus criou o sistema de controle para que o equilíbrio natural de peixes e algas visse a atingir um equilíbrio perfeito. O problema maior é se essa alga vier à morrer em nossos sistemas fechados, haverá um possível envenenamento nos peixes quando tais compostos forem eliminados na água, dependendo da quantidade e potência de efeito nos animais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Como controla-los?&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns desses nutrientes seriam exportados freqüentemente por um bom skimmer e os problemas seriam certamente DIMINUÍDOS bastante, mas não eliminados por completo, uma vez que o cilclo estaria funcionando perfeitamente.&lt;br /&gt;Um aquário com macro-algas necessita de manutenção constante no que diz respeito à controle de temperatura, salinidade, poda, nutrientes (introduzidos e exportados), iluminação, circulação de água e outros detalhes que surgem de acordo com a espécie mantida. Um aquarista que mantém macro-algas sadias por longos períodos de tempo em um sistema fechado é um aquarista MUITO ocupado e que realmente dedica sua vida ao aquário. É realmente difícil chegarmos à um comumacordo entre algas e nutrientes presentes em sistemas fechados, apesar de definitivamente não ser impossível. Ü&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse processo de ciclo dos nutrientes através de macro-algas e peixes em sistemas fechados não é muito definido e como a maioria dos temas relacionados à aquários contendo rochas vivas é muito amplo e dependente de fatores particulares aquele sistema em questão, e por isso é que eu não quiz&lt;br /&gt;explicar no artigo, acreditando que viesse à ler algo sobre isso num futuro próximo e talvez até fizesse uma outra matéria sobre o assunto, o que ainda não aconteceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;2-"Aquários destinados ao cultivo de macro-algas precisam de um controlecom maior freqüência (dedicação do aquarista)"Que controles são estes que devo fazer?&lt;/em&gt; &lt;&lt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basicamente a dedicação do aquarista tem à ver com trocas de águas do sistema como exportação básica e principal desse excesso dos nutrientes produzidos no aquário, juntamente com o uso contínuo de um bom skimmer com dimensões apropriadas à tal sistema (volume total de água presente). Não&lt;br /&gt;existe um tipo especial de skimmer para um aquário ou para outro, e sim um skimmer que retire a tão falada nata marrom, com espuma seca e quase constantemente. Recebo muitas mensagens perguntando sobre qual seria o melhor skimmer e tal. Bem, acabei de colocar a resposta. Uma verificação do produto à ser comprado deveria ser feita através de comparações com outros skimmers, levando em consideração os sistema em que o equipamento está sendo empregado também. Limpeza do fundo do aquário (fezes dos peixes) é algumas vezes indicada quando existe um excesso de nutrientes no sistema, mas eu questiono tal método de exportar tais nutrientes, principalmente quando existe um sistema desnitrificador de fundo (com ou sem plenum) no aquário. O substrato de fundo não deveria ser mexido, afim de estimularmos a conversão&lt;br /&gt;de nitratos pelas bactérias anaeróbias. Quando sifonação, mesmo parcial ou mínima, vem à mexer com tal substrato a cama desnitrificadora é alterada. Uma vez por ano o aquarista poderá sifonar superficialmente o substrato de fundo, fazendo assim parte da manutenção do sistema, mas nunca como algo planejado freqüentemente. Os nutrientes presentes (e provavelmente entrando em processo de tranformação) no substrato estariam sendo direcionados à água, o que poderia ser fatal ao sistema se feito muitas vezes ao ano. Por que fatal? Porque poderia provocar um desequilíbrio (num aquário estabilizado) ou mesmo retardar o processo de equilíbrio dos nutrientes no sistema. Isso em alguns casos mais graves é tão significante que podrá até provocar um crescimento de micro-algas muito difícil de ser controlado e necessitando quem sabe até a remontagem de todo o sistema. Isso poderia também influenciar negativamente em alguns peixes mais sensíveis. &lt;br /&gt;Por último, qualquer mudança no sistema, incluindo retirada e introdução de qualquer organismo deve ser monitorada, assim como mudanças deveriam ser esperadas pelo aquarista pelo menos na primeira semana após tal mudança. Uma estabilidade então é muito bem-vinda nesses tipos de aquários. Macro-algas são muito lindas e realmente apresentam um display maravilhoso, mas por causa dos transtornos que apresentam e mesmo algumas particularidades de espécies, como a reprodção mencionada anteriormente e a presença de toxinas, torna algo muitas das vezes difícil de ser manuseada em sistemas normalmente mantidos em nossas casas. Quem quizer me enviar informações sobre o mantimento de algas em seus aquários por favor o faça pois sou muito interessado nesse assunto apesar de ainda não ter um dos meus aquário dedicado à elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero ter explicado meu ponto de vista. Qualquer outra dúvida farei o possível para responder.&lt;br /&gt;Grande abraço, Ü&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=71&amp;amp;size=15&amp;amp;id=474&amp;amp;tipo=2"&gt;Reatores de Cálcio&lt;/a&gt;: : RICARDO DE OLIVEIRA HESSE - SÃO PAULO/SP&lt;br /&gt;Respondido em 3/21/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Amigo Alex.&lt;br /&gt;Referente à minha pergunta sobre reatores de cálcio, do dia 15Mar01 e atendendo a vossa solicitação de resposta, abaixo está uma parte do texto, entre aspas, extraído do artigo publicado no exemplar de nº 4, Mar/Abr99, da aquárius magazine, por sérgio Gomes."O reator é a única solução encontrada pelo homem que possibilita que reserva alcalina e cálcio se mantenham nos níveis encontrados na natureza. Existem mil maneiras de mantermos reserva alcalina e cálcio, mas nenhuma funciona direito com o passar do tempo. Já vi aquaristas ficarem maluquinhos com o controle destes dois elementos, e também já vi aquários literalmente acabarem, tudo porque leram ou ouviram alguém dizer que a reserva alcalina e cálcio devem estar sempre em 2.8 e 450ppm respectivamente. Isso é verdade, mas também impossível sem um reator, por isso, quem não tem um aparelho destes, jamais deve se precipitar. Com o reator de cálcio, literalmente nunca mais, eu repito, nunca mais haverá a necessidade de adicionarmos tamponadores ou cálcio, sejam eles quais forem. Kalkwasser também não precisa. Só usa aquele que quiser precipitar fosfatos ou algo assim, mas que não precisa, não precisa. Já pensou que moleza não colocar mais nada no aquário, exceto combisan? Para aquários grandes, não vejo outra solução, se não o reator. Aquários de acróporas (SPS – corais duros) também não."Agradeço mais uma vez sua valiosa colaboração e boa vontade e aguardo sua avaliação e comentários sobre o texto em questão.Abraços!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caro Ricardo,&lt;br /&gt;Primeiramente quero agradecer pela referência. Considero muito e tenho o maior respeito pelo Sr. Sérgio Gomes, além de meu amigo, um grande aquarista. Sua iniciativa de fazer um dos maiores títulos vendidos no Brasil pode ser prova dessa experiência e colaboração para que o hobby tenha crescido nos últimos anos. Sérgio Gomes é uma pessoa muito amigável, que sempre procura explicar seus ideais e explicações de maneira bem simples e tentando passar a idéia prática de como funcionam as coisas. Tenho certeza de que muitas das vezes essas idéias venham à ser confundidas, de maneira que alguns, ou quase todos, venham à entender a mensagem de maneira totalmente diferente. Então, com todo respeito e humildade é que venho colocar aqui minha INTERPRETAÇÃO ao artigo trazido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;"O reator é a única solução encontrada pelo homem que possibilita quereserva alcalina e cálcio se mantenham nos níveis encontrados na natureza." &lt;/em&gt;&lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que a frase acima deveria ser um pouco mais completa e talvez até colocada de outra forma tipo: o reator de cálcio (CO2) é atualmente a única solução, basicamente falando, estável para que possamos na maioria das vezes manter níveis de cálcio e reserva alcalina bem próximos aos encontrados na maioria dos recifes de corais de maneira constante e confortável ao aquarista.&lt;br /&gt;Apesar de existirem alternativas mais baratas para a reposição de íons de cálcio e de carbonatos, bicarbonatos, sendo até mais seguras (favor ler minha outra mensagem à respeito), como por exemplo a&lt;br /&gt;administração de kalkwasser e buffers de maneira correta, o conforto que os reatores de cálcio, tanto os de CO2 como os de kalkwasser, proporcionam ao hobista é realmente notável aos sistemas em que esses possam se encaixar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;"Existem mil maneiras de mantermos reserva alcalina e cálcio, mas nenhuma funciona direito com o passar do tempo. Já vi aquaristas ficarem maluquinhos com o controle destes dois elementos, e também já vi aquários literalmente acabarem, tudo porque leram ou ouviram alguém dizer que a reserva alcalina e cálcio devem estar sempre em 2.8 e 450ppm respectivamente. Isso é verdade, mas também impossível sem um reator, por isso, quem não tem um aparelho destes, jamais deve se precipitar.&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Equilíbrio de cálcio e reserva alcalina em sistemas fechados variam e dependem de muitos outros fatores. Cada aquário é um aquário e por isso eu não acredito que TODOS deveriam ter reatores. Na verdade o que eu sempre aconselho, mesmo aos ricos e preguiçosos Ü, é que kalkwasser será melhor que um reator, se o aquário realmente não precisar. Uns aquários poderão ser melhor administrados com kalkwasser do que com um reator. Por exemplo: num aquário em que a trocas de água são com água natural, contendo alguma quantidade de fosfatos, será bem melhor administrado com kalkwasser do que com um reator de cálcio (CO2), que talvez até agravará problemas com algas indesejáveis, uma vez que CO2 será o segundo estimulador de algas. Agravando o problema, estaria o aquarista mais infeliz com tal reator se nesse fossem colocados diferentes tipos de média (ou mesmo um só tipo), como por exemplo substratos impróprios ao sistema de CO2, com o oferecimento de nutrientes e orgânicos dissolvidos provenientes do próprio substrato (média). Logicamente esses detalhes não foram trazidos pelo autor nessa parte do artigo e estou somente querendo dar um exemplo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Com o reator de cálcio, literalmente nunca mais, eu repito, nunca mais haverá a necessidade de adicionarmos tamponadores ou cálcio, sejam eles quais forem. Kalkwasser também não precisa. Só usa aquele que quiser precipitar fosfatos ou algo assim, mas que não precisa, não precisa.&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reatores de cálcio não são solução à equilíbrio do cálcio e reserva alcalina em 100%. Isso dependerá do substrato usado como média e da demanda de cálcio do sistema. Usando um substrato rico em nutrientes ou pobre em cálcio irá acabar prejudicando o sistema inteiro. Logicamente que estou colocando uma lupa no texto escrito pelo Sr. Gomes, mas é meu objetivo aqui avaliar tais possibilidades, o que não significa que eu esteja procurando reafirmar meu ponto de vista à respeito do tema e sim somente trazendo possibilidades. Aragonita é o melhor substrato e realmente um excelente meio de prover cálcio e reserva alcalina para os corais e bivalves (Tridacna spp.). Um equilíbrio entre a "entrada" (cálcio produzido pelo reator) e "saída" (absorção pelos organismos) de cálcio na coluna d água também dependerá da quantidade e qualidades (tipos) dos organismos. Esse equilíbrio normalmente demora um pouquinho à ser atingido, mas poderá ser modificado mesmo depois de acertado. Tal equilíbrio deve ser favorecido com o controle da entrada de CO2 e água no reator. Sem dúvida existe um conforto bem maior para o aquarista que tem um reator porque não terá que se preoculpar com mistura de kalkwasser nem com verificação freqüente da reserva alcalina afim de adicionar buffers quando precisar. Kalkwasser é realmente um excelente meio de precipitação de fosfatos &amp; adição de cálcio e ajuda no mantimento da reserva alcalina. &lt;br /&gt;Ok: "só aquele que quiser precipitar fosfatos ou ago assim...". Hummm, vou completar essa frase aí: "... e não tiver dinheiro o bastante para investir e/ou necessidade de grande demanda de cálcio no seu sistema, tendo uma taxa de evaporação diária favorável, normalmente usa kalkwasser." Ü Em outras palavras, se tens um sistema modesto, sem estar entupido de corais duros e tem 10 min. diários disponíveis para administrar kalkwasser em seu sistema, não vejo porque pensar em reator de cálcio ainda. O dinheiro poderia ser gasto em corais e peixes. Um substrato de fundo de qualidade poderá colaborar com a reserva alcalina do seu sistema perfeitamente através de dissolução com a montagem de sistema desnitrificador de fundo. Vale a pena lembrar que um desequilíbrio iônico poderá trazer tristes surpresas quando usamos kalkwasser e buffers EM EXCESSO, quando em conjunto de um substrato de fundo com grandes probabilidades de dissolução, como por exemplo aragonita. Em alguns casos acontece até com halimeda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Já pensou que moleza não colocar mais nada no aquário, exceto combisan? Para aquários grandes, não vejo outra solução, se não o reator. Aquários de acróporas (SPS – corais duros) também não." &lt;/em&gt;&lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa parte demonstra que o autor está ciente de que um aquário de grande porte e com corais duros de crescimento rápido, como por exemplo os Acropora spp., necessita sim de um reator para que esses organismos possam obter cálcio suficiente afim de manter o metabolismo e taxa normal de crescimeto. Descordo com o uso de Combisan por motivos pessoais, não tendo nada à ver com o assunto. Prefiro manter doses de aditivos separadamente. Mas repito, isso é pessoal. Minhas experiências têm mostrado que Combisan pode em alguns casos trazer desequilíbrio em controle com algas indesejáveis até por longos períodos e sem razões aparentes. O produto diz que não apresenta fosfatos ou nitratos, mas ao mesmo tempo confirma minhas experiências quanto ao aparecimento de algas indesejáveis no sistema, principalmente na primeira semana de uso, o que me diz que existem nutrientes para essas algas. Existem possibilidades de um equilíbrio desses nutrientes no sistema e disso eu não tenho dúvidas, apesar de que às vezes certamente difícil de atingir tal equilíbrio. Não existe nenhuma informação do que o produto realmente contém, além de "todos elementos traços necessários para peixes, invertebrados". Esse é um dos motivos de eu não usá-lo, além de não ter obtido bons resultados praticamente, como escrevi anteriormente. Novamente, existem outros aquaristas que obtêm bons resoltados e estão satisfeitos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Agradeço mais uma vez sua valiosa colaboração e boa vontade e aguardo suaavaliação e comentários sobre o texto em questão.&lt;/em&gt; &lt;&lt; É um prazer e honra ser ecolhido para avaliar tal artigo, cujo autor é um dos mais respeitados do Brasil. Grande abraço, Alex Correa.Ü &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www..com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=70&amp;amp;size=15&amp;amp;id=463&amp;amp;tipo=2"&gt;Duvidas-Pergunta para Alex Correa&lt;/a&gt;: : Roberto Rodrigues Alveia Jr - Sao Paulo/SP&lt;br /&gt;Respondido em 3/29/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Oi, eu estou com vontade de montar um aquario de 200 litros, eu poderia colocar nesse aquario 1 hepatus,1flame-angel,2 palhaco ocellaris, 1 donzela, 1 cianocefalo,2 fire fish, e mais quanto peixes?&lt;br /&gt;q invertebrados e corais?&lt;br /&gt;Eu poderia aprovitar a agua do meu aquario de 72 litros para a montagem do de 200litros?&lt;br /&gt;Um skimmer advanced aqua tanks, com a bomba rio 600 e um skilter 250 da conta do aquario de 200 litros ou vai faltar, se faltar qual eu coloco?&lt;br /&gt;Muito obrigado&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Roberto,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Oi, eu estou com vontade de montar um aquario de 200 litros, eu poderiacolocar nesse aquario 1 hepatus,1flame-angel,2 palhaco ocellaris, 1 donzela,1 cianocefalo,2 fire fish, e mais quanto peixes?q invertebrados e corais?&lt;/em&gt; &lt;&lt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Eu poderia aprovitar a agua do meu aquario de 72 litros para a montagem dode 200litros?&lt;/em&gt; &lt;&lt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Um skimmer advanced aqua tanks, com a bomba rio 600 e um skilter 250 daconta do aquario de 200 litros ou vai faltar, se faltar qual eu coloco?&lt;/em&gt; &lt;&lt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=69&amp;amp;size=15&amp;amp;id=557&amp;amp;tipo=2"&gt;iluminação&lt;/a&gt;: : daniel - são paulo/sp&lt;br /&gt;Respondido em 3/30/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;gostaria de saber que lampadas utilizar em um aquario marinho de 1,00x40x50.grato&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oi Daniel,&lt;br /&gt;Quais os organismos que pretendes manter? Iluminação, assim como qualquer outro equipamento, incluindo o próprio aquário, precisa ser de acordo com os organismos que pretendes manter.&lt;br /&gt;Abração,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=69&amp;amp;size=15&amp;amp;id=551&amp;amp;tipo=2"&gt;Xenia Giant Pulsante&lt;/a&gt;: : Roberto Rodrigues Alveia Jr - Sao Paulo/SP&lt;br /&gt;Respondido em 3/30/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Oi eu comprei na ecoanimal sabado uma xenia giant pulsante, mais o que acontece e que ela nao esta pulsando o que sera que acontece?&lt;br /&gt;Eu coloco ela onde, mais pra cima do aquario no meio ou no fundo?&lt;br /&gt;Tem problema se ela nao pulsar?&lt;br /&gt;Muito obrigado&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Roberto,&lt;br /&gt;Xenias normalmente ficam assim quando ainda estão num período de adaptação. Às vezes esse período passa rápido e no mesmo dia o coral pulsa. Existe a possibilidade de que a adaptação esteja sendo dificultada ainda mais pelas qualidades da água serem um tanto DIFERENTES das que as do lugar de onde veio, ou mesmo que foi de certa forma abalada pelo o transporte. Tenha certeza de que você esteja administrando corretamente seu sistema. O uso de kalkwasser ajuda na manutenção de Xenias em cativeiro através do mantimento do pH favorável. Elementos traços deveriam ser adicionados ao tanque também. Trocas de água de qualidade irão ajudar dessa forma também, principalmente quando água natural é utilizada. Cuidado, pois água natural de baixa qualidade irá afetar seu aquário em diferentes formas, principalmente com a introdução de doenças. Por último dê uma olhadinha para ver se nenhum animalzinho está oportunando a colônia.&lt;br /&gt;Abraço,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=69&amp;amp;size=15&amp;amp;id=567&amp;amp;tipo=2"&gt;Moreia&lt;/a&gt;: : Rafael Mendes Pereira - Salvador/Ba&lt;br /&gt;Respondido em 4/1/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Tenho uma moreia mutuca(uma pintada)nao sei o nome cientificogostaria de saber se ela e tem algum veneno?&lt;br /&gt;E se ela é capaz ataca de atacar uma pessoa?&lt;br /&gt;E se eu poderia coloca-la num aquário comunitário?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Rafael,&lt;br /&gt;Moreias normalmente não apresentam veneno, mas poderão, quando se sentem em perigo, abocanhar humanos. Poderá haver infecção no local da mordida, o que não quer dizer que seja por causa de veneno. Tanto no mar, quanto em aquários poderá acontecer. Isso é instinto de defesa e não prática de alimentarem-se. Moréias que crescem muito não deveriam ser colocadas em aquários comunitários porque obviamente comeriam os peixes de pequeno porte. Elas deveriam ser mantidas com outras moréias do mesmo tamanho ou sozinhas.&lt;br /&gt;Abração,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=69&amp;amp;size=15&amp;amp;id=562&amp;amp;tipo=2"&gt;geral&lt;/a&gt;: : Isaias de Souza Nunes - Salvador/Ba&lt;br /&gt;Respondido em 4/1/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;tenho um aquario marinho, gostaria de saber como fazer para ficarestável, ele está sempre com ictio e parazitas.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oi Isaias,Quarentene TODOS os organismos novos, principalmente os vindos das lojas. Mantenha o aquário limpo e use skimmer constantemente. Se seu aquário não tiver invertebrados por favor trate-o com remédio à base de cobre para acabar com os parasitas. Veja outras mensagens que postei nesse espaço referentes à "íctio marinho" em sistemas de reef.Abração,Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=69&amp;amp;size=15&amp;amp;id=563&amp;amp;tipo=2"&gt;geral&lt;/a&gt;: : Rafael Mendes Pereira - Salvador/Ba&lt;br /&gt;Respondido em 4/1/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Tenho um aquario de 60x30x30 gostaria de saber como fazer paraque os corais nunca morram?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Rafael,Eu nunca poderia escrever o que precisas fazer, pois teria que lhe enviar uma mensagem de pelo menos umas 30 páginas com o básico. Ü Por favor leia o livro do Sérgio Gomes que é atualmente a melhor referência em português sobre o assunto. Qualquer dúvida estamos aqui para ajudar.Abração,Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=69&amp;amp;size=15&amp;amp;id=564&amp;amp;tipo=2"&gt;skimmer&lt;/a&gt;: : Daniel a.Klejam - São Paulo/SP&lt;br /&gt;Respondido em 4/1/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;olá.&lt;br /&gt;Possuo um fitro Visi-Jet (grd) e uma Fluval 303. Ainda assim eu preciso de um skimmer?&lt;br /&gt;Como monta-lo, uma vez que só tenho espaço na frente do aquario?&lt;br /&gt;Grato&lt;br /&gt;Controle&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Daniel,&lt;br /&gt;É interessante que qualquer aquário marinho tradicionalmente montado, principalmente com peixes, tenha um skimmer. Os filtros que você tem não fazem o mesmo trabalho que um skimmer e poderiam ser até substituídos por um skimmer. o Berlin, fabricado pela Red Sea, é um ótimo skimmer e que poderá ser montado fora do seu aquário. Bem, quanto ao problema de espaço, você poderia fazer uma prateleira acima do tanque, na parede, onde o skimmer seria instalado.&lt;br /&gt;Abração,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=69&amp;amp;size=15&amp;amp;id=575&amp;amp;tipo=2"&gt;Estabilização&lt;/a&gt;: : Nilton Cesar Gratão - Osasco/SP&lt;br /&gt;Respondido em 4/2/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por favor&lt;br /&gt;Montei um aquário pequeno (75lts.) e preciso saber quanto tempo após montado devo deixá-lo sem peixes. Estou usando o sistema Jaubert.&lt;br /&gt;Obrigado e abraço.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Nilton,&lt;br /&gt;Você pode deixá-lo sem peixes por uns 2 meses, até que todo o ciclo de algas indesejáveis complete e conseqüêntemente essas venham à desaparecer ou diminuir bastante. Pode ser que demore mais ou menos do que 2 meses para as algas, mas o mínimo que eu recomendo para um aquário recém montado é de 2 meses sem peixes. Quarentene TODOS os peixes e invertebrados (incluindo rochas) após esse período, se você quer ter um aquário livre de doenças.&lt;br /&gt;Abração e bem-vindo ao hobby,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=69&amp;amp;size=15&amp;amp;id=583&amp;amp;tipo=2"&gt;REATOR DE CALCIO&lt;/a&gt;: : Ricardo Andre da Silva - Osasco/SP&lt;br /&gt;Respondido em 4/3/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TENHO Q TER UM REATOR DE CALCIO EM UM AQUARIO DE CORAIS DE 200 LTS?&lt;br /&gt;Oi Ricardo,NÃO, NÃO TEM! SE tiver dinheiro sobrando e quizer colocar muitos corais de pólipos pequenos, por exemplo, você PODERÁ OPTAR POR UM REATOR DE CÁLCIO AO INVÉS DE KALKWASSER.ÜAlex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=69&amp;amp;size=15&amp;amp;id=581&amp;amp;tipo=2"&gt;Algas???&lt;/a&gt;: : Tiago Ferronato Abdalla - São José dos Campos/SP&lt;br /&gt;Respondido em 4/3/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Olá a todos!!!Por favor me ajudem!!! Meu aqua está tomado por umas "coisas" (não sei se são algas, ou cianobactérias, ou algo desse tipo...), elas são roxas e formam grandes filamentos.Alguém sabe o que são e, principalmente, como acabar com elas???Obrigado!!Tiago ICQ: 94333166&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Tiago,&lt;br /&gt;Vou lhe pedir que por favor se dirija às seguintes páginas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.aquariusmagazine.com/Anteriores/Numero4/index4.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.aquariusmagazine.com/Anteriores/Numero5/salgada.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São artigos de minha autoria sobre algas em aquários marinhos. Por favor leia, assim como outras mensagens sobre algas colocadas aqui na Ecoanimal. Qualquer dúvida tentarei ajudá-lo.&lt;br /&gt;Abração,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=69&amp;amp;size=15&amp;amp;id=582&amp;amp;tipo=2"&gt;CONVERSAO&lt;/a&gt;: : Ricardo Andre da Silva - Osasco/SP&lt;br /&gt;Respondido em 4/3/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Caso eu queira converter meu aquario de moreias depois de montado para um de corais posso faze-lo? qual a dificuldade dissso, tenho q trocar algo...&lt;br /&gt;Qual a dificuldade de manter um aquario de corais e peixe?&lt;br /&gt;Caso eu esteja usando iluminacao VHO 1wat por litro no lugar de HQI, os corais conseguem se desenvolver bem?&lt;br /&gt;Qual o tempo pra estabilizar um aquario para manter corais e peixes?&lt;br /&gt;O Indice de mortalidade de um aquario marinho com corais e peixes e muito alto?Abracos,Ricardo Andre&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Ricardo,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Caso eu queira converter meu aquario de moreias depois de montado para um de corais posso faze-lo? qual a dificuldade dissso, tenho q trocar algo... &lt;/em&gt;&lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não sei qual a sua montagem atual, portanto não posso sugerir isso ou aquilo, infelizmente. Aquários com corais necessitam acima de tudo uma mudança na sua cabeça. Que isso quer dizer? Primeiramente, saiba que a responsabilidade de manter corais é maior que peixes (que por sinal não é pouca, ou pelo menos não deveria ser visto como pouca responsabilidade!!). Corais necessitam de cuidados e atenção, pois mudanças nos parâmetros químicos ou físicos irão afetá-los visivelmente. Quando o aquarista tem idéia do que acontece, essas mudanças não são grandes tormentos. Antes de começar o aquário de corais por favor planeje tudo e compre o material necessário para começar o projeto. O primeiro material é um livro, e como venho recomendando, o do Sérgio Gomes seria o que eu considero de melhor entendimento atualmente. Depois de começar à entender, você começa à pesquisar quais seriam os organismos que gostas e então corra atrás de informações à respeito daquele em particular. É assim que todos deveriam começar. Tudo à LONGO PRAZO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Qual a dificuldade de manter um aquario de corais e peixe?&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depende dos que você quer manter e como está montado o aquário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Caso eu esteja usando iluminacao VHO 1wat por litro no lugar de HQI, os corais conseguem se desenvolver bem?&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você não deveria ver regras de iluminação (W/L), mas sim as necessidades dos organismos do sistema. portanto, depende. Digamos que num aquário de uns 90 cm de comprimento, com largura de uns 45cm e altura de uns 50cm, por exemplo, você queira manter corais como Acropora sp., Seriatopora sp., Pocillopora sp., etc (corais duros de pólipos pequenos)... Você teria que ter no mínimo de duas à 3 VHOs de 95 W cada. Que dá pra mantê-los com iluminação menor que esta dá, mas não é aconselhável mesmo, pois torna-se MUITO difícil o manuseio. Iluminação de HQI (metal halides) são as mais aconselháveis à aquário de reef e deveria estar em prioridade. Se não tem dinheiro agora, seria interessante esperar e comprar metal halides. Se queres montar um aquário e ser orgulhoso do crescimento e saúde dos organismos por favor leve em consideração uma boa iluminação. Esse exemplo logicamente varia de acordo coum outros fatores mais, como por exemplo posicionamento dos corais no sistema e mesmo população/ compatibilidade entre esses organismos. Uma coisa "puxa" a outra. Se preferires colocar diretamente sua pergunta no futuro, dizendo exatamente detalhes da montagem e queis corais, por favor o faça. Tentaremos ajudá-lo no que for possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Qual o tempo pra estabilizar um aquario para manter corais e peixes?&lt;/em&gt; &lt;&lt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depende das rochas, da água, dos cuidados e até da experiência que o aquarista tem com amadurecimento desse tipo de sistemas. Não existem fórmulas ou regras para determinar exatamente o tempo de amadurecimento. Pode-se levar até 1 ano ou mais até que o ciclo se defina. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;O Indice de mortalidade de um aquario marinho com corais e peixes e muito alto?&lt;/em&gt; &lt;&lt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depende novamente. Da saúde dos organismos, da filtragem, da presença ou não de organismos patogênicos no aquário, da temperatura do ambiente, dos aparelhos para ajudarem o sistema a ficar parcialmente estável e mesmo alimentação e compatibilidade entre os organismos. Um aquarista esforçado terá sucesso com qualquer tipo de sistema marinho, assim como um aquarista que não se interessa em aprender terá perdas de organismos à toda hora. Pesquise bastante, tenho certeza de que terás aquele aquário que pretendes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grande abraço,&lt;br /&gt;Alex Correa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=68&amp;amp;size=15&amp;amp;id=584&amp;amp;tipo=2"&gt;Plenum&lt;/a&gt;: : Luiz Cesar Saraiva - Rio de Janeiro/RJ&lt;br /&gt;Respondido em 4/4/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Tenho escutado o pessoal falar que não estão mais utilizando plenum mas sim apenas Halimeda direto no fundo do aquario pois com uso do Plenum a tela entope e prejudica a circulação de gazes, alem de haver cristalização da Halimeda ou aragonita. Solicito esclarecimentos sobre este assunto.&lt;br /&gt;atenciosamente&lt;br /&gt;Saraiva&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Saraiva,&lt;br /&gt;Com o plenum ou sem plenum o sistema de desnitrificação funciona perfeitamente, quando montado corretamente. Por favor dê uma lida no artigo sobre Sistema de Jaubert que publiquei à um tempinho atrás:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.aquariusmagazine.com/Anteriores/Numero9/salgada8.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;amp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.aquariusmagazine.com/Anteriores/Numero10/salgada8.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cristalização entre os grãos ou pedaços de halimeda e/ou aragonita estão relacionados ao emprego de kalkwasser de maneira errada. Por favor dê uma lida nas mensagens anteriores aqui na página da Ecoanimal referentes à kalkwasser também. Isso significa que se montares qualquer um desses 2 tipos de sistemas desnitrificadores de maneira incorreta poderá apresentar problemas. Já montei aquários com os as 2 configurações e nunca tive problemas.&lt;br /&gt;Abração,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=68&amp;amp;size=15&amp;amp;id=591&amp;amp;tipo=2"&gt;Rochas&lt;/a&gt;: : Fernando Mendes Pereira - Salvador/BA&lt;br /&gt;Respondido em 4/5/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Tenho um aquário de 60 X 30 X 30 água equilibrada e em temperatura variando de 27 a 29 graus, com uma lampada Trilux de 24w, que fica ligada um pouco mais de 12 horas por dia, comprei 10kg de rocha "viva" mas ela está ficando com uma "colorãção marrom" não aparentando ser saldavel, o que devo fazer para que elas fiquem com uma "coloração avermelhada" aparentando ser saldavel?...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Fernando,&lt;br /&gt;Pelo que passaste na sua mensagem, está somente com uma lâmpada "trilux". Provavelmente essa lâmpada apresenta espéctro não tanto favorável ao crescimento de algas coralinas nas pedras. Especialmente se essa lâmpada tiver funcionando por mais de 6 meses. Por favor troque a lâmpada por no mínimo 2 ou 3 actínicas/luz-do-dia, intercaladas. Se colocares somente 3 lâmpadas por favor ponha 2 luz-do-dia e uma actínica. Esses 2 tipos de lâmpadas irão favorecer bastante o crescimento das coralinas. Tenha certeza de que o nível de cálcio e a reserva alcalina estejam em seus parâmetros ideais (380 à 450 ppm e 2.5 à 3.5 meq/l, respectivamente). Kalkwasser é a melhor maneira de administrar cálcio em aquários com rochas vivas (favor ver mensagens anteriores ligadas ao assunto) e buffers deveriam ser usados quando houver necessidade de aumento na reserva alcalina, somente. Coloque circulação no seu tanque e não esqueça de ver se ainda existem partes coberta pela alga nas pedras, pois se a mesma não estiver presente no sistema não haverá possibilidades de reproduzí-las.&lt;br /&gt;Abração,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=68&amp;amp;size=15&amp;amp;id=592&amp;amp;tipo=2"&gt;carvão ativado&lt;/a&gt;: : Felipe Gustavo do Valle - São Paulo/SP&lt;br /&gt;Respondido em 4/5/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Olá Alex e Monteiro,&lt;br /&gt;Para quem usa carvão ativado apenas após as trocas parciais pode aproveitar esse carvão para a troca seguinte? Precisa dar uma lavada nele? E o sache (saquinho) pode ser reaproveitado outras vezes?&lt;br /&gt;grato mais uma vez&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oi Felipe,&lt;br /&gt;Se o uso do carvão ativado for somente após a troca parcial, esse poderá ou não retirar muita impureza da água. Vai depender do seu sistema. Muitas das vezes o pessoal que usa carvão somente uma vez ou outra pensa que por isso poderá aproveitá-lo mais tarde, mas se esquecem de que houve um acúmulo no sistema dos produtos amarelados que o carvão retira, esgotando rapidamente suas propriedades de adsorção. Bem, minha resposta fica sendo ainda que depende do seu sistema e do carvão que usas. Por via das dúvidas eu ainda preferiria descartá-lo após o uso. Coloque o carvão por umas 24 horas em quantidade suficiente e verifique a coloração da água no final do período. Infelizmente não é possível lhe dar mais ajuda sobre essa prática, pois não estou aí para verificar pessoalmente. O saquinho poderá ser aproveitado por muitas vezes.&lt;br /&gt;Abração,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=68&amp;amp;size=15&amp;amp;id=593&amp;amp;tipo=2"&gt;kalkwasser&lt;/a&gt;: : Ricardo Andre da Silva - Osasco/SP&lt;br /&gt;Respondido em 4/5/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O kalwasser deve ser utilizado em toda e qualquer reposicao e ou troca parcial de agua?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Ricardo,&lt;br /&gt;Kalkwasser deve somente ser usado nas reposições diárias de água evaporada, não necessitando o uso na mistura de sal sintético, nas trocas parciais mensais. Sim, deveria ser usado todos os dias na sua forma saturada, usando somente o líquido cristalino que fica acima do material precipitado. Por favor leia outras mensagens mais detalhadas sobre kalkwasser aqui mesmo no site da Ecoanimal.&lt;br /&gt;Abração,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=68&amp;amp;size=15&amp;amp;id=605&amp;amp;tipo=2"&gt;montagem de um mano reef&lt;/a&gt;: : Sérgio Jereissati Filho - fortaleza/ce&lt;br /&gt;Respondido em 4/10/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Olá gostara de saber o que eu preciso para montar um mano reef em um aquario de uns 80 litros e se é possivel ter um peixe leão em um aquario como esse&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Sérgio,&lt;br /&gt;Ok, o que você gostaria de ler aqui seria mesmo o material necessário para começar seu nano, não é mesmo? Hummm... aquário, skimmer, substrato de fundo, skimmer, iluminação e água natural o sintética, além das rochas vivas.&lt;br /&gt;Não, não será uma boa idéia manter nenhuma das espécies de Peixe-Leão em seu aquarinho de somente 80 litros por longos períodos de tempo.A maneira que você irá montar seu "nano" e exatamente quais serão os equipamentos vai depender dos organismos que pretendes colocar nele.&lt;br /&gt;Abraço,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=68&amp;amp;size=15&amp;amp;id=585&amp;amp;tipo=2"&gt;Aquario de corais&lt;/a&gt;: : Ricardo Andre da Silva - Osasco/SP&lt;br /&gt;Respondido em 4/10/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ola Alex,&lt;br /&gt;Meu aquario de 1,00x40x50 (200lts) e estou montando para ser marinho, tem caixa de circulacao, reposicao, skimmer, bombas e gostaria de criar corais com peixes e invertebrados, se nao for pedir demais vc pode me dar uma lista dos corais, anemonas, invertebrados e peixes q posso por nesse aquario? (sou iniciante no aquarismo marinho) e por favor me diga tb o tipo de iluminacao q devo por nesse tipo de aquario.&lt;br /&gt;Caso eu coloque HQI a tampa do aquario tem q ser suspensa? ou nao? (tenho chiller).&lt;br /&gt;Obrigado e abracos,&lt;br /&gt;Ricardo Andre&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Ricardo,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Meu aquario de 1,00x40x50 (200lts) e estou montando para ser marinho, tem caixa de circulacao, reposicao, skimmer, bombas e gostaria de criar corais com peixes e invertebrados, se nao for pedir demais vc pode me dar uma lista dos corais, anemonas, invertebrados e peixes q posso por nesse aquario?&lt;/em&gt; &lt;&lt;&gt;&gt; &lt;em&gt;(sou iniciante no aquarismo marinho) e por favor me diga tb o tipo de iluminacao q devo por nesse tipo de aquario. Caso eu coloque HQI a tampa do aquario tem q ser suspensa? ou nao? (tenho chiller).&lt;/em&gt; &lt;&lt;   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=68&amp;amp;size=15&amp;amp;id=610&amp;amp;tipo=2"&gt;Metal halides-Alex Correa&lt;/a&gt;: : Roberto Rodrigues Alveia Jr - Sao Paulo/SP&lt;br /&gt;Respondido em 4/10/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oi estou pensando de montar um reef de 200 litros(100x40x50)com varios corais , alguns invertebrados e peixes.2 vho actinica de 95w e uma hqi de 150w e muito forte, ou esta ideal?&lt;br /&gt;Qual voce me indicaria?&lt;br /&gt;Um skimmer ny 200 externo e um skimmer que utiliza a bomba rio 600 no sump, daria conta?&lt;br /&gt;Me explica um pouco sobre reposicao de agua automatica , e wave maker(simulador de ondas).Caso eu use hqi , como eu faria para instala-la no movel?&lt;br /&gt;fas 18 dias que eu adquiri uma xenia gian pulsante , e ela so pulsou uma ves de noite e depois nunca mais, o que pode ser?&lt;br /&gt;Muito obrigado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Roberto,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Oi estou pensando de montar um reef de 200 litros(100x40x50)com varios corais , alguns invertebrados e peixes.2 vho actinica de 95w e uma hqi de 150w e muito forte, ou esta ideal?&lt;/em&gt; &lt;&lt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Qual voce me indicaria?&lt;/em&gt; &lt;&lt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Um skimmer ny 200 externo e um skimmer que utiliza a bomba rio 600 no sump, daria conta?&lt;/em&gt; &lt;&lt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Me explica um pouco sobre reposicao de agua automatica , e wave maker(simulador de ondas). &lt;/em&gt;&lt;&lt;&gt;&gt; &lt;em&gt;Caso eu use hqi , como eu faria para instala-la no movel?&lt;/em&gt; &lt;&lt;&gt;&gt; &lt;em&gt;fas 18 dias que eu adquiri uma xenia gian pulsante , e ela so pulsou uma ves de noite e depois nunca mais, o que pode ser?&lt;/em&gt; &lt;&lt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=67&amp;amp;size=15&amp;amp;id=624&amp;amp;tipo=2"&gt;VHO-Alex Correa&lt;/a&gt;: : Roberto Rodrigues Alveia Jr - Sao Paulo/SP&lt;br /&gt;Respondido em 4/13/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Oi me fale sobre qual a iluminacao que eu posso usar num aquario de 200 litros(100x50x40)com varios corais, peixes e einvertebrados.&lt;br /&gt;Eu quero uma iluminacao que de para colocar a maioria dos corais , mas sem a utilizacao de HQIs, qual que voce me indicaria mais, aas vhos né?mais quantas?&lt;br /&gt;Voce sabe me informar se os reatores vendidos na ecoanimal e para ligar somente uma lampada ou varias lampadas?Valeu pela a ajuda das minhas perguntas,muito obrigado.&lt;br /&gt;FELIZ PÁSCOA À TODOS!!!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Roberto,Pedi que você lesse a mensagem escrita ao Ricardo Andrade, onde coloquei as informações que serviriam ao seu aquário também, uma vez que seus aquários apresentam as mesmas medidas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ok, você poderia colocar VHOs ou metal halides. Se optares por VHOs seria umas 3 à 4 lâmpadas de 110W (2 actinicas e 2 luz-do-dia). Logicamente que eu prefiro metal halides,..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem eu nem o Sr. Monteiro temos nenhuma ligação com a parte comercial da Ecoanimal, colaborando voluntariamente e somente respondendo as perguntas como hobista que somos. Por favor me desculpe. Entre em contacto direto com o William por e mail, que certamente ele lhe dará todas as instruções para melhor serví-lo à respeito dos reatores.&lt;br /&gt;Abração,&lt;br /&gt;Alex Correa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;: : &lt;a href="http://www.ecoanimal.com.br/ecochannel/pr/ler.asp?page=67&amp;amp;size=15&amp;amp;id=629&amp;amp;tipo=2"&gt;Acessorios&lt;/a&gt;: : Roberto Rodrigues Alveia Jr - Sao Paulo/SP&lt;br /&gt;Respondido em 4/17/2001 por Alex Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Oi como aindei dizendo antes eu montarei um reef de 200 litros eu gostaria que voce me de uma opiniao , eu vou usar uns aparelhos que eu tenho e vou comprar outros.Eu vou usar :&lt;br /&gt;3 powerhead aqua clear 3000&lt;br /&gt;1 skimmer NY 200 externo&lt;br /&gt;1 skimmer advance 13" aquatanks com bomba rio 600,&lt;br /&gt;informacoes sobre o skimmer(www.advanceaquatanks.com)&lt;br /&gt;substrato halimedarochas vivas&lt;br /&gt;2 lampadas VHO actinica de 95w(coralife)&lt;br /&gt;2 lampadas VHO branca 10.000 kelvins 95w(coralife)&lt;br /&gt;1 termometro timer or temp cristal liquido&lt;br /&gt;1 timmer para as lampadas1 alimentador automatico nutramatictalves&lt;br /&gt;1 wave maker para 4 bombas(a necessidade?)&lt;br /&gt;e o sump.&lt;br /&gt;Voce me indica qual o tamanho do sump que eu uso para esse aquario , e qual bomba de retorno que eu uso, a mais barata e boa.E um chiller NY 1/6hp&lt;br /&gt;Caso eu use lampadas hqi como eu facor para instala-las no movel (aqueles moveis normais).Que ate hoje eu naum entendi como instalar, ira precisar das luminarias?&lt;br /&gt;A reposicao autom
